Chega a 65 o número de municípios atingidos por temporal no Paraná

O temporal de terça-feira atingiu 65 municípios paranaenses, conforme boletim da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil publicado às 18 horas desta quarta-feira (01). As informações do Interior continuam a chegar e os números sofrerão alteração.

 

O temporal com rajadas de vento de até 120 km/h e chuva de granizo afetou 13.952 pessoas, sendo que 279 ficaram desalojadas e 208 permanecem nesta situação. Há 19 desabrigadas. São registrados até agora 11 feridos. Foram danificadas 3.146 casas e cinco destruídas - uma delas em Wenceslau Braz, em consequência de deslizamentos, e quatro em Morretes. As equipes do Corpo de Bombeiros e dos núcleos municipais de Defesa Civil continuam fazendo os atendimentos.

 

"Os ventos tendem a diminuir gradualmente à medida que esse ciclone se dirija ao oceano, mas população deve acompanhar as informações meteorológicas e alertas da Defesa Civil, tomando sempre o cuidado de consultar as fontes oficiais", afirma o tenente Marcos Vidal, da Comunicação Social da Defesa Civil Estadual.

 

Ele também ressalta que as pessoas podem receber os alertas da Defesa Civil mandando uma mensagem de texto pelo celular (SMS) com o CEP de sua residência para o número 40199.


OCORRÊNCIAS:

Segundo o boletim da Defesa Civil, 11 pessoas ficaram feridas, uma em Santa Lúcia e nove em Ubiratã e uma em Piên. Em Nova Prata do Iguaçu, 200 residências foram danificadas, afetando 800 pessoas e deixando 80 desalojadas. Em Ubiratã, 300 casas foram danificadas. Há registro de 1,2 mil pessoas afetadas e 40 desalojadas. Em Cantagalo, foram 200 casas danificadas, 800 pessoas afetadas e sete desalojadas. Em Pontal do Paraná, no Litoral, a tempestade e vendaval afetaram 4.014 pessoas, sendo que dez ficaram desabrigadas e quatro desalojadas (nenhuma permanece). Em Morretes, 516 foram afetadas e 45 estão desalojadas. Além das quatro casas destruídas, ha 143 danificadas.

Em Foz do Iguaçu e em Nova Prata do Iguaçu, 100 imóveis foram danificados, afetando 800 e 400 pessoas em cada cidade, respectivamente, sendo que em Nova Prata 40 pessoas estão desalojadas. Também há pessoas desalojadas em General Carneiro (30), Contenda (7), Fazenda Rio Grande (4) e Pinhais (3).


ATINGIDOS

A lista de municípios atingidos inclui até agora Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Barbosa Ferraz, Bela Vista da Caroba, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Campo Mourão, Candói, Cantagalo, Cascavel, Clevelândia, Contenda, Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guarapuava, Irati, Lapa, Laranjeiras do Sul, Lidianópolis, Mandirituba, Manoel Ribas, Maringá, Matinhos, Missal, Moreira Sales, Morretes, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Paranaguá, Paula Freitas, Pérola do Oeste, Piên, Pinhais, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Prudentópolis, Quatro Barras, Rebouças, Reserva, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santa Lúcia, São Jorge do Ivaí, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Tibagi, Ubiratã, União da Vitória, Ventania e Wenceslau Braz. (Com AEN). 

 

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Nuvem de gafanhotos: mau tempo impede novas aplicações de inseticida

As equipes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) continuam acompanhando a nuvem de gafanhotos, que se encontram na região de Sauce, província de Corrientes. A ideia era realizar novas ações de combate aos insetos nesta quarta-feira, 30, porém o mau tempo na região não permitirá.

 

“Devido às condições climáticas, vento e chuva no local, suspendeu-se a aplicação programada para o dia de hoje, até que melhore, o que pode acontecer amanhã”, informou o órgão, no Twitter.

 

O clima vem dificultando o trabalho do Senasa. A nuvem chegou a ser perdida de vista na segunda-feira, 29. Porém, com ajuda da população, as equipes chegaram à parte dela na terça-feira, 30, em uma propriedade rural.

