Nos encontros há um limite de 13 representantes por núcleo para priorizar a saúde e segurança dos participantes e atender os decretos estaduais e municipais
Em um momento de pandemia e frente aos desafios impostos pela Covid-19, a Sicredi Grandes Lagos PR/SP teve que reestruturar o formato das assembleias de prestação de contas que iniciaram na última segunda-feira, dia 1º de fevereiro. Os encontros estão sendo presenciais com a presença reduzida de associados e colaboradores para priorizar a saúde e segurança dos participantes. Na primeira semana as assembleias aconteceram em cidades da área de atuação da Cooperativa no Paraná - Campo Bonito, Ibema, Nova Laranjeiras, Guaraniaçu, Diamante do Sul e Marquinho. Há um limite de 13 representantes por núcleo e o mínimo para validação da assembleia de dez associados.
“As assembleias são o momento de maior participação dos associados, onde todos podem dialogar e votar decisões ligadas ao futuro da Cooperativa. Entretanto, este ano os encontros estão com a presença reduzida dos associados diante dos desafios da pandemia. Mesmo assim, as assembleias estão sendo produtivas para informar entre os principais tópicos os resultados detalhados da Cooperativa, os pareceres de auditoria, a prestação de contas e aprovação das mesmas. O resultado financeiro da Cooperativa passou de R$ 15 milhões. Um valor significativo diante do momento que vivemos em 2020, e que ainda estamos enfrentando”, destacou o presidente Orlando Muffato da Sicredi Grandes Lagos.
Além desses e outros tópicos, também é realizada votação sobre a destinação dos resultados do ano anterior, com tópicos como o percentual que será devolvido diretamente ao associado e a forma como essa devolução será feita, se diretamente na conta corrente ou cota capital. São nesses encontros que a cooperativa coloca em prática alguns dos valores do cooperativismo, como democracia, igualdade, responsabilidade e transparência.
A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte publicou sexta dia 5, a Resolução 629/2021 que altera a Resolução 208/2021 de janeiro de 2021. Com a alteração, professores que integram o grupo de risco da Covid-19 poderão assumir aulas extraordinárias, desde que não solicitem o afastamento das atividades.
As alterações são possíveis por meio da nova Resolução 98/2021, publicada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) no dia 3. O documento diz que os professores que integram o grupo de risco poderão desenvolver trabalho presencial. Desta forma, a partir de agora só serão afastados os professores que solicitarem por meio de E-Protocolo - incluindo professores de 60 anos ou mais.
AFASTAMENTO - Os professores pertencentes ao grupo de risco que quiserem podem solicitar o afastamento mediante preenchimento do formulário. Também será necessária comprovação documental, e tudo deve ser encaminhado ao Grupo Auxiliar de Recursos Humanos (GARH) do Núcleo Regional de Educação em que o professor atua.
O pedido será encaminhado para a Divisão de Perícia Médica (DPM) para análise e parecer. Os professores maiores de 60 anos não passarão por perícia, sendo necessário apenas abrir o protocolo. A data limite para requisitar o afastamento foi alterada para esta terça-feira (09).
(Com AEN)
O Governo do Estado concluiu neste domingo dia 7, a distribuição de mais 71.990 doses da vacina CoronaVac/Instituto Butantan contra a Covid-19. Os imunizantes são parte do quarto lote, com um total de 147.200 doses, encaminhado ao Paraná neste fim de semana pelo Ministério da Saúde.
Seguindo as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), parte do quantitativo atenderá a imunização das pessoas acima de 90 anos, em todas as regiões do Paraná. Serão 55.430 doses destinadas a idosos desta faixa etária e 16.560 para seguir o processo de proteção aos profissionais da saúde.
“Conseguimos avançar para a imunização de um novo grupo prioritário. Idosos que estão muito suscetíveis à doença, respondendo por boa parte das internações e óbitos no Paraná", destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Infectado pelo vírus, o secretário está internado desde quinta-feira (04) em uma das unidades do Complexo do Trabalhador, comandando a operação a distância. “Na sequência poderemos aplicar em idosos com mais de 80 anos, depois com mais de 70 anos e assim em diante", disse Beto Preto.
O material já está com as 22 regionais que formam o sistema público de saúde do Paraná e ficará à disposição da população a partir desta segunda-feira (08), nas 1.850 salas de vacinação dos 399 municípios paranaenses.
Diretor-geral da Secretaria de Estado da Saúde, Nestor Werner Junior explicou que como o medicamento necessita de duas aplicações em um intervalo estimado pela bula entre 14 a 28 dias, a outra parte das vacinas, com 75.210 doses, seguirá acondicionada no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), garantido a imunização por completo de quem receber.
