O prazo para inscrições do Processo Seletivo Vestibular 2022 da UEL entrou nesta segunda-feira (27) na segunda semana. As inscrições custam R$ 140,00 e podem ser feitas no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (COPS) – ou em Inscrições/Vestibular2022 – até as 23h59min do dia 3 de novembro. As provas serão aplicadas em um único dia, 6 de março de 2022, somente em Londrina, seguindo todas as recomendações necessárias de prevenção à COVID-19.
São 2.509 vagas ofertadas em 52 cursos de graduação da universidade. Outras 616 vagas serão ofertadas por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Portanto, ao todo, são disponibilizadas em cursos de graduação 3.125 vagas.
A primeira convocação dos aprovados no Vestibular 2022 sai dia 19 de abril de 2022, ao meio-dia. As aulas do ano letivo do próximo ano estão previstas para começar em agosto.
PROVAS – Aplicado em fase única, como na última edição do concurso, o Vestibular 2022 conta com duas provas: Prova de Conhecimentos, contendo 50 questões, e Prova de Redação, constituída pela proposta de um único tema.
MANUAL – A COPS, setor da UEL responsável pelo planejamento, elaboração e aplicação dos Vestibulares, disponibilizou um Manual do Candidato. Disponível para acesso no site da Coordenadoria, ele traz todas as informações relativas ao processo de 2022. São informações úteis de orientação aos candidatos, entre elas cronograma de datas, peso de cada matéria, oferta de vagas por curso e recomendações para o estudante participar do Vestibular pelo processo excepcional, em fase única, com toda a segurança.
Confira o cronograma do Vestibular 2022:
20/9 a 3/11: Inscrição para o Vestibular 2022
24/2: Divulgação do Cartão de Inscrição
6/3: Prova do Vestibular / Fase Única
23/3: 17 horas – Publicação do gabarito definitivo da Prova de Conhecimentos
25/3: 12 horas – Divulgação dos candidatos que terão a Prova de Redação corrigida
19/4: 12 horas – Divulgação do resultado do Vestibular 2022 (1ª Convocação) (Com AEN)
O Ministério da Saúde confirmou o envio de mais 251.640 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta terça-feira (28). Serão 195.390 doses da Pfizer/BioNTech e 56.250 da AstraZeneca/Fiocruz.
Os imunizantes da Pfizer são divididos em 45.630 doses para reforço da população acima de 70 anos que tenha tomado a segunda dose entre 21 e 31 de março; 11.700 para primeira dose (D1) em adolescentes, gestantes e puérperas e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas (privados de liberdade) e 138.060 para D2 referente à 35ª pauta.
Já as vacinas da AstraZeneca são destinadas exclusivamente para D2 da 31ª pauta (de meados de julho).
As vacinas serão enviadas em dois voos. O primeiro (LA 3878), com os imunizantes da Pfizer, aterrissa no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, à 0h20. O voo AD 4193 com as vacinas da AstraZeneca deve chegar ao Estado às 10h05.
As doses serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento até que sejam distribuídas para as Regionais de Saúde.
Este é o segundo lote do Ministério da Saúde com doses exclusivas para a imunização de adolescentes. De acordo com os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 27.479 vacinas no público de 12 a 17 anos. Quanto às doses de reforço, 21.525 vacinas foram aplicadas no Estado. (Com AEN)
A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) abriu nesta segunda-feira (27) o período de inscrições para o Processo Seletivo de Vagas Remanescentes (Provare) 2021. O prazo se encerra no dia 13 de outubro.
A Unioeste está oferecendo 533 vagas em diversos cursos de graduação distribuídos nos cinco unidades: Cascavel, Toledo, Marechal Cândido Rondon, Francisco Beltrão e Foz do Iguaçu. Os cursos oferecidos são Matemática, Pedagogia, Letras, Engenharia da Pesca, Turismo, Química, Educação Física, História, entre outros.
As principais formas de ingresso são utilizar as melhores notas do Enem e do Vestibular da Unioeste nos últimos cinco anos. Aqueles que não tiveram oportunidade de participar das edições anteriores poderão produzir uma redação, possibilitando sua participação na disputa às vagas disponíveis.
Na Unioeste, vaga remanescente é aquela não ocupada após a convocação para matrícula de todos os classificados no Vestibular ou SiSU para um determinado curso. As inscrições são gratuitas.
