A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (5) um prêmio acumulado em R$ 35 milhões. As seis dezenas do concurso 2.416 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá no primeiro mês cerca de R$ 126 mil de rendimento.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)
Em dois meses de abertura para a realização de projetos, o Programa Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR) chegou, nesta terça-feira (05), ao processo número 1000. O programa está aberto aos produtores interessados tanto na instalação de unidades solar fotovoltaica quanto de biodigestores, que transformam a biomassa em energia.
Os projetos são recebidos nos escritórios municipais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná–Iapar–Emater (IDR-Paraná). Os mil acatados no órgão estadual representam investimentos no valor de R$ 169,1 milhões. Do total, 460 projetos já estão em instituições financeiras, somando R$ 78,8 milhões.
“Nós temos possibilidade concreta de gerar muita energia no meio rural paranaense seja por placa fotovoltaica seja por biodigestor, nós temos fonte inesgotável de produção renovável e sustentável de energia no Paraná”, disse o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Por isso decidimos estimular a geração no próprio sítio e percebemos, com muita satisfação, que a resposta está sendo bem positiva”.
Para acelerar o processo de atendimento ao agricultor, o IDR-Paraná lançou editais de chamada pública para interessados em prestar serviços para energia solar e biogás em ambientes rurais. Aproximadamente 400 empresas já estão homologadas para atender produtores rurais em projetos nos dois sistemas.
Os produtores interessados precisam se dirigir à unidade municipal do IDR-Paraná mais próxima de sua propriedade. É ali que ele manifesta interesse em aderir ao programa e opta, entre os homologados, quem melhor atende seus objetivos.
Caso pretenda aproveitar os benefícios do Banco do Agricultor Paranaense, o produtor deve procurar também o agente financeiro credenciado a esse programa.
O Banco do Agricultor prevê que, em projetos contratados até 31 de dezembro de 2022, o Estado vai assumir integralmente o pagamento das taxas de juros. São passíveis do benefício valores financiados de até R$ 500 mil para energia solar fotovoltaica e de até R$ 1,5 milhão em biodigestor.
Nesse processo, a Fomento Paraná, responsável pela gestão administrativa e financeira do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), tem papel fundamental como garantidor da compensação assumida pelo Estado.
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PROGRAMA – O Governo do Paraná busca a constituição de políticas públicas que ajudem os produtores rurais de distintas cadeias produtivas na viabilidade e competitividade de seus negócios. Com o RenovaPR, o objetivo é oferecer condições para agricultores/empresas promoverem a autoprodução de energia, própria e renovável, com possibilidade de reduzir custos de produção e ampliar suas atividades.
Ao mesmo tempo, eles podem tratar dejetos animais e resíduos agrícolas e agroindustriais, promovendo a correta destinação e a adequação ambiental das suas atividades. Dessa forma, contribuem na orientação do agro paranaense em direção à sustentabilidade e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). (Com AEN)
Segue até esta quinta-feira (07/10) a Capacitação Estadual de Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, que tem por objetivo instrumentalizar profissionais de saúde e da segurança pública que prestam assistência a vítimas deste tipo de crime, além de levar conhecimento técnico sobre o assunto ao público em geral interessado no tema. O evento é online, gratuito e as vagas são limitadas.
A programação acontece das 9h às 12h, com palestras e espaços para diálogo através de um link para acompanhamento ao vivo, que será disponibilizado aos inscritos.
O curso é parte do Projeto de Educação Médica Continuada, desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a Secretaria da Segurança Pública (Sesp), por meio do Instituto Médico Legal (IML), e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM-PR).
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Diversos temas serão aprofundados por profissionais especializados nas áreas que relacionadas à violência sexual e na atenção voltada às vítimas, com o intuito de instrumentalizar os profissionais, buscando minimizar os impactos desse tipo de violência na sociedade.
