Aula Paraná atende 97% dos estudantes, bem acima da média do Brasil

A mais recente edição da pesquisa “Educação não presencial na perspectiva dos estudantes e suas famílias”, do Instituto Datafolha, aponta que o Aula Paraná, sistema de aulas não presenciais do Estado, alcança 97% dos estudantes. No Brasil o índice é de apenas 79%, enquanto na região Sul, a média sobe para 93%.

 

Os números Deste último levantamento do Datafolha colocam novamente o Paraná entre as melhores soluções de aulas durante o período de pandemia, comprovando também os dados apontados pelo Business Intelligence, sistema próprio de monitoramento da plataforma, que indicam uma alta adesão dos alunos e professores.

 

A pesquisa aponta que a participação dos 97% dos estudantes se deve a grande variedade de soluções criadas pelo Governo do Paraná para o enfrentamento dos desafios da pandemia. São diversos os meios disponibilizados para que alunos possam acompanhar os conteúdos.

 

O sistema conta com três canais digitais de tevê aberta, aplicativo de celular com internet gratuita, canal Aula Paraná no Youtube, salas virtuais do Google Classroom e materiais impressos. Esse conjunto fez com que o acesso às aulas remotas seja amplo.

 

Renato Feder, secretário estadual da Educação e do Esporte, destaca que a rapidez com que o Governo do Paraná colocou no ar uma solução completa e abrangente como o Aula Paraná foi um dos diferenciais, e que isso garantiu a alta adesão à solução de ensino durante a pandemia.

 

“Esse tempo curto fez com que os alunos do Paraná não quebrassem o vínculo com a escola. Foram apenas 15 dias desde o fechamento até as primeiras aulas remotas. Isso fez com que os alunos não perdessem o ritmo, a motivação, pois o sistema garantiu a continuidade do ano letivo”, destacou.

 

Feder lembra que em pouco tempo no ar, o Aula Paraná já tinha mais de 90% dos alunos e professores engajados. “Números que foram apontados não só pelo monitoramento interno, mas também por diferentes pesquisas e levantamentos nacionais”, informa ele.

 

TEMPO DEDICADO – Outro destaque positivo do modelo adotado Paraná, conforme aponta a pesquisa do Datafolha, é o tempo dedicado pelos estudantes paranaenses para as aulas remotas, que ficou bem acima da média nacional.

 

A parcela dos alunos que dedicam mais de 3 horas para os estudos durante a pandemia é de 44% nos anos finais do Ensino Fundamental.

 

No ensino médio, o índice é de 39%. No País, a taxa ficou em 29%. Se somado aos estudantes que passam mais de 2 horas em atividade, os dados alcançam 68% nos anos finais e 65% no Ensino Médio.

 

Para Renato Feder, essa pesquisa comprova que o bom trabalho que vem sendo feito pelo Paraná se destaca não apenas no alcance das aulas, mas na qualidade. “Temos observado desde o início do Aula Paraná que a qualidade do ensino entregue é alta e esse é um dos principais motivos da grande adesão”, destacou.

 

“Os nossos estudantes estão de fato aprendendo durante este período”, sustenta o secretário estadual da Educação. “Eles entram no Aula Paraná e dedicam quase o mesmo tempo que dedicavam nas aulas presenciais e isso tem garantindo nossos bons resultados na aprendizagem”, completou.

 

APROVEITAMENTO – Essa intensa dedicação dos estudantes faz com que o aproveitamento dos conteúdos e das atividades também seja positivo. Semanalmente, segundo o acompanhamento realizado, mais de 10 milhões de atividades são respondidas pelos estudantes dentro do Google Classroom.

 

Os índices de acerto variam de 77% a 80% revela o secretário. “Os acertos são mais um bom indicativo de que o processo de ensino e aprendizagem no Paraná segue ocorrendo mesmo em meio a pandemia”, finalizou Feder.

 

Celular é a principal plataforma de acesso

 

Segundo a pesquisa do Instituto Datafolha, 90% dos estudantes do Ensino Médio e 87% dos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental do Paraná fazem as atividades e acompanham as videoaulas pelo celular.

 

No Estado, o celular foi uma das principais soluções encontradas para o enfrentamento da pandemia. Para isso foi desenvolvido um aplicativo que funciona tanto em aparelhos Android quanto em iOS e ofertado um pacote de internet (3G e 4G) gratuito.

 

O app Aula Paraná passa dos 930 mil downloads e por ele os estudantes podem acompanhar videoaulas, acessar as salas virtuais, fazer atividades e interagir com seus colegas e professores pelo chat ou por Meet (chamadas de vídeo no Classroom).

 

O computador, que garante acesso ao canal Aula Paraná no Youtube e às salas virtuais do Classroom, também tem altos índices de uso pelos alunos. De acordo com o Datafolha, 82% dos estudantes do Ensino Médio e 74% dos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental também usam o computador para acompanhar as aulas remotas.

 

No canal do Youtube, além das transmissões ao vivo no mesmo horário da TV, os alunos podem rever as mais de 2.900 aulas que já foram transmitidas.

