O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) foi selecionado pelo Ministério da Saúde para participar do projeto “Saúde em Nossas Mãos”. O objetivo é estudar medidas que auxiliem na prevenção de infecções, e assim, melhorar a segurança do paciente.
O projeto é realizado em hospitais de todo o País e no Paraná 13 instituições foram selecionadas. Cinco hospitais atuam de forma colaborativa, e em relação ao Huop, as orientações são do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre (RS).
“Todas as práticas dentro da unidade são baseadas em protocolos, e portanto, os orientadores conhecem a nossa rotina, mas vamos estudar juntos possíveis mudanças e na sequência colocá-las em prática fazendo testes em pequenas escalas”, ressalta a enfermeira líder do projeto, Kelen Cristina.
A parceria terá duração de dois anos, e no Huop, o estudo será realizado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos. “O objetivo é reduzir as infecções relacionadas à assistência à saúde, e para isso, três pontos principais serão avaliados: infecções relacionadas ao uso de cateter venoso, sondas vesicais e ventilação mecânica”, explica Kelen.
Ainda de acordo com a enfermeira, todos os profissionais da unidade se envolveram no projeto. “Várias ações podem ser feitas para reduzir as infecções e, para isso, todos os profissionais de todas as especialidades dentro de uma UTI avaliam juntos as possíveis fragilidades e mudanças que podem ser feitas. A modernização das práticas precisa ser intencional e frequente e a equipe precisa ter condições de se adaptar a isso”, comenta.
Os treinamentos são realizados in loco pela equipe de Enfermagem e Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). “É importante frisar que medidas para evitar infecção podem ajudar a reduzir o risco de mortalidade, assim como o tempo de internamento do paciente, então é essencial a troca de conhecimento entre as equipes, para que todos possam estudar juntos e garantir uma assistência segura e melhor aos pacientes”, conclui.
Por - AEN.
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) promove no dia 26 de outubro, às 14 horas, o seu quarto leilão online de sucatas de 2021, sendo o segundo destinado exclusivamente para reciclagem como material ferroso.
São 373 veículos, entre automóveis, motocicletas, caminhões e similares, em um total estimado de 348.435 toneladas de ferro. As sucatas estão divididas em quatro lotes e armazenadas em unidades do DER/PR em Cascavel, Ponta Grossa, Ibiporã e Pato Branco.
Os lances serão feitos quanto ao valor a ser pago por quilo de material, iniciando em R$ 0,59, o que resulta em um valor inicial de R$ 205.576,65 pelo conjunto de veículos. Será arrematante do lote quem oferecer o maior valor pelo quilo.
Podem participar somente empresas do ramo de siderurgia ou reciclagem, seguindo toda a legislação e demais exigências do edital do leilão, disponível no portal do DER/PR e publicado em Diário Oficial.
O arrematante será responsável pelos trabalhos de descontaminação, descaracterização, trituração, carregamento e transporte de cada sucata. Elas serão prensadas em blocos sólidos, garantindo sua destinação exclusivamente para reciclagem, sendo proibida inclusive a venda de peças.
Com o novo leilão, o DER/PR se aproxima das 2 mil sucatas leiloadas somente em 2021.
REALIZADO – Na segunda-feira (18), o DER realizou o leilão de sucatas de veículos armazenados em suas regionais e em postos do Batalhão da Polícia Rodoviária Estadual. As mais de mil sucatas (carros, motos, caminhões e ônibus) foram arrematadas por um valor total de R$ 1.339.900,00, valor cerca 644% acima do inicial, de R$ 180 mil.
Elas foram leiloadas em lotes, sendo o maior valor unitário, R$ 40 mil, destinado ao 86, de Cascavel, composto por sete automóveis e um caminhão Ford Cargo 2428. Dois lotes foram arrematados pelo menor valor do leilão, R$ 4 mil.
Em Santo Antônio da Platina foi o lote 53 com sete carros (Gol 2013, Palio 2005, Uno Mille 1998, Fiorino 2000, Santana 1986, Royala 1992, Escort 1987) e em Cianorte o lote 137, com seis motos (CG 125 2009, CG 125 2005, Kasinski 250 2011, BIZ 125 2010, CG 125 2012 e CBX 250 2007).
