O mercado de iGaming no Brasil está no seu segundo ano devidamente regulamentado. Com isso, a Cactus Gaming continua se destacando como líder no segmento por desenvolver tecnologias proprietárias que são vitais para sua atuação.
A empresa, portanto, ganha importância por ter uma estrutura própria de dados e validação de identidade, que assegura um cadastro mais eficiente. Ou seja, é possível avaliar dados em tempo real, evitar fraudes e adequar o processo seguindo o comportamento de cada usuário desde o primeiro acesso.
No núcleo da plataforma, a Cactus Gaming apresenta um sistema tanto de gestão de risco quanto de prevenção de fraudes, que atua em todas as fases, passando de inscrição, depósito, retirada e utilização de bônus. Esse sistema oferece mais segurança para usuários e operadoras, uma vez que é sustentado por uma base recheada de dados. Uma das vantagens é permitir decisões precisas e análises frequentes.
Além disso, a Cactus também possui outro diferencial: a capacidade de atuar simultaneamente com vários operadores na mesma infraestrutura, com condições personalizadas. A escalabilidade automática também faz parte dessa integração, assegurando rendimento de altíssimo nível e estabilidade em momentos de imenso volume de acessos. Essa situação tende a se desenrolar em competições esportivas de impacto global, como a Copa do Mundo.
Dessa maneira, a Cactus Gaming repassa a seguinte mensagem: “nossa plataforma também se destaca na personalização da experiência. A Cactus conta com um sistema próprio de campanhas, bônus e gamificação que responde em tempo real às ações dos usuários”.
Cactus potencializa resultados com combinação de tecnologia, operação e planejamento estratégico
Neste sentido, a Cactus Gaming apresenta uma série de diferenciais competitivos em função de uma poderosa combinação: tecnologia, planejamento estratégico e operação. Isso porque a empresa possui um backoffice completo com visão 360º, rapidez na elaboração de soluções para acompanhar às novas demandas regulatórias, equipe de suporte totalmente em português, uma plataforma All-in-One e altíssima qualidade operacional.
Por fim, a Cactus não quer somente oferecer inovação, mas também ser reconhecida como uma parceira valiosa para sua base de clientes, pronta para sustentar crescimento com consistência!
O governo federal lançou, nesta terça-feira (19), um kit com orientações sobre privacidade e segurança da informação. A intenção é ajudar na identificação de mensagens falsas, links suspeitos, tentativas de fraude e roubo de senhas. 

A série de materiais educativos inclui gibi, vídeos e sete novas publicações, entre normas, guias e políticas. Todo o material está disponível na página do Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI).
A iniciativa é do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Segundo a pasta, a proposta é aproximar o tema da segurança da informação do dia a dia da população, especialmente de públicos que acessam serviços públicos pela internet, usam aplicativos de mensagem e podem ser alvo de golpes digitais.
Revista em quadrinhos
Um dos principais destaques da iniciativa é a revista em quadrinhos Phishing e Golpes Cibernéticos, primeiro gibi lançado pela Secretaria de Governo Digital (SGD) sobre o tema. O ministério deverá lançar ainda outros dez gibis voltados à educação digital.
A publicação mostra como criminosos atuam para roubar dados de cidadãos por meio de mensagens falsas, links suspeitos e tentativas de fraude. Ao longo das páginas, os leitores também recebem orientações práticas sobre como identificar riscos e se proteger no ambiente digital.
Além dos materiais voltados à população, o MGI também disponibilizou novas publicações destinadas a gestores e servidores públicos que atuam no Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp).
Por - Agência Brasil
Viajar sozinho pode ser uma experiência de liberdade e autoconhecimento, mas o receio de circular por lugares desconhecidos ainda limita o tipo de deslocamento, especialmente entre as mulheres. Diante dessa realizada, o governo federal disponibilizou um guia com orientações práticas para mulheres que viajam sozinhas.

Intitulado Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, a publicação, disponível no site do Ministério do Turismo, foi preparada com o objetivo de ampliar a segurança, a autonomia e o acesso à informação para o público feminino interessado em dar vazão ao sonho de ver com os próprios olhos as belezas turísticas do Brasil.
Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o guia é uma das ações desenvolvidas no âmbito do Pacto Nacional contra o Feminicídio, lançado no início do ano pelo governo federal.
Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Gustavo Feliciano disse que pesquisas encomendadas pelo ministério mostraram que 60% das mulheres brasileiras já deixaram de viajar por preocupações relacionadas à segurança.
“Ao constatarmos isso, criamos, em parceria com a Unesco, esse guia”, disse o ministro.
Ele acrescentou que, “apesar de 60% de mulheres terem deixado de viajar sozinhas por algum motivo de segurança, 70% delas relataram que a experiência de viajar só é algo que traz plenitude turística”, uma vez que elas não precisam seguir o roteiro de marido, filhos ou de quem as acompanha.
