O governo anunciou nesta terça-feira, 29, que órgãos federais irão fiscalizar mais de 3 mil barragens que se encontram em alto risco ou possuem grande possibilidade de dano. Dessas, 205 são de resíduos de mineração e terão prioridade na fiscalização. Apesar da determinação, o governo não soube informar qual o prazo necessário para a ação.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, existem hoje no Brasil mais de 20 mil barragens cadastradas. Das que são de resíduos de mineração, 70 foram construídas no método "a montante". Elas serão as primeiras a serem checadas. "Não temos como precisar o tempo necessário para a fiscalização, depende de cada órgão", disse.
O ministro também não soube precisar o número de fiscais necessários para a ação e nem o montante de recursos necessários para este trabalho.
Ele se limitou a dizer que o governo s envidará "todos os esforços para que haja recursos humanos e financeiros para fiscalizar as 3.386 barragens de alto risco no País". "Caso as agências federais não detenham pessoal necessário, vamos pedir o remanejamento das pessoas sem descuidar das especializações de cada um para garantir recursos humanos para fiscalização. Não é da noite pro dia que vamos fiscalizar todas", disse.
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Vamos pular! Nesta terça dia 29, chegou uma notícia maravilhosa para os fãs de Sandy & Junior! Segundo informações do jornal Extra, a dupla estaria preparando uma série de shows para celebrar os 30 anos da primeira aparição dos dois juntos na televisão, no programa “Som Brasil”, em 1989.
Na ocasião, eles cantaram a clássica “Maria Chiquinha”.
A primeira apresentação aconteceria em São Paulo, no Allianz Parque, durante o segundo semestre de 2019 com ingressos vendidos a partir de março.
De acordo com o jornal, a intenção dos irmãos é fazer shows em megaespaços, para grandes plateias.
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Os helicópteros que cortavam o céu de Brumadinho (MG) na tarde destas segunda-feira, 28, não estavam ocupados apenas em apoiar a retirada de corpos dos escombros e da lama, ou encontrar sobreviventes em meio à destruição.
Ao menos uma das aeronaves tinha a missão de executar, com tiros, animais ilhados, presos na lama ou feridos. Eram 14h37.
Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fazia voos rasantes em uma área devastada do Córrego do Feijão, numa região isolada e mais próxima da barragem de rejeitos. Um agente armado com fuzil mirava, de dentro do helicóptero, locais onde enxergava animais na lama. E disparava. Do meio da mata, o jornal O Estado de S. Paulo acompanhou a movimentação da aeronave. Foram mais de 20 disparos, até o que o helicóptero partiu.
O sacrifício dos animais ocorreu numa área próxima do local onde mais de 20 brigadistas tentavam abrir um ônibus coberto pela lama, com vítimas dentro. Há muitos bois ilhados ao longo de todo o trecho da cidade que foi varrido pelo barro. Outros estão com parte do corpo presos na lama.
Sacrifício
A decisão de executar os animais foi confirmada à reportagem pelo chefe da Defesa Civil de Minas, coronel Evandro Geraldo Borges. "O que vamos fazer? Deixar o animal sofrendo? Estamos sim, com equipe em campo executando esse trabalho, mas essa decisão só é tomada nos casos em que não há outra opção." Outra parte da equipe, disse o coronel, está empenhada em socorrer animais "em condições de serem retirados" da lama. Mas em muitas situações, declarou, só resta o tiro de misericórdia.
"Não tem jeito. Tem animal preso, outro com perna quebrada. Temos de fazer escolhas, de retirar as pessoas, ir atrás de sobreviventes. Tudo que está sendo feito foi pensado. É isso." Próximo da equipe de brigadistas que tenta abrir o ônibus tomado pelo barro, um boi cansado, sobrevivente da tragédia, foi batizado de Resistente pelos agentes. Um helicóptero se aproxima da área onde Resistente está. Não veio executá-lo, mas carregar o primeiro corpo de uma vítima que os agentes conseguiram retirar do ônibus.
Durante as oito horas em que o Estado acompanhou a operação, Resistente chegou na receber um pouco de feno e água. Nesta terça-feira, 29, disseram os brigadistas, o boi deverá ser sedado, para que seja retirado dali. Com vida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Três funcionários da Vale diretamente envolvidos e responsáveis pelo licenciamento da barragem que se rompeu em Brumadinho e dois engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade do empreendimento foram presos na terça dia 29.
Na operação desta terça-feira, o Ministério Público de Minas Gerais, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal cumprem sete mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária no intuito de apurar responsabilidade criminal pelo rompimento da barragem da mineradora no município mineiro.
Dos cinco alvos da operação, dois tinham domicílio em São Paulo e os demais residem na região metropolitana de Belo Horizonte. A prisão foi decretada pelo prazo de 30 dias e todos os presos serão ouvidos pelo MPMG. Os documentos e provas apreendidas também serão encaminhados ao Ministério Público para análise.
O MPF, por meio da Procuradoria da República em Minas Gerais, e a PF, por meio da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, cumpriram simultaneamente os cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em Belo Horizonte.
As ordens foram cumpridas na sede da Vale, em Nova Lima (MG), e em uma empresa sediada em São Paulo que prestou serviços de projetos e consultoria na área das barragens. Também foram alvo das medidas pessoas ligadas a essa empresa.
Nas diligências, houve a participação de procuradores da República lotados em Minas Gerais e São Paulo, de policiais federais e de peritos das áreas de informática, mineração e geologia. "Os órgãos de investigação têm trabalhado de forma concatenada para apuração dos graves crimes relacionados com o rompimento da barragem, sendo que as investigações se encontram em andamento", informou o MPMG. (Com Agência Brasil)
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O presidente Jair Bolsonaro passará o dia nesta terça dia 29, sob observação médica e em repouso, após sete horas de cirurgia no Hospital Albert Einstein. De acordo com o último boletim médico, ele está "clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda".
Por 48 horas, Bolsonaro deverá descansar, de acordo com as ordens médicas. Nesse período, o vice-presidente, Hamilton Mourão, assume o exercício da Presidência da República. Ele conduzirá hoje a reunião ministerial que tratará sobre a tragédia de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte.
A operação desta segunda dia 28, de Bolsonaro foi para reconstruir o trânsito intestinal e extensa lise de aderências decorrentes das duas cirurgias anteriores, conforme o boletim. Durante o ato cirúrgico, foi feita uma união do intestino delgado com o intestino grosso, segundo o hospital.
O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, disse que durante a cirurgia não houve intercorrências nem necessidade de transfusão de sangue. A operação começou por volta das 7h e terminou em torno das 15h30. Bolsonaro deu entrada no domingo dia 27, no hospital.
A previsão é que o presidente da República tenha alta médica em 10 dias. (Com Agência Brasil)
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O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil cumpriram na manhã desta terça dia 29, dois mandados de prisão contra engenheiros que atestaram a segurança da barragem 1 da Mina do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, que se rompeu na última sexta dia 25.
Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Minas. No Estado, foram cumpridos outros três mandados. De acordo com informações da Rede Globo, os engenheiros Makoto Namba e André Yum Yassuda foram presos nos bairros de Moema e Vila Mariana, na zona Sul de São Paulo. Eles também informam que as ordens são de prisão temporária com validade de 30 dias.
Em São Paulo, as ações são coordenadas por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP de São Paulo, e pelo Departamento de Capturas (Decade) da Polícia Civil paulista. (Com Estadão Conteúdo)
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