Também pernambucano, o escritor e poeta morreu de complicações cardíacas, segundo reportagem da revista Época.
Maximiano casou-se com Ana Lúcia Arraes de Alencar neste mesmo mês, em 9 de agosto de 1964. Um ano depois, em 10 de agosto de 1965, nascia seu primogênito, Eduardo Campos. O outro filho, Antônio Campos, nasceu em 25 de julho de 1968.
Em 2002, a família criou o Instituto Maximiano Campos, que pretendia preservar a memória e a obra do escritor. Formado em Direito, o pai de Eduardo é autor de 17 livros, cinco deles com publicação póstuma. O mais conhecido é o romance “Sem lei nem rei”, que narra as relações de poder entre coronéis e cangaceiros na Zona da Mata nordestina. A página do instituto no Facebook destacou algumas das frases mais marcantes da obra, entre elas: “Em vez de desfecho, a morte pode ser um grande início que nos desperte do sonho da vida”.
Segundo a reportagem da Época, Maximiano sofria de depressão. “Meu pai deixou para nós um legado de muita austeridade”, disse Campos em entrevista à revista. “Foi um homem de muita coragem, muito leal, muito sério, um homem que sempre valorizou o conhecimento”.
Com informações, Blog do Lado do Povo.