A divulgação da classificação deve acontecer em 18 de outubro e o início do ano letivo está previsto para 3 de novembro. Mais informações podem ser obtidas no site www.unioeste.br/provare. (Com AEN)
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta sexta-feira (24) a Lei nº 20.716 que autoriza o Estado a financiar até US$ 90,56 milhões (cerca de R$ 480 milhões na cotação atual) junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos são para implantar o Programa Educação para o Futuro, que prevê uma série de ações para modernizar ainda mais a educação pública do Paraná.
Com uma contrapartida do próprio Estado, o programa tem quatro componentes principais: aprimorar a proposta pedagógica e uso de tecnologias educacionais; expandir e fortalecer a Educação Profissional; construir cinco colégios modelo e promover pelo menos 150 reformas e ampliações em unidades existentes; e melhorar a gestão da Secretaria.
A contratação da operação de crédito passou pela tramitação na Secretaria de Estado da Fazenda, análise da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e foi autorizada pela Assembleia Legislativa. Os termos da proposta seguirão regulamentação estabelecida pelas autoridades monetárias encarregadas pela política econômica e financeira da União, conforme normas propostas pelo BID. Na sequência, o projeto será encaminhado para votação no Senado Federal, que autoriza a concessão de garantia pela União, para então ser assinado efetivamente.
A previsão é de que todos os trâmites sejam concluídos até o fim do ano para que o programa seja implantado já no início de 2022 na rede estadual de ensino.
De acordo com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o programa tem o objetivo de construir uma proposta pedagógica para o Ensino Médio, elevando a frequência escolar e reduzindo o abandono. Também tem a finalidade de expandir o uso de ferramentas e tecnologias educacionais a serviço do processo de ensino-aprendizagem.
“Educação é prioridade do Estado. Queremos superar os obstáculos impostos na aprendizagem dos estudantes, e, por meio dessa iniciativa, o Paraná vai avançar nessa área”, disse. Ratinho Junior destacou, ainda, que parte do recurso será destinado para fortalecer a Educação Profissional. “Dobraremos o número de vagas ofertadas no ensino profissionalizante da rede estadual, contribuindo para a qualificação profissional desses alunos”, afirmou.
Os investimentos, segundo o secretário de Estado da Educação e do Esporte (Seed), Renato Feder, também visam a reforma e ampliação de escolas já existentes, construindo unidades escolares de referência, com foco na expansão da Educação Profissional. “Com esse aporte financeiro, passaremos por uma transformação no setor. Vamos oferecer preparação e atualização para um ensino moderno, que realmente prepare os jovens paranaenses para o futuro”, disse.
PROPOSTA PEDAGÓGICA – A Secretaria atualizará a proposta pedagógica do Ensino Médio e aperfeiçoará ferramentas tecnológicas nas salas de aulas. Para isso, há previsão de reformulação de materiais didáticos e cursos de aperfeiçoamento para professores, com foco em habilidades digitais e socioambientais.
O Estado vai adquirir e entregar para as instituições de ensino 6 mil kits de robótica, que oferecem a alunos conteúdos de automação, conceitos de IoT (internet das coisas) e domótica – área relativa à integração de mecanismos tecnológicos em uma residência -, além de 30 mil equipamentos de informática, como computadores, roteadores de WI-FI e aparelhos de reconhecimento facial para as escolas.
Essas aquisições já acontecem neste segundo semestre como contrapartida do Estado.
ENSINO PROFISSIONALIZANTE – O governo estadual pretende, nos próximos quatro anos, aumentar de 70 mil para 110 mil matrículas no ensino profissionalizante (podendo chegar a 150 mil). Dessa forma, a Secretaria da Educação planeja que um em cada três estudantes de Ensino Médio estejam matriculados na educação profissional.
Será priorizado o aumento de vagas nos cursos de Administração, Educação Agrícola, Agronegócio, Auxiliar de Enfermagem e Magistério. Além disso, o Estado criará um novo curso, o de Desenvolvimento de Sistemas, com foco em programação.
REFORMA DE ESCOLAS – O Programa Educação para o Futuro também prevê a reforma de pelo menos 150 escolas e a construção de cinco centros modelo de educação para o futuro, que oferecerão ensino integral. No contraturno, os estudantes terão reforço educacional. As cinco novas unidades educacionais vão atender ao menos 1,5 mil alunos cada. Segundo a Seed, já foram pré-definidos 14 cidades que poderão receber os centros.