 

Os três canais digitais de TV aberta do Aula Paraná também são usados por 59% dos estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e 45% do Ensino Médio, segundo a pesquisa, número bem acima da média nacional de apenas 17%. (Com AEN)

 

 

 

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TSE aprova resoluções com novas datas para o processo eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta dia (13) os ajustes em suas resoluções com as novas datas dos eventos eleitorais e votações das eleições municipais deste ano. Devido à pandemia da covid-19, o Congresso Nacional aprovou emenda constitucional adiando o pleito para 15 de novembro, em primeiro turno, e o segundo turno para 29 de novembro. Originalmente, as eleições acontecem no mês de outubro.

 

O plenário do TSE aprovou ainda quatro resoluções, que tratam, respectivamente, das regras gerais de caráter temporário; de uma alteração pontual na resolução que dispõe sobre o cronograma do cadastro eleitoral; de mudança na resolução dos atos gerais do processo eleitoral e do novo calendário eleitoral de 2020, que teve 297 marcos temporais definidos.

 

Além da data das votações, também foi adiado o período das convenções partidárias, para deliberar sobre escolha de candidatos e coligações, que deverão ser realizadas de 31 de agosto a 16 de setembro. Já o prazo para o registro de candidaturas, que terminaria em 15 de agosto, foi transferido para 26 de setembro. Os partidos terão até as 19h do dia 26 para realizar o procedimento no cartório eleitoral, mas será possível enviar o requerimento, via internet, até as 8h.

 

A propaganda eleitoral, inclusive na internet, será permitida a partir de 27 de setembro, após o fim do prazo de registro de candidatura. Já a diplomação dos candidatos eleitos deverá ocorrer até o dia 18 de dezembro em todo o país. A data da posse, 1º de janeiro de 2021, não sofreu alteração.

 

O TSE também poderá solicitar ao Congresso Nacional a marcação de novas datas de eleições em estados ou municípios em que a situação sanitária coloque em risco os eleitores, mesários e servidores da Justiça Eleitoral. Nesses casos, o prazo final para que essas votações ocorram vai até 27 de dezembro. (Com Agência Brasil). 

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Caixa credita auxílio emergencial para 4,1 milhões nascidos em agosto

A Caixa credita nesta sexta dia 14, auxílio emergencial para 4,096 milhões de beneficiários. São 4 milhões de pessoas nascidas em agosto que já tinham a programação de receber nesta data. Os demais, 96 mil, são os beneficiários nascidos em agosto que tiveram o pedido liberado no início deste mês. Eles tiveram o cadastro reavaliado pelo governo.

 

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19.

 

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo programa é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

 

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

 

Ciclo 1

 

O crédito para os beneficiários nascidos em agosto faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 1° de setembro para os beneficiários que receberam o crédito na poupança social hoje.

 

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

 

Bolsa Família

 

Na próxima terça-feira (18), tem início o saque do auxílio emergencial para público beneficiário do Bolsa Família com NIS final 1. O pagamento para esse público é feito conforme o calendário usual do programa Bolsa Família. Os primeiros a receber são os beneficiários com NIS final 1. Na quarta-feira, será a vez daqueles com NIS final 2 e assim por diante, com exceção do final de semana quando não há pagamentos, até o dia 31 de agosto, quando será liberado pagamento para os beneficiários com NIS final 0. Serão 1,9 milhão de beneficiários por dia. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Quase R$ 1 bilhão em auxílio emergencial já foi pago a servidores públicos

Com o objetivo de combater erros e irregularidades no pagamento do Auxílio Emergencial, a Controladoria-Geral da União (CGU) tem realizado cruzamentos de informações da base de dados do benefício com diversas outras bases de dados disponíveis no Governo Federal. O trabalho, que busca dar suporte às ações e decisões do Ministério da Cidadania relacionadas ao pagamento do Auxílio, é fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre a CGU e a Cidadania em abril.

 

Um dos cruzamentos realizados buscou identificar agentes públicos cujos CPF foram incluídos para o recebimento do Auxílio. Além de agentes públicos federais, a CGU, em parceria com órgãos de controle de outras esferas, como tribunais de contas estaduais e municipais e controladorias-gerais dos estados, avançou na análise de agentes estaduais e municipais nas 27 unidades da Federação.

 

Os cruzamentos efetuados, relacionados aos pagamentos realizados até 19 de julho, apontam para a existência de pagamentos a 680.564 agentes públicos incluídos como beneficiários do Auxílio.

 

O montante de recursos envolvidos para os pagamentos realizados a agentes públicos até a data mencionada é de R$ 981.712.800,00. Na esfera federal, são 14.182 pagamentos a beneficiários que constam como agentes públicos federais, ou pensionistas, com vínculo ativo no Sistema Integrado de Administração de Pessoal (Siape), 52.001 pagamentos a CPF que constam como servidores militares da União, ativos ou inativos, ou pensionistas e 950 beneficiários que constam como funcionários de empresas estatais federais.

