A Seleção Brasileira faz nesta sexta dia 07, o primeiro jogo amistoso após a Copa do Mundo da Rússia. Aproveitando a chamada data Fifa, o time do Brasil enfrentará a seleção norte-americana, no Estádio MetLife, em Nova Jérsei, às 20h05 (21h05 de Brasília).
O treinador Tite manteve a base da seleção que jogou na copa, como o goleiro Alisson, o zagueiro Thiago Silva, o volante Casemiro, o lateral-esquerdo Filipe Luís, o meio-campista Philippe Coutinho e os atacantes Douglas Costa, Roberto Firmino e Neymar.
CBF
A seleção apresentará também caras novas como o volante Arthur, o lateral-direito Éder Militão, o zagueiro Dedé, o meio-campista Lucas Paquetá e os atacantes Richarlisson e Éverton.
Nesta quarta dia 05, Tite aproveitou o treinamento, na Arena Red Bull, para comandar um trabalho tático em campo reduzido. Depois orientou os jogadores no treino específico de bolas paradas.
Após a partida desta sexta-feira, a seleção viajará para Washington D.C., onde enfrentará El Salvador no dia 11 de setembro. (Com Catve)
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A Instrução Normativa 46 publicada no Diário Oficial nesta segunda dia 03, atualiza procedimentos técnicos, sanitários e operacionais da exportação de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos vivos para abate (imediato ou engorda) ou para reprodução.
O novo regulamento define parâmetros objetivos de densidade de animais no transporte e no Estabelecimento de Pré-Embarque (EPE) – locais privados com habilitação para isolamento dos animais antes do transporte para o exterior – e a criação de um Registro Nacional de EPE. A IN publicada hoje entra em vigor em 60 dias.
A partir de agora, todo EPE terá acompanhamento de veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com treinamento específico em problemas sanitários, legislação e bem-estar animal.
No Brasil hoje são 42 EPEs em atividade, credenciados pelo ministério: Pará (19), São Paulo (13), Rio Grande do Sul (5), Minas Gerais (4) e Santa Catarina (1). A habilitação deverá ser renovada a cada cinco anos.
Uma inovação importante foi incluir a exportação de animais para reprodução e o transporte aéreo com especificações sobre as áreas e a densidade das cargas. Outra novidade é a obrigatoriedade de registrar em relatório todas as ocorrências durante o transporte marítimo dos animais, a ser apresentado ao Mapa em 10 dias úteis após a chegada ao destino.
“Os procedimentos previstos na nova IN estão de acordo com as recomendações internacionais vigentes”, disse Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do MAPA, e delegado do Brasil na Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Isso reflete o compromisso do Brasil no mercado global da exportação de bovinos, ao propiciar maiores garantias nos controles sanitários e de bem-estar animal aos seus parceiros comerciais”.
Consulta pública
A publicação da IN foi precedida de consulta pública, que recebeu sugestões do Conselho Federal de Medicina Veterinária, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, da Associação Brasileira dos Exportadores de Gado, da Associação Brasileira de Angus, da Associação Brasileira dos Exportadores de Animais Vivos, da Associação dos Criadores de Mato Grosso, da Coordenação de Boas Práticas e Bem-Estar Animal do Mapa, e de duas organizações não governamentais especializadas em bem-estar animal: World Animal Protection Brasil e Humane Society International (HSI Brasil).
De 186 sugestões, foram acatadas 63 no projeto de Instrução Normativa, dos quais 48 são de ajustes técnicos e 15 de caráter legislativo.
A exportação de animais vivos, principalmente de bovinos e bubalinos, começou a se estruturar no Brasil em 2004. A atividade era regulada pelas instruções normativa 13, de 30 de março de 2010, e 53, de novembro de 2011, que estão sendo revogadas. A melhoria da condição sanitária do rebanho brasileiro atraiu o interesse de países importadores e a venda de animais vivos passou a ser uma oportunidade comercial alternativa a pecuaristas.
Já em 2013, a pauta de exportação bateu o recorde histórico de 723 milhões de dólares. No ano seguinte, foram 680 milhões de dólares, o segundo melhor resultado da série histórica desde 1997.
