9 estratégias para ser capaz de resistir ao açúcar

Açúcar: substância doce extraída da cana-sacarina e da beterraba.

 

Por outras palavras, carboidrato solúvel de sabor doce. Em modo de alerta: um dos maiores venenos da atualidade.



Por estar presente na grande maioria dos alimentos ingeridos ao longo do dia e por ter um efeito viciante semelhante ao de muitas substâncias, o açúcar é apontado como um dos principais vilões da saúde atual, podendo contribuir para a diabetes tipo 2, para a obesidade, patologias cardíacas, entre outras.

 

 

Mesmo quando se tem uma alimentação saudável e equilibrada é possível ficar à mercê da ‘necessidade’ de açúcar, um desejo que pode nascer por culpa da fome emocional, do desregulamento hormonal ou até mesmo pelo alimento ‘saudável’ que se acabou de comer e que, na verdade, é nada mais do que uma mescla de ingredientes, muitos dos quais açúcares disfarçados.

 

Para acabar com este ciclo vicioso que é o consumo de açúcar, o "Washington Post" listou aquelas que são as melhores estratégias e começa logo na primeira refeição do dia e tida por muitos como a mais importante: o café da manhã. Diz a publicação que fazer uma refeição sólida logo pela manhã – com reforço de proteína - ajuda a controlar os níveis de saciedade e, com isso, reduzir os picos de gula.

 

Planejar todas as refeições do dia, manter o organismo hidratado (e não conta o chá com açúcar, como é lógico, mas é válida a junção de limão, canela ou frutos vermelhos à água) e esperar dez minutos antes de agir perante um pico de gula são outras estratégias a ter em conta na hora de conseguir dizer ‘não’ ao açúcar. Nesta última situação, conhecer algumas práticas de autocontrole e meditar pode ajudar.

 

Quando a vontade por doces parece não desaparecer, nada como optar por alimentos saudáveis mais adocicados, como a batata-doce cozida/assada, as frutas, a cenoura ou até mesmo brigadeiros energéticos e saudáveis que podem ser feitos em casa com manteiga de frutos secos, tâmaras, coco ralado, baunilha etc.

 

Os smoothies caseiros (em que a quantidade de vegetais é superior à de fruta e junta-se sempre uma fonte de proteína, como o iogurte grego) são também uma excelente opção para os momentos de ‘fome por doces’, porém, nada como habituar o paladar a comer algo mais amargo quando se quer algo doce, diz a publicação.

 

Se não há a possibilidade de levar para o trabalho todas as refeições feitas em casa, a compra de alimentos isentos de adoçantes artificiais é fundamental. Aspartame, sacarina, sucralose são alguns dos ‘açúcares’ a evitar.

 

Por fim, mas não menos importante, está o controle da resistência à insulina, algo que se consegue com a inclusão de gengibre e açafrão-das-Índias na alimentação diária.

 

 

 

Mulheres sofrem o dobro do risco de lesão nos ligamentos quando correm

A corrida é a categoria esportiva onde se aponta um problema que afeta mais mulheres do que homens.



Falamos do risco de lesão nos ligamentos e fraturas de estresse que são mais comuns no sexo feminino como comprovam as estatísticas de lesões atléticas, diz o site do Globo Esporte.

 

 

Maior taxa de gordura corporal, débito cardíaco inferior e menor consumo máximo de oxigênio e hemoglobina, bem como de massa muscular e força são as principais características das mulheres, por comparação com os homens, que as deixam mais expostas a lesões durante os treinos. Tais lesões são ainda mais propícias em exercícios de rotação do joelho, o que pode acontecer na marcha ou corrida, devido à rotação interna do quadril que obriga a um apoio em maior área do joelho, diz o site.

 

Treinar o reforço muscular e o fortalecimento articular é uma forma de reduzir o risco de lesões referido, já que a menor articulação é uma das características do corpo da mulher que a torna mais frágil. Além disso, uma alimentação equilibrada diminui o risco de fraturas ósseas.

 

Embora possa parecer que não há uma ligação direta, o baixo consumo de calorias – frequente quando se tenta obter uma alimentação saudável sem aconselhamento de especialistas – pode ter repercussões a nível hormonal, que se traduz em ausência ou diminuição da menstruação. O baixo peso influencia a densidade óssea, tornando-a mais exposta a lesões como fraturas de estresse.

 

 

 

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Se está amamentando, não beba café: veja este e outros mitos

Durante a gravidez você passou a ter uma alimentação mais equilibrada, deixou de beber e adotou mais hábitos saudáveis.

 

Agora que o bebê nasceu, há novos cuidados a ter, principalmente sobre o que deve e não deve fazer enquanto amamenta.



O leite materno pode gerar diversas dúvidas. Daqui nascem alguns mitos, dos quais a revista "Parents" apontou os cinco mais comuns e explica porque são mitos e qual a verdade por detrás de cada ideia.

 

 

Deve deixar de usar anti-transpirante?

 

É muito comum encontrar-se nos supermercados anti-transpirantes em vez de desodorantes. Os primeiros, contam com alumínio na sua composição (que impede que o tecido transpire) e que é visto como um ingrediente tóxico para o bebê. Embora um desodorante livre de alumínio seja mais aconselhado, não há relação entre o componente e a questão da amamentação. A exposição do bebê a este ingrediente acontece de forma mais frequente através da comida e não da pele, que mal influencia o leite materno.

