O governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve nesta quinta dia (02) a sede do Comando do Corpo de Bombeiros do Paraná, em Curitiba, e agradeceu o trabalho desempenhado pelas equipes da corporação durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus e o ciclone extratropical que atingiu o Sul do País nesta semana
Ele saudou a assistência rápida, a dedicação e a ajuda desses servidores nesse momento de dificuldade. Hoje é o Dia Nacional do Bombeiro.
“Temos que agradecer a corporação nessa data importante. O Corpo de Bombeiros do Paraná é uma referência nacional. Isso vem da boa formação, bom preparo técnico. Nós queremos modernizar ainda mais essa estrutura. Os bombeiros foram fundamentais ao Estado nos últimos 100 dias, uma ação solidária, humanitária”, afirmou Ratinho Junior.
O governador também ressaltou a atuação das equipes da Defesa Civil e da Polícia Militar durante a pandemia e o contato direto com a população. “Criamos uma rede de solidariedade e conseguimos atender todos os municípios e as famílias que mais precisam com mantimentos, materiais de higiene e equipamentos de proteção individual. Os paranaenses reconhecem esses esforços das forças de segurança e dos bombeiros”.
Ele ainda destacou que o Corpo de Bombeiros é amigo do empreendedor e parabenizou a corporação pelo papel ágil no programa Descomplica, desenvolvido pelo Governo do Estado em parceria com a Junta Comercial, a Casa Civil e a Secretaria de Fazenda.
“Sem esse aval os empresários não conseguem atuar. Temos que ter um olhar para a geração de empregos, pensar coletivamente, ainda mais por causa da retomada da economia. Essa força-tarefa nos ajudará a alavancar novos empreendimentos”, complementou Ratinho Junior.
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Samuel Prestes, agradeceu os investimentos realizados em 2019 e 2020 com novas viaturas, ambulâncias, caminhões-tanque, plataformas de combate a incêndios e equipamentos.
“Agradecemos a deferência do governador. Fomos o primeiro Estado a ter Siate (Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência) e uma doutrina de combate a incêndio florestal, além de ajudar a formar profissionais dos outros Corpos de Bombeiros e da atuação em campo em desastres ambientais em Minas Gerais e no Pará”, afirmou. “As forças do Paraná têm tradição no País e esse reconhecimento ajudará a ampliar nosso trabalho”, disse o coronel Prestes.
O comandante-geral também citou que a atuação no programa Descomplica é um divisor de águas dentro da corporação. “Já estamos revendo as nossas normas e projetando o que o Estado vai poder fazer para ajudar a alavancar a economia. A tropa está feliz com esse reconhecimento. Estamos ajudando a sociedade em várias frentes e queremos avançar ainda mais”, acrescentou.
MEDALHA - O governador também recebeu a medalha João Carlos Pinkner, distinção do Corpo de Bombeiros para homenagear autoridades pelos serviços prestados ao Estado. O secretário de Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Péricles de Matos, o coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, e o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Welby Pereira Sales, também receberam a honraria.
DIA DO BOMBEIRO - A primeira corporação de bombeiros no Brasil foi criada por Dom Pedro II em 2 de julho de 1856 e a data marca o Dia Nacional do Bombeiro. Em 1880, a corporação passou a ter organização militar e foram concedidos postos e insígnias aos seus componentes.
A corporação paranaense foi criada em 1912 pelo presidente do Estado, Carlos Cavalcanti. O primeiro quartel foi erguido em Curitiba, onde hoje é a Biblioteca Pública. Atualmente a corporação conta com três comandos regionais, 12 grupamentos, seis subgrupamentos independentes e o Grupo de Operações de Socorro Tático.
INVESTIMENTOS – Nos últimos meses o Governo do Estado reforçou a estrutura do Corpo de Bombeiros com a aquisição de 138 novos veículos, seis aparelhos desencarceradores (equipamento para resgatar vítimas presas em veículos acidentados), 20 caminhões Auto Bomba Tanque Resgate (ABTR), 20 ambulâncias, seis caminhonetes 4x4 e dois micro-ônibus. O investimento foi de R$ 30 milhões.
Além disso foram entregues três novas plataformas skylift, utilizadas no combate a incêndios em grandes alturas. Elas contam com escada e tanque de água com capacidade para 4 mil litros e foram adquiridas da Bronto Skylift, empresa finlandesa que venceu o processo licitatório. Essas plataformas alcançam até 54 metros de altura (um prédio de 18 andares) e ficarão em Curitiba, Londrina e Maringá, cidades mais verticais do Estado. (Com AEN).