Neste caso as sucatas não podem ser comercializadas ou circularem em via pública, devendo ser destinadas exclusivamente para desmonte e reaproveitamento de peças e partes metálicas.
Por - AEN
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu a um grave acidente ocorrido na manhã desta quinta (21), em Campo Mourão (PR).
Segundo informações, pai, mãe e um bebê de um ano de idade ocupavam um Corsa, que seguia sentido Campo Mourão - Cascavel (PR). Em dado momento, a banda de rodagem de um dos pneus se soltou e o carro capotou. Do acidente, resultou ferimentos na mãe da criança, que foi removida via aeronave para atendimento hospitalar. Graças ao uso correto da cadeirinha, o bebê, uma menina de apenas um ano de vida, nada sofreu.
Em outro acidente, ocorrido em Marialva (PR), na noite de quarta (20), uma criança de quatro anos não usava o dispositivo e foi ejetada do carro durante a colisão contra um barranco, seguida de um capotamento. Durante o atendimento do acidente, não foi encontrada a presença da cadeirinha no carro. Tanto a mãe quanto a criança foram ejetados e socorridos em estado grave para hospitais da região. O motorista, que usava o cinto, sofreu lesões leves.
Esse dispositivo de retenção é obrigatório e imprescindível para a segurança das crianças. Seu uso correto, de acordo com o manual do instruções, deve ser observado na íntegra para não colocar em risco a vida de crianças das mais tenras idades. E não importa se o carro é novo ou antigo. Tendo cinto de segurança e este equipamento estando em condições de uso, é possível ancorar o dispositivo de retenção com segurança.
Só em 2020, nas rodovias federais paranaenses, a PRF autuou 1.586 motoristas pela falta ou uso em desacordo desse dispositivo de retenção. Em 2021, até o momento, 1.011 multas já foram registradas.
Em 2020, a PRF autuou 10.546 motoristas que não usavam o cinto e 4.792 multas de passageiro sem cinto foram registradas. Em 2021, foram efetuadas 8.375 multas de condutores sem o cinto de segurança e 3.581 para passageiros sem o dispositivo de retenção.
Por - PRF.
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) reuniu nesta semana as diretorias de Operação e Administrativa-Financeira e as cinco superintendências regionais para uma reunião de trabalho sobre o fim dos pedágios do Anel de Integração.
Os contratos da Econorte, Viapar e Ecocataratas encerram à meia noite do dia 26 de novembro, enquanto os contratos da Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia terminam no dia seguinte, à meia noite do dia 27 de novembro.
Durante a reunião foram apresentados e discutidos os procedimentos operacionais e administrativos dos últimos 30 dias dos contratos. Os detalhes sobre a transição para o primeiro dia sem cobrança de tarifas serão amplamente divulgados nas próximas semanas, para que todos os usuários das rodovias estejam preparados para as mudanças.
Com o fim das concessões, as rodovias federais que estavam delegadas ao Paraná voltam a ser administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e as rodovias estaduais permanecem sob responsabilidade do DER/PR.
Para garantir a continuidade dos serviços rotineiros de conservação do pavimento das rodovias estaduais do Anel de Integração, que antes eram atendidas pelas concessionárias de pedágio, o DER/PR publicou no dia 1º de setembro um edital licitando a contratação deste serviço, dividido em cinco lotes, de acordo com as suas regionais.
A licitação prevê a conservação do pavimento, incluindo remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento, e serviços de conservação da faixa de domínio, como controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e dispositivos de segurança viária.
“A partir de 28 de novembro acabam as concessões. Naturalmente o DNIT vai cuidar das rodovias federais e nós vamos cuidar das rodovias estaduais, nossos editais já estão prontos e vamos ter empresas para fazer a manutenção do pavimento”, afirma o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.
No dia 4 de outubro foram abertos os envelopes com as propostas de preços dos cinco lotes, e em breve deve ser publicado o resultado da análise destas propostas, já marcando a data da sessão de abertura de envelopes com documentos de habilitação.
A licitação prevê também a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidade para as partes envolvidas, para os casos em que a conservação não será mais necessária com o início das concessões, devido à supressão dos serviços. Ou seja, nesta situação o DER/PR pagará apenas pelos serviços executados na pista e no entorno até o início dos próximos contratos de concessão. Outras novidades sobre serviços nas rodovias devem ser anunciadas em breve.
