Doula: regulamentação reforça integração da categoria ao SUS

A recente regulação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual às profissionais em todo o país, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações próprias. A regulamentação trouxe, também, maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de trabalhadoras.

O texto da lei define as atribuições das doulas de forma ampla, não limitando sua atuação. A norma, porém, separa a atuação das profissionais em pré-parto, parto e pós-parto e define que não cabe à doula realizar procedimentos médicos, fisioterápicos e de enfermagem, assim como prescrever ou administrar substâncias farmacológicas, como medicamentos.

“A gente atua diretamente com as mulheres e entende que as doulas contribuem muito para esse cuidado mais humanizado e que no SUS assumem um papel de fortalecimento, principalmente, para as mulheres que estão em uma situação de vulnerabilidade, para quem a presença das doulas se torna essencial”, explica Gislene Rossini, diretora da Associação das Doulas do Estado de São Paulo (Adosp) e diretora executiva da Federação Nacional de Doulas do Brasil (Fenadoulas).

O papel principal da doula, defende Rossini, está no acolhimento qualificado que a profissão promove, desenvolvendo um elo com a gestante, a família e a rede de apoio, desde os primeiros encontros, ainda no pré-natal.

“Isso modifica a vida daquela mulher e do seu ambiente familiar”, complementa. Esse apoio fortalece os vínculos em formação e apoia a tomada de consciência, por parte da mulher, acerca de seu papel de protagonismo no parto.

Essa atuação ocorre em relação de troca e fortalecimento dos outros profissionais do processo. Não há, afirma Rossini, uma disputa com outras profissões, mas uma possibilidade de construção conjunta em favor das mulheres.

Para a diretora da Adosp, a regulamentação é importante também neste sentido, pois reforça o papel das doulas e permite vencer resistências.

“No geral, a lei traz mais clareza para a população e o reconhecimento de que a profissão existe e o que ela é, e isso deve aumentar, observando os resultados que nosso trabalho traz para a população como um todo”, analisou.

“Ela vem somar com essa equipe, trazendo as mulheres muito mais preparadas para esse momento do parto. É uma presença que qualifica um cuidado que já existe”, completa Rossini, destacando que vê na ampliação do papel das doulas no SUS um caminho natural para os próximos anos, a partir do qual será possível ampliar o acesso aos direitos das mulheres, com atendimento gratuito e de qualidade.

A lei teve boa acolhida institucional. Além do reconhecimento pelo Executivo e pelo Legislativo outras profissões já buscam formas de integrar estas profissionais às equipes. É o caso da área de enfermagem, que inclui enfermeiros, obstetrizes, auxiliares e técnicos, cujo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), tem uma postura de acolhimento à profissão de doula.

“O Cofen vê essa regulamentação com equilíbrio e maturidade institucional. A presença da doula é positiva especialmente no acolhimento, no suporte emocional e no fortalecimento de uma experiência de parto mais humanizada”, diz à Agência Brasil o coordenador da Câmara Técnica de Saúde da Mulher no Cofen, Renne Cosmo da Costa.

“A enfermagem brasileira tem compromisso histórico com a humanização do parto e com o respeito às escolhas das mulheres e o ideal é que essa integração aconteça de forma harmoniosa, com papéis bem definidos”, destaca.

“Consideramos positiva toda a iniciativa que fortalece o cuidado, preserva a segurança da assistência e respeita os limites da atuação de cada profissional”, completa.

Da Costa considera, ainda, que essa integração pode fortalecer a humanização no SUS, valorizando o processo de formação de vínculos dentro do papel de atenção multiprofissional que já é característico do nosso sistema de saúde.

“Não são ideias ou atuações opostas. Elas precisam caminhar juntas e quando cada atuação é respeitada dentro do seu campo quem ganha é a mulher, quem ganha é o sus, quem ganha é a qualidade da assistência e toda a sociedade”.