O Comitê de Planejamento de Retorno às Aulas Pós-Pandemia realizou na tarde da última quarta dia 1, a primeira reunião. Participaram o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, e o diretor-geral da Secretaria, Nestor Werner Júnior; o secretário de Estado da Educação e do Esporte, Renato Feder, e o diretor-geral, Gláucio Dias, e o secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge.
O grupo inclui todos os setores representativos da educação no Estado, tanto da rede pública quanto particular, e das secretarias estaduais da Educação, Saúde, Planejamento e Casa Civil. Nesse primeiro encontro, a discussão foi feita com representantes do governo estadual que avaliaram o cenário atual da pandemia.
A intenção é fazer avaliações periódicas do avanço do Covid-19 com infectologistas da Secretaria de Saúde. Com base nessas avaliações, o Comitê vai decidir quando será possível retornar as aulas. Por enquanto, não houve definição de data. Mas algumas medidas serão consideradas imprescindíveis no retorno às aulas, como a disposição fácil do álcool em gel e máscaras nas salas de aula.
“Ainda não há uma definição sobre a data de retorno das aulas presenciais no Estado, mas estamos trabalhando como uma força-tarefa com as demais secretariais para que em um futuro próximo, possamos autorizar a retomada das aulas”, disse o secretário Beto Preto.
Segundo ele, a participação da Secretaria da Saúde neste Comitê é importante para instrução das demais pastas. “É essencial que a Saúde esteja presente quando discutimos novas medidas pós-pandemia, seja para instruir ou analisar as tomadas de decisões”, comentou.
COMITÊ – Também integram o grupo, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato), Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe/PR), Sindicato dos Professores no Estado do Paraná (Sinpropar) e secretários municipais de educação.
O secretário da Educação, Renato Feder, afirmou que o governador Ratinho Junior orientou a criar diversos cenários de retorno, pensando tanto o ensino público como o particular. “A sociedade está insegura em mandar os filhos de volta às aulas. Por isso, nada será feito de forma açodada. Estamos preocupados com a saúde e a segurança das famílias paranaenses e também dos profissionais da Educação” disse Feder.
Feder assegura que todas as partes envolvidas na cadeia educacional do Paraná serão ouvidas antes de definir uma data de retorno. “Essa decisão precisa ser aprovada pelos integrantes do Comitê, o que vai garantir o comprometimento de todos e um retorno seguro”, disse. (Com Agência Brasil)
De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex de Oliveira, um novo pedágio na BR-277, uma das principais rodovias federais do estado, que corta de Leste a Oeste, está condicionado à duplicação de toda a extensão da Rodovia, conforme solicitado pelo Governo do Estado.
Pela proposta prévia de modelagem para o pedágio a ser licitado em 2021, ainda restariam cerca de 50 quilômetros em pista simples na BR-277, mas isso ainda está em negociação e pode mudar nos próximos dias, tendo em vista que a duplicação total é vista como estratégica para o desenvolvimento do estado e para a elevação de nível da rodovia.
Dos 726 quilômetros da BR-277, de Paranaguá a Foz do Iguaçu, apenas 228 quilômetros são em pista dupla. Ou seja, são quase 500 quilômetros em pista simples. O contrato de concessão assinado em 1997 previa grandes trechos de duplicação na BR-277, alguns foram retirados por aditivos firmados em 2000 e 2002, mas a previsão de fazer toda a rodovia em pista dupla nunca foi formalizada. Nas últimas duas décadas, foram vários os protestos e as campanhas pela realização de obras na via.
Situação atual de duplicação na BR-277
O estudo dos trechos que precisam ser duplicados está a cargo da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal do governo federal que está trabalhando em parceria com o IFC, braço de projetos do Banco Mundial. O trabalho será entregue para o Ministério da Infraestrutura e para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), onde passará por ajustes antes de ser levado para audiências públicas, quando a população impactada pelo pedágio poderá apresentar sugestões e reclamações.
O consultor de Logística da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), João Arthur Möhr, conhece bem as necessidades da BR-277 e dos demais trechos que devem fazer parte do novo pacote de concessões. Ele percorreu todos os 3,8 mil quilômetros propostos, anotando informações sobre condições da via, fluxo e infraestrutura oferecida, também consultando policiais rodoviários para saber sobre pontos de acidentes frequentes.