TRABALHOS – Com a proximidade do final das concessões, em menos de 40 dias, o ritmo de trabalho no DER/PR se intensificou para garantir uma transição tranquila e com segurança, tanto para os usuários quanto em seus aspectos administrativos e legais.
“O encerramento das concessões é uma atividade bastante complexa, sendo encabeçada pela Diretoria de Operações, por meio de sua Coordenadoria de Concessões e Pedágios Rodoviárias, mas que envolve todas as diretorias do DER e todas as superintendências. É um momento de bastante cooperação, em que contamos com todos”, explicou o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Fernandes.
“A ideia agora é alinhar tudo isso, por isso uma reunião tão grande, com todos nossos superintendentes e com todas as pessoas que de alguma forma vão ter impacto nessa transição” afirmou o diretor administrativo-financeiro do DER/PR, Marco Aurelio Cordeiro.
Os detalhes do fim das concessões também são trabalhados junto ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, Polícia Rodoviária Federal, as próprias concessionárias de pedágio e secretarias do Governo do Estado.
AUDITORIAS – Todas as ações são embasadas por levantamentos em campo e análises realizadas por empresas contratadas para este fim, garantindo que o DER/PR consiga fiscalizar as obrigações contratuais assumidas pelas concessionárias, e solicite as devidas correções caso sejam constatadas eventuais irregularidades.
Os trabalhos de auditoria são divididos em três atividades principais: recebimento dos bens das concessionárias, tanto os que foram cedidos no início do contrato quanto os que foram adquiridos ao longo das décadas; encerramento dos contratos de concessão, incluindo análise do reequilíbrio econômico-financeiro, passivos socioambientais e eventuais condições contratuais não atingidas por ambas as partes; encerramento dos convênios de delegação, em que o governo federal delegou a administração de rodovias federais ao governo estadual para serem concessionadas.
Além de serviços de gerenciamento e apoio às atividades da Coordenadoria de Concessões e Pedágios Rodoviárias do DER/PR, foram contratadas empresas especificamente para auditoria e avaliação: das faixas de rolamento e acostamentos das rodovias concedidas; dos bens móveis e imóveis das concessionárias; das condições das obras de arte especiais (viadutos, trincheiras, pontes), obras de arte correntes (bueiros), estruturas de contenção de taludes e dispositivos de drenagem (sarjetas, valetas, drenos); e da sinalização horizontal, sinalização vertical e dispositivos de segurança.
Todos os recursos empregados nessas iniciativas são de uma verba de fiscalização prevista nos próprios contratos de concessão. As empresas de pedágio depositam um montante destinado ao órgão fiscalizador, no caso o DER/PR, para utilização em
CONCESSÕES – Em 1996 foram firmados convênios de delegação para exploração de rodovias federais entre o Governo do Paraná e o governo federal, abrindo espaço para a licitação e assinatura dos contratos de concessões no ano seguinte, divididos em 6 lotes e com prazo de execução de 24 anos. Os mesmos foram modificados ao longo dos anos, com termos aditivos assinados em 1998, 2000, 2002, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018.
Atualmente 2.505,2 quilômetros de rodovias federais e estaduais compõem o Anel de Integração, que será encerrado no final de novembro de 2021. O novo programa de concessões rodoviárias está sendo elaborado pelo governo federal, devendo ser lançado em 2022.
Por - AEN.
O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) firmou um Termo de Cooperação com a Alfândega da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu, que tem por finalidade o compartilhamento de dados da Autarquia.
Este termo concede a liberação do acesso ao cadastro de condutores e veículos do Detran, especialmente informações referentes à transferência de veículos, existência de gravames, histórico do veículo, endereço de condutores, existência de registro de habilitação e seu histórico, consulta de pontuação e informações relativas à suspensão e cassação de habilitação.
De acordo com a Receita Federal, estes dados ajudarão a qualificar ainda mais as ações de fiscalização e combate aos crimes transfronteiriços do órgão. A adesão tem vigência de 60 meses contados a partir da data da publicação no Diário Oficial do Estado do Paraná, que aconteceu nesta terça-feira (19).
Por - AEN.
