O Paraná recebe nesta segunda dia (03) 32.760 doses de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer, produzida em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech, e 391.500 doses da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Ao todo, 424.260 imunizantes desembarcarão no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 8h30.
Os imunizantes somam-se às 14.600 unidades da Coronavac/Butantan que chegaram no sábado (01), totalizando 438.860 doses, referentes ao 16° lote enviado pelo Ministério da Saúde. Em seguida, serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão separadas para distribuição às 22 Regionais de Saúde.
Devido às suas especificidades técnicas e exigências de armazenamento - que demandam temperaturas muito baixas - as vacinas da Pfizer ficarão em Curitiba, seguindo orientação da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.
As vacinas da AstraZeneca/Fiocruz darão início à imunização das pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente, grupos preferenciais dentro dos planos nacional e estadual de vacinação. As doses da Coronavac/Butantan têm como foco profissionais da saúde, profissionais da segurança pública e salvamento (além das Forças Armadas).
PFIZER – Os imunizantes são parte do primeiro lote de 1 milhão de doses enviado pela fabricante ao Brasil na quinta-feira (29). Eles foram produzidos na fábrica da Pfizer em Puurs, na Bélgica. Nesta remessa, o Ministério da Saúde distribuiu 500 mil doses para os 26 estados mais o Distrito Federal. A outra metade, referente à segunda dose, será encaminhada nos próximos dias. O governo federal tem um acordo de compra de 100 milhões dessas vacinas.
As doses da Pfizer serão enviadas pelo Ministério da Saúde ao Paraná em caixas térmicas em temperaturas entre -25°C e -15°C. Logo que chegarem, serão transferidas para os frezeers de baixa temperatura instalados no Cemepar.
“A vacina da Pfizer requer um aporte maior de equipamentos, como freezers de alta performance, por exemplo. O Paraná tem estrutura disponível para armazenar esses imunizantes, e a nossa ideia é que sejam aplicados imediatamente”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
O Estado conta com nove freezers para armazenamento do imunizante. Sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC) e dois são de temperatura de -20ºC. (Com AEN).
O Paraná encerrou o primeiro trimestre de 2021 com 78.484 novas carteiras assinadas, quarto maior saldo de contratações do País. O resultado é o melhor do Estado para o período desde 2004, ano que dá início à série histórica segmentada do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O balanço trimestral foi alcançado pelas conquistas históricas de janeiro e fevereiro, os dois melhores meses da história do Paraná na geração de empregos. O mercado de trabalho do Estado teve saldo de 25.351 novos empregos em janeiro, 41.626 em fevereiro e 11.507 em março.
Nesse último mês do trimestre, o resultado foi o melhor desde 2014. O ano que chegou mais perto recentemente foi 2015, com 10.174. Em 2013 foram 17.448 vagas.
O Paraná teve 17 registros positivos nos três primeiros meses dos últimos 18 anos. Apenas um trimestre registrou perdas: em 2016, com déficit de 4.831 vagas. Os 78.484 empregos formais alcançados em 2021 foram 50,5% maior do que o melhor registro da série até então, em 2008, com 52.132 vagas. O Estado também registrou números expressivos em 2010 (50.818) e 2011 (48.682).
“O Estado tem conseguido dar respostas positivas na geração de empregos, mesmo diante do cenário da pandemia. Apesar dos problemas pontuais em alguns setores, que demandam recuperação mais lenta, há muita confiança dos empresários na retomada da economia no Paraná. Há um bom ambiente de negócios e estamos estimulando o mercado com diversos pacotes econômicos e investimentos públicos”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
“Há uma dedicação de todos no Paraná, seja no setor público ou privado, para criar empregos. E temos percebido que a recuperação está acontecendo na Capital e no Interior, o que mostra que os municípios têm se fortalecido”, acrescentou o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.
O estudo foi realizado pelo Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho e leva em consideração as mudanças de metodologia do Ministério da Economia e os ajustes da pasta federal. Outro destaque no primeiro trimestre levantado pelo Departamento foi a colocação de 21.914 pessoas no mercado de trabalho pelas 216 Agências do Trabalhador do Paraná, o que representa 27% dos empregos do período.
“Temos uma capacidade de atender as empregas muito grande no Estado. Trabalhamos de maneira integrada e segmentada para atender as demandas do setor empresarial e neste ano, como novidade, também estamos ofertando microcrédito para aqueles que têm perfil mais empreendedor”, acrescentou Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda. “Esse atendimento personalizado é um diferencial do Paraná”.
70% dos municípios registraram números positivos de emprego em março
Carretas do Conhecimento Online têm vagas em mais 17 municípios
1º TRIMESTRE DE 2021 – O Paraná fechou o primeiro trimestre entre os cinco estados que mais abriram vagas formais em 2021, respondendo por 9% de toda a geração de empregos com carteira assinada no País. Apenas São Paulo (253.460), Minas Gerais (108.109) e Santa Catarina (87.127) tiveram desempenho superior no recorte de 90 dias. O Brasil gerou 837.074 postos no ano, decorrente de 4.940.568 contratações e de 4.103.494 demissões.
