No Paraná, 48 municípios já tiveram licitações autorizadas para a construção de 52 creches dentro do Programa Infância Feliz. São 293 cidades aptas a receberem investimentos voltados à ampliação do acesso à educação infantil.
Os avanços foram apresentados nesta terça-feira (12) pelo secretário estadual de Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, durante a reunião da Frente Parlamentar da Primeira Infância. O evento reuniu autoridades e especialistas para discutir políticas públicas voltadas à primeira infância.
A iniciativa foi lançada no ano passado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior para fortalecer o desenvolvimento integral de crianças em todo o Paraná. Segundo a Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), responsável pela execução do programa, o investimento previsto é de R$ 391,4 milhões, com expectativa de atender entre 10.200 e 13.800 crianças em espaços seguros e adequados ao seu crescimento.
Os recursos são oriundos do Tesouro Estadual, do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) e da própria Assembleia Legislativa, com execução coordenada pela Sedef e Casa Civil. Cada creche receberá aproximadamente R$ 1,9 milhão, com o processo licitatório sob responsabilidade das prefeituras.
O secretário Rogério Carboni enfatizou a importância da parceria entre os Poderes e o impacto positivo do programa a longo prazo. “Junto com a Assembleia, estamos fazendo o maior programa de creches do país, com cerca de 300 unidades na primeira leva. É muito importante ver essa sinergia entre Parlamento, Governo do Estado, o Cedca e outros órgãos, direcionando o recurso para fazer obras importantes”, destacou.
“O investimento na primeira infância é um investimento de ouro. É importante porque essa criança, ao crescer, vai ter melhores notas, vai disputar melhores cargos no trabalho, vai receber 20% a mais. É muito importante essa preocupação com nossas crianças”, disse o secretário.
Além de ser o maior pacote estadual para construção de creches em mais de 20 anos, o programa responde a uma demanda histórica dos municípios para reduzir o déficit de vagas na educação infantil.
A Reunião da Frente Parlamentar da Primeira Infância, promovida pela deputada Maria Victoria, reuniu autoridades dos três Poderes e especialistas da área da infância e educação.
PRESENÇAS – Também participaram do evento as deputadas estaduais Cantora Mara Lima e Cristina Silvestri; o deputado estadual Professor Lemos; a desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão, do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região; o defensor público Fernando Rodrigues, da Defensoria Pública do Paraná; Adriana Palmieri, secretária de Educação de Maringá; Jean Pierre Neto, secretário de Educação de Curitiba; e Karina Fasson, gerente de Políticas Públicas da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.
Por - AEN
Mais de 900 equipamentos de informática estão sendo entregues a hospitais e unidades da Secretaria de Estado da Saúde, administradas pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas). O investimento do Governo do Estado, de mais de R$ 3,2 milhões, busca modernizar a infraestrutura tecnológica e agilizar o atendimento aos pacientes em diversas regiões.
Serão distribuídos 500 monitores, 300 computadores completos e outros 190 desktops, resultando em estações de trabalho mais modernas. A entrega, feita por etapas, deve ser finalizada em até 60 dias.
“Esse investimento representa muito mais do que a entrega de equipamentos. É um passo concreto para modernizar a rede estadual de saúde, garantindo que nossos profissionais tenham melhores condições de trabalho e que os pacientes sejam atendidos com mais agilidade e qualidade”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Nos hospitais, os equipamentos de informática são usados em tarefas como gerenciamento de registros de pacientes, agendamento de consultas, monitoramento de sinais vitais, auxílio em cirurgias, análises de exames e diagnósticos por imagem. Sistemas de informação hospitalar e ferramentas de análise de dados também dependem dessa estrutura, tornando os processos mais rápidos e seguros.
As entregas contemplam os hospitais Regionais do Litoral, do Sudoeste Walter Alberto Pecoits, Infantil Monastier, de Guaraqueçaba, do Norte Pioneiro, do Centro-Oeste, de Ivaiporã e de Telêmaco Borba.
Em Londrina, no Norte do Paraná, os hospitais Zona Norte e Zona Sul, também receberão os novos equipamentos, além dos hospitais Adauto Botelho, situado em Pinhais, e Dermatologia Sanitária, em Piraquara, ambos na Região Metropolitana de Curitiba.
O Centro de Produção e Pesquisas de Imunobiológicos (CPPI) e a Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP) também estão na lista.
“Com estas aquisições, poderemos somar aos equipamentos já existentes nas unidades para agilizar o atendimento, assegurando a qualidade e segurança da informação nos processos internos que acontecem diariamente”, complementou o diretor-presidente da Funeas, Geraldo Biesek.
Por - AEN
Três a cada cinco veículos já estão com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em dia em todo o Paraná.
São mais de 2,84 milhões de carros, motocicletas, ônibus e caminhões com o tributo quitado até o início de agosto, o que representa cerca de 59,85% da frota total de 2025, que é de 4,7 milhões de veículos. E essa é uma marca importante, sobretudo com a proximidade do calendário de pagamento do licenciamento a partir do próximo dia 15.
