Sicredi tem alta de 51% na contratação de crédito rural no primeiro mês do Plano Safra 2021/2022

Reforçando sua posição como uma das instituições financeiras que mais concedem crédito ao agronegócio no Brasil, o Sicredi já registrou a contratação de mais de R$ 4,8 bilhões em crédito rural apenas no primeiro mês do Plano Safra 2021/2022. O valor é 51% maior do que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram contratados R$ 3,2 bilhões, e supera a média de alta verificada no mercado, que registrou aumento de 16% do valor contratado por produtores rurais, com um total de R$ 26,9 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Com esse desempenho, o Sicredi tem representatividade de 18% das contratações realizadas no mercado em julho. 

 

Do total registrado pela instituição financeira cooperativa em contratações, R$ 3,5 bilhões serão destinados a operações de custeio (valor 30% maior do que o verificado em julho de 2020 e que representa 22% do montante contratado no mercado para esta finalidade). Cerca de R$ 1,2 bilhão foi contratado para investimentos (180% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado e equivalente a 18% do total contratado no mercado com esse objetivo), R$ 67 milhões foram contratados para comercialização (alta de 98% em relação a julho de 2020 e equivalente a 4% do verificado no mercado) e R$ 35 milhões para industrialização (146% a mais do que em julho de 2020 e que representa 2% do contratado no mercado para este fim).

 

Com foco no atendimento aos pequenos e médios produtores, o Sicredi já observa, no primeiro mês do ciclo, crescimento de 48% nas contratações realizadas via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), com um total de R$ 1,7 bilhão (equivalente a 26% do mercado), e de 37% via Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural), totalizando aproximadamente R$ 1 bilhão contratado neste curto período (26% do mercado). Outros R$ 2,1 bilhões foram contratados por produtores rurais junto à instituição financeira cooperativa por meio de outros programas, uma alta de 61% em relação ao valor verificado em julho de 2020 e que representa 13% do registrado pelo mercado.

 

“Nosso desempenho verificado somente no primeiro mês do ano-safra 2021/2022 supera as expectativas e mostra o apetite dos produtores rurais por crédito para diversas finalidades. São resultados parciais que expressam a força do Sicredi não apenas como fornecedor dos recursos, mas também como instituição financeira próxima desse público, capaz de orientá-lo para o desenvolvimento sustentável de seu negócio e disponibilizar as soluções mais adequadas para atendê-lo”, afirma o diretor executivo de Crédito do Sicredi, Gustavo Freitas. 

 

Associados interessados em contratar crédito rural no Sicredi podem procurar a sua agência e conversar com o seu gerente de contas.

 

 

 

Programa Robótica Paraná leva aulas de programação a alunos das escolas estaduais

Mais de 2,5 mil kits de robótica serão entregues nas próximas semanas para 257 colégios da rede estadual do Paraná. A ação inovadora integra o programa Robótica Paraná, lançado nesta segunda-feira (30), no Palácio Iguaçu, pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. O investimento do Governo do Estado é de R$ 9,1 milhões. A estimativa é que nesta primeira fase do projeto 10 mil alunos sejam beneficiados.

 

A iniciativa vai destinar 10 kits para cada escola com foco no desenvolvendo de projetos tecnológicos em aulas de robótica oferecidas para estudantes do Ensino Médio, totalizando 2.577 materiais de apoio. O conteúdo engloba programação de robótica básica, automação, conceitos de IoT (internet das coisas) e domótica – área relativa à integração de mecanismos tecnológicos em uma residência.

 

“Esse programa é uma imensa janela que se abre para os estudantes do Paraná. Com as aulas de robótica, vamos preparar e aproximar os nossos jovens do futuro, deixá-los prontos para um futuro que terá a inovação como base”, afirmou o governador. “Muitas das profissões do futuro ainda nem existem. Por isso aqui no Paraná, um dos berços da tecnologia no País, apostamos nessa educação moderna e atualizada”.

 

Os kits são compostos por notebooks e um conjunto de peças com 448 componentes eletrônicos, que inclui motores, sensores, atuadores e microprocessadores arduinos, por exemplo.

 

Para facilitar o processo de aprendizagem, os alunos contarão com materiais didáticos como videoaulas e cartilhas digitais, com instruções gráficas detalhadas que elucidam o passo a passo de cada proposta de atividade. Alguns exemplos são braço robótico, irrigador automático e projeto semáforo. Todos os materiais estão disponibilizados no site do Robótica Paraná.

 

“Caminhamos, com iniciativas como essa, para uma educação de primeiro mundo no Paraná. A experiência que o nosso aluno terá aqui é a mesma de um estudante da Coreia do Sul, Japão ou Finlândia. Isso já é uma realidade, está acontecendo. Começamos com 10 mil alunos neste momento, mas a intenção é ampliar esse quantitativo muito rapidamente”, destacou o secretário de Estado da Educação e do Esporte (Seed), Renato Feder.