“Precisamos da segunda dose para que as pessoas tenham a completitude da imunidade. Assim, logo ali na frente, poderemos enxergar a redução dos casos graves, internamentos e dos óbitos”, afirmou. “Mas não é o momento de relaxar. Precisamos seguir com todas as orientações sanitárias de higienização e distanciamento”.
LOGÍSTICA – O lote foi repassado às secretarias municipais de saúde em menos de 24 horas, reforçando a agilidade logística da Secretaria de Estado da Saúde – as doses chagaram ao Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 8 horas deste domingo.
Em números absolutos, a 2ª Regional de Saúde, responsável pela Capital e cidades da Região Metropolitana, foi quem recebeu mais doses: 20.260. Dessas, 12.260 são apenas para Curitiba.
Essa é a quarta remessa de vacinas que o Paraná recebeu do Ministério da Saúde, totalizando 538.900 doses. Foram três grupos do imunizante produzido pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, somando 452.400 doses, e 86.500 aplicações do material elaborado pela Universidade de Oxford em conjunto com o Laboratório AstraZeneca/Fiocruz.
A expectativa da Sesa é que com a chegadas dos imunizantes da China para a produção das vacinas no País, tanto pelo Butantan quanto pela Fiocruz, o ritmo de imunização no Paraná ganhe maior celeridade nos próximos dias.
IDOSOS – A população paranaense com mais de 90 anos é estimada pelo Governo Federal em 50.889 pessoas. Segundo avaliação do próprio Ministério da Saúde, foi observado sobrerrisco para morte por Covid-19 relacionado à faixas etárias mais avançadas, chegando a 8,5 para hospitalização e 18,3 para óbito entre os idosos com 90 anos ou mais.
Ainda com esse quarto lote de imunizantes o Estado pretende equalizar a vacinação dos trabalhadores da Saúde, ressaltando a prioridade para aqueles profissionais que estão na linha de frente do combate ao vírus.
A Sesa reforça a orientação para que os gestores municipais agilizem o processo de aplicação das doses dentro dos grupos estabelecidos, utilizando as 1.850 salas de vacinas distribuídas em todas as cidades paranaenses, e para que não deixem vacinas estocadas.
VACINAÇÃO – De acordo com o último boletim de vacinação, divulgado pela Secretaria da Saúde no sábado (06), o Paraná imunizou 198.310 pessoas contra a Covid-19. O número mostra que 83% do total de 238.871 das primeiras doses enviadas aos municípios foram aplicadas.
O balanço é preliminar e foi divulgado pela Secretaria estadual da Saúde a partir de um levantamento interno realizado com as regionais e os respectivos municípios. Por isso, pode haver diferenças entre alguns números de um dia para o outro considerando que os municípios aplicam as doses, registram e fazem ajustes dos registros.
A expectativa é que nos próximos dias o sistema integrado do Ministério da Saúde, Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), funcione corretamente para divulgação de dados.
Veja a quantidade de doses que cada regional de saúde vai receber na distribuição deste 4º lote de imunizantes
1ª RS – Paranaguá – 1.430 doses
2ª RS – Metropolitana – 20.260 doses
3ª RS – Ponta Grossa – 3.610 doses
4ª RS – Irati – 920 doses
5ª RS – Guarapuava – 2.300 doses
6ª RS – União da Vitória – 980 doses
7ª RS – Pato Branco – 1.610 doses
8ª RS – Francisco Beltrão – 2.170 doses
9ª RS – Foz do Iguaçu – 2.360 doses
10ª RS – Cascavel – 3.750 doses
11ª RS – Campo Mourão – 2.460 doses
12ª RS – Umuarama – 2.320 doses
13ª RS – Cianorte – 1.110 doses
14ª RS – Paranavaí – 2.140 doses
15ª RS – Maringá – 5.660 doses
16ª RS – Apucarana – 2.570 doses
17ª RS – Londrina – 7.590 doses
18ª RS – Cornélio Procópio – 1.820 doses
19ª RS – Jacarezinho – 1.900 doses
20ª RS – Toledo – 2.760 doses
21ª RS – Telêmaco Borba – 890 doses
22ª RS – Ivaiporã – 1.380 doses. (Com AEN)
Um fato inusitado ocorreu na manhã desta sexta-feira na BR 369, exatamente na praça de pedágio localizada no município de Corbélia.
Um grupo de 3 homens que ocupavam um VW/Gol, apontaram uma arma para um Veículo de transporte de valores. Percebendo que se tratava de uma arma de brinquedo, a equipe de segurança realizou a abordagem do veículo e deteve os três brincalhões. A Polícia Militar e a PRF foram acionadas, os envolvidos foram encaminhados para a CIA da PM e na sequência para a Delegacia de Policia Civil de Corbélia para os procedimentos legais cabíveis.
