Mais um navio atraca nesta quarta-feira (28) no Porto de Paranaguá para descarregar milho. São 32 mil toneladas do produto importadas da Argentina. Essa é a quarta embarcação que chega ao terminal paranaense neste ano trazendo o cereal. Desde janeiro, foram 102.719 toneladas de milho argentino desembarcados.
O Ocean Royal está programado para atracar às 17 horas e deve iniciar a operação no mesmo dia. A empresa responsável é Fortesolo, que também fez as movimentações dos navios Aurora SB, em maio (35.319 toneladas); Sirius Sky, em junho (36.870); e Interlink Nobility, no início deste mês (30.530).
Segundo o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, os operadores portuários que atuam na descarga do produto possuem equipamentos especializados, o que aumenta os índices de produtividade e atrai importadores.
“O Porto de Paranaguá está capacitado para atender as demandas de mercado, tanto na exportação quanto na importação, e nos mais diversos tipos de carga, atendendo totalmente suas funções, segundo a necessidade dos clientes”, diz Teixeira.
Os berços utilizados para a descarga do milho são destinados para os demais graneis de importação como sal, fertilizantes, trigo, malte e cevada.
MERCADO – O baixo desempenho da lavoura de milho em função das adversidades climáticas, no Paraná e demais estados produtores, aumentou a demanda de importação. O produto será destinado à produção de ração animal.
Segundo o diretor-presidente da Fortesolo, Marco Ghidini, a descarga deve levar cerca de cinco dias. Parte do produto vai direto para cooperativas e parte ficará armazenada em Paranaguá.
“A operação exige muito cuidado, pois se trata de produto alimentício. A nossa equipe tem um cuidado especial para que não haja nenhum tipo de contaminação e que o grão chegue aos clientes com total integridade”, afirma.
DEMANDA – A quebra da safra brasileira, que afetou a produção do milho safrinha, aumentou a expectativa de recorde nas importações. De acordo com o analista Edmar Gervásio, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a demanda pelo cereal se deve ao alto consumo do produto pela cadeia de suínos e aves.
“O milho que abastece essas cadeias produtivas é específico para este fim. É produzido no Paraná, Mato Grosso e Goiás. Com a quebra significativa, é preciso comprar o produto de países vizinhos como Argentina e Paraguai”, conta.
O analista explica, ainda, que apesar da expectativa de aumento nas importações, os números são pouco relevantes, se considerado o volume da produção brasileira de milho. “O País deve produzir mais de 90 milhões de toneladas, enquanto as importações não devem chegar a dois milhões de toneladas”, complementa. (Com AEN)
O Paraná ultrapassou nesta segunda-feira (26) a marca de 7,5 milhões de doses aplicadas na população e agora ocupa a quinta posição entre os estados que mais vacinaram contra a Covid-19, passando a Bahia no total de doses administradas pela primeira vez na campanha. Em números absolutos, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão na frente.
Segundo o sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos municípios, 7.539.214 vacinas foram aplicadas no Estado até agora, com 5.503.664 pessoas que receberam a primeira dose e 2.035.550 paranaenses totalmente imunizados, ao tomarem a dose de reforço ou o imunizante de dose única.
Com esses números, 66,5% da população adulta recebeu ao menos uma dose e quase um quarto dos paranaenses com mais de 18 anos já completaram o ciclo vacinal.
Levando em conta a estimativa populacional do Paraná, que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estática (IBGE) chega a 11.516.840 habitantes, metade da população já foi vacinada (50,3%) com ao menos uma dose.
“Seguimos com nosso objetivo de criar esse escudo de proteção que a vacina oferece e ampliar, a cada dia, o número de paranaenses vacinados. Quando o grupo de pessoas imunizadas aumenta, diminui a transmissão e a contaminação geral da população”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A vacinação tem sido o principal instrumento de defesa nesse momento, é isso que vai nos dar a condição de superar essa dificuldade do coronavírus”.
A campanha de imunização, porém, deve atingir neste momento apenas a população maior de 18 anos, que é de 8.714.136 pessoas. A previsão do Governo do Estado é que 80% desse público receba ao menos uma dose até o final de agosto, chegando a 100% até o fim de setembro.
