Dizem os fãs da cadeia de fast-food americana que as batatas fritas do McDonald's são diferentes.
De fato, qualquer restaurante do gênero conta com mais de 14 ingredientes na ‘receita’ das batatas, que vai muito além do sal e óleo e que, no caso do McDonald's, se estende a um sabor a carne, um aditivo salgado e que torna este pequeno pecado viciante.
Mas um recente estudo produzido no Japão diz que há um ingrediente na composição destas batatas que ajuda a combater a queda do cabelo. Chama-se dimetil polissiloxano e é um dos compostos presentes no óleo que frita as batatas.
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Apesar da (improvável) descoberta, não fique muito entusiasmado com a desculpa de comer batatas para combater este problema de cabelo: a eficácia do ingrediente ainda não foi totalmente comprovada, já que os testes ainda se encontram na fase de análise em animais. Além disso, a fórmula não parece funcionar sozinha no estímulo ao crescimento capilar.
Será esta mais uma tentativa de se ver um lado positivo no consumo de fast-food?
É preciso ter cuidado, principalmente durante o carnaval, pois é por meio do beijo que é possível contrair um problema chamado mononucleose.
A doença do beijo ou febre glandular é transmitida pelo vírus Epstein-Barr (EBV) – da família do herpes – e acomete, principalmente, pessoas entre 15 e 25 anos.
Segundo Glaydson Ponte, infectologista do Hapvida, além do beijo, a contaminação pode acontecer por meio da tosse, espirro e saliva presente em objetos como xícaras, copos e talheres. É preciso ficar atento, pois nem sempre os sintomas se manifestam ou podem ser confundidos com gripe e resfriado.
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“Geralmente se manifestam com febre alta, dor na garganta, secreção nas amígdalas, tosse, fadiga, dor nas articulações e surgimento de gânglios no pescoço, podendo progredir para outras áreas do corpo. Pode ocorrer ainda dor abdominal com aumento de baço e fígado”, alerta o especialista.
O infectologista diz que a recuperação da pessoa infectada geralmente acontece em poucas semanas, mas uma pequena parte dos pacientes necessita de meses para restabelecer seus níveis de energia. “O diagnóstico pode ser feito com exame de sangue e, mesmo não existindo um tratamento específico para a mononucleose, é possível diminuir os sintomas com o uso de medicação para dor e febre, além de hidratação e repouso”, explica.
Ponte também alerta para a importância de se ter cuidado com a transmissão da doença. “O contágio da mononucleose se dá principalmente na fase aguda da doença, mas pode ocorrer até um ano depois do surgimento dos sintomas. Após a cura, o organismo desenvolve anticorpos, responsáveis pela defesa e imunização do indivíduo, caso ele tenha um novo contato com o vírus”, diz o médico.
Chama-se milia e resulta da impossibilidade da pele esfoliar naturalmente, o que resulta em manchas brancas – poros entupidos com queratina.
É possível que já tenha encontrado umas manchinhas brancas no seu rosto, que não são borbulhas nem vestígios de acne, mas também não são algo natural.
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A milia é bastante comum em qualquer idade, e deve-se principalmente à exposição solar excessiva ou obstrução dos poros por produtos de maquiagem.
Como se livrar deles?
Nunca tente remover a milia como se fosse uma borbulha (que, já agora, também não deve ser removida, mas tratada devidamente). Em vez disso, opte por produtos que reduzam gradualmente as manchas. Um esfoliante suave é um bom princípio pois sem agressão vai ajudar a obstruir os poros. Produtos com retinol e ácido glicólico são também aconselhados, por promoverem a renovação celular. Por fim, e já que o sol é o principal causador deste problema, inclua protetor solar na rotina diária, com pelo menos SPF 30.
Segundo o site Pure Wow, o tempo de recuperação de uma pele mais homogênea pode demorar entre uma semana a um mês, dependendo dos cuidados diários com que a sua pele conta.
Além de reduzir o risco de contrair doenças cardiovasculares e de desenvolver o câncer, beber duas taças de vinho por dia pode ajudar também o cérebro a eliminar toxinas associadas ao mal de Alzheimer.