 

Brasil em alerta


Enquanto a chuva mantinha nesta terça os gafanhotos no chão, e impedia o seu combate, no Brasil a prontidão na fronteira com o Rio Grande do Sul era reforçada pela mudança de ventos em direção ao Brasil e Uruguai. Conforme o fiscal agropecuário Juliano Ritter, da Secretaria de Agricultura do estado, o vento passou a soprar no sentido sudoeste, com rajadas de 20 quilômetros por hora. “Bem em direção ao estado”. Segundo ele, a sorte para argentinos e brasileiros estava na temperatura mais baixa, que diminuiu a mobilidade dos gafanhotos.

 

No entanto, segundo o professor Mauricio Paulo Batistella Pasini, doutor em entomologia e pesquisador da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), o mau tempo, sozinho, não elimina os gafanhotos. “A chuva apenas impede a migração. Os gafanhotos ficam onde estão e voltam a migrar depois que a chuva passa. O que elimina os insetos é o frio. A partir de 5 ºC, já eliminaria alguns indivíduos. Mas, para o clima acabar com a nuvem, é preciso temperaturas abaixo de 0 ºC.”

 

Plano brasileiro de combate

 

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) entregou ao Ministério da Agricultura um plano nacional permanente contra pragas de gafanhotos no Brasil. O material vinha sendo elaborado desde a última semana, a pedido do próprio ministério, e agora deve ser avaliado pelos técnicos da pasta para compor uma estratégia oficial definitiva.

 

“Agora o Mapa [Ministério da Agricultura] deverá avaliar e propor as alterações e acréscimos necessários ao texto preliminar do Sindag”, explica o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva. Um resumo do trabalho seve ser apresentado na quinta-feira, 2, pela manhã, durante a videoconferência do Sindag com suas coirmãs dos países vizinhos: a Federação Argentina de Câmaras Agroaéreas (Fearca) e a Associação Nacional de Empresas Aeroagrícolas Privadas do Uruguai (Anepa). O encontro terá a participação também de representantes do Ministério da Agricultura de cada país. (Com Canal Rural)

 

 

 

Durante “Operação Metrópolis ” Polícia Rodoviária Estadual de Cascavel recupera veiculo com alerta de furto/roubo

Nesta quarta dia 01 de junho a equipe de serviço realizava patrulhamento pela rodovia Estadual de prefixo PRC-467, quando na altura do km 111+800m, avistou uma caminhonete de cor azul, placas ABR-7364, parada no acostamento da rodovia, após consulta no sistema SESP/Intranet foi constatado que o referido veiculo era produto de furto na noite do dia 30/06/2020, conforme B.O. DRFV 04367/2020, sendo assim o veiculo foi recolhido por guincho particular e entregue na 15ª SDP de Cascavel para as medidas cabíveis.

 

O principal objetivo é o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e o contrabando.

 

Policiais Militares de todas as unidades do 5º CRPM atuam conjuntamente apoiados pelas unidades especializadas: BOPE, BPFRON, BPRV, BPAMB e BPMOA, somando esforços com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil, totalizando uma atuação diária de 650 policiais militares e 120 viaturas, distribuídos estrategicamente em 52 municípios do Oeste Paranaense. (Com PRE). 

 

Disque Denúncia 181

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ: SUA PROTEÇÃO É O NOSSO COMPROMISSO!.

Envio de declarações do IR fica levemente abaixo da expectativa

O número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física enviadas este ano ficou levemente abaixo da expectativa da Receita Federal. Segundo o órgão, 31.980.151 contribuintes entregaram o documento, contra estimativa de 32 milhões neste ano. Mesmo assim, o total representou crescimento de 4,2% em relação a 2019, quando 30.677.080 contribuintes entregaram o documento dentro do prazo.

 

O prazo de entrega começou em 2 de março e encerrou-se às 23h59min59s de ontem (30). Inicialmente, a entrega acabaria em 30 de abril, mas foi adiada em dois meses para ajudar os contribuintes com dificuldades em juntar documentos e recibos por causa da pandemia do novo coronavírus.

 

Quem perdeu a data limite pode enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física a partir das 8h de hoje (1º). O contribuinte será multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor.

 

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2020, ano base 2019, está disponível no site da Receita Federal. Quem já tem o programa instalado no computador não precisa baixar uma nova versão. O próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia.

 

Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

 

Restituições

 

O pagamento das restituições começou em 29 de abril e vai até 30 de setembro, em cinco lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

 

Extrato

 

De acordo com o Fisco, o contribuinte pode acompanhar o processamento da declaração no serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) , no site da Receita. Segundo a Receita, pouco mais de 1 milhão de contribuintes caíram na malha fina neste ano. Por meio do extrato, é possível verificar pendências e fazer uma declaração retificadora para evitar ter a declaração retida.