Em 2017, o Brasil faturou 276 milhões. Até julho de 2018, as exportações de bovinos e bubalinos atingiram 301 milhões de dólares, com tendência de superar os números de 2014.
Segundo dados do Comtrade USDA, o Brasil detém 3,6% do comércio mundial de animais vivos, ocupando o 5º lugar. A União Europeia é líder do segmento. (Com Mapa)
O Ministério da Saúde iniciou nesta terça dia 04, uma campanha publicitária para impulsionar a vacinação de adolescentes contra o HPV. A convocação tem como alvo 20,6 milhões de meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.
Eles devem ir aos postos de saúde para se imunizar pela primeira vez ou tomar a segunda dose da vacina e completar a proteção contra o HPV.
O vírus HPV (Papilomavírus Humanos) é sexualmente transmissível e infecta pele e mucosas da boca ou das áreas genital e anal provocando verrugas e diferentes tipos de cânceres em homens e mulheres (cólo do útero, anal, pênis, vagina, orofaringe).
Segundo o ministério, cerca de 30% dos tumores provocados por vírus no mundo são causados pelo HPV.
Para esta nova etapa da campanha, foram investidos R$ 567 milhões para adquirir 14 milhões de vacinas. Na etapa anterior, mais de 63% das meninas de 9 a 14 anos já foram imunizadas com a primeira dose e 41% das crianças receberam a segunda dose.
No caso dos meninos, cerca de 2,6 milhões receberam a primeira dose (35,7% do público-alvo), e 911 mil (13%) já receberam a segunda dose.
DUAS DOSES
O Ministério da Saúde alerta que a cobertura contra o HPV só está completa com as duas doses. O intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina é de seis meses.
A pasta assegura que a vacina não aumenta o risco de eventos adversos graves, aborto ou interrupção da gravidez.
A vacinação tem impacto significativo na redução da incidência do HPV, como nos Estados Unidos, que reduziram em 88% as taxas de infeção oral pelo vírus com imunização, disse o Ministério da Saúde. Esclarece ainda que a vacina não é eficaz para tratamento de infecções ou lesões por HPV já existentes.
A campanha deste ano tem como tema "Não perca a nova temporada de Vacinação contra o HPV" e será veiculada até 28 de setembro por meio de várias peças.
As escolas receberão material informativo para que professores, alunos e familiares possam debater sobre as doenças.
No Brasil, estima-se que a prevalência do HPV é de 54,3%, sendo que mais de 37% têm HPV de alto risco para câncer, de acordo com pesquisa preliminar feita pelo Ministério da Saúde, universidades e secretarias municipais de saúde das capitais.
Os resultados finais deste estudo serão divulgados até o fim do ano. (Com Agência Brasil)
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O Serasa lançou uma nova ferramenta para facilitar a quitação de dívidas de maneira rápida e eficiente. É o aplicativo Serasa Consumidor, que agora disponibiliza o espaço Serasa Limpa Nome, para negociação digital.
Com a fusão entre a ferramenta e empresas parceiras, como bancos e varejos, a plataforma permite atender, de graça, 27 milhões de pessoas que possuem dívidas e permite a negociação diretamente pelo celular e/ou computador, sem a necessidade de se deslocar para realizar o pagamento.
Em todo o país, de acordo com dados da Experian, são mais de 61 milhões de brasileiros em situação de inadimplência. Para ter acesso ao serviço é só baixar o aplicativo “Serasa Consumidor”. (Com Paraná Portal)
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Muitos frigoríficos ainda aguardam um maior posicionamento do mercado para estabelecer as estratégias de preços da semana, cenário comum para o dia da semana. Segundo a Scot Consultoria, apesar desse menor volume de agentes ativos nas compras, o mercado está em alta.
No fechamento desta segunda-feira, dia 03, houve valorizações para o boi gordo em doze praças pesquisadas pela consultoria. A oferta restrita de boiadas, somada à maior demanda pontual do varejo para abastecer os estoques no início do mês, é que gera este cenário. Na contramão, no Rio Grande do Sul, a maior oferta de animais pressiona as cotações para baixo.