PERFIL – O Paraná é o terceiro estado que mais vacinou a população geral, fora dos grupos prioritários, público que lidera as aplicações no Estado. Foram 2.311.613 de doses administradas nesse grupo, com 2.278.633 pessoas com idade entre 18 e 59 anos que receberam ao menos uma dose de imunizante. Já entre os idosos, 1.825.719 de pessoas com 60 anos ou mais foram vacinadas, sendo que 74,4% delas completaram o ciclo vacinal.
Também foram aplicadas 561.040 doses em pessoas com comorbidades, 82.668 doses em gestantes e puérperas, 64.926 em idosos institucionalizados, 51.690 em pessoas com deficiência, 26.447 na população privada de liberdade, 19.200 doses em indígenas, 8.580 em quilombolas, 3.780 em pessoas em situação de rua, 3.388 em pessoas com deficiência institucionalizas e 2.834 na população ribeirinha.
Entre as categorias profissionais incluídas entre os grupos prioritários, por estarem mais expostos ao coronavírus, foram administradas 757.408 doses em trabalhadores da saúde – 449.490 profissionais vacinados, sendo que 67,7% deles com a duas doses. Também foram aplicadas 231.412 em trabalhadores da educação básica; 88.625 em caminhoneiros, sendo que 78.705 receberam a dose única; e 34.462 nas forças de segurança e salvamento.
Foram administradas, ainda, 33.516 doses em profissionais da educação superior; 15.974 nos trabalhadores do transporte coletivo (13.697 dose única); 15.176 trabalhadores da limpeza; 13.020 em portuários; 10.425 nas Forças Armadas; 6.154 em trabalhadores industriais; 4.629 em funcionários do sistema penitenciário; 4.241 em profissionais do transporte aéreo; e 2.767 em trabalhadores do transporte ferroviário e aquaviário.
MUNICÍPIOS – Em doses absolutas, os municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (1.322.290); Londrina (386.429), Maringá (367.419), Cascavel (225.607), Ponta Grossa (197.316), Foz do Iguaçu (175.095), São José dos Pinhais (170.765), Colombo (130.224), Paranaguá (114.371); e Guarapuava (100.493).
Em relação à população geral, o Ranking da Vacinação aponta três municípios acima de 70% (Pontal do Paraná, Barra do Jacaré e Maringá) e 32 acima de 60% (com Guaraqueçaba, Santa Cecília do Pavão, Nova Santa Bárbara, Matinhos e Nova Aliança do Ivaí na liderança).
MAIS DOSES – O Paraná deve receber entre terça e quarta mais 649.420 doses de vacinas contra a Covid-19. O envio da nova remessa foi confirmado pelo Ministério da Saúde neste domingo (25). O lote inclui cerca de 130 mil doses para a primeira aplicação, o que deve garantir o avanço da campanha de imunização por idade no Estado. As demais são destinadas a grupos prioritários imunizados no primeiro semestre. (Com AEN)
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda dia (26) mais 20.001 casos e 194 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.
Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.359.778 casos e 34.314 óbitos.
Os casos confirmados divulgados nesta segunda-feira são de março (2), abril (8), maio (7) junho (23), julho (39), agosto (15), setembro (54), outubro (89), novembro (467) e dezembro (875) de 2020 e de janeiro (1.341), fevereiro (2.302), março (5.190), abril (3.033), maio (3.703), junho (1.308) e julho (1.545) deste ano.
INTERNADOS – O informe relata que 1.226 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 957 em leitos SUS (569 em UTIs e 388 em enfermarias) e 269 em leitos da rede particular (147 em UTIs e 122 em enfermarias).
Há outros 1.671 pacientes internados, 834 em leitos de UTI e 837 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 194 pacientes. São 80 mulheres e 114 homens, com idades que variam de 20 a 101 anos. Os óbitos ocorreram de 10 de março de 2020 a 26 de julho de 2021.
Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (121), Colombo (8), São José dos Pinhais (6), Maringá (4), Londrina (4), Campo Mourão (4), Toledo (3), Cascavel (3), Ubiratã (2), Santa Helena (2), Pontal do Paraná (2), Jacarezinho (2) e Campina Grande do Sul (2).