ATIVIDADES – Os destaques setoriais no primeiro trimestre no Paraná foram indústria geral (23.917), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (16.479), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (12.160), construção (11.603), administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (6.853), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2.823), transporte, armazenagem e correio (2.489), outras atividades de serviços (913), alojamento e alimentação (112), artes, cultura, esporte e recreação (110) e serviços domésticos (6). (Com AEN).
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta dia (30) da comemoração pelo aniversário de um ano do Banco de Alimentos Comida Boa, da Ceasa Paraná. Com o objetivo de aumentar a segurança alimentar, o projeto doa mensalmente cerca de 640 toneladas de alimentos processados e congelados para 348 famílias e entidades sociais.
Apesar de estarem em bom estado para consumo, os alimentos doados por permissionários atacadistas e produtores da Ceasa não têm padrão de comercialização e, por isso, eram descartados. Com o projeto, esses produtos hortifrutigranjeiros passaram a ser selecionados, processados e congelados, para depois serem enviados a famílias necessitadas.
Participam do projeto as cinco unidades da Ceasa no Estado: além de Curitiba, as de Cascavel, Foz do Iguaçu, Maringá e Londrina. Somente em Curitiba, atualmente são 360 toneladas de alimentos processados por mês - sete vezes mais que no início da iniciativa. Entre as entidades que recebem esses produtos estão orfanatos, creches, hospitais públicos, asilos e famílias em situação de insegurança alimentar.
“O Paraná é um dos maiores produtores de alimentos por metro quadrado do mundo. Não podemos admitir gente passando fome”, disse o governador na solenidade, realizada na Ceasa Curitiba. “Esse é um projeto do qual a gente tem muito orgulho porque, além da preocupação social, ele também evita o desperdício de alimentos”.
“São 40 mulheres que fazem esse trabalho de cuidado e higienização do alimento, embalado a vácuo e congelado. Como resultado, estamos falando de 30 carretas de alimentos por mês que eram jogadas fora e hoje beneficiam centenas de famílias e de entidades”, acrescentou.
O secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, reforçou o aspecto social e de solidariedade do Banco de Alimentos. “Na nossa sociedade, tão desigual, é de chorar que a gente perca alimentos e não socorra quem precisa. Essa ação é fruto de uma visão estratégica, e nos permite higienizar e fazer um processamento industrial para guardar alimentos e entregá-los às famílias que precisam”, destacou.
A importância do trabalho para combater a fome durante a pandemia foi ressaltada pela gerente do Banco de Alimentos na unidade de Curitiba, Jaqueline Macedo. "Neste ano, contamos com uma equipe de trabalho que aumentou em sete vezes a nossa arrecadação. Ampliamos em mais de 30% a quantidade de pessoas atendidas na Capital, chegando hoje a mais de 60 mil por mês, com esse alimento que seria descartado”.
RESSOCIALIZAÇÃO – Além da nutrição e segurança alimentar para famílias vulneráveis, o Banco de Alimentos Comida Boa também promove a ressocialização de mulheres presas, que integram a equipe de processamento de alimentos. São cerca de 40 mulheres que colaboram na área da cozinha.
“Sou muito grata a esse projeto porque só a partir de agora que a nossa família acredita que a gente quer recomeçar”, destacou Vanessa do Rocio de Lima Chagas, que há oito meses trabalha na Ceasa Curitiba.
O processamento dos alimentos começa pela seleção e higienização dos alimentos que estão próprios para serem utilizados. Dependendo do vegetal, há um processo de branqueamento, que consiste em um choque térmico para preservá-los por mais tempo. Na sequência, passam à sua preparação, embalagem à vácuo, congelamento e distribuição. Entre os produtos finais estão cenoura, chuchu, abobrinha, manga, maracujá, molho de tomate, doce de goiaba, entre outros.
CEASA AMIGA – Além do primeiro aniversário do projeto, também foi comemorada a entrega de 60 toneladas de alimentos arrecadados pela unidade de Curitiba durante a campanha nacional contra a fome Ceasa Amiga, liderada pela Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen). A ação contou coma parceria do Sindicato dos Permissionários da Ceasa Curitiba (Sindaruc). Hortifrutigranjeiros e cestas básicas foram doados, ao longo de toda a semana, por permissionários, atacadistas e produtores da região.
O diretor presidente da Ceasa Paraná, Éder Bublitz, explica que essa foi a maior arrecadação já realizada pela instituição. “Já fizemos grandes campanhas, mas esse é o nosso recorde de arrecadação. Foram em torno de 60 toneladas de gêneros alimentícios, tanto em hortifrutigranjeiros, que é nosso grande volume e diferencial, como alimentos secos em geral, como arroz, feijão, farinha de trigo e café. Foi uma ação muito bonita, que vai atingir comunidades carentes de Curitiba e região metropolitana em um momento tão difícil como o que estamos passando”, disse.