O resultado está em um relatório que aponta os gargalos das rodovias. No caso da BR-277, chama a atenção a quantidade de longas extensões sem nem terceira pista, o que dificulta ultrapassagens. João Arthur Möhr cita que, entre Laranjeiras do Sul e Cascavel, há um trecho de 75 quilômetros sem nenhuma faixa adicional. Ele aprova a ideia de duplicar toda a BR-277, alegando que há viabilidade técnica e econômica, justificada pelo tráfego, destacando que é uma importante via de transporte de cargas e também de circulação de pessoas, que poderia impulsionar o desenvolvimento do estado. (Com Agência Brasil)
Mesmo com a queda na arrecadação de ICMS, que já chega a R$ 1,6 bilhão em comparação com o mesmo período de 2019, o Governo do Paraná está direcionando investimentos em ações de prevenção e combate ao coronavírus. Desde março, R$ 399,9 milhões foram empenhados e R$ 172,5 milhões liquidados.
Os registros são do Novo SIAF (Sistema Integrado de Finanças Públicas do Estado do Paraná) e estão ratificados pelo Fundo Estadual de Saúde (FunSaúde), conforme consolidação da Contabilidade Geral do Estado até o dia 21 de junho. Os valores utilizados se referem aos aportes realizados pelos Três Poderes para enfrentamento da pandemia.
A maior parte dos recursos se refere a investimentos feitos com recursos do próprio Fundo Estadual de Saúde do Paraná (R$ 173,2 milhões), especialmente no reforço e ampliação da rede pública de atendimento hospitalar contra o coronavírus.
Apenas na contratação de serviços profissionais foram aplicados quase R$ 75 milhões. Para a aquisição de materiais e aparelhos farmacológicos, laboratoriais, químicos e hospitalares foram destinados R$ 49,2 milhões. Entre outras ações, os aportes serviram para ampliar a oferta de UTIs em todas as regiões do estado.
SOCIAL - A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento foi responsável pela execução de R$ 101,2 milhões, uma vez que transitou pelo orçamento da pasta os valores utilizados pelo Governo do Estado para distribuir os créditos das duas primeiras parcelas do Cartão Comida Boa.
Em seguida vem a área da educação. O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) investiu R$ 34,7 milhões, e a Secretaria de Estado da Educação, R$ 24,5 milhões. A maior parte dos valores foram direcionadas para garantir a compra de produtos da merenda escolar, que segue sendo distribuída para famílias de estudantes.
As sete universidades estaduais (Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Estadual de Maringá, Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Paraná e Universidade Estadual do Norte do Paraná de Jacarezinho) juntas tiveram investimentos de R$ 4,7 milhões no período – o que inclui a aquisição de materiais e equipamentos para os hospitais universitários.
As contribuições a municípios foram de R$ 16,7 milhões – a maior parte proveniente do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). Também estão contabilizados os gastos de órgãos como Detran, Ceasa, Cohapar e outros para a aquisição de EPIs para servidores e atendimento ao público, como álcool gel e máscaras, durante a pandemia.
“Os dados inseridos no SIAF são de responsabilidade de cada órgão, mas em nome da transparência compilamos tudo em um único relatório e disponibilizamos no portal do Coronavírus no Paraná, de forma que os dados sejam acessíveis para toda a população”, explica o secretário da Fazenda Renê Garcia Junior.
“Os recursos têm sido aplicados com absoluto controle orçamentário e total transparência, o que colocou o Paraná entre os estados com a melhor transparência no enfrentamento à Covid-19, de acordo com a Transparência Internacional Brasil”, completa o secretário.
BOLSISTAS - As ações de enfrentamento ao coronavírus também incluem o programa de contratação de bolsistas, da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação Araucária. Foram abertas 1.064 vagas e o investimento soma R$ 8 milhões. Até o momento, 692 bolsistas foram contratados.
São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, estudantes de saúde e de outras áreas que atuam em unidades de saúde e hospitais, que integram as Regionais de Saúde, nas divisas do Estado, no serviço de teleatendimento, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e no Departamento Penitenciário do Estado (Depen). (Com AEN)
O Decreto 4.942/2020, assinado pelo governador Ratinho Jr. e que entrou em vigor nesta quarta (1º), foi alvo de debate da 8ª Assembleia Geral Ordinária da Amop de 2020, realizada por videoconferência. A reunião contou com a participação de 44 chefes do Executivo.
A medida do Governo do Estado restringe o funcionamento de atividades econômicas não essenciais, de lazer e de mobilidade de pessoas nas próximas duas semanas, com ênfase em regiões onde a pandemia de covid-19 encontra-se em situação mais grave, como é o caso do Oeste do Paraná.
O motivo é o agravamento dos casos confirmados de contaminação nos municípios que compõem a Macrorregião Oeste e a taxa de ocupação de leitos do SUS disponíveis para tratamento, tanto de enfermaria quanto de UTI. A entidade municipalista faz coro à preocupação do governo em reforçar as medidas de controle, para preservação da saúde, porém esclarece que o cumprimento de todas as orientações está sujeita à realidade de cada município.