O veículo dos indivíduos foi recolhido ao pátio devido a pendências administrativas.
Dois dos principais grãos produzidos no Paraná, a soja e o milho, entre outras culturas, sofreram bastante com as condições climáticas observadas no Estado. O Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Deral, analisa essa situação na edição da semana de 30 de janeiro a 5 de fevereiro.
O milho da primeira safra está com 37% em estágio de maturação, com boa parte pronta para a colheita, mas as chuvas constantes dos últimos dias frearam esse trabalho. A expectativa é que o sol se firme, sobretudo nas regiões de Ponta Grossa, Guarapuava e Curitiba, possibilitando maior avanço.
No entanto, as chuvas acima da média histórica podem impactar na qualidade do cereal e causar perdas. As condições das lavouras tiveram uma piora, de acordo com o boletim. No mês passado, aproximadamente 79% da área de 359 mil hectares apresentavam condições boas. Agora, baixou para 71%.
O plantio da segunda safra de milho está bastante lento. Os produtores precisam primeiro promover a colheita da soja. Mas as condições climáticas impedem que esse trabalho seja feito de forma mais intensa. As chuvas constantes e volumosas sobre o produto no campo provocaram aumento de doenças na soja e preocupação com a qualidade e produtividade do grão.
Da mesma forma que no milho, a expectativa é de uma trégua das chuvas nas próximas semanas, que possibilite aos agricultores realizar os tratos culturais e garantir melhor qualidade e volume à produção. Enquanto isso, o plantio da segunda safra de soja já alcança 65% da área estimada de 39 mil hectares.
OUTROS PRODUTOS - O boletim também relata a situação do feijão de primeira safra, cuja colheita e qualidade estão igualmente prejudicadas pelas chuvas em abundância. No caso da mandioca, é colhida durante todo o ano, mas, em janeiro, as condições climáticas não foram favoráveis. Para a batata, a estiagem prejudicou o plantio e desenvolvimento e, agora, o excesso de chuva compromete a colheita.
O documento trata, ainda, do volume de 575,5 mil toneladas de frutas comercializadas nas cinco unidades da Ceasa no Paraná em 2020. O montante financeiro em circulação alcançou R$ 1,6 bilhão. Por fim, registra-se a expectativa de que os números apontem que, em 2020, o Brasil produziu 13,7 milhões de toneladas de carne de frango, volume em torno de 4% superior a 2019. (Com AEN)
Um convênio entre o Governo do Estado e a Itaipu Binacional traz melhorias à mobilidade de uma das principais ligações do Paraná com o vizinho Mato Grosso do Sul, os dois maiores produtores agrícolas do País. Trata-se das obras de revitalização do da BR-487, mais conhecida como Estrada Boiadeira, que recebe investimentos de R$ 223,8 milhões. A maior parte do trecho de 46 quilômetros será pavimentada, reduzindo os custos logísticos de produção do campo.
Nesta sexta-feira (5), o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o diretor-geral de Itaipu, Joaquim Silva e Luna, estiveram no distrito de Santa Eliza, em Umuarama (Noroeste), para o lançamento da pedra fundamental da obra. Na solenidade, também foi formalizado o convênio autorizando o repasse dos recursos da binacional para o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), que recebeu a gestão da obra do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Reivindicação antiga da população do Noroeste paranaense, a rota será estratégica para o escoamento da produção agrícola dos dois estados e também para a concretização do projeto do Corredor Bioceânico, que integrará o oceano Atlântico ao Pacífico através de um corredor multimodal entre os portos de Paranaguá e de Antofagasta, no Chile.
“Estamos consolidando um novo ramal de desenvolvimento para o Noroeste do Paraná, ligando o Paraná ao Mato Grosso do Sul por um trecho mais curto do que é percorrido hoje pelos motoristas”, afirmou o governador. “Tudo isso se reflete nos custos logísticos da produção. Vai diminuir os gastos com combustível e a hora trabalhada do caminhoneiro. O ganho de eficiência no transporte representa uma transformação para a região”, disse.
Ratinho Junior também destacou a parceria com a Itaipu para tirar do papel projetos estratégicos para a infraestrutura paranaense. “Juntamos a capacidade financeira da Itaipu, com a experiência da nossa equipe de engenharia e também com o Ministério da Infraestrutura para fazer essas obras de transformação no Paraná”, salientou.
“É um sonho se tornando realidade, uma parceria que se torna cada vez mais forte entre a Itaipu e o Governo do Estado para melhorar a logística regional, mas com uma visão bem mais ampla. Enxerga o local, o nacional e o internacional, com este futuro projeto de ligação do Pacífico ao Atlântico”, afirmou o general Silva e Luna.
