Google transforma smartphones Android em sensores de terremotos

Os smartphones Android do Google, de propriedade da Alphabet, começaram nesta terça dia 11, a detectar terremotos em todo o mundo para fornecer dados que poderiam dar a bilhões de usuários preciosos avisos de um tremor próximo, com o recurso de alerta sendo lançado inicialmente na Califórnia.

 

Se a abordagem do Google para detecção e alerta de terremotos for eficaz, os avisos chegarão a mais pessoas, incluindo pela primeira vez a Indonésia e outros países em desenvolvimento com poucos sensores de detecção tradicionais.

 

Especialistas em sismologia consultados pelo Google disseram que transformar smartphones em minissismógrafos marcou um grande avanço, apesar dos inevitáveis alertas errados de um trabalho em andamento e da dependência de algoritmos de uma empresa privada para segurança pública. Mais de 2,5 bilhões de dispositivos, incluindo alguns tablets, rodam o sistema operacional Android, do Google.

 

"Estamos no caminho certo para enviar alertas de terremotos onde quer que haja smartphones", disse Richard Allen, diretor do laboratório sismológico da Universidade da Califórnia em Berkeley.

 

O programa do Google surgiu há mais de quatro anos, de um teste para verificar se os acelerômetros de telefones podiam detectar acidentes de carro, terremotos e tornados, disse o engenheiro de software principal Marc Stogaitis.

 

Atualmente, os telefones Android podem diferenciar terremotos de vibrações causadas por trovões ou uma queda do dispositivo apenas quando eles estão carregando, parados e têm permissão do usuário para compartilhar dados com o Google.

 

Se os smartphones detectarem um terremoto, eles enviam a localização da cidade ao Google, que pode triangular o epicentro e estimar a magnitude com algumas centenas de registros, disse Stogaitis.

 

O Google espera enviar seus primeiros alertas com base nas leituras dos telefones no próximo ano. Também planeja fornecer alertas gratuitamente para empresas que desejam desligar elevadores, linhas de gás e outros sistemas automaticamente antes que o tremor ocorra.

 

Os alertas serão enviados para terremotos de magnitude 4,5 ou superior, e nenhum download de aplicativo é necessário. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

CBF anuncia novas datas de confrontos da 3ª fase da Copa do Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) remarcou datas e horários dos jogos de volta dos confrontos pela terceira fase da Copa do Brasil. As partidas serão realizadas entre os dias 25 (terça-feira) e 27 (quinta-feira) de agosto. Os duelos de ida foram disputados antes da paralisação do futebol no país, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

 

A competição será retomada às 16h (horário de Brasília) do dia 25, com o Afogados recebendo a Ponte Preta. A Macaca tem vantagem confortável, já que venceu o compromisso de ida, em Campinas (SP), por 3 a 0. No mesmo dia, às 19h, a Ferroviária visita o América-MG. Na primeira partida, em Araraquara (SP), as equipes ficaram no 0 a 0. Já às 21h30, no Rio de Janeiro, o Fluminense enfrenta o Figueirense, que ganhou o duelo anterior, em Florianópolis, por 1 a 0.

 

No dia 26, serão cinco jogos. Às 16h (de Brasília), o Cruzeiro encara o CRB em Maceió. O time da casa venceu o jogo de ida, em Minas Gerais, por 2 a 0. No mesmo horário, América-RN e Juventude jogam em Natal, depois do empate por 1 a 1 na partida anterior, em Caxias do Sul (RS). Às 19h, o Botafogo, que venceu o primeiro jogo por 1 a 0, visita o Paraná. Por fim, às 21h30, Goiás e Vasco se enfrentam em Goiânia, enquanto Vitória e Ceará duelam em Salvador. Goianos e cearenses levaram a melhor na ida, por 1 a 0.

 

Já dia 27, às 19h, o Brusque recebe o Brasil de Pelotas, após ter vencido fora de casa por 1 a 0. E na sequência, às 21h30, em Porto Alegre, o São José-RS pega o Atlético-GO, que venceu em casa por 2 a 0, antes da paralisação do futebol.

 

As equipes classificadas à quarta fase terão os confrontos entre si sorteados para definição das vagas às oitavas de final. Os cinco times que avançarem se unem aos oito que iniciaram a temporada na Libertadores (Flamengo, Santos, Palmeiras, Grêmio, São Paulo, Athletico-PR, Corinthians e Internacional) e aos campeões de 2019 na Série B (Red Bull Bragantino), nas Copas Verde (Cuiabá) e do Nordeste (Fortaleza).

 

A vaga na quarta fase garante uma bonificação de R$ 2 milhões por clube. Se o time que for o campeão tiver iniciado a participação na Copa do Brasil na primeira fase, a premiação arrecadada durante a competição pode chegar a quase R$ 80 milhões. Devido à pandemia, a decisão está prevista para ocorrer somente em 10 de fevereiro do ano que vem. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Jayana Nicaretta é exonerada da Secretaria Nacional da Juventude

Jayana Nicaretta da Silva não é mais a secretária Nacional da Juventude do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

 

Portaria com a exoneração de Jayana do cargo, a partir de 7 de agosto deste ano, está publicada no Diário Oficial da União desta terça dia 11.

 

O documento é assinado pelo ministro chefe da Casa Cilvil da Presidência da República, Walter Souza Braga Netto.

