O resultado do exame, que foi feito por uma junta formada quatro peritos (médicos e outros peritos), contradiz a necropsia feita pelo médico legista Daniel Colman do Instituto Médico Legal, que afirmava não ter havido a asfixia.
Na ocasião, o suspeito de ter matado a jovem, Raphael Suss, que era namorado dela, chegou a ser solto pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba.
Essa nova análise, no entanto, além de revelar que houve morte agônica - aquela que causa sofrimento -, ela apontou que Renata já estava morta quando caiu do prédio, também contrariando a primeira análise feita.
A 1ª Vara do Júri concedeu dez dias para os peritos do IML explicarem as diferenças entres as conclusões dos exames. O caso está na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP.(Com Bem Paraná)