O Fórum Nacional de Governadores informou nesta quinta dia 18, que enviou uma carta ao Ministério da Saúde para alertar sobre o baixo estoque de medicamentos do chamando “kit intubação”, utilizado para intubar de pacientes que estão em tratamento contra a covid-19 em unidades de tratamento intensivo (UTIs) e precisam de respiradores artificiais.
Os governadores pediram a compra emergencial de bloqueadores neuromusculares, anestésicos e sedativos pelo período mínimo de 60 dias e a distribuição para todos os estados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
No documento, os governadores afirmam que o monitoramento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) mostra que 11 medicamentos do kit estão em falta ou com estoque para 20 dias em 10 estados. No caso dos bloqueadores neuromusculares, 18 estados registram falta ou estoque baixo, que também deve durar 20 dias.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que 24 estados e o Distrito Federal enviaram à pasta informações sobre o consumo de medicamentos para intubação. O ministério informou que foi solicitada nesta quinta-feira a compra de 665.507 medicamentos para o período de 15 dias, conforme consumo médio mensal.
Mais cedo, o Ministério da Saúde informou que foram liberados 1.639 leitos de UTI adulto e oito leitos de UTI infantil para 64 municípios localizados em São Paulo e em Goiás. Os leitos serão exclusivos para pacientes com quadro grave de covid-19. O valor do repasse mensal será de R$ 79 milhões. (Com Agência Brasil)
O desabastecimento de anestésicos e de outros medicamentos utilizados para intubação de pacientes com covid-19 foi tema de reunião, nesta quinta-feira (18), entre representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de entidades que representam o setor de hospitais privados e da Associação Médica Brasileira (AMB).
De acordo com as entidades, há um déficit importante no estoque destes medicamentos em todo país. Para reverter este cenário, a Anvisa tem adotado medidas de flexibilização para que esses insumos sejam disponibilizados aos serviços, sem prejuízo de sua eficácia, qualidade e segurança.
A agência reguladora informou ainda que disponibiliza um painel com informações sobre a fabricação, importação e distribuição de anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares e agentes adjuvantes, entre outros medicamentos, empregados para a manutenção da vida de pacientes infectados pelo SARS-CoV-2. (Com Agência Brasil)
As micro e pequenas empresas (MPE) lideraram a geração de empregos em janeiro, criando aproximadamente 195,6 mil vagas, o que corresponde a cerca de 75% do total de 260.353 empregos formais registrado no mês.
Os números constam de relatório elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados de janeiro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado também é quase o dobro do número de empregados gerado pelo segmento no mesmo mês do ano passado.
Este é o sétimo mês consecutivo em que os pequenos negócios lideraram a geração de postos de trabalho no país. O relatório mostra ainda que as médias e grandes empresas (MGE) também registraram saldo positivo na geração de empregos. Foram 668.257 admissões contra 626.653 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 41.604 empregos. Esse número equivale a 15,9% do total de empregos gerados no Brasil.
“Nos últimos seis meses, os pequenos negócios apresentaram saldo total de 1,1 milhão de novos empregos contra 385,5 mil novos postos de trabalho criados pelos médios e grandes. No último mês de janeiro, os setores que mais contribuíram para os saldos positivos foram serviços, indústria de transformação e construção. Esses resultados valem tanto para as MPE quanto para as MGE”, informou o Sebrae.
O relatório mostra ainda que a divergência ocorreu no setor do comércio. Enquanto as micro e pequenas apresentaram saldo positivo de 27,4 mil, as médias e grandes tiveram saldo negativo de 21,3 mil vagas.
Regiões
Em janeiro, a Região Centro-Oeste apresentou o maior saldo - 17,26 novas vagas geradas a cada mil empregados, fechando janeiro com 55.795 empregos. A Região Sul vem em seguida, com 14,24 empregos novos por mil empregados e fechando janeiro com 55.795 empregos. Depois vem o Nordeste, com 11,68 empregos a cada mil empregados, totalizando 36.037 empregos. A Região Norte gerou 6.656 empregos, um saldo de 7,73 empregos por mil empregados e o Sudeste ficou com saldo de 7,09 a cada mil empregados, com 67.957 empregos gerados no mês.