Com o mote de “Construindo Saúde Financeira para um Futuro Melhor”, a data busca valorizar o papel das cooperativas no apoio à sociedade
O Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC), celebrado anualmente na terceira quinta-feira de outubro, será comemorado neste ano no dia 21. A data destaca a contribuição e as transformações positivas geradas pelo segmento na sociedade. Como a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o Sicredi também aproveita a data para disseminar conhecimento sobre o modelo de negócio cooperativo, abordando seu crescimento e atuação, que hoje compreende 25 estados e o Distrito Federal com mais de 5 milhões de associados, como exemplo do segmento.
O crescimento das cooperativas de crédito tem sido evidenciado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, na sigla em inglês). Os registros mais recentes contemplam que o segmento conta com mais de 375 milhões de associados e 86 mil cooperativas de créditos em 118 países. A taxa de penetração do segmento – que é calculada dividindo o número total de membros de cooperativas de crédito pela população em idade economicamente ativa de 15 a 64 anos – é de 12,18% no mundo, 16,47 % na América Latina e 8,13% no Brasil. Já nos Estados Unidos e Canadá, essa taxa apresenta 58,6% e 42,2% respectivamente.
No Brasil são 11,9 milhões de associados (sendo 10,2 milhões pessoas físicas e 1,7 milhão pessoas jurídicas) em 847 cooperativas, que somam cerca de 371,8 bilhões em ativos totais, segundo Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) 2020. Esses dados representam um crescimento no número de associados, com aumento total de 9,4% em relação a 2019 e um salto de 42,1% se comparado há cinco anos, em 2016.
Parte integrante do SNCC, o Sicredi conta atualmente com mais de 5 milhões de associados em 108 cooperativas de crédito. A instituição está presente em mais de 1,5 mil municípios, com mais de duas mil agências e 30 mil colaboradores. Os ativos atingiram em agosto deste ano R$ 189,1 bilhões, crescimento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2020. A carteira de crédito alcançou R$ 117,6 bilhões, alta de 43,2%, e os depósitos totalizam R$ 128,9 bilhões, aumento de 33,1%. O patrimônio líquido é de R$ 23,4 bilhões, o que representa um aumento de 21,7%.
Expansão para gerar benefício às economias locais
Em setembro, a instituição financeira cooperativa deu mais um passo significativo com seu projeto de expansão no território nacional e marcou sua chegada ao Espírito Santo com a inauguração de duas agências na cidade de Colatina, passando a estar presente em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, em mais de 200 cidades, a única com presença física. Com 141 novas agências inauguradas até o momento, a expectativa é de abertura de aproximadamente 200 até o final deste ano.
O crescimento do modelo cooperativo no Brasil traz benefícios econômicos importantes, é o que mostrou uma série de estudos realizados a pedido do Sicredi chamada “Os benefícios econômicos do Cooperativismo de Crédito”. O primeiro deles, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), analisou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). O trabalho concluiu que o cooperativismo de crédito incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local.
Além do estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), outros dois estudos, um conduzido pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da PUC-Rio, e pela equipe econômica do Sicredi reforçam a capacidade que as cooperativas têm de gerar valor e impactar munícipios menores.
O primeiro deles indica que as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB a partir de R$ 79 milhões, enquanto para os bancos públicos é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e, para um banco privado, R$ 220 milhões. Já o estudo do Sicredi avaliou a atuação dos bancos privados, públicos federais e regionais, e instituições financeiras cooperativas entre 2010 e 2018, que trouxeram evidências de que, comparada às demais, a rede de atendimento cooperativo está em locais de mais difícil bancarização, ou seja, em regiões que são mais complexas para a rede bancária tradicional conseguir operar.
Complementar ao segundo trabalho, o terceiro estudo da série, buscou quantificar e tornar comparável o esforço necessário para a atuação nas localidades. Para isso, a equipe de economistas do Sicredi desenvolveu o Índice de Presença Bancária (IPB), que reflete a probabilidade de não se ter uma agência em determinada cidade, e os Índices Municipais de Bancarização (IMB) relativo e absoluto, que conseguem, a partir do IPB, demonstrar o nível de penetração das instituições em municípios de difícil atuação, assim como mostrar a contribuição agregada da presença. Os resultados reforçaram a capacidade das cooperativas de crédito de operar em locais de mais difícil bancarização.
Por - Assessoria.







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