Presença é antes do parto

O pré-parto não é apenas o momento de planejar ter uma doula consigo, mas também o começo da atuação dessa profissional. Enquanto a lei posiciona a doulagem nesta fase como facilitadoras para o acesso à informação e incentivadoras do pré-natal, a importância da busca pelos caminhos que a família irá escolher para o parto são parte essencial e importante do processo. O posicionamento é de Maria Ribeiro, presidenta da Associação de Doulas da Bahia (Adoba).

“É atuar no acolhimento, na escuta ativa e no suporte emocional, é o amparo, é a indicação de profissionais que estejam alinhados com o que a família e a mulher desejam. Então a doula se torna uma grande orientadora durante o processo de gestação”, afirma.

Ribeiro considera positivo o caminho de construção e as possibilidades abertas a partir da aprovação da Lei Nº 15.381, pois facilitará vencer a resistência que ainda é vista pela categoria em muitas redes de saúde no país. Nelas, alguns profissionais ainda olham com ressalvas para as doulas, achando que irão interferir em condutas ou sugerir algo que esteja em desacordo com as melhores condutas técnicas.

“Infelizmente muitos profissionais ainda não entendem que somos aliadas”, diz a presidente da Adoba.

Hora do parto

“Durante o trabalho de parto, o papel da doula é o de oferecer suporte físico e emocional. Oferecemos técnicas de alívio da dor, que são maneiras não farmacológicas de trazer conforto”, explica Ribeiro.

“Também propomos posições e movimentos, mas muitas vezes é o olho no olho, são as palavras de afirmação e também orientamos a família para que durante o processo do trabalho de parto tome decisões e escolhas conscientes de acordo com aquilo que foi planejado”, completa.

O papel delas, e nisso concorda com Rossini, é o de estabelecer o diálogo entre equipe e família, num momento de cansaço e, para a parturiente, também no qual pode haver um grau considerável de vulnerabilidade. Essa troca, ressalta, pode ser facilitada pela confiança construída durante todo o processo, o que nem sempre é possível de construir com outros membros da equipe.

Para a diretora da Adosp, o perfil acolhedor da doula não é mera vocação ou qualquer sorte de dom natural. A técnica vem de formação contínua e atualização constantes, reforçadas nos encontros que as associações promovem. Assim como outras profissões de saúde que exigem o ensino médio e uma formação específica, a reciclagem é importante e estratégica para a categoria.

“Com a sanção [da lei] fixa-se um curso de pelo menos 120 horas, incluindo estudos e atuação. Hoje a gente tem essas orientações e a preocupação de ter doulas ensinando doulas. A federação tem um levantamento dos cursos existentes e de quais estão dentro do necessário, e entendemos que ser doula é um processo que envolve dedicação contínua”, reforça Rossini.

Pós-parto

 

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Pós-parto: papel  não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O papel destas profissionais não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. A orientação da doula resgata o que foi conversado e mesmo treinado antes da hora e se estende ao auxílio com técnicas para facilitar a rotina, incluindo educação voltada para a amamentação, os cuidados na recuperação da mãe e na adaptação da criança, um momento de muitas dúvidas e inseguranças.

“Acompanhar esse processo é uma forma de torná-lo mais leve e tranquilo, em meio a uma série de novidades e adaptações”, defende Ribeiro.

 

 

 

 

 

 

 

POr - Agência Brasil

 De olho no céu: Simepar explica os tipos de nuvens que apresentam riscos de tempestades

Em tempos de tempestades severas, um hábito se tornou mais frequente entre os paranaenses: observar o céu. Atenta à aproximação de tempestades, a população passou a analisar mais a movimentação da atmosfera, e a dúvida mais frequente tem sido sobre os tipos de nuvens.

A equipe do Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, explica quais são as nuvens que indicam a aproximação de ocorrências mais graves: quanto maior o desenvolvimento vertical da nuvem (formando enormes torres que se estendem da base até altas altitudes), maior o potencial para a formação de tempestades.