Para emitir a guia do licenciamento, é preciso estar com o IPVA quitado – o que ainda não é realidade para quase um quarto dos condutores paranaenses. De acordo com dados da Receita Estadual, 1,1 milhão de veículos estão com pendências no imposto. Isso corresponde a 23,6% de toda a frota.
“Sem o licenciamento, o contribuinte não pode emitir o CLRV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) e o veículo fica irregular. Segundo o código de Trânsito, a falta desse documento é uma infração gravíssima que pode render não só sete pontos na carteira de habilitação como a própria apreensão do veículo”, explica Leonardo Marcon, chefe do setor de IPVA da Receita Estadual. “Por isso, estar com o IPVA em dia é tão importante”.
Desses mais de 1 milhão de veículos pendentes, a grande maioria não fez qualquer tipo de pagamento referente ao IPVA. São 808,9 mil veículos que perderam o prazo para o pagamento em cota única e não pagaram nenhuma das cinco parcelas. Outros 312,6 mil optaram pelo parcelamento, mas estão com pelo menos uma cota em atraso. O prazo para a quitação para quem parcelou encerrou em maio.
Além da impossibilidade de emitir a CLRV, o não pagamento do IPVA também impede a transferência de propriedade do veículo e dificulta a obtenção da Certidão Negativa de Tributos junto à Receita Estadual. Caso a inadimplência persista, o débito do veículo pode ser inscrito na Dívida Ativa do Estado, com seu consequente protesto em cartório, e o nome do proprietário incluído no Cadin Estadual. Isso pode gerar restrições de acesso a empréstimos, impossibilidade de aproveitar créditos do programa Nota Paraná e limitações ao exercício de cargos públicos.
CIDADES EM DIA – A cidade de Virmond, na região Centro-Sul, é a que possui a maior quantidade de veículos em dia com IPVA em relação à sua frota total. Dos 1.265 veículos tributados no município, 976 já estão aptos a emitir as guias do licenciamento – cerca de 77,15% do total.
Em seguida, aparecem Mariópolis (76,5%), Bom Sucesso do Sul (75,6%), São João (73,1%) e Verê (72,9%).
Entre os grandes centros, Curitiba lidera a lista com 64,8% de seus veículos quitados, seguido de Cascavel (63,1%), Maringá (60,1%), Londrina (59,2%), Foz do Iguaçu (58,4%) e Guarapuava (58,2%)
ARRECADAÇÃO – Já em relação à arrecadação, cerca de 79,6% do valor lançado para o IPVA 2025 já foi recolhido. Ao todo, foram mais de R$ 5,4 bilhões que entraram para o caixa do Estado até o último dia de julho. Ao todo, para este ano, o Paraná espera arrecadar mais de R$ 6,8 bilhões com o imposto.
Como relembra Marcon, metade desse total é repassado para os municípios para que as prefeituras possam aplicá-lo de diferentes maneiras. A outra metade fica no caixa do Governo do Paraná, sendo a segunda principal fonte de recursos do Estado, atrás apenas do ICMS. “Ao contrário do que muita gente imagina, os recursos vindos do IPVA não são usados apenas para melhorias em estradas. É um imposto sem destinação específica, ou seja, pode ser investido em saúde, educação, segurança e também em infraestrutura”, explica.
COMO PAGAR – O pagamento do imposto pendente pode ser feito pelo Portal IPVA tanto à vista ou parcelado, sendo que para o IPVA pendente do exercício corrente pode ser parcelado junto às empresas credenciadas. Além disso, o IPVA de anos anteriores pode ser parcelado em até dez vezes.
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Durante o fim de semana, a Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), apreendeu 950 quilos de maconha em três operações distintas no Estado. As ações causaram um prejuízo estimado de R$ 1,9 milhão ao crime organizado.
No sábado (9), os policiais receberam uma denúncia sobre um veículo branco que transportava drogas pela BR-163. Após intensificar a fiscalização, os policiais abordaram o carro em Nova Prata do Iguaçu, encontrando 124 quilos de maconha. Os dois ocupantes do veículo, juntamente com a droga, foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil (PCPR) de Dois Vizinhos.
Ainda no sábado, com o apoio da Receita Federal, foi interceptado outro veículo na PR-323, em Umuarama, conduzido por um homem de 27 anos. A busca resultou na apreensão de 306 quilos de maconha. O condutor, o carro e a droga foram encaminhados à delegacia da cidade.
Já no domingo (10), em uma operação conjunta com a Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil do Paraná (PCPR) em Foz do Iguaçu, as equipes localizaram uma embarcação que atravessava o Rio Paraná em direção ao Brasil. Os tripulantes fugiram para a mata, mas foram encontrados horas depois. No local, os policiais encontraram vários fardos, totalizando 520 quilos de maconha. Os suspeitos e a droga foram levados para a Delegacia da PF em Foz do Iguaçu.
Por - AEN
A Polícia Científica do Paraná (PCP) concluiu na última semana a coleta de material genético de 394 pessoas privadas de liberdade na Casa de Custódia de Curitiba.
A ação foi realizada em parceria com a Polícia Penal do Paraná (PPPR) e a Polícia Civil do Paraná (PCPR), com objetivo de atualizar o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG) e auxiliar na elucidação de crimes.