A obra na Estrada Boiadeira, ressaltou o secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, se soma a outro projeto importante do Governo do Estado no Noroeste, que é a duplicação da PR-323. “Com o aporte da Itaipu, estamos consolidando mais um projeto, parte de um grande pacote de infraestrutura em todo o Estado”, disse. “Nesta região, iniciaremos até o mês que vem mais duas frentes de serviço na PR-323. A duplicação até o Rio Ivaí e a construção do trevo do Gauchão, em Umuarama. São compromissos do nosso governo”, salientou.
OBRAS – A obra na Estrada Boiadeira foi dividida em três lotes, sendo que o recurso de R$ 223,8 milhões é para o Lote 1, que inicia na divisa com o Mato Grosso do Sul, no distrito de Porto Camargo, em Icaraíma, e segue até Umuarama. Com o asfalto implantado neste traçado, os carros e caminhões que vêm do estado vizinho conseguirão economizar até 20 quilômetros para chegar a Umuarama, já que hoje é preciso desviar dos trechos não pavimentados.
DESENVOLVIMENTO - O prefeito de Umuarama, Celso Pozzobom, lembrou que a população espera há décadas pela pavimentação da rodovia, que vai influenciar no desenvolvimento regional e reduzir o fluxo de veículos pesados que trafegam pela área urbana de Umuarama. “Centenas de caminhões transitam no perímetro urbano pela falta desta estrada, causando um transtorno para os moradores da região do Alto São Francisco”, afirmou.
“Os moradores dos distritos rurais dizem que eles ficaram fora de rota. E agora com a vinda da Boiadeira eles serão inseridos em uma rota de desenvolvimento. O setor agropecuário vai se desenvolver muito, porque uma rodovia de qualidade garante acesso e traz investidores para a região”, completou Pozzobom.
OBRAS - Estão previstas, neste lote, melhorias entre o distrito de Porto Camargo e Icaraíma, um trecho de cerca de 10 quilômetros que já é asfaltado; a construção de um contorno em Icaraíma, para desviar o fluxo de veículos pesados da cidade; e a pavimentação do traçado original da Boiadeira, de Icaraíma ao distrito Serra dos Dourados, já em Umuarama. Neste trecho, também está inclusa a construção de outro contorno, de 4,5 quilômetros, em Santa Eliza. No total, o investimento contempla 46 quilômetros de rodovias, sendo que alguns trechos já estão em obras.
A formalização do convênio deve acelerar a liberação dos recursos e dar mais velocidade aos trabalhos. Atualmente, cerca 250 trabalhadores estão à frente das obras. A previsão é que elas estejam concluídas até o início de 2022. A revitalização também vai facilitar o acesso da região à cidade de Porto Murtinho (MS), onde será construída uma nova ponte internacional entre Brasil e Paraguai, sobre o Rio Paraguai, com recursos da margem paraguaia de Itaipu.
OUTROS LOTES – Enquanto as obras correm no Lote 1, o DNIT está concluindo o chamamento da empresa que venceu a licitação do Lote 2, entre a Serra dos Dourados e Cruzeiro do Oeste. Serão 37 quilômetros de obras, passando pela localidade de Lovat e coexistindo com a PR-323.
O contrato é do modelo de RDCI, ou seja, a mesma empresa faz o projeto e executa a obra. Essa conexão alcança no Lote 3, o primeiro a sair do papel, em 2013, entre Cruzeiro do Oeste e Campo Mourão. Há expectativa de encerrar a revitalização da Boiadeira nos próximos cinco anos, com mais de 150 quilômetros no Paraná.
PARCERIA – O projeto da Estrada Boiadeira faz parte de um conjunto de obras financiadas pela margem brasileira de Itaipu e executadas pelo Governo do Estado, em um pacote que soma R$ 1,4 bilhão em investimentos.
A lista inclui a construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, entre Foz do Iguaçu e Presidente Franco; a duplicação da BR-469, a Rodovia das Cataratas, e a ampliação da pista do Aeroporto Internacional do Iguaçu, também em Foz; o Contorno de Guaíra; a duplicação do Contorno Oeste e da BR-277, em Cascavel; a revitalização da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra; a implementação de iluminação viária em trechos da BR-277, na região Oeste, e a ligação entre Ramilândia e Santa Helena.
PRESENÇAS – Participaram da solenidade o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, general Luiz Felipe Carbonell; os presidentes da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Darlan Scalco; e da Associação dos Municípios de Entre-Rios (Amerios), Marcio Juliano Marconlino; os deputados estaduais Delegado Fernando e Soldado Adriano José e prefeitos da região.(Com AEN)


