De acordo com um novo estudo publicado na revista "Scientific Reports", uma ingestão moderada da bebida pode ajudar a reduzir as chances de uma pessoa ter a doença. No entanto, o consumo em excesso tem o efeito contrário.
Os cientistas estudaram os efeitos do álcool em cobaias vivas. Os ratos que ficaram um longo período com um alto nível de álcool no sangue tiveram com as células astrocitos, importantes na regulação do sistema glinfático (localizado no cérebro), mais propensas a inflamações.
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Já os camundongos expostos a baixos níveis de consumo de álcool, equivalentes a cerca de dois copos de vinho por dia, tiveram um resultado diferente, com o sistema glinfático mais eficiente na remoção de células ruins - além de diminuir o nível de inflamação cerebral.
Com fórmulas cada vez mais avançadas e resultados mais notórios, a indústria da maquiagem parece ter encontrado a chave do sucesso naquilo que de mais puro e eficaz há: a natureza.
Os produtos naturais, biológicos, orgânicos e até mesmo minerais começam a ganhar mais espaço num mercado em que a preocupação em cuidar da pele ganha destaque face à vaidade que até agora lhe foi atribuída.
Mas se a maquiagem natural é aquela que possui um alto teor de ingredientes de origem não sintética e a maquiagem biológica e orgânica é aquela que recorre nas suas fórmulas a componentes de agricultura e produção biológica e orgânica (respectivamente), o que é, então, a maquiagem mineral?
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Tal como o nome indica, é a maquiagem onde reinam os minerais, como o zinco, o óxido de titânio e mica. Na prática, são produtos de beleza que usam ingredientes retirados da terra e que, por norma, se assumem como ‘puros’, pois são isentos de corantes, óleos, conservantes, fragrâncias sintéticas, ceras ou agentes de volume, explica o site do "Independent". Os parabenos e as substâncias que possam causar algum tipo de inflamação são também ingredientes excluídos da maquiagem mineral.
Além da lista de ingredientes (que tende a ser consideravelmente menor), o que mais diferencia a maquiagem mineral da convencional é o seu poder de eficácia nos mais variados tipo de pele, prevenindo de forma assertiva a obstrução de poros, o que torna este tipo de maquiagem a opção mais certeira para quem tem a pele sensível ou propensa a desenvolver acne, diz a "Marie Claire".
Uma das maiores revisões científicas sobre a saúde cardiovascular vem agora acabar com a ideia de que os suplementos de ácidos gordos ômega 3 são uma mais valia-para o coração.
Publicado no dia 31 de janeiro na revista científica JAMA Cardiology, o estudo da Universidade de Oxford revela que este ‘extra’ de ômega 3 é, na verdade, ineficaz na prevenção de doenças cardíacas.
Segundo o "New York Times", a equipe responsável pelo levantamento científico não encontrou quaisquer evidências de que os suplementos de ácido gordo ômega 3 atuam como escudo protetor do coração. E mais, os investigadores também não notaram efeitos positivos na redução do risco por morte cardiovascular.
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Este estudo, nota a publicação, vem deitar por terra as recomendações até agora feitas pela própria Sociedade Americana do Coração, que recomenda as pessoas com histórico de problemas cardiovasculares a tomar diariamente um suplemento à base de ácido gordo õmega 3, um nutriente encontrado, por exemplo, em peixes gordos ou frutos secos.
“Esta meta-análise desmonstrou que os ácidos gordos ômega 3 não apresentam uma associação significativa com a doença cardíaca coronária fatal ou não fatal ou com qualquer evento vascular importante. Não fornece suporte para as recomendações atuais para o uso de tais suplementos em pessoas com histórico de doença coronária”, lê-se no relatório do estudo publicado online.
O estudo analisou 10 pesquisas anteriormente realizadas (todas elas com uma amostra mínima de 500 voluntários), tendo um total de 77,917 participantes com uma idade média de 64 anos. As doses de ômega 3 diárias em cada estudo situava-se entre os 226 e os 1800 miligramas e a média de anos de suplementação tomada pelos participantes era de 4,4 anos.