Major Sérgio Vieira Benício é o novo chefe da Casa Militar do Governo do Estado

O major Sérgio Vieira Benício é o novo chefe da Casa Militar do Governo do Estado. Sua nomeação foi assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na tarde desta quarta-feira (6). Integrante do quadro de oficiais policiais-militares (QOPM), o major exercia o cargo de subchefe da Casa Militar.

 

“A Casa Militar aproxima a Polícia Militar do Governo do Estado, e nos incumbe agilizar e fazer tudo que o governador tem no seu planejamento. Na nova função, cabe a mim dar todo o apoio para a execução do plano de governo”, afirmou o major Vieira.

 

Ele lembra que o órgão exerce um papel essencial na logística do Estado na pandemia. A Casa Militar disponibiliza quatro aeronaves para entregas de vacinas contra o coronavírus. As doses que chegaram ao Paraná desde janeiro de 2021 são entregues a todos os municípios em uma média de menos de 24 horas.

 

Major Vieira assume o posto antes ocupado pelo tenente-coronel Welby Pereira Sales, que deixa o cargo após mais de 33 anos de serviços dedicados à Polícia Militar e ao Estado do Paraná. Ele dará início ao processo de reserva remunerada.

 

“Agradeço a todos que contribuíram na minha jornada pela confiança depositada em meu trabalho — em especial, o apoio do governador. Estou certo de que deixo como legado uma Casa Militar com uma nova roupagem muito mais técnica, profissional e menos política. Desejo boa sorte ao meu sucessor, Major Vieira”, afirmou o tenente-coronel Welby em sua despedida.

 

"O major Vieira tem um trabalho muito comprometido em prol do Estado e vai contribuir muito com a sua experiência. É a pessoa certa para substituir o tenente-coronel Welby, que sempre teve nosso respeito e admiração pela lealdade e competência ao longo de todos esses anos dedicados à segurança pública", disse o governador Ratinho Junior.

 

CURRÍCULO – O novo chefe da Casa Militar tem formação em gestão pública pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e em Ciências Equinas pela mesma instituição. É pós-graduado em Direito Militar pela Faculdade Faveni. Possui mais de 29 anos de carreira na Polícia Militar do Paraná.

 

Sua carreira na PMPR começou em 1994, passando a aspirante a oficial da Polícia Militar em 1994. Em 1995, passou a 2º tenente; em 2002, 1º tenente, chegando a capitão em 2009. Foi promovido a major em 2018.

 

Sua formação profissional também conta com duas experiências internacionais: o curso de Restabelecimento de Manutenção da Ordem Pública, concedido pela Guarda Nacional Republicana de Portugal; e o curso de Instrutor de Equitação, ministrado pelo Exército Espanhol.

 

Pela PMPR, realizou os cursos de Aperfeiçoamento de Oficiais, de Gerenciamento de Crise, de Instrutor de Policiamento Montado e de Instrutor de Motociclista. Também concluiu os cursos de Instrutor de Choque Montado (PMDF) e de Proteção VIP (Instituto de Tática Defensiva Isis). Além da Casa Militar, major Vieira já serviu no 15º Batalhão de Polícia Militar, no Colégio Militar da PMPR, no Regimento de Polícia Montada, na Diretoria de Apoio Logístico e no Hospital Veterinário da PMPR.

 

PRESENÇAS – Compareceram ao ato de nomeação o vice-governador Darci Piana e o chefe da Casa Civil, Guto Silva. (Com AEN)

 

 

 

Paraná é o segundo maior produtor florestal do País, segundo IBGE

O Paraná foi o segundo estado que mais produziu riquezas a partir da produção florestal em 2020, com R$ 4,78 bilhões de valor agregado, alta de 34,8% em relação a 2019. Minas Gerais lidera o ranking nacional com R$ 6 bilhões.

 

Os dados constam na pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS 2020), divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O estudo avalia 44 produtos do extrativismo vegetal (erva-mate, fibras, borrachas, gomas, lenha, ceras e complexo alimentício, como pinhão e castanhas) e da silvicultura (exploração comercial de madeira) em todos os municípios do País.

 

Segundo o IBGE, o Paraná ultrapassou o Mato Grosso do Sul e é o maior produtor de madeira em tora para papel e celulose, sendo responsável por 17,2% da produção nacional. A produção cresceu 25% em 2020, alcançando 15,1 milhões de metros cúbicos, e o valor da produção subiu 66,8%, chegando a R$ 1,5 bilhão.

 

O estado também lidera a produção de madeira em tora para outras finalidades, atingindo 21,7 milhões de metros cúbicos, o que representa 39,4% do total nacional. O Paraná se destaca, ainda, na produção de lenha com origem em florestas plantadas, com quantidade estimada de 12,6 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 24,8% do total nacional.