As doações são destinadas a comunidades de Curitiba, Araucária e Antonina. Através da Central Única das Favelas (Cufa), serão abarcadas as comunidades da Vila Pantanal, da Caximba e a Central Cultural do Boqueirão, além da Federação das Associações de Moradores de Araucária (Feamar) e do município de Antonina. A ação contou com apoio da Defesa Civil, que disponibilizou dois caminhões para apoio na entrega dos alimentos. (Com AEN).
O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) comunica que as equipes do hospital tentaram todos os manejos para reanimação da Técnica de Enfermagem, mas não obtiveram sucesso. Eles ainda informaram que notaram o desaparecimento dela do setor em que atuava, e quando a encontraram, já estava sem vida.
A Polícia e familiares foram informados do caso, sendo assim, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
O Huop ressalta que dispõe de atendimento psicológico e psiquiátrico para todos os servidores do hospital. O atendimento nesse momento da pandemia pode ser realizado de forma on-line ou presencial. O agendamento pode ser feito diretamente no Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), através do telefone 3321-5207. (Com Assessoria H.U Cascavel).
A imunização de pessoas a partir de 60 anos prossegue no Paraná com 309,2 mil novas doses de vacinas contra o coronavírus enviadas pelo Ministério da Saúde ao Paraná na manhã desta quinta dia 29). O 15º lote é composto por 303.000 doses da Covishield, da Universidade de Oxford/Astrazeneca/Fiocruz, e 6.200 doses da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac.
As doses chegaram ao Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, por volta das 10 horas e foram encaminhadas ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Dali, os imunizantes serão distribuídos a partir das 8 horas desta sexta-feira (29) às 22 Regionais de Saúde do Estado por via terrestre (Regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã) e aérea (Regionais de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Toledo.
Os quantitativos de doses por regional serão divulgados em breve.
Toda a remessa recebida é destinada às primeiras doses de grupos prioritários cuja imunização já está em andamento. As doses da Coronavac são todas indicadas a pessoas de 60 a 64 anos. São 5.581 doses para o grupo, o equivalente a 1% do total de pessoas da faixa etária. As demais recebidas são destinadas à reserva técnica.
As vacinas da Covishield, por sua vez, são destinadas a dois grupos prioritários: além de 48% do total de idosos entre 60 e 64 anos, abarcados por 270.380 doses, mais 2.277 doses são indicadas a 6% do total de trabalhadores das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas. As doses restantes também são armazenadas como reserva técnica.
“Mesmo com indicadores melhores, nossos hospitais continuam cheios e os cuidados contra o coronavírus têm que ser mantidos”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A orientação que temos dado a todos os municípios é que sigam muito claramente o que está preconizado no Plano Nacional de Imunização, e que evitem usar a segunda dose como primeira para que não falte para quem precisa tomar o reforço”.
PFIZER – Além da Coronavac e Covishield, as vacinas fabricadas pela farmacêutica norte-americana Pfizer devem integrar o esquema de vacinação do Paraná a partir da próxima semana.
Um primeiro lote de um milhão de doses do imunizante está previsto para chegar ao Brasil nesta sexta-feira (30). O acordo de compra da fabricante com o governo federal prevê a entrega de um total de 100 milhões de vacinas ao País.
“Nesta primeira carga, possivelmente a orientação do Ministério da Saúde será de concentrar as vacinas nas capitais. O Ministério vai descentralizar metade das doses deste primeiro lote para guardá-las para a segunda dose. Nosso cálculo é receber de 4% a 5% do quantitativo distribuído. Se esse quantitativo for de 500 mil doses, devemos receber de 20 a 25 mil doses da Pfizer destinadas para uso em Curitiba”, explicou o secretário.
A vacina da Pfizer também requer duas doses para garantir a imunização completa, que devem ser aplicadas em um intervalo de 21 dias. Ao contrário das vacinas do Instituto Butantan e Fiocruz, este imunizante demanda um armazenamento a -70°C, o que faz necessário freezers específicos.
O Estado tem disponíveis sete freezers com essa capacidade, que podem armazenar as vacinas por até seis meses, e prevê a entrega de outros seis equipamentos por parte do Ministério da Saúde. Também já estão disponíveis outros dois congeladores com capacidade de -20°C, onde as doses podem ser armazenadas por até duas semanas.
60 ANOS – Segundo levantamento da secretaria estadual da Saúde, 63 municípios do Paraná já haviam começado a vacinar pessoas com 60 anos até esta quarta-feira (28), o que representa 15,7% do Estado.
Beto Preto reforça que a velocidade de vacinação depende da quantidade de doses disponibilizadas ao Estado, e que dentro de alguns dias todos os 399 municípios paranaenses estarão dentro desta faixa etária. Ele comentou que, após os idosos, o novo foco será vacinar as pessoas com comorbidades.
“O que temos como certo é que as comorbidades vão continuar seguindo as faixas etárias”, disse. “Na primeira etapa, focaremos em pessoas com 59 anos, depois passar às de 58, e assim por diante. A vacinação deve continuar seguindo essa linha etária, mas agora com as comorbidades como prioridade”. (Com AEN)





