É registrada, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Terra Boa, Tamboara, Pranchita, Pinhão, Pinhalão, Peabiru, Pato Branco, Paranaguá, Palmas, Paiçandu, Nova Aurora, Nova América da Colina, Mallet, Jandaia do Sul, Jaguariaíva, Ivaiporã, Ibiporã, Guaíra, Foz do Iguaçu, Fazenda Rio Grande, Céu Azul, Corbélia, Castro, Capitão Leônidas Marques, Cambé, Cambará, Bela Vista da Caroba, Barbosa Ferraz, Arapongas, Apucarana e Almirante Tamandaré.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 6.531 casos de não residentes no Estado – 188 pessoas foram a óbito. (Fonte AEN).
O Governo do Estado está se mobilizando para atender a população durante a massa de ar polar que começa a chegar ao Paraná nesta terça dia (27). Diferentes secretarias criaram um plano de contingência, coordenado pela Defesa Civil do Paraná, para atuar na prevenção, reforçando os cuidados com a população mais vulnerável.
De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a onda seguirá o padrão do inverno paranaense, caracterizado por um clima frio e seco e temperaturas mínimas variando entre -1 °C e -5 °C. Ou seja, longe de previsões catastróficas.
O frio mais rigoroso, aponta o serviço social autônomo vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo (Sedest), será entre os dias 28 e 30 de julho, especialmente nas regiões Sudoeste, Sul, Central e Campos Gerais. Nesse período há indicativo para ocorrência de geadas fortes e generalizadas em todo o Paraná.
“O Governo do Estado está monitorando constantemente o avanço dessa onda de frio para amenizar os seus efeitos”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva. “A Defesa Civil está mobilizada e em contato frequente com o Simepar para antecipar cenários e medidas de combate à possibilidade de um frio rigoroso”.
Segundo o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib, haverá uma queda acentuada das temperaturas, com uma variação grande após a massa de ar quente que passou pelo Estado. “Teremos três dias de frio com forte intensidade e dias gelados, com previsão de mínimas negativas nas regiões de General Carneiro e Palmas”, afirmou.
A Defesa Civil do Paraná, contudo, reforça que não há necessidade de pânico. O monitoramento diário feito pelo órgão indica que as temperaturas acompanharão invernos anteriores. Na Região Metropolitana de Curitiba, Norte e Oeste, por exemplo, há previsão de valores oscilando entre 0°C e -3°C. No Litoral deve chegar a 5ºC.
“Estamos acompanhando as informações meteorológicas constantemente e os modelos indicam que será frio, mas não tão intenso como algumas previsões que circulam por aí. Não teremos -10ºC, -12ºC. Será tudo dentro do padrão de um inverno mais rigoroso no Paraná”, destacou o chefe da Comunicação Social da Defesa Civil, capitão Marcos Vidal.
PREVENÇÃO – Ainda assim, ressaltou ele, o órgão já tomou uma série de providências preventivas para amenizar o impacto da massa polar, especialmente em relação à fatia mais vulnerável da população. “Vamos usar muito o método da informação e da orientação, fazendo com que a população se antecipe ao frio. Em parceria com as prefeituras, vamos disponibilizar espaços para abrigar aqueles moradores de rua nesses dias”, disse.
De acordo com o capitão, o Corpo de Bombeiros do Paraná também está atento para evitar possíveis “mortes brancas” por uso de substâncias proibidas para aquecer ambientes. Ele alerta para causa comum de acidentes, levando muitas pessoas à morte com monóxido de carbono, como a queima de carvão vegetal, utilizado para aquecer ambientes confinados.
A queima de álcool, ou outro combustível, lembrou, ocasiona a queima do oxigênio, levando o usuário à asfixia. “Todos vamos precisar nos aquecer, mas é preciso respeitar os cuidados necessários”, afirmou Vidal. (Com AEN).
A produção mineral comercializada no Paraná (bruta e beneficiada) aumentou 10% de 2019 para 2020, passando de 51,15 milhões para 56,24 milhões de toneladas, segundo o Informe Mineral 06/2021, elaborado pela Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. O informe traz a produção e comercialização de minério bruto e beneficiado no Paraná em 2020.