 

Ainda assim, o cheiro pode ser muito forte para o bebê - ou seja, as mães amamentando devem considerar mudar o seu desodorante por um sem fragrância.

 

Pode tomar analgésicos?

 

A maioria dos analgésicos, como o ipobrufeno, não prejudica as mães na amamentação, segundo um estudo da Academia Americana de Pediatras. Há contudo um número de compostos que devem ser evitados. Por exemplo, medicamentos que contêm descongestionantes na sua composição podem diminuir a produção de leite. Nada como consultar o seu médico sempre que precisar se medicar e recorrer aos medicamentos só mesmo quando achar que um período de descanso em casa não é suficiente.

 

O café faz mal ao leite materno?

 

Durante os primeiros meses de vida, o bebê obriga que os pais se levantem várias vezes durante a noite. Por essa razão, a ideia de que o café e o leite materno não têm uma boa relação é bastante assustadora para muitas novas mamães. A verdade é que a porcentagem de cafeína que o bebê absorve é muito baixa - o que significa que até três doses de café diárias deixa a mãe a salvo. O problema apenas se coloca quando essa dose diária de cafeína é excedida (cinco ou seis doses, segundo investigação apontada pela revista "Parents"). Nestes casos, a cafeína pode se acumular no leite, deixando o bebê irritado e inquieto.

 

Deve cortar nas calorias?

 

A resposta é não, o que nos leva à boa notícia de que dar de mamar queima em média 500 calorias a mais por dia, o suficiente para ajudar a recém mamãe a recuperar o corpo que tinha antes da gravidez. Além disso, o corpo precisa estar bem nutrido durante o período de amamentação, pelo que especialistas apontam as 1800 calorias como o mínimo diário a consumir (em gordura boa e alimentos completos).

 

Ainda, e por muito que a mãe queira recuperar o seu corpo, é aconselhado que se espere dois meses desde o parto até começar a fazer dieta.

 

Não pode beber nada de álcool?

 

Aqui não é mito. O álcool não é, de fato, aconselhado enquanto amamenta. Dá um sabor diferente ao leite materno e habitua o bebê ao sabor do álcool, além de que faz com que a mãe produza menos leite. Um copo de champanhe ou vinho no seu dia de aniversário ou em ocasião especial não é proibido, mas evite fazer do álcool um hábito comum, pela qualidade do seu leite.

 

 

 

Não é apenas sede: sinais de desidratação que deve conhecer

A ingestão de água ao longo do dia é muito mais do que uma ‘moda’ fitness ou um mecanismo para perder peso.

 

Trata-se de uma necessidade básica do corpo humano que é muitas vezes desvalorizada e até mesmo ignorada.



A sensação de sede é, talvez, o sinal mais claro de uma deficiente ingestão de água, mas a desidratação espelha-se de outras formas mais ou menos comuns. E também nos momentos mais inesperados.

 

 

Segundo a Men’s Health, as cãibras ou tensões musculares são um sinal de desidratação, mas que raramente são associados a tal. Mas, em que é que a água se associa aos músculos? Em tudo, uma vez que a falta de água faz com que o organismo perca fluido e isso faz com que os músculos não trabalhem normalmente, acabando por contrair.

 

A vontade crescente de comer doces ou alimentos carregados de açúcar – mesmo aqueles que se rotulam como light – é um outro fator a ter em conta, uma vez que o organismo confunde constantemente a sensação de sede com fome, acabando por levar a questão para o lado mais emocional, ou seja, para a fome emocional – a que aparece repentinamente, sem aviso prévio e com desejos muito específicos. As tonturas e as idas menos frequentes ao banheiro são outros sinais que o corpo dá e que devem ser levados a sério, diz a publicação.

 

 

 

Ansiedade pode ser o primeiro sinal de Alzheimer, diz estudo

Um recente estudo publicado na "American Journal of Psychiatry", revista científica destinada à saúde mental, revela que a ansiedade pode ser o primeiro sinal de Alzheimer.

 

Quando comparada com outros sintomas depressivos – uma vez que a depressão já é um gatilho conhecido para esta patologia mental -, a ansiedade consegue aumentar os níveis de beta amilóide no cérebro, aminoácidos que se encontram comumente no cérebro de pessoas com Alzheimer.

 



Segundo o site do Brighan and Women’s Hospital, os responsáveis pelo estudo explicam que o aumento deste aminoácido é responsável pela formação de placas cerebrais, placas essas que desencadeiam o aparecimento da doença e que causam, por exemplo, a perda de memória de forma gradual.

 

Para o estudo, os cientistas analisaram, ao longo de cinco anos, 270 adultos saudáveis com idades compreendidas entre 62 e 90 anos. Todos os participantes tiveram os níveis de depressão analisados e o cérebro avaliado por via de ressonância magnética e assim que os dados destas duas análises foram cruzados, foi possível notar que a ansiedade é, de fato, um trampolim para o Alzheimer por estimular a produção do neurotransmissor que é visto como impulsionador da doença.

 

Apesar dos resultados serem concretos e coincidirem com outros estudos anteriormente realizados, importa realizar mais estudos para perceber se a ansiedade é causa ou consequência, e mais investigações que comprovem o real impacto da ansiedade, uma patologia mental muitas vezes desvalorizada.

 

 

 

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