“Existem situações distintas e cidades onde a situação encontra-se em graus distintos de gravidade, obviamente cidades maiores. Por isso, a visão regionalizada do coronavírus, em nosso entender, precisa levar em conta algumas particularidades e peculiaridades”, destaca o prefeito de Matelândia e presidente da Amop, Rineu Menoncin (Texeirinha).
Segundo ele, os prefeitos de cidades de menor porte, por exemplo, ressaltam que têm mantido políticas próprias de enfrentamento da pandemia, a maior parte com êxito. Isso não significa relaxamento da prevenção. “Pelo contrário, planos de contingenciamento têm sido instrumentalizados em favor de atitudes firmes que estão sendo adotadas”, diz.
O objetivo do pedido de revisão é o de amenizar o impacto econômico que a medida acarreta. “Não se trata de relaxar a fiscalização ou questionar as medidas do governo. Elas serão acatadas, pois todos concordam que é preciso conter o avanço da doença. Porém, queremos um debate maior sobre o conjunto de efeitos que o decreto traz”. Alem disso, deliberou se também de forma unânime em torno do pleito ser acompanhado do pedido de maiores investimentos e retoco do SUS no âmbito regional, com mais leitos de UTIs para garantir enfrentamento da demanda. “Todos estamos fazendo nosso sacrifício mas precisamos de mais UTIs pois o crescimento de casos no inverno é previsível”, destacou o Presidente Teixeirinha, enfatizando “que todos confiam na força do diálogo com o Governo, focado na construção de soluções, pois a preservação da saúde das pessoas e da economia é a finalidade pública prevalente que todos precisamos defender, de forma conjunta”. (Com AMOP).
Os testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus no Paraná serão aplicados em profissionais da saúde voluntários - público considerado mais exposto ao contágio.
O Hospital de Clínicas do Paraná (HC), que pertence a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fica em Curitiba, foi um dos doze centros escolhidos para testar a vacina. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1°).
Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários. Ainda não há informações de quantos voluntários receberão a vacina no Paraná.
CoronaVac
A vacina foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech e recebeu o nome de CoronaVac. O Instituto Butantan faz parte no desenvolvimento desta vacina - que é uma das mais de 130 que vêm sendo testadas no mundo -, e ficou responsável pela terceira etapa, a de estudo clínico.
Os responsáveis pelo desenvolvimento da vacina afirmam que ela é feita com uma versão do vírus inativo - em que não há a presença do vírus vivo - método que reduz riscos.
Segundo eles, é o mesmo princípio adotado na produção de vacinas contra a hepatite e alguns tipos de influenza.
"Nesse momento, na minha expectativa, é uma das vacinas mais promissoras do mundo. Nós vamos sair já com um acordo, havendo registro, de disponibilização para o Brasil, inicialmente, de 60 milhões de doses", disse o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Expectativa para agosto
Os protocolos definidos para os testes precisam ser aprovados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e por pesquisadores do HC.
Por conta da urgência, há um esforço para que tudo aconteça o mais rápido possível. A expectativa é de que os voluntários que forem selecionados passem a receber as doses da vacina em teste em agosto.
A infectologista Sônia Raboni vai conduzir todo o processo de testagem no HC.
Ela diz que um grupo de voluntários receberá duas doses da vacina e o outro receberá uma substância inócua, que não produz qualquer efeito no organismo - o que é costume em pesquisas sobre medicamentos.
"Esse voluntário que receber a vacina será acompanhado com intervalo de sete dias, por um período prolongado, que vai se estender por um período de seis meses", disse ela.
Conforme forem sendo colhidos, os resultados serão apresentados ao grupo que coordena o estudo.
"A gente busca uma resposta até o final do ano, com uma proposta de começar a vacinar a população em dezembro ou em janeiro, pelo menos em alguns grupos prioritários. Mas, tudo vai depender desse estudo, dessa fase três", explicou Sônia.
O HC foi o escolhido no Paraná por já participar de outros projetos com o Butantan.
Nova fase de testes
A nova fase de testes da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês, em parceria com o Instituto Butantan, é a chamada de número três de testes clínicos.
As primeiras duas avaliaram aspectos como segurança e a dosagem necessária para a eficácia e obtiveram resultados promissores, segundo os pesquisadores.
Além do Hospital de Clínicas, a vacina será testada por sete centros de São Paulo, pela Universidade de Brasília, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da Universidade Federal de Minas Gerais e também pelo Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. (Com G1)

