O documento confirma que, apesar da pandemia, a produção mineral do Estado continuou aumentando de 2019 para 2020, reforçando a tendência de crescimento de setores econômicos que consomem bens minerais, como a construção civil e a agricultura.
Em 2019, a produção mineral foi maior que a soma da produção de milho, soja, mandioca e trigo do Estado (38,43 milhões de toneladas) e que a produção de cana-de-açúcar (41,66 milhões de toneladas).
O perfil da produção paranaense é predominantemente de minerais não metálicos, em especial dos agregados areia e brita e de rochas carbonáticas para a produção de cimento, cal e corretivo agrícola, além de argila e saibro. Portanto, esse crescimento é o reflexo da demanda dos setores da construção civil e da agricultura.
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O valor de venda da comercialização de minério bruto e beneficiado teve um crescimento de 11,9%, passando de R$ 1,10 bilhão para R$ 1,24 bilhão. O preço médio de comercialização do minério bruto registrou uma redução de 2,1% de 2019 para 2020, passando de R$ 16,4 por tonelada para R$ 16 por tonelada. Já o preço médio do minério beneficiado teve um aumento de 4,8%, passando de R$ 24,3 para R$ 25,5 por tonelada.
PRODUTOS – Os destaques na participação da produção mineral paranaense (bruta e beneficiada) comercializada em 2020 foram: as rochas britadas e cascalho (43%), rochas carbonáticas (calcário - 29% e dolomito – 6,5%), areia (15,3%), saibro (2,5%) e argilas (2,3%) que responderam por 98,6% da quantidade total comercializadas.
Em termos de valor da venda (minério bruto e beneficiado), os principais produtos responderam por 91,3% do valor de comercialização total, com as seguintes participações: rochas britadas e cascalho (47,9%), rochas carbonáticas (calcário – 25,5% e dolomito – 1,9%), areia (12,7%), saibro (1,4%) e argilas (1,9%). Destacam-se ainda na participação do valor da venda, o carvão mineral (2,8%), a fluorita (2,0%) e o talco e outras cargas minerais (1,7%).
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LICENCIAMENTO – Toda mineração regularizada é realizada em áreas autorizadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), após a obtenção da Licença Ambiental junto ao Instituto Água e Terra. Os títulos minerários concedidos no Estado com possibilidade de lavra (concessão de lavra, licenciamento, registro de extração), condicionado a obtenção do licenciamento, correspondem a 0,88% do território paranaense (2.087 títulos). Outros 2.473 títulos, correspondentes a 0,98% do território, estariam prestes a obter autorização junto a Agência Nacional de Mineração.
Nem todos os títulos minerários concedidos são explorados. Em 2020, houve mineração com recolhimento de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), em 1.064 títulos minerários, realizada por 501 empresas, presentes em 181 municípios do Paraná. Esta exploração resultou num Valor de Comercialização de R$ 1,26 bilhão e recolhimento de R$ 18,32 milhões de CFEM. Da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais arrecadada, os municípios mineradores são os maiores beneficiários e ficam com 60%. Municípios afetados pela mineração e a administração estadual ficam com 15% cada.
Dos títulos minerários explorados em 2020, a maioria foi para a mineração de areia (40,4%) e de rochas para a produção de brita e revestimento (22,3%), ambas destinadas, principalmente, para uso direto na construção civil e às indústrias de artefatos de concreto e cimento.
Na sequência houve a exploração de argila (12,4%) utilizada, principalmente, para a fabricação de cerâmica vermelha (tijolos e telhas), e a exploração de rochas carbonáticas (10,3%), em especial para a produção de cimento, cal e corretivo agrícola. Os títulos minerários explorados para estas substâncias responderam por 85,4% do total explorado em 2020.
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USOS – As rochas britadas e as areias são utilizadas diretamente na construção civil e para produção de argamassas, concretos, artefatos de concreto, cimento e fibrocimento.