Sazonalmente, há a saída de animais das pastagens para o plantio das lavouras, consequentemente há aumento da oferta. No mercado atacadista de carne bovina com osso, a disponibilidade limitada também provocou valorizações. A carcaça de bovinos castrados está cotada em R$9,57/kg, alta de 1,1% frente ao último levantamento
BOI GORDO NO MERCADO FÍSICO – ARROBA À VISTA
Araçatuba (SP): R$ 146
Triângulo Mineiro (MG): R$ 141
Goiânia (GO): R$ 134
Dourados (MS): R$ 140
Mato Grosso: R$ 128 a R$ 129
Marabá (PA): R$ 130
Rio Grande do Sul (oeste): R$ 4,45 (kg)
Paraná (noroeste): R$ 146
Sul (TO): R$ 132 (Com Canal Rural)
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O valor desembolsado pelos cofres públicos em um único contrato da Câmara dos Deputados para lavagem de carros oficiais seria suficiente para custear as despesas do Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), atingido por um incêndio na noite de domingo dia 02.
Segundo levantamento da Associação Contas Abertas, a instituição custou R$ 643,5 mil em 2017. Para efeitos de comparação, o contrato da Câmara para higienização e lavagem de 83 carros usados por 19 deputados que possuem cargos de direção é de R$ 563,3 mil.
Na opinião de Gil Castello Branco, fundador e secretário-geral da Contas Abertas, a dificuldade financeira pela qual o museu passava não pode ser justificada pela falta de recursos do governo federal.
"Com esse valor [despesas mensais], não dá para falar em falta de dinheiro", observa.
O governo federal não tem obrigação direta em relação ao museu, já que faz repasses para a UFRJ, que também sofre com cortes no orçamento da União. A universidade passa por uma grave crise financeira e alega ter sido afetada pela "falta de financiamento adequado" nos últimos quatro anos.
"A matriz orçamentária existente no Ministério da Educação não aloca nenhum recurso para os prédios tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e para os museus universitários. O mesmo acontece com o Ministério da Cultura, que igualmente não prevê recursos para tais fins", disse nesta segunda-feira a UFRJ por meio de nota.
Até o fim de agosto, o Museu Nacional havia recebido apenas R$ 98,1 mil em recursos: 15% dos recursos destinados no ano passado.
Desses R$ 98,1 mil que entraram nos cofres da instituição em 2018, R$ 23,4 mil foram usados para manutenção e conservação de máquinas e equipamentos. Outros R$ 21,2 mil foram para desenvolvimento de estudos e pesquisas.
O museu atingido pelo incêndio possuía o quinto maior acervo do mundo (20 milhões de itens), como um dos fósseis humanos mais antigos encontrado até hoje nas Américas, com 12 mil anos de idade, batizado de Luzia.
A instituição funcionava na Quinta da Boa Vista, palácio utilizado como residência da família real. Foi naquele local que a imperatriz Leopoldina assinou a declaração de independência do Brasil, em 1822.
O prédio iria passar por obras, que incluiriam um sistema de combate a incêndios capaz de minimizar tragédias como a que aconteceram. No entanto, o dinheiro aguardado desde 2015 só foi liberado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) agora em 2018.
Cortes de verbas para dezenas de museus
O Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), responsável pela administração de 29 museus em todo o país, teve em 2018 um dos menores orçamentos desde sua criação, em 2009. A previsão de gastos é de R$ 162,2 milhões — apenas metade disso havia sido executada até agosto.
Em valores atualizados, essa previsão orçamentária se aproxima de 2016, ano em que a economia brasileira encolheu 3,6%.
O baixo repasse de recursos para os museus tem explicação quando se olha o orçamento do MinC (Ministério da Cultura). A pasta tem R$ 2,65 bilhões previstos para serem gastos neste ano. No entanto, apenas 25% disso (R$ 657 milhões) foram usados até o momento.
Na comparação com o ano passado, o orçamento do MinC sofreu um corte de 14,5%, em valores corrigidos pela inflação. (Com R7)
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