Essa foi a primeira etapa do calendário de coletas de 2025 na Capital. Outras unidades prisionais do Estado também serão atendidas ao longo do ano, com previsão de alcançar entre 1.500 e 2.000 novos perfis no BNPG.
“Os resultados expressivos na ampliação do banco de perfis genéticos refletem o esforço conjunto do Governo do Estado em valorizar a Polícia Científica, com a atualização da carreira, ampliação do efetivo e investimento em tecnologia de ponta. Esse trabalho técnico especializado tem impacto direto na resolução de crimes, inclusive os de difícil elucidação, e fortalece a segurança pública como um todo”, reforça o secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
A coleta é obrigatória para presos condenados por crimes previstos no artigo 9º-A da Lei de Execução Penal, como homicídio, estupro, roubo e sequestro. A recusa configura falta grave e pode impactar na progressão de pena.
O BNPG reúne perfis genéticos de condenados, vestígios de locais de crime e material de pessoas desaparecidas ou de seus familiares. Cada novo DNA inserido é comparado com os registros existentes para identificar suspeitos, localizar desaparecidos, conectar crimes e solucionar investigações antigas.
Um dos casos mais emblemáticos é o da menina Rachel Genofre, assassinada em 2008, em Curitiba. O crime foi solucionado 11 anos depois, em 2019, por meio da inclusão do perfil genético do autor, coletado durante um mutirão em um presídio no interior de São Paulo. O material foi inserido no BNPG e coincidiu com o vestígio separado na época do crime, levando à identificação e confissão do autor.
“Esse tipo de ação representa um avanço tecnológico na gestão prisional", afirma a diretora-geral da PPPR, Ananda Chalegre dos Santos.
A ação contou com a participação do Instituto de Identificação da PCPR, garantindo a precisão no processo de coleta. “Essa etapa foi essencial para assegurar a individualização precisa de cada pessoa no momento da coleta de DNA, reforçando a importância da atuação técnica da papiloscopia nas ações integradas de identificação promovidas pelo Estado", explica o delegado-chefe do Instituto de Identificação da PCPR, Marcus Michelotto.
INCLUSÃO PERFIS GENÉTICOS – Com a expansão da equipe e o investimento em tecnologia, o Paraná tem conseguido agilizar significativamente o processamento e a inserção de perfis genéticos no BNPG. Apenas no primeiro semestre de 2025, mais de três mil perfis foram incluídos, posicionando o estado entre os dez que mais contribuíram com o banco.
“O Paraná chegou num nível de automação e capacidade operacional que nos permite estar ranqueados entre os melhores e maiores laboratórios do país. Implantamos a nova tecnologia de sequenciamento genético, muito mais sensível, e estamos na vanguarda já que poucos laboratórios no mundo têm essa tecnologia”, destaca o diretor-geral da PCP, Luiz Rodrigo Grochocki
Por - AEN
A atuação das forças de segurança paranaenses possibilitou que os roubos de celulares caíssem 16,26% no primeiro semestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP), com um levantamento do Centro de Análise, Planejamento e Estatística do Paraná (Cape). Foram 4.895 celulares roubados no primeiro semestre de 2024 contra 4.099 este ano.
“Investimentos em infraestrutura, tecnologia e inteligência aplicados nas forças de segurança possibilitam resultados positivos para toda a população. Hoje os paranaenses se sentem mais tranquilos nas ruas e em suas casas”, afirma o secretário da Segurança Pública, Hudson Teixeira.
Só em uma ação, em maio desse ano, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) devolveu mais de 100 celulares que haviam sido furtados ou roubados em Cascavel, no Oeste do Estado. As vítimas foram convocadas para retirarem seus aparelhos durante um evento, em uma iniciativa inédita no Estado.
Outra ação marcante foi da Polícia Militar do Paraná no mesmo mês, quando foram recuperados 28 aparelhos que haviam sido furtados durante um show na cidade de Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.
BALANÇO - O primeiro semestre de 2025 apresenta os menores números da série histórica na área de segurança pública do Paraná para o período do primeiro semestre. Fruto de uma implantação integrada entre as forças policiais nos últimos anos, o número de homicídios dolosos caiu 29% em relação ao primeiro semestre do ano passado, indo de 889 para 631. No comparativo com 2018, quando foram 1.033 ocorrências, a queda é de 39%.
Outra notícia positiva é que 221 municípios (55,3%) não registraram um único homicídio. Os roubos também tiveram índices históricos de queda: diminuíram cerca de 20% no comparativo com mesmo período do ano passado (6.921 para 5.405). Já quando a comparação é com o primeiro semestre de 2018, a redução é superior, chega a 75% (31.164 para 5.405).
O trabalho conjunto das forças de segurança do Paraná atingiu a maior quantidade de drogas apreendidas e o maior prejuízo causado ao crime organizado na história do estado. Neste primeiro semestre as apreensões tiveram aumento de 27,47% com relação ao recorte equivalente de janeiro a junho de 2024 ( 287.902 kg contra 225.865, respectivamente). No comparativo com 2018, o aumento é de 532%.
Por - AEN





















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