 

CONTEÚDO – O conteúdo de robótica será dividido em três módulos de 42 aulas, um para cada série do Ensino Médio. No primeiro, será trabalhada a robótica introdutória, além de conceitos e componentes eletrônicos. No segundo, os estudantes aprenderão sobre placas e programação mais elaboradas. O foco do terceiro será a robótica aplicada a projetos, incluindo a identificação de problemas de automação e automatização e a proposição de soluções para esses problemas.

 

“Sempre gostei dessa área e tinha muito interesse em aprender. Essa aproximação é importante demais, estou feliz porque pretendo seguir essa área”, ressaltou o estudante Guilherme Costa da Luz, de 17 anos, matriculado no Colégio Estadual Cívico Militar Yvone Pimentel, de Curitiba. “Será importante não só para mim, mas como para as gerações futuras”, completou Matheus Henrique Franco Florentino, também de 17 anos do Yvone Pimentel.

 

Os professores que desejarem também poderão utilizar o kit para desenvolver atividades dentro da sua respectiva disciplina, de forma pontual ou contínua.

 

“Os kits trazem componentes que vão permitir que os estudantes explorem toda a sua criatividade e, ao mesmo tempo, aprendam e apliquem na prática conceitos de tecnologia”, afirmou Gustavo Garbosa, diretor do Departamento de Tecnologia e Inovação (DTI) da Seed. “Aprendendo programação, o aluno também vai explorar o pensamento computacional, a lógica e a matemática.”

 

MATERIAL DIDÁTICO – Os professores passarão por treinamento com técnicos dos Núcleos Regionais da Educação (NREs) para compreender como aplicar o material didático, que foi elaborado pela equipe interna do DTI da Seed.

 

“Para criar o material, levamos em consideração a evolução do aluno na aprendizagem da eletrônica e da plataforma arduino”, disse Marcelo Gasparin, coordenador do Setor de Tecnologias Educacionais da Seed, que integrou a equipe que elaborou o material didático das aulas de robótica.

 

Ele reforçou a importância da aplicação prática do conteúdo aprendido. “Cada aula é dividida em três momentos: a contextualização, quando vemos como o tema é aplicado no mundo real; depois, a parte de montagem, programação e testes; e, no fim da aula, um momento de feedback, compartilhamento e organização do material”, destacou. (Com AEN)

 

 

 

Mais afetados pela pandemia, comércio e serviços agora lideram alta de empregos no Paraná

O melhor mês de julho na geração de empregos no Paraná desde 2010 foi liderado pelos setores de comércio e serviços, apontando para a recuperação econômica do Estado no pós-pandemia. Esses setores foram os mais afetados pela crise sanitária. Com saldo de 7.348 empregos no mês, o setor de serviços puxou o recorde, representando 50,7% do total paranaense de 14.492 empregos. Já o comércio vem em segundo lugar, com 3.401 vagas preenchidas com carteira assinada (23,46%).

 

Em ambos os setores, o Paraná é o quarto estado com maior saldo de empregos no período. À frente estão apenas São Paulo (45.195 em serviços e 23.536 em comércio), Minas Gerais (12.276 em serviços e 8.331 em comércio) e Rio de Janeiro (8.755 em serviços e 4.580 em comércio).

 

No acumulado de janeiro a julho, os serviços já apresentam saldo de 47.836 vagas. No comércio, o número soma 26.700 empregos. Os dados levam em consideração o saldo de carteiras assinadas no período com base nos números mensais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Previdência.

 

“O Paraná vive um bom momento. A alta de empregos no comércio e nos serviços comprova que estamos preparados para uma grande recuperação econômica pós-pandemia”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Mesmo com a crise que a Covid-19 projetou em termos econômicos, conseguimos ter o menor prejuízo possível perante outros estados. E retomamos o crescimento de empregos neste ano de forma muito expressiva, uma demonstração de que a nossa economia está muito forte, fruto de um governo que busca descomplicar”, disse ele.

 

Dentre os esforços de desburocratização, o governador exemplifica a abertura de empresas no Estado, que é uma das mais rápidas do Brasil, com média de 1 dia e 9 horas no mês de julho. A média nacional é de 2 dias e 20 horas.

 

JULHO - Com saldo positivo de 14.492 vagas com carteira assinada, em 2021 o Paraná teve o melhor mês de julho em empregos desde 2010. O número é 64% maior que no mesmo mês de 2020. O saldo acumulado entre janeiro e julho é de 132.328 empregos. O resultado faz do Paraná o quarto estado que mais abriu postos de trabalho em 2021 no país no primeiro semestre, atrás apenas de São Paulo (594.613), Minas Gerais (219.560) e Santa Catarina (139.410).

 

“Esse resultado é fruto do trabalho de todas as pessoas: do comércio, da indústria, do agronegócio, da construção civil, enfim, desse ambiente propício para gerar negócios que é o Paraná. Estamos atraindo diversas empresas do Brasil e de fora para investir no nosso Estado. É assim que damos dignidade e oportunidade para a nossa população”, reforçou Ratinho Junior.