 

Nas esferas estadual, distrital e municipal, foram identificados 613.431 agentes públicos, ativos, inativos e pensionistas que receberam Auxílio Emergencial.

 

A parceria com os órgãos das outras esferas é necessária sobretudo para que a CGU tenha acesso às folhas de pagamento dos agentes públicos estaduais e municipais, informações que não estão sob a gestão do governo federal.

É importante ressaltar que, pela forma de operacionalização do benefício, é possível que os servidores não tenham feito solicitação para o recebimento, mas que tenham sido incluídos como beneficiários do Auxílio Emergencial de forma automática por estarem no Cadastro Único para programas sociais ou por serem beneficiários do Programa Bolsa Família.

 

 

Por Assessoria

 

 

 

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Cerca de 50% dos trabalhadores pretendem pagar dívidas com FGTS

Levantamento feito pela Serasa mostrou que 67% dos trabalhadores entrevistados pretendem realizar o Saque Emergencial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Desses, 52% devem usar os recursos para o pagamento de dívidas. A pesquisa mostrou que 59% dos entrevistados têm valores disponíveis de FGTS para saque.

 

De acordo com a Serasa Experian, entidade a qual está ligada a Serasa, isso indica maior consciência sobre a importância de manter o nome limpo perante as instituições financeiras mesmo durante o período da pandemia de covid-19.

 

“O saque emergencial de até R$ 1.045 vai desempenhar um papel muito importante na organização do orçamento das famílias brasileiras, que já encontram dificuldade com as despesas básicas do dia a dia, complicando ainda mais a vida financeira se estiverem com dívidas”, afirmou a especialista em Pesquisa e Comportamento do Consumidor da Serasa, Jéssica Vicente.

 

A injeção de recursos do FGTS deve chegar a R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas,.

 

A pesquisa entrevistou 1.290 pessoas entre homens e mulheres de todas as regiões do Brasil, entre 18 e 85 anos de idade. O estudo foi realizado no formato online, por meio de uma metodologia quantitativa que reflete o comportamento da população brasileira como um todo.

 

Atualmente, segundo a Serasa, mais de 64 milhões de consumidores estão inadimplentes. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Dispensa de alvará para microempreendedor entra em vigor em setembro

A abertura e o funcionamento de pequenos negócios no Brasil serão simplificados a partir de 1º de setembro. Foi publicada hoje dia 13, no Diário Oficial da União a resolução, aprovada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM), que permite que microempreendedores individuais (MEIs) sejam dispensados de atos públicos de liberação de atividades econômicas relativas à categoria.

 

Segundo o Ministério da Economia, a norma é reflexo da Lei de Liberdade Econômica, em vigor desde setembro do ano passado, que visa tornar o ambiente de negócios no país mais simples e menos burocrático.

 

Após inscrição no Portal do Empreendedor, o candidato a MEI manifestará sua concordância com o conteúdo do Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O documento será emitido eletronicamente e permite o exercício imediato de suas atividades.

 

As fiscalizações para verificação dos requisitos de dispensa continuarão a ser realizadas, mas o empreendedor não necessitará aguardar a visita dos agentes públicos para abrir a empresa.

 

Registro e Legalização de PJ


O comitê também aprovou medida relativa à dispensa da pesquisa prévia de viabilidade locacional quando a atividade realizada pelo empreendedor for exclusivamente digital. Além disso, a dispensa também valerá para os casos em que o município não responder a consulta de viabilidade de forma automática e quando não for realizada no sistema das juntas comerciais.

 

O colegiado decidiu também pela dispensa da pesquisa prévia de nome para os empresários que optem pela utilização, apenas, do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) como nome empresarial. A norma pretende eliminar a possibilidade de coincidência de nome no registro empresarial.

 

Além disso, a medida possibilita uma coleta única de dados nas juntas comerciais, propiciando ao empreendedor agilidade e simplicidade para abertura de empresas em um único portal e de forma totalmente digital.

 

Subcomitês nos estados


Outra resolução aprovada pelo CGSIM regulamenta a criação de subcomitês estaduais para estimular e desenvolver ações voltadas à simplificação e desburocratização do registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas. A coordenação dos trabalhos caberá ao presidente da Junta Comercial do estado ou do Distrito Federal.

 

Bombeiros


O comitê também aprovou resolução que institui a classificação nacional de “médio risco” para os corpos de Bombeiros. A medida possibilitará que a empresa, mediante autodeclaração de que cumpre os requisitos exigidos para prevenção de incêndio, pânico e emergências, possa funcionar sem a necessidade de vistoria prévia.

 

A nova classificação de médio risco amplia o conceito de estabelecimentos com área construída de até 750 (metros quadrados) m² para até 930 m². Para o Ministério da Economia, a mudança deve impactar na redução no tempo de abertura de empresas e está alinhada com os parâmetros adotados pelo ranking do relatório Doing Business do Banco Mundial. Esse relatório traz análises quantitativas de leis e regulações que dificultam ou facilitam as atividades de empresas nas economias. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

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