 

Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, liderou o ranking dos municípios com R$ 568 milhões de valor de produção, com destaque para os crescimentos de madeira em tora para papel e celulose (113%), principalmente a madeira advinda do pinus, que cresceu 276%.

 

General Carneiro, Cruz Machado, Reserva, Inácio Martins, Sengés, Bituruna e Cerro Azul também aparecem entre os 20 municípios que mais faturam nessa atividade.

 

NACIONAL – Em 2020, a nível nacional, a silvicultura contribuiu com 79,8% (R$ 18,8 bilhões) do valor da produção florestal (R$ 23,6 bilhões), com crescimento de 21,3% em relação a 2019. Já a participação da extração vegetal foi de R$ 4,8 bilhões, com alta de 6,3% frente a 2019.

 

ERVA-MATE E PINHÃO – O Paraná também é a maior produtor de erva-mate do Brasil, responsável por 87,4% da produção nacional, e registou aumento de 15,2% na produção em 2020. Os 10 municípios de maior produção são do Estado, liderados por Cruz Machado, que concentra 15,5% do total nacional.

 

A produção de pinhão também se destacou entre os produtos não-madeireiros no Estado. O Paraná foi o principal produtor em 2020, respondendo por 34,6% do volume nacional, acompanhado de Minas Gerais, com 33,4% (Com AEN)

 

 

 

Saúde distribui 583,6 mil vacinas contra a Covid-19 nesta quarta-feira

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou a distribuição de mais 583.660 vacinas contra a Covid-19 nesta quarta-feira (6). Os imunizantes foram descentralizados do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para as 22 Regionais de Saúde e serão usados para aplicação de segundas doses (D2) e dose reforço (DR).

 

São 225.410 vacinas da CoronaVac/Butantan e 196.790 doses da AstraZeneca, ambas integralmente para segunda dose, e 161.460 da Pfizer/BioNTech, sendo 141.570 para D2 e 19.890 DR de trabalhadores da saúde.

 

As doses para D2 referem-se às 31ª, 33ª, 35ª, 36ª e 51ª pautas do Ministério. Dentre os imunizantes estão dez doses da CoronaVac doadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

 

A logística de distribuição dos imunizantes ocorre por meio terrestre para as regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Apucarana, Ivaiporã e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais mais distantes da Capital: Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo.

 

DESCENTRALIZAÇÃO – Este é a segunda distribuição de vacinas pela Sesa somente nesta semana. Na segunda-feira (4), a pasta já havia descentralizado 390.880 imunizantes para as Regionais, sendo 194.250 vacinas para D2, 19.960 para primeira dose (D1) e 176.670 para DR. Somando o envio desta quarta-feira (6), 974.540 imunizantes foram distribuídos em três dias.

 

NOVAS DOSES – O Ministério da Saúde já confirmou o envio de mais 124.020 vacinas da Pfizer/BioNTech ao Paraná nesta quinta-feira (7). As doses devem chegar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10, no voo LA4721. Os imunizantes fazem parte da 57ª pauta de distribuição e devem ser destinados integralmente para D2 da 37ª e 38ª pautas.

 

AVANÇO – Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná registra 13.762.509 vacinas contra a Covid-19 aplicadas, sendo 8.215.866 primeiras doses (D1) e 5.480.273 D2 e dose única (DU). Até agora, o Estado atingiu 97,93% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas, com a D1 ou DU e 62,84% deste público está completamente imunizado com a D2 ou DU. (Com AEN)

 

 

 

Paraná receberá mais 124 mil vacinas contra a Covid-19, todas para segunda dose

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (6) a 57ª pauta de distribuição, que deve contemplar o Paraná com mais 124.020 vacinas contra a Covid-19. Os imunizantes da Pfizer/BioNTech devem ser destinados integralmente para a segunda dose (D2). As vacinas devem chegar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10 desta quinta-feira (7), no voo LA 4721.

 

As doses devem completar o esquema vacinal iniciado com os lotes de 50.310 doses, enviadas aos municípios no dia 11 de agosto, e o de 73.710 doses, distribuídas em 13 de agosto. Seguindo a orientação do Ministério da Saúde, o intervalo recomendado entre as doses da Pfizer é de oito semanas.

 

Logo que chegarem ao Estado, os imunizantes serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, onde serão conferidos e armazenados até que sejam descentralizados para as 22 Regionais de Saúde.