MELHORIAS NA GESTÃO – Além de melhorias administrativas, o projeto visa aumentar a eficiência, observando novas propostas educativas. Os sistemas de gestão da Rede Estadual de Ensino deverão ser atualizados e integrados. A Secretaria também vai avaliar rotineiramente o impacto das ações implementadas e poderá contar com consultoria de auditoria externa. (Com AEN)
Saúde distribui 589 mil vacinas contra a Covid-19 aos municípios; lote inclui doses dos adolescentes
A Secretaria de Estado da Saúde iniciou a distribuição de 589.810 vacinas contra a Covid-19 neste sábado (25). São 490.360 imunizantes dos fabricantes AstraZeneca e Pfizer para segunda dose (D2) do público adulto e 99.450 da Pfizer para início do esquema vacinal em adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades e/ou deficiência permanente.
As vacinas fazem parte de lotes recebidos nos últimos dias nas novas pautas de distribuição do Ministério da Saúde. Este é o primeiro lote enviado pelo Ministério da Saúde carimbado para vacinação de pessoas abaixo de 18 anos.
Nesta semana o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, já haviam anunciado o início da vacinação neste público, começando pela imunização do público com comorbidades, utilizando doses remanescentes da reserva técnica.
Agora, com a confirmação do governo federal do envio de doses específicas para estes jovens, o Estado conseguirá avançar na cobertura vacinal dos adolescentes.
Da 52ª remessa são 74.450 doses de AstraZeneca para D2 da 28ª remessa; 50.310 da Pfizer para D2 da 32ª remessa e 180.180 da Pfizer para D2 da 33ª remessa.
Da 53ª remessa, estão sendo distribuídas 1.070 AstraZeneca para D2 da 30ª remessa; 129.870 Pfizer para D2 da 34ª remessa; 54.180 AstraZeneca para D2 da 30ª remessa; e as 99.450 da Pfizer para D1 de adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades e/ou deficiência permanente.
MEDICAMENTOS – A Sesa está enviando também 50.860 medicamentos elencados no chamado “kit de intubação” para atendimento de pacientes diagnosticados com a Covid-19 e que estejam internados em serviços de saúde do Estado.
Compõe este envio, 37.830 medicamentos de compra própria da Secretaria e 13.030 de doações recebidas por entidades parceiras do Governo do Estado.
LOGÍSTICA – Os imunizantes e medicamentos estão sendo enviados por via terrestre para as Regionais de Saúde de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã. (Com AEN)
Foi graças aos imigrantes do leste europeu que Mandirituba recebeu, ainda no início do século 20, suas primeiras sementes da flor amarela e branca que dá fama ao município: a camomila. Após décadas de cultivo, a cidade da Região Metropolitana de Curitiba hoje é conhecida como a capital da erva medicinal, liderando a produção no Estado.
“Se você tem camomila em casa, a chance de ela ser de Mandirituba é grande”, resume a secretária municipal de Agricultura de Mandirituba, Alessandra Clemente. O município é o maior produtor paranaense tanto em área como em produtividade. Segundo a Secretaria estadual de Agricultura e Abastecimento, foram 280 toneladas da erva foram produzidas em 2020, gerando um Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 6,64 milhões - 11,93% do total do município.
Com campos floridos aromáticos e uma cultura sólida, hoje o potencial da camomila no município também é turístico. Mas, no início, seu plantio era rudimentar: a cultura começou há cerca de cinco décadas de forma manual, com áreas pequenas e colheita manual. Aos poucos, os produtores receberam incentivos de uma empresa privada que se instalou na região, fomentando o cultivo e multiplicando os interessados. Com isso, a tecnologia aos poucos passou a aumentar a produtividade.
“No início, se faziam pequenos canteiros, tirando mudas para aproveitar melhor a produção. A gente usava uma caixa com um pente de pregos para colher as flores. Com o passar do tempo e áreas maiores, tudo foi se desenvolvendo. Veio a tração animal e, depois, o trator, que até hoje é a máquina colheitadeira”, conta o produtor José Mario Claudino. Nascido na cidade, assim como seu pai, ele herdou a cultura da família - e pretende repassá-la às próximas gerações.
Atualmente, ele planta cerca de 20 alqueires de camomila, obtendo uma produtividade de cerca de uma tonelada de camomila seca por alqueire. Toda a produção é realizada por ele, a esposa e seus quatro filhos. “A gente trabalha com produção familiar, então todos são envolvidos. É um grande prazer ter a família unida pelo trabalho”, comenta.