O Atlas Internacional de Nuvens, publicado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e seguido pelo Simepar, classifica as nuvens em dez gêneros principais, definidos com base na aparência e na altitude. Esses gêneros subdividem-se em quatorze espécies, nove variedades, além de incluírem características suplementares e nuvens especiais. As nuvens podem se juntar, portanto estima-se mais de cem combinações possíveis. 

Muitas vezes, identificar e classificar exatamente o tipo de nuvem é uma tarefa desafiadora, pois frequentemente diferentes tipos de nuvens podem estar presentes ao mesmo tempo ou em camadas próximas no céu. As características visuais e meteorológicas podem se misturar, criando transições graduais ou formas híbridas. Variações locais de temperatura, umidade e vento influenciam diretamente a formação e aparência das nuvens, tornando a observação e classificação ainda mais complexas, mas algumas nuvens têm características bem definidas. 

NUVENS BAIXAS – Entre as nuvens baixas, a mais comum é a Cumulus, que tem bordas bem definidas e uma base plana. “São formações típicas de dias quentes, úmidos e com bastante sol, caracterizadas por sua aparência fofa e semelhante a bolas de algodão. Elas geralmente se formam cerca de um quilômetro acima do solo e não apresentam grande desenvolvimento vertical. O ar próximo à superfície sobe e forma as nuvens. Em condições de instabilidade atmosférica, as Cumulus podem evoluir para formações maiores, expandindo-se principalmente na vertical”, explica Julia Munhoz, meteorologista do Simepar. 

Também baixas, as nuvens Stratus são formações horizontais que cobrem o céu de maneira uniforme e contínua, como um manto cinzento. Não possuem bordas bem definidas, e criam uma atmosfera mais nublada, e opaca. “São mais comuns em dias frios e úmidos ou durante a manhã. Normalmente, desenvolvem-se em altitudes inferiores a dois quilômetros, formadas quando o ar quente e úmido se desloca sobre uma superfície mais fria, resfriando-se até atingir o ponto de saturação. Frequentemente, indicam neblina ou chuviscos leves, sem precipitação significativa”, afirma Júlia. 

Outro tipo de nuvem formada em altitudes baixas (um a dois quilômetros acima da superfície), as nuvens Stratocumulus cobrem grandes áreas do céu, com uma textura característica em blocos, ondulações ou faixas, que parecem “flocos” ou “rolos” organizados, separados por pequenos espaços de céu claro. Diferentemente das nuvens stratus, elas apresentam textura e variações na tonalidade, alternando entre cinza e branco.

“As Stratocumulus geralmente aparecem em dias frescos e úmidos, quando o ar próximo à superfície sobe e se mistura com camadas mais frias da atmosfera. Elas estão associadas à condições de tempo estáveis ou em transição, e podem trazer chuviscos leves”, ressalta Júlia.

Já as nuvens Nimbostratus são formações densas e espessas que cobrem o céu de maneira uniforme, sem bordas ou formações distintas, que elas bloqueiam quase completamente a luz solar, deixando o ambiente com pouca luminosidade. Aparecem geralmente em dias úmidos e frios e geralmente estão associadas a chuvas contínuas ou neve de intensidade moderada. Elas se formam em altitudes entre um e três quilômetros acima da superfície, e estão relacionadas a sistemas meteorológicos de larga escala, como frentes frias ou quentes.

MÉDIAS – As nuvens Altocumulus são formadas por pequenos aglomerados ou ondulações em tons de branco ou cinza, como flocos ou placas arredondadas, com pequenos espaços claros entre as formações. Ficam localizadas em altitudes médias (dois a sete quilômetros acima da superfície).

Associadas a umidade moderada e movimentos ascendentes de ar, elas costumam ser translúcidas, permitindo visualizar a posição do Sol. São comuns em manhãs ou dias com umidade moderada e geralmente indicam mudanças no tempo, como a aproximação de frentes frias ou sistemas de baixa pressão.