“O guia serve para orientar as mulheres a viajarem sozinhas, mas também para que os empreendedores do turismo — como hotéis, bares e restaurantes — estejam preparados. Por exemplo: o guia orienta que, quando uma mulher viaja sozinha, o hotel a coloque em um quarto próximo ao elevador, em vez de no fim do corredor, porque, se acontecer alguma coisa, ela está mais perto de ajuda ou resgate”, acrescentou.
O Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas reúne dados, análises e orientações práticas para promover um turismo mais seguro, responsável e inclusivo.
O material apresenta resultados de uma pesquisa nacional realizada entre agosto e setembro de 2025 com 2.712 mulheres de todas as regiões do país.
De acordo com o levantamento, 41,8% das brasileiras já fizeram viagens solo; e 31,4% fazem esse tipo de deslocamento com frequência. Entre as que já viajaram sozinhas, 35,9% optaram por destinos dentro do Brasil.
Por - Agência Brasil
Após o feriado do Dia do Trabalhador, na sexta-feira (1º de maio), que rendeu a muitos um descanso prolongado de três dias,já há quem esteja de olho no próximo período de folga.
Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 – e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.
O próximo feriado nacional será em 7 de setembro (Independência do Brasil), que cai em uma segunda-feira e pode permitir a emenda para quem folga aos fins de semana. Antes disso, há uma oportunidade mais próxima: o Corpus Christi, em 4 de junho.
A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local – o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.
Mesmo nos feriados nacionais, nem todos são liberados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.
⚠️ Nesses casos, quem trabalhar na data tem direitos garantidos, como remuneração em dobro ou folga compensatória.
Quais são os próximos feriados de 2026?
Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.
Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).
Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.
Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:
- 7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
- 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
- 2 de novembro, Finados (segunda-feira)
- 15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
- 20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
- 25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:
- 4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)
- 5 de junho (sexta-feira)
- 28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
- 24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
- 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)
O g1 preparou um calendário com todos os pontos facultativos e feriados nacionais de 2026. Confira:
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Calendário 2026 — Foto: g1
Por - G1
O Brasil se tornou o maior exportador mundial de carne bovina graças aos esforços para atender à exigência de seu maior cliente, a China, de só comprar produto proveniente de animais abatidos com dois a três anos, menos propensos a enfermidades neurológicas. Mas nos círculos da alta gastronomia, é a carne de vacas velhas, não jovens, que vem conquistando elogios — e mais pedidos.
A história da carne de vaca velha no Brasil começou há cerca de seis anos com o engenheiro agrônomo Roberto Barcellos, respeitado por consultorias para produção de carne de alta qualidade. Inspirado no documentário Steak (R)evolution, Barcellos visitou o aclamado Bodega El Capricho, de José Gordón, na Espanha.
“Passei dois dias lá. Ele produz uma carne de animais de 2 mil quilos, acima de dez anos de idade, o contrário de tudo o que entendemos como qualidade no Brasil. É uma iguaria, suculenta, com sabor”, conta ele ao Valor. Mas, se na Espanha criadores usavam os animais no cotidiano e os abatiam no fim de sua vida, após anos de deposição de gordura que proporcionava sabor, aqui o rebanho era abatido jovem, com carne macia, mas menos sabor. “Dificilmente teríamos um produto como aquele”.
De volta ao Brasil, Barcellos resolveu fazer um teste com 20 animais da raça Braford, de oito anos, que passaram por um período de engorda adicional, e apresentou a carne a um pequeno grupo. “Disseram que era a melhor carne que tinham comido, queriam mais. Mas eu não ia achar outro lote daqueles. Daí surgiu a carne de vaca velha.”
Enquanto os bois eram criados para abate, as vacas viviam mais, provendo gerações de bezerros. Para obter a carne desejada, diz Barcellos, o protocolo é utilizar raças taurinas — Angus, Braford, Hereford e outras — , conhecidas pela carne mais macia que a dos zebus que abastecem o mercado externo e pelo sabor amanteigado da gordura entremeada nos músculos, o tal marmoreio.
Uma das primeiras a trabalhar para obter a tal carne foi a Fazenda das Marrecas, do grupo Aeme, em Água Doce (SC). Desde 1994, o grupo desenvolvia um rebanho de bezerros da raça Angus com foco em carne de qualidade. O proprietário, Amaury Maciel, sabia que era preciso olhar para as mães, ou seja, cuidar das pastagens e selecionar as melhores vacas para futuras reproduções. “O olho dele brilhou ao ver as vacas”, lembra Maria Rita Maciel, filha de Amaury, sobre a visita de Barcellos à fazenda em 2022.