O saibro é utilizado diretamente na construção civil, em especial para revestimento de estradas. As rochas carbonáticas são empregadas, principalmente, para a produção de cimento, cal e corretivo agrícola. Também são usadas em diversos segmentos industriais, para diferentes finalidades, cada qual com suas especificidades: carga mineral na fabricação de borracha, papel, plástico e tintas, além de segmentos tradicionais como produção de agregados (pedriscos, britas, rachões, granilhas) e de rochas ornamentais.
As rochas carbonatadas e seus produtos são também usados como fluxantes e fundentes (misturas de minerais não metálicos usado em siderurgia), matéria-prima para as indústrias de vidro e refratários.
As argilas são utilizadas principalmente nas indústrias de cerâmica vermelha e branca para a produção de tijolos, telhas, pisos, revestimentos, louças sanitárias e de mesa, além de diversos usos industriais. As argilas refratárias são aplicadas para produção de peças de revestimento de fornos.
TALCO E CARVÃO – O talco é uma matéria prima mineral de largo uso na indústria moderna sendo usado na elaboração de cosméticos, carga inerte na fabricação de tintas, borracha, inseticidas, fertilizantes e papel. A maior parte da produção se destina ao uso cerâmico.
O carvão mineral produzido no Estado é utilizado para a produção de eletricidade (termelétrica de Figueira) e a fluorita, principal fonte de flúor, é utilizada na indústria química e na siderurgia e metalurgia. (Com AEN)
O Paraná começa a receber nesta terça-feira (27) uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19. As 649.420 doses foram divididas pelo Ministério da Saúde em quatro remessas diferentes. A primeira, com 170.000 imunizantes da CoronaVac (Instituto Butantan/Sinovac), chega no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 12h35 (voo AD 4830).
Logo em seguida, às 12h50 (voo LA 3762), ocorre o desembarque de outras 63 mil doses da Covishield, da AstraZeneca – parte integrante do lote encaminhado ao País pelo consórcio Covax Facility. O conjunto será complementado às 20h05, com mais 298.250 imunizantes, também da AstraZeneca, essas enviadas diretamente pelo governo federal (voo AD 4078).
Por fim, as 118.170 vacinas da Comirnaty, produzida pela Pfizer/BioNTech, tem previsão de chegada para as 19h10 de quarta-feira (28), no voo LA 4721.
De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, o lote inclui cerca de 130 mil doses para a primeira aplicação, o que deve garantir o avanço da campanha de imunização por idade no Estado. As demais são destinadas a grupos prioritários imunizados no primeiro semestre, com a conclusão do ciclo vacinal.
Assim que chegarem ao Estado, os imunizantes serão recebidos e separados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para serem distribuídos rapidamente para as 22 Regionais que formam o sistema público de saúde do Paraná.
O objetivo da Sesa é aplicar pelo menos a primeira dose em 80% da população com mais de 18 anos no Paraná até o final de agosto. O restante da população adulta será imunizado até o final de setembro.
VACINÔMETRO – De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), o Paraná é o quinto estado que mais vacinou contra a Covid-19 em números absolutos. Foram administradas 7.539.214 aplicações até a manhã desta segunda-feira (26), atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Dessas, 5.503.664 são relativas à primeira dose (63,1% da população vacinável) e 2.035.550 doses únicas ou segundas doses (23,3%).
As cidades com índices mais altos de imunização são Curitiba (1.322.290), Londrina (386.429), Maringá (367.419), Cascavel (225.607) e Ponta Grossa (197.316).
Já em relação à quantidade da população, segundo levantamento da Sesa, os destaques são Pontal do Paraná (76,54%), Maringá (75,80%), Guaraqueçaba (69,17%), Barra do Jacaré (69,09%) e Santa Cecília do Pavão (68,73%) na primeira dose. Miraselva (26,15%), Pontal do Paraná (25,85%), Barra do Jacaré (25,52%), Terra Roxa (25,13%) e Pontal do Paraná (24,98%) na segunda dose e Porto Vitória (9,85%), Itaperuçu (8,82%), Siqueira Campos (8,71%), Sertanópolis (8,17%) e Manoel Ribas (7,07%) na dose única. (Com AEN)


