 

RECUPERAÇÃO ECONÔMICA - Para o coordenador estadual de Mercado e Varejo do Sebrae/PR, Lucas Hahn, a alta nos dois setores mais afetados pela pandemia são reflexo de uma maior confiança da população, conforme a situação sanitária melhora. Segundo ele, o avanço da vacinação faz com que a população esteja mais disposta a voltar a uma rotina mais próxima do normal, o que aumenta a movimentação do comércio e a solicitação por serviços.

 

“A perspectiva é otimista. Quando a gente sai de uma crise, existe uma demanda reprimida. O consumo já aumentou no segundo trimestre e, no segundo semestre, teremos um crescimento ainda maior dessas atividades, impulsionando a retomada econômica”, explica o coordenador.

 

O especialista também analisa que o agronegócio, base econômica do Paraná, ajudou a sustentar outras áreas durante a pandemia, o que dá mais fôlego à recuperação. Isso acontece porque a alta do dólar e a exportação de commodities favoreceram a renda interna, que acaba sendo distribuída entre outros setores.

O Paraná tem uma economia diversificada. Isso facilita a sua recuperação, já que um setor auxilia o outro. Consequentemente, as perspectivas são de uma melhora já para o segundo semestre, e de números ainda maiores em 2022”, acrescenta Hahn.

 

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam o crescimento dos setores: a indústria paranaense, por exemplo, cresceu 17,9% no primeiro semestre de 2021 . Já o comércio varejista, por sua vez, cresceu 8% no período.

 

SERVIÇOS — Dentro dos serviços, a área que mais empregou no Paraná neste mês foi a de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com 4.995 empregos. A categoria abarca os setores de informação e comunicação (saldo de 757 empregos); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (208); atividades imobiliárias (76); atividades profissionais, científicas e técnicas (915); e atividades administrativas e serviços complementares (3.039).

 

Também apresentaram saldo positivo o setor de transporte, armazenagem e correio (1.190 vagas) e de alojamento e alimentação (1.546). Tiveram saldo negativo, os serviços de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-238), serviços domésticos (-1) e outros serviços (-144).

 

Parceria com agência francesa vai aprimorar tecnologia para atender trabalhadores no Paraná
MUNICÍPIOS — O cenário positivo paranaense não se concentra em poucas cidades. Ao contrário: se espalha por todo o território. Dos 399 municípios paranaenses, 367 tiveram mais admissões do que demissões entre janeiro e julho deste ano. O número representa 92% do Estado. Das outras 32 cidades, 15 encerraram até 10 vagas e 23 até 20 vagas.

 

SALDO POR SETOR — Veja o saldo na geração de empregos em julho de 2021 em todos os setores avaliados:

Serviços: 7.348

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 3.401

Indústria geral: 2.844

Construção: 834

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 65

ACUMULADO - Confira o saldo na geração de empregos em todos os setores no acumulado de janeiro a julho de 2021:

Serviços: 47.836

Indústria geral: 38.165

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 26.700

Construção: 16.145

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 4.872.

 

 

 

Paraná receberá mais 182,1 mil doses de vacinas contra a Covid-19 nesta segunda-feira

O Ministério da Saúde confirmou o envio de mais 182.100 doses de vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta segunda-feira (30). São 64.350 doses da Pfizer/BioNTech e 117.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz. A pauta de distribuição foi divulgada neste domingo (29).

 

As vacinas da Pfizer devem desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 19h10 no voo LA 4721. Já os imunizantes da AstraZeneca, chegam às 20h05 no voo AD 4078. De lá, as doses serão enviadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), para conferência e armazenamento até que sejam distribuídas.

 

O governo federal ainda não confirmou se os imunizantes serão destinados à primeira ou à segunda doses. A Secretaria de Estado da Saúde aguarda a divulgação do Informe Técnico para definir a distribuição das vacinas.

 

Até a manhã deste domingo (29), o Paraná já aplicou 10.634.474 doses, sendo 7.361.122 primeiras (D1), 317.810 doses únicas (DU) e 2.955.542 segundas doses (D2). De acordo com a estimativa do Ministério da Saúde, o Estado possui 8.720.953 pessoas acima de 18 anos. Dentre primeiras doses e doses únicas, o Paraná aplicou 7.678.932 vacinas, atingindo 88% da população adulta com, pelo menos, uma dose.

 

MAIS LOTES – Na sexta-feira (27) a secretaria estadual da Saúde iniciou a distribuição de 529.607 doses–sendo 125.820 para primeiras (D1) e 403.787 para segunda aplicação (D2). Os imunizantes eram parte da 42ª e 43ª remessas do Ministério da Saúde. Foram enviados, ainda, 26.940 medicamentos do chamado “kit de intubação” para serviços de saúde que estão atendendo pacientes com a doença. Destes, 24.830 são de compra própria da secretaria e 2.110 enviados pelo Ministério da Saúde. (Com AEN)

 

 

 

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