Com raça, seleção genética e manejo adequados, a propriedade só teve de implementar uma última etapa de acabamento, para obter maior cobertura de gordura da carne. Vacas com mais de seis partos passaram a ir para pastagens de alto teor nutricional por mais 40 a 90 dias, ganhando 100 a 150 quilos e chegando a até 700 quilos.
Segundo Barcellos, a carne de vaca velha é 30% a 40% mais cara que a de Angus. Só não supera a da aclamada raça japonesa Wagyu, cerca de 10% superior. Parceiros dele vêm abatendo de 20 a 40 vacas velhas por mês. No país o número é maior, talvez cem, estima ele, com origens também do Paraná e Rio Grande do Sul. Ele diz que hoje outros profissionais no Brasil têm produzido carne de vaca velha usando outras práticas de manejo.
Restaurantes de alto padrão observam a maior procura pelo produto de nome peculiar. Em São Paulo, a carne de vaca velha é servida no Quintal deBetti, no Assador, no Osso e no Rincón Escondido, além das butiques de carnes 4XFarms e deBetti.
No Assador, rodízio do grupo Corrientes 348 inaugurado em São Paulo em 2025 que tem como dono o ex-sócio do Fogo de Chão, Jair Coser, a alcatra de vaca velha é servida no espeto. O interesse dos clientes tem levado ao aumento das compras, conta Henrique Freitas, consultor do grupo. Se a primeira leva foi de 200 quilos, hoje o Assador compra em torno de três toneladas por mês para as unidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O fornecimento vem de um frigorífico com rebanho próprio de vacas Angus e Hereford do Uruguai.
“A demanda deve crescer nos próximos anos porque o consumidor tem buscado essas experiências. A alcatra de vaca velha tem intensidade de cor, suculência e maciez ao mesmo tempo, uma potência de sabor única.”
A fabricante de embutidos artesanais Pirineus, fundada pelo catalão José Ribas em 1958 em São Paulo e hoje comandada pelo irmão Angel e sobrinhos Raul e Nádia Ribas, começou há um ano e meio a produzir a cecina, carne bovina maturada, tradicional na Espanha, com carne de vaca velha. A produção, vendida na loja própria e a restaurantes, vem crescendo —hoje a Pirineus produz de 200 e 300 quilos da iguaria.
“Em eventos, ainda precisamos explicar toda a história da carne de vaca velha. Mas quem conhece, fica maravilhado”, afirma Raul Ribas, da Pirineus.
Por - Globo Rural
O termo "bumbum cansado" tem sido usado para descrever uma alteração progressiva no formato dos glúteos que vai além do envelhecimento natural e está diretamente relacionada ao estilo de vida contemporâneo.
O hábito de permanecer longos períodos sentado, comum na rotina de trabalho e em atividades com baixa movimentação diária, reduz a ativação muscular da região, compromete a sustentação e, ao longo do tempo, pode modificar o contorno corporal.
Segundo o médico Chris Lima, especialista em harmonização glútea e tratamento da celulite, o processo começa na função muscular e não se restringe à estética.
"O glúteo é um dos músculos mais importantes do corpo, mas também um dos mais negligenciados. Quando a pessoa passa muitas horas sentada, ele deixa de ser ativado corretamente, e isso gera um efeito que não é imediato, mas progressivo: perda de projeção, perda de firmeza e alteração do desenho corporal", afirma.
Ele explica que essa falta de ativação pode ser percebida como uma "queda", embora esteja mais ligada à redução de estímulo e sustentação estrutural. "Não é que o bumbum está caindo por gravidade apenas. É o músculo que deixa de sustentar, a pele que perde qualidade e o contorno que vai sendo apagado aos poucos", detalha.
De acordo com o especialista, esse cenário se tornou mais frequente com as mudanças de comportamento da vida moderna. "A gente está falando de pessoas que passam o dia inteiro sentadas, com pouca ativação de glúteo. Mesmo quem treina, muitas vezes não compensa esse padrão, e o corpo responde com mudança estrutural", observa.
Nesse contexto, a harmonização glútea surge como uma possibilidade de intervenção, com foco que vai além do aumento de volume. "Hoje o conceito mudou. Não é só aumentar, é reposicionar o contorno, melhorar a estrutura e devolver a função estética daquela região", afirma.
O médico ressalta que a indicação deve ser sempre individualizada: "Tem paciente que precisa de qualidade de pele, tem paciente que precisa de estrutura e outros que precisam de reposicionamento. Não existe um padrão único."
Para ele, o avanço das abordagens estéticas está ligado à compreensão do corpo de forma integrada. "A estética hoje não é só sobre volume, é sobre função, estrutura e comportamento. O corpo mostra exatamente como você usa ele", conclui.
Por - O Globo






