Formadas na mesma altitude média, as nuvens Altostratus são mais uniformes e cobrem grande parte do céu, geralmente em tons de cinza ou azul-acinzentado, como uma camada extensa e translúcida que permite que o Sol ou a Lua sejam vistos como um disco fosco, sem brilho. São mais finas que as Nimbostratus. Elas estão associadas a sistemas meteorológicos como frentes quentes, indicando a aproximação de chuvas ou neve leve a moderada.

ALTAS – Em altitudes elevadas, acima de seis quilômetros, se formam as nuvens Cirrus, compostas exclusivamente por cristais de gelo. Elas são formações delicadas, com aparência fibrosa ou em forma de fios, plumas ou traços espalhados pelo céu, geralmente de cor branca brilhante. Essas nuvens estão frequentemente associadas a condições estáveis em níveis superiores da atmosfera, mas também podem indicar a aproximação de frentes ou sistemas de baixa pressão.

“Elas são leves e não bloqueiam a luz do Sol, criando um céu claro e translúcido. A presença de cirrus pode ser um sinal de mudanças no tempo, como a aproximação de chuvas ou tempestades nas próximas 24 a 48 horas, especialmente se começarem a aumentar em quantidade”, detalha Júlia.

Também formadas em altitudes elevadas, as nuvens Cirrocumulus são compostas, principalmente, por cristais de gelo. Elas aparecem em padrões organizados, como pequenos flocos ou grânulos, frequentemente dispostos em filas ou ondulações, cobrindo parte ou todo o céu em tons de branco brilhante. Elas são finas e translúcidas, sem sombras em suas formações. 

“Elas estão associadas a condições de estabilidade nos níveis superiores da atmosfera. Embora não estejam diretamente ligadas à precipitação, sua presença pode indicar a chegada de umidade em altitudes elevadas, sugerindo mudanças no tempo nas próximas horas ou dias”, explica Júlia.

Aquela aparência fina e leitosa, porém translúcida, que cobre o céu de maneira uniforme em altitudes elevadas, é a característica das nuvens Cirrostratus. Quando elas estão no céu, o sol ou a lua ficam visíveis  muitas vezes com a formação de um halo luminoso ao redor. Elas não produzem precipitação diretamente, mas aparecem quando há umidade em níveis superiores da atmosfera e frequentemente, indicam a aproximação de sistemas frontais ou tempestades em desenvolvimento: chuva ou neve, nas próximas horas ou dias.A

DESENVOLVIMENTO VERTICAL – As mais altas de todas são as Cumulonimbus, que possuem formações verticais imponentes. Da base, a cerca de um quilômetro do solo, ela cresce até os níveis superiores da troposfera, acima de 12 km de altura.

Com uma base escura e um topo em forma de bigorna, as Cumulonimbus são associadas a tempestades severas, incluindo chuvas fortes, raios, granizo, intensas rajadas de vento (downbursts) e, ocasionalmente, tornados. Estas nuvens indicam forte instabilidade atmosférica e desempenham um papel essencial na redistribuição de calor e umidade na atmosfera.

“Elas são fáceis de reconhecer porque têm uma base escura e crescem muito alto, parecendo uma torre gigante de algodão-doce. O topo pode parecer uma bigorna ou um chapéu achatado. Estas nuvens costumam aparecer em dias quentes e úmidos”, detalha Júlia.

ESPECIAIS – Saindo das Cumulonimbus, algumas nuvens ganham característica de um funil em direção ao chão. Caso toque o solo, a nuvem funil é considerada um tornado. Caso o toque com a superfície ocorra em rios, lagos ou no oceano, o nome dado é tromba d’água. 

Já as nuvens Mammatus são caracterizadas por protuberâncias pendentes da base de uma nuvem, com aspecto de “bolsas", e estão normalmente associadas a cumulonimbus em dissipação ou em tempestades severas, como queda de granizo, fortes rajadas de vento, chuvas intensas e até tornados. Indicam intensa turbulência atmosférica na base da nuvem. Não representam perigo diretamente, mas indicam um ambiente instável.