CULTURA DE INVERNO – Uma das características apontadas para o sucesso da produtividade na cidade é o clima frio da região, que favorece o florescimento durante o inverno. O ciclo da camomila dura cerca de cinco meses: é plantada entre abril e maio para ser colhida entre agosto e setembro. Ela se encaixa no calendário dos agricultores locais.
“Aqui se criou essa tradição para camomila. Ela se adaptou bem por ser de inverno. É uma opção de rotação de culturas, já que no verão se planta milho e soja”, explica Marcos Antônio Dalla Costa, técnico da Secretaria de Agricultura de Mandirituba e mestre em Produção Vegetal de Camomila pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Hoje, são cerca de 40 produtores espalhados por uma área de 730 hectares de plantio. Em sua maioria, eles possuem infraestrutura e expertise para beneficiá-la. “95% deles têm uma estrutura pronta: produção da semente, plantio, colheita e estrutura de classificação, secagem e armazenamento. O ciclo completo”, ressalta o especialista.
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Da colheita, são retirados dois tipos de camomila: a de primeira, com maior concentração de flores, e a mista, que inclui talos e outros pedaços da planta, comercializada pela metade do preço. Nos últimos dois anos, com a pandemia, a alta na demanda e no dólar fez o preço da erva triplicar, passando de R$ 10 para R$ 30 o quilo da camomila seca de primeira.
Produtor há 35 anos, Mario Strugala viu a vantagem financeira crescer durante a emergência sanitária. Com uma produção de 20 alqueires, ele estima uma boa safra em 2021. “Neste ano vamos produzir bem, porque o clima está favorável, com pouca chuva. E flor quer o que? Claridade e calor. A camomila deste ano tem muita qualidade, está bonita. O clima favorece a produção”, endossa.
Em sua propriedade, trabalham ele e mais cinco funcionários. Dois deles são seus futuros herdeiros - seu filho e seu sobrinho. “Se for comparar com outra cultura, a camomila dá mais lucro, compensa para quem tem a estrutura de secador”, acrescenta.
EXPANSÃO DO TURISMO – Dalla Costa aponta que o principal uso da camomila no Brasil é na área medicinal, por suas propriedades anti-inflamatórias. Em menor escala, a erva medicinal também é aproveitada na indústria de cosméticos.
No entanto, um terceiro pilar econômico que a camomila traz para Mandirituba é o turismo, atraído pela beleza dos campos. A secretária de agricultura conta que não é raro ver piqueniques e ensaios fotográficos sendo feitos nos sítios, atraindo pessoas de toda a RMC.
Para impulsionar ainda mais a fama do município, a prefeitura busca um reconhecimento que promete catapultar tanto a camomila como produto quanto o turismo local: o registro de Indicação Geográfica. Concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o selo é dado a produtos que apresentam uma qualidade única, fazendo uma distinção de seus concorrentes no mercado.
Para obter a certificação, a Secretaria de Agricultura tem realizado uma parceria junto ao Sebrae. “Além de agregar valor, ganha a confiabilidade da população por um selo que garante uma camomila diferenciada pelo solo, clima e boas práticas de produção. Estamos buscando essa indicação geográfica para levarmos o nome do município ainda mais longe”, explica Clemente.
O ciclo da camomila dura cerca de cinco meses: é plantada entre abril e maio para ser colhida entre agosto e setembro. Foto: Ari Dias/AEN
PRODUÇÃO PARANAENSE – No Paraná, em 2020, foram produzidas 970,7 toneladas de camomila, gerando um Valor Bruto de Produção de R$ 23 milhões. Apesar de produzida por 17 municípios paranaenses, é na Região Metropolitana de Curitiba que ela se concentra: a região é responsável por 97,5% de toda a erva medicinal do Paraná.
A lista é liderada por Mandirituba e seguida por São José dos Pinhais e Campo do Tenente, mas também engloba outras seis cidades da RMC: Lapa, Quitandinha, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Contenda e Araucária.
SÉRIE – A camomila de Mandirituba faz parte da série de reportagens “Paraná que alimenta o mundo”, produzida pela Agência de Notícias do Paraná (AEN). O material mostra o potencial do agronegócio paranaense, com textos publicados sempre às segundas-feiras. A previsão é que as reportagens se estendam durante todo o ano de 2021. (Com AEN)








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