Saiba 4 alimentos que ajudam a acabar com o estresse

A relação entre a alimentação e o estresse é complexa e nem sempre é fácil de controlar.

 

Aquilo que as pessoas comem pode influenciar (de forma positiva ou negativa) os níveis de estresse, mas o próprio estresse pode ser também um dos principais desencadeadores das escolhas alimentares.

 

 

Tudo depende do organismo de cada um e da forma como o cortisol (hormônio do estresse) atua, sendo o mais habitual o estado do espírito estar diretamente relacionado com o ganho de peso.



Recentes estudos têm apontado o estresse como uma das principais causas da obesidade, uma vez que o cortisol tem-se revelado mais eficaz junto da grelina, conhecida como hormônio da fome por não facultar a capacidade de saciedade.

 

Para evitar o impacto nocivo do estresse, especialmente no ganho de peso, mas também para evitar ao máximo estar estressado, nada como apostar na alimentação, em particular nos alimentos no seu estado natural e isentos de algum tipo de processamento.

 

De acordo com o site Mind Body Green, um dos alimentos mais eficazes contra o nervosismo é a couve-flor, pois é rico em vitamina C e, por isso, eficaz na hora de limpar o organismo e reforçar o sistema imunológico. Este reforço acontece nas glândulas supra-renais, onde se encontram os hormônios que estão ligados ao estresse, como o cortisol e a adrenalina.

 

Também o espinafre é uma excelente opção. Para além da vitamina C, possui ainda vitaminas do complexo B e outros minerais capazes de regular o sistema hormonal.

 

Muito comum na alimentação vegetariana (devido ao alto teor proteico), o trigo sarraceno também se enquadra no leque de alimentos que ‘espantam’ o estresse. tanto pela isenção de glúten (o que faz com que não provoque qualquer tipo de desconforto ou ‘estresse’ no sistema digestivo) quanto pelo vasto leque de minerais, como é o caso do magnésio, capaz de se aliar a várias enzimas ‘amigas’. Os aminoácidos presentes neste cereal fazem com que o sistema nervoso funcione plenamente.

 

E por falar em aminoácidos, a publicação dá ainda destaque ao salmão, um peixe gordo rico em ácidos graxos ômega 3, gorduras saudáveis e vários nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo e do sistema nervoso. O consumo de salmão está associado a menores sintomas de depressão, ansiedade e a menores mudanças de humor, três fatores que são influenciados e também influenciam os níveis de estresse.

 

 

 

Dor crônica: não sofra em silêncio

Cerca de duas em cada cinco pessoas que experienciam dor crônica debilitante não procuram tratamento ou esperam pelo menos 16 meses até consultarem um clínico.



As principais partes do corpo afetadas são: as costas (51%), joelhos (37%), ombros (26%), quadril (24%) e pescoço (23%).

 

De acordo com a investigação feita pela clínica ortopédica Fortius, 85% dos indivíduos com mais de 50 anos sofrem de dores há pelo menos dois anos.

 

 

A dor pode ser tão severa que impede quem dela padece de viver uma vida normal. Atividades como dirigir, visitar amigos ou praticar esporte são impossíveis de realizar para muitos. Um em cada dez dos indivíduos analisados admite se sentir afetado mentalmente.

 

Segundo o mesmo estudo, a dor crônica que afeta o quadril é a mais ignorada. Dos inquiridos, 63% adiam o tratamento ou não o procuram de todo.

 

O cirurgião ortopédico e fundador da clínica Fortis, Andy Williams, afirma: "O número de pessoas que vivem com dores agonizantes e que adiam procurar ajuda é alarmante. Indivíduos com mais de 50 anos ainda levam uma vida muito ativa e quanto mais adiam procurar tratamento maior será a probabilidade de não recuperarem de todo e de prolongarem um sofrimento desnecessário".

 

 

 

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