Existem ainda as nuvens Lenticulares, que possuem formato de lente ou disco, e por isso são frequentemente confundidas com OVNIs. “Elas são relacionadas ao fluxo de ar estável e úmido que interage com terrenos elevados, como montanhas ou cordilheiras. Formam-se quando o ar sobe o relevo, condensa e cria a nuvem. Ao descer, evapora, gerando o formato característico em lente.  Indicam a presença de fortes correntes de ar e turbulência, representando risco para aeronaves, mesmo em céus aparentemente calmos”, detalha Júlia. 

Por fim, as nuvens Pileus formam uma fina camada em forma de "capuz" ou "véu" no topo de uma nuvem em ascensão, como Cumulus ou Cumulonimbus. “Elas estão relacionadas a um rápido movimento ascendente do ar quente e úmido, que condensa ao atingir camadas mais frias na atmosfera. Indicam forte convecção atmosférica, sendo precursoras do crescimento vertical da nuvem principal. Estão associadas a condições meteorológicas instáveis, com potencial de evolução para tempestades, que podem se tornar severas”, afirma Júlia.

Quem quiser conhecer mais sobre as variedades de nuvens, pode acessar o Atlas completo da Organização Meteorológica Mundial em https://cloudatlas.wmo.int/.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 PCPR na Comunidade vai a Quedas do Iguaçu, Tamarana, Coronel Vivida, Curitiba e Piraquara

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levará serviços de polícia judiciária às populações de Quedas do Iguaçu, no Oeste do Estado, Tamarana, na região Norte, Coronel Vivida, no Sudoeste, Curitiba e Piraquara, na Região Metropolitana, durante as edições do programa PCPR na Comunidade, nesta semana.

Em Quedas do Iguaçu, o atendimento ocorre nesta segunda e terça-feira (13 e 14), no Centro de Cultura, na Avenida Tarumã, n° 1.880, das 9h às 17h.

No local, serão ofertados orientações e serviços como a confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN), registro de boletim de ocorrência, solicitação de atestado de antecedentes criminais, além de atividades com crianças.

A ação em Tamarana será nesta terça-feira (14), na Associação Esportiva e Recreativa Tamarana, na Rua Arlindo Pereira de Araújo, s/n, das 9h às 17h. A população terá acesso aos serviços de orientação, confecção da CIN e atividades com crianças.

Os serviços em Coronel Vivida serão prestados entre terça e quinta (14 a 16), na Rua Clevelândia, s/n, das 9h às 13h. No local, será confeccionada a carteira de identidade.

O atendimento na Capital será entre terça e quinta, no Centro POP Solidariedade, na Rua Engenheiros Rebouças, nº 875, no bairro Jardim Botânico, das 9h às 13h. No local, será ofertado o serviço de confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN).

A ação em Piraquara acontecerá na sexta-feira (17), no Ginásio de Esportes Gilberto Alves do Nascimento, na Rua Vitório Scarante, nº 376, das 9h às 17h. A população terá acesso a serviços de orientação, confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e atividades lúdicas com crianças.

A confecção da Carteira de Identidade Nacional será realizada mediante agendamento prévio já efetuado em cada cidade.

3,2 MIL ATENDIMENTOS – A Polícia Civil contabilizou, na semana passada, mais de 3,2 mil atendimentos nas edições do programa PCPR na Comunidade em Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, em Cascavel, no Oeste, e em Curitiba. Em Dois Vizinhos, houve a emissão de 771 Carteiras de Identidade Nacional (CIN).

Em Cascavel, o evento foi promovido em conjunto com o programa Paraná em Ação, da Secretaria da Justiça e Cidadania (Seju), com a confecção de 743 carteiras de identidade.

Durante as duas edições, o público pôde registrar boletins de ocorrência, solicitar atestados de antecedentes criminais, além de ter acesso a ações lúdicas voltadas ao público infantil e orientações sobre os serviços prestados pela PCPR. Em Curitiba, foram 100 CINs.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, Também visa fortalecer a eficiência na prestação de serviços públicos e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

 

 

 

 

 

Por - AEN