Em janeiro deste ano, as cinco unidades da Federação que proporcionalmente mais geraram empregos foram Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Roraima e Rio Grande do Norte. Todos esses estados geraram pelo menos 17 novos empregos a cada mil postos de trabalho já existentes.
Os estados que proporcionalmente menos geraram empregos foram São Paulo, Minas Gerais, Amapá, Rondônia, Rio de Janeiro e Amazonas. Com exceção do Amazonas, que apresentou saldo negativo, os demais geraram menos que sete novos empregos a cada mil postos de trabalho existentes. (Com Agência Brasil)
O país registrou ontem (18) 2.087 mortes por covid-19, segundo a média móvel de sete dias, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O número é o dobro do observado há um mês (1.036 óbitos) e 54% superior às mortes de duas semanas antes (1.353).
Ontem foi o 23º dia consecutivo de recordes na média de mortes. O número de casos também atingiu um novo recorde nessa quinta-feira (71.871, segundo a média móvel de sete dias), 24% a mais que 14 dias antes (57.610) e 59% a mais que no mês anterior (45.245).
A média móvel de sete dias é calculada pela Fiocruz, em seu boletim Monitora Covid, através da soma dos números do dia com os seis dias anteriores e dividindo-se o resultado da soma por sete. Por isso, o dado é diferente daquele divulgado pelo Ministério da Saúde, que considera apenas os óbitos e casos confirmados em um dia. (Com Agência Brasil)
A Presidência da República informou hoje (18) que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enviou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro pedindo que os dois países “unam esforços, tanto em nível bilateral quanto em fóruns multilaterais, no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente”.
Em 22 de abril, os Estados Unidos sediarão uma cúpula sobre o clima. Em novembro deve ser realizada a 26ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), em Glasgow, na Escócia.
A carta, datada de 26 de fevereiro, foi em resposta à mensagem de cumprimentos enviada por Bolsonaro por ocasião da posse de Biden como 46º presidente dos Estados Unidos, segundo nota da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), do Ministério das Comunicações, que faz a assessoria da Presidência. A cartão não foi divulgada pela secretaria.
De acordo com a nota, Biden enfatizou a responsabilidade comum dos dois líderes em “tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras”. Joe Biden foi vice-presidente dos Estados Unidos no governo de Barack Obama, de janeiro de 2009 a janeiro de 2017.
“Ao referir-se às diversas vezes em que esteve no Brasil como vice-presidente, o presidente Biden sublinhou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos. Destacou que as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”, disse a Secom.
Ao final da carta, segundo a Presidência, o presidente Biden salientou que seu governo está pronto para trabalhar “em estreita colaboração com o governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral”.
Joe Biden foi empossado no cargo em 20 de janeiro deste ano e sucedeu o ex-presidente Donald Trump. (Com Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro recebeu, nesta quarta-feira (17), o chanceler do Paraguai, Euclides Acevedo, que veio ao Brasil pedir ajuda para combater a covid-19 no país vizinho. Antes, Acevedo foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para audiência oficial no Palácio do Itamaraty. Os detalhes sobre que tipo de ajuda foi solicitada não foram informados.
Há pouco menos de duas semanas, o Paraguai foi palco de manifestações contra a forma como o governo do país vem lidando com a pandemia. Os atos registraram confrontos entre policiais e manifestantes e o então ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, renunciou ao cargo. A oposição também pede o impeachment do presidente Mário Abdo Benítez.
Atualmente, o Paraguai, que tem uma população de quase 7 milhões de habitantes, está com 183 mil infecções confirmadas e cerca de 3,5 mil óbitos por covid-19. (Com Agência Brasil)