 

Neste ano, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2019, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

 

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda. (ComAgência Brasil)

 

 

 

Sanepar fecha centrais de atendimento ao público

A Sanepar suspende a partir desta quarta dia 1º, o atendimento ao público em todas as Centrais de Relacionamento. A medida segue o decreto n.º 4942, assinado nesta terça-feira (30) pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior, que estabelece novas regras de restrição para o enfrentamento da Covid-19.

 

Os atendimentos serão feitos por meio dos canais alternativos da Companhia, como o aplicativo Sanepar Mobile, o site www.sanepar.com.br ou o telefone 0800-200-0115.

 

Os clientes também podem solicitar por e-mail corporativo (disponível no site) todos os tipos de serviços, incluindo novas ligações de água e esgoto.

 

“Essas medidas são importantes para superar este momento de pandemia e preservar a saúde de todos. Pedimos a compreensão da população e reforçamos que sejam usados os canais remotos, principalmente o site, o aplicativo e o teleatendimento”, afirma o diretor de Comunicação e Marketing da Sanepar, Hudson José. (Com AEN)

 

 

 

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Dengue apresenta sinais de redução no Paraná, informa a Saúde

O boletim quinzenal da dengue divulgado nesta terça dia 30, pela Secretaria da Saúde do Paraná apresenta sinais de redução dos índices da doença no Estado. Quatro municípios tiveram autoctonia excluída nesta publicação, ou seja, deixaram de apresentam casos com origem no próprio município. As cidades são Céu Azul, Engenheiro Beltrão, Icaraíma e Paranavaí.

 

A mudança na temperatura é um dos fatores que influenciam neste resultado. Com a chegada dos dias frios o mosquito transmissor da dengue diminui a circulação e assim a proliferação fica atenuada.

 

Outro fator avaliado são as atividades de combate realizadas pelos municípios, por meio das regionais de saúde e sob coordenação da Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde. Cerca de 70 cidades receberam ações para remoção técnica dos criadouros, com participação de equipes de profissionais da própria secretaria estadual. Além disso, a secretaria realizou capacitações em vários municípios, tanto para a eliminação de grandes focos, como de manejo clínico a doença.

 

Entre fevereiro e junho, o Governo do Estado fez o aporte de mais de R$ 7 milhões beneficiando 216 municípios nas ações de ações de combate á dengue. “Mesmo durante o difícil enfrentamento da Covid-19 e mesmo com a chegada do inverno vamos manter as atividades que visam acabar com a dengue. A dengue segue como uma das maiores preocupações do estado”, disse o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto. Os repasses foram oficializados pelas resoluções 782, 190, 227 e 345, publicadas em Diário Oficial do Estado.

 

“Todos temos que seguir vigilantes quanto ao mosquito Aedes Aegypti; este é uma apelo que fazemos à população, precisamos acabar com os criadouros da dengue pois ainda registra milhares de casos e cerca de 90% dos criadouros estão nos domicílios”, salientou o secretário.

 

DADOS – O boletim quinzenal totaliza 217.891 casos no período, com início do monitoramento no final de julho do ano passado. São 5.817 casos a mais que o informe anterior divulgado há 15 dias; 243 cidades estão em epidemia e 30 em situação de alerta para a dengue.

 

Nove óbitos que estavam em investigação entre fevereiro e maio foram confirmados no novo informe. Agora são 157 mortes confirmadas por dengue no período. Três óbitos foram de moradores de Maringá, dois homens, um de 89 anos, portador de doença autoimune, e outro de 81 anos, sem comorbidade, e uma mulher de 63 anos, com hipertensão e artrite reumatóide. Um óbito foi em Foz do Iguaçu, homem de 68 anos com hipertensão e diabetes; um em Cascavel, mulher de 66 anos, também com hipertensão e diabetes; um em Francisco Alves, mulher de 61 anos, com hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca; um em Ibiporã, mulher de 70 anos, com hipertensão; um em Marechal Cândido Rondon, mulher de 34 anos, com doença crônica do fígado ; e um óbito em Ubiratã, mulher de 29 anos, portadora de diabete. (Com AEN)

 

 

 

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