 

Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná registra 13.762.509 vacinas contra a Covid-19 aplicadas, sendo 8.215.866 primeiras doses (D1) e 5.480.273 segundas (D2) e doses únicas (DU). Até agora, o Estado atingiu 97,93% da população adulta, estimada em 8.720.953 pessoas com a D1 ou DU. O balanço mostra que 62,84% deste público completou o esquema vacinal com a D2 ou DU. (Com AEN)

 

 

 

Cientistas das universidades estaduais do Paraná são destaque em ranking da América Latina

As universidades estaduais do Paraná possuem 231 cientistas relacionados no AD Scientific Index Ranking 2021, publicação que classifica em lista os 10 mil pesquisadores mais influentes da América Latina. O ranking analisa o desempenho científico e o valor agregado da produção individual dos profissionais, com base nas citações da plataforma Google Scholar.

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) aparece na 18ª colocação com 102 cientistas na lista, seguida pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 23ª com 82. A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) está em 57ª com 22; a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) em 79ª, com 16; a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) em 134ª, com 8 pesquisadores; e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) em 445ª, com um pesquisador citado.

 

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi a instituição paranaense mais bem colocada no ranking, com 120 pesquisadores. O Brasil é o País com maior número de cientistas da América Latina, com 7.656, e o Paraná se destaca como o terceiro maior sistema de ensino superior, atrás apenas do sistema federal e de São Paulo.

 

“Essa classificação comprova a qualidade do nosso sistema estadual de ciência, tecnologia e ensino superior. Temos pesquisadores de ponta em diferentes áreas que buscam soluções para as necessidades do Estado e do Brasil”, destaca o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

 

Para o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, o raking traduz um quadro muito próximo da realidade. “O principal mérito é o certamente dos nossos pesquisadores que, independente das dificuldades, mantêm resiliência e produzem ciência de alta qualidade. Cabe a nós gestores estaduais de ciência e tecnologia ajudá-los a transbordar este conhecimento para a comunidade na forma de criação de riqueza e bem-estar", destaca.

 

RECONHECIMENTO – Segundo vice-reitor da UEL, Décio Sabbatini Barbosa, o reconhecimento deve aos professores e pesquisadores e à abnegação de agentes universitários e alunos. “E isso é motivo de um grande orgulho para todos nós da comunidade universitária”, avaliou Sabbatini Barbosa.

 

Ele explica que o Google Scholar ou Google Acadêmico, critério utilizado no levantamento, é um buscador de informações científicas que permite que a produção científica possa ser comparada pelos demais pesquisadores de várias áreas, o que representa um filtro criterioso.

 

O professor voluntário no Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA) da UEM, Angelo Antonio Agostinho, é um dos 75 brasileiros no Top 10 mil mundial da AD.

 

“Para mim, representa um ânimo novo para continuar trabalhando, já que ainda temos muito a fazer, porque na área em que trabalho, a ecologia de áreas alagadas, especificamente sobre peixes, ainda há muito para ser investigado e muitas lacunas para serem preenchidas”, afirmou.

 

Outro destaque da UEM foi o reitor e zootecnista com doutorado em Agronomia, Júlio César Damasceno. Ele aparece entre os melhores cientistas da América Latina. “A UEM se consolida como uma universidade de pesquisa, com reconhecimento internacional. Nossa universidade tem produzido ciência, formando recursos humanos e publicando artigos em boas revistas científicas”, disse.

 

O professor do Centro de Ciências Biológicas da Uenp, Fábio Seiva, que também aparece na lista, falou sobre a valorização institucional para o desenvolvimento científico. “Esse resultado mostra o esforço não só meu, mas também da universidade em manter a ciência viva. Essa importância que a Uenp dá para a pesquisa, com todos os entraves, com todas as dificuldades que a gente tem, é essencial”, disse.

 

“Conseguirmos destacar a nossa universidade numa lista dessa é muito importante, sobretudo pelo pouco tempo, os 15 anos que temos consolidado como universidade”, acrescentou.

 

Fábio pesquisa modelos de câncer, diabetes, obesidade e suas alterações bioquímicas e moleculares, buscando o entendimento de possíveis terapias. Atualmente, desenvolve projetos de pesquisa sobre Carcinoma Hepatocelular e Melatonina; Ações de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças Crônicas e Não Transmissíveis entre Universitários; e a Melatonina e seus efeitos em Tumores Hormônio Responsivos.

 

CLASSIFICAÇÃO – O AD Scientific Index Ranking 2021 fornece tanto a pontuação dos últimos cinco anos, como as pontuações totais dos índices h (determina o número de vezes que um artigo é citado) e i10 (leva em conta estudos científicos que receberam 10 ou mais citações), além do número total dos últimos cinco anos de citações. (Com AEN)

 

 

 

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio acumulado em R$ 35 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (5) um prêmio acumulado em R$ 35 milhões. As seis dezenas do concurso 2.416 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá no primeiro mês cerca de R$ 126 mil de rendimento.

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

 

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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