 

Jayana foi nomeada para o comando da Secretaria Nacional da Juventude, em 15 de janeiro de 2019. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Senai já entregou mais de 2 mil respiradores recuperados a hospitais

Um balanço divulgado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) nesta terça dia 11, aponta que, desde o início da pandemia do novo coronavírus no país, 2.007 ventiladores pulmonares foram consertados gratuitamente por 700 voluntários e devolvidos a instituições de saúde em 336 municípios de 24 estados e no Distrito Federal. A estimativa é de que cada equipamento possa salvar até 10 vidas. Segundo o Senai, os estados de São Paulo (683), Bahia (245) e Minas Gerais (240) foram os que mais receberam aparelhos.

 

Os ventiladores, importantes no tratamento de doentes graves da covid-19, estavam sem uso e foram restaurados graças à união de 28 instituições e empresas. Desde 30 de março foram recebidos 3.989 respiradores de todos os estados, desse total 951 estão em manutenção e 173 passam por calibração, última etapa antes da devolução ao serviço de saúde. A maioria dos equipamentos restaurados precisava de novas peças para voltar a operar.

 

“A iniciativa de consertar esse equipamento hospitalar fundamental para salvar as vidas de quem tem as formas mais graves da doença contribui de forma expressiva para o árduo trabalho que está sendo realizado pelos profissionais da saúde e para reduzir a necessidade de importação do equipamento”, avalia o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade.

 

A parceria conta com unidades do Senai, grandes empresas, ministérios e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e da Associação Brasileira de Engenharia Clínica . Além do Senai, investiram mais de R$ 4 milhões em aquisição de peças para viabilizar o reparo dos equipamentos a Petrobras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, a Votorantim e a aliança Todos pela Saúde, entre outros doadores.

 

“Estamos vivendo um ponto de inflexão na história da humanidade e vamos extrair muitas lições. O Senai se sente muito honrado da parceria construída nesta iniciativa, exemplo de ação cidadã que mobiliza indivíduos, empresas e organizações em prol do bem comum, da afirmação de um projeto de país que nasce no valor à vida”, afirma o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi.

 

Produção nacional


O Senai também tem uma iniciativa para ampliar a oferta do número de ventiladores pulmonares produzidos nacionalmente A ação apoia sete empresas que já possuem a capacidade de fabricar mais de 5 mil respiradores por mês. As indústrias Delta Life e GreyLogix, em parceria com Institutos Senai de Inovação, já obtiveram a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A previsão é que ambas produzam de 700 a 1,1 mil equipamentos mensais, que chegarão ao mercado a preços inferiores aos praticados atualmente. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

PF e MPF cumprem mandados contra fraudes no fundo de pensão Postalis

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF), com apoio dos Correios, cumprem hoje dia 11, seis mandados de busca e apreensão no estado do Rio de Janeiro. A chamada Operação Rebate investiga o uso de empresas de fachada para desviar dinheiro do fundo de pensão Postalis.

 

De acordo com o MPF, o diretor-presidente de uma grande instituição financeira, cujo nome não foi divulgado, desviava recursos de fundos de investimento que recebiam aportes do Postalis por meio da dissimulação de taxas de comissão (rebates) repassadas para duas empresas vinculadas ao investigado.

 

Os mandados cumpridos hoje buscam reunir provas sobre a prática de crimes, como lavagem de dinheiro e também localizar bens de alto valor supostamente adquiridos pelo investigado, como joias, metais e pedras preciosas pagas com o uso de dinheiro em espécie, em valores superiores a R$ 45 milhões. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Anvisa autoriza mudanças em teste da “vacina de Oxford”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças no protocolo do teste com a chamada “vacina de Oxford”, objeto de um dos ensaios clínicos em curso no Brasil e apontada por pesquisadores e pelo governo federal como uma das alternativas mais promissoras de prevenção da covid-19.

 

A alteração é a aplicação de uma dose de reforço, totalizando duas doses em vez de uma, como originalmente havia sido proposto. Essa parcela adicional de vacina será ministrada tanto para os que já haviam recebido a substância quanto para os voluntários que ainda receberão a vacina. No primeiro caso, o intervalo entre uma e outra será de quatro semanas.

 

A medida foi tomada a pedido dos responsáveis pela pesquisa. A mudança se deve ao fato de alguns estudos indicarem que a aplicação de duas doses pode produzir resultados mais efetivos na imunização.

 

Outra atualização foi a ampliação da faixa etária do grupo participante da pesquisa. Originalmente eram admitidas pessoas de 18 a 55 anos. A idade limite foi estendida para até 69 anos, incluindo uma faixas de idosos, o segmento que mais morre em função da covid-19.

 

A “vacina de Oxford” passou a ser conhecida popularmente por este apelido por se tratar de uma pesquisa capitaneada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com o laboratório Astrazeneca.

 

O governo brasileiro celebrou um acordo com os agentes responsáveis para que o Brasil tenha preferência na aquisição de insumos e da transferência de tecnologia. O acerto inclui a pré-compra de insumos para 30 milhões de doses em dezembro e o repasse de tecnologia para a fabricação no país de mais 70 milhões de doses ao longo do ano de 2021.

 

A produção ficará a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

 

Na semana passada, o governo federal editou Medida Provisória alocando R$ 1,99 bilhão em recursos para o custeio da aquisição dos insumos e transferência de tecnologia da vacina.

 

A vacina

 

Desenvolvida pela Universidade de Oxford, a vacina foi elaborada através da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se um adenovírus geneticamente modificado, por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2, do novo coronavírus). De acordo com o governo, embora seja baseada em uma nova tecnologia, esta plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como, por exemplo, nos surtos de ebola e Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus) e é semelhante a outras plataformas da Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido. A vacina está na Fase 3 dos ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar a segurança e eficácia. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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