“Um policial que atende uma vítima, tanto quanto um agente da saúde, precisa ter uma noção do funcionamento do protocolo de atendimento, saber coletar informações sobre a vítima e sobre o crime, se o caso ocorreu em menos de 72 horas, qual é o hospital de referência e outros tópicos vitais. O evento permite com que esses dois grupos tenham contato e conhecimento para fazer as orientações adequadas em sua região”, explicou o diretor do Instituto Médico Legal do Paraná, André Ribeiro Langowski.
De acordo com a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti, o evento tem grande relevância para a saúde e a segurança das pessoas envolvidas neste contexto. “Apesar de ainda termos muito a se fazer, já temos conseguido fortalecer os pontos de atenção, além de continuar sensibilizando e capacitando nossas equipes para que, de fato, elas possam atender as necessidades das pessoas que procuram os serviços de saúde ou segurança pública em casos de violência sexual”.
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No primeiro dia do curso, nesta terça-feira (05), logo após a abertura, foi abordado o Panorama da Atenção e Vigilância das Violências no Paraná, seguido de uma mesa redonda que discutiu a atuação dos profissionais da rede de atenção às vítimas e, também, o trabalho no primeiro contato dos agentes de segurança, a fim de acolher e encaminhá-las aos locais adequados.
Nesta quarta (06), o evento inicia com dois tópicos que sustentarão as discussões: atenção à saúde das pessoas inseridas no contexto da violência sexual e, em seguida, a atuação do IML, a exemplo da coleta de vestígios e dos exames forenses, além da assistência farmacêutica e odontológica.
No último dia (07), haverá mesa redonda sobre os aspectos legais e jurídicos pertinentes a esse tipo de crime, a comunicação de violência nos serviços de saúde (direitos e deveres), a relação com os casos de gravidez, entre outros temas.
COMO PARTICIPAR – Para registrar-se é necessário acessar AQUI e fazer a inscrição. Os participantes poderão receber um certificado, caso cumpra os pré-requisitos necessários. (Com AEN)
Chegaram ao Paraná nesta terça-feira (5) mais 344.210 doses de vacinas contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. A primeira parte, com 182.750 imunizantes da AstraZeneca/Fiocruz, desembarcou no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 10 horas. O restante do lote, composto por 161.460 doses da Pfizer/BioNTech, chegou às 13 horas.
Os imunizantes já estão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). A Secretaria estadual da Saúde enviará eles para as regionais de todo o Estado nos próximos dias.
As 182.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz são destinadas para segunda dose (D2). Das 161.460 da Pfizer/BioNTech, 141.570 são para D2 e 19.890 para dose de reforço (DR) de trabalhadores da saúde que tenham completado o esquema vacinal até 15 de abril.
O Paraná já aplicou 13.652.911 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.175.772 D1; 323.575 doses únicas; e 5.097.857 segunda doses.
Segundo balanço da Secretaria estadual da Saúde, 97,46% da população adulta já recebeu a D1 ou DU e 62,17% deste público está imunizado com as duas doses ou dose única. Além disso, o Estado também registra a aplicação de 13.623 doses adicionais (DA) e 42.943 doses de reforço. (Com AEN)
A vacinação contra a Covid-19 e os investimentos no combate à pandemia no Paraná foram os destaques na apresentação feita nesta terça-feira (5) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) à Assembleia Legislativa do Paraná. Em audiência pública realizada pela Comissão de Saúde Pública da Casa, o secretário Beto Preto enfatizou a vacinação no enfrentamento à Covid-19 no Estado.
“Sabemos que a guerra contra o vírus ainda não foi vencida, mas precisamos exaltar o esforço e o êxito do Governo do Estado nesta missão de salvar vidas. Já passamos de 97% da população adulta vacinada com pelo menos uma dose e quase 63% deste público está completamente imunizado”, disse.
Os dados de vacinação apresentados são da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a fonte, 13.652.908 doses foram aplicadas no Estado, sendo 8.174.914 primeiras doses (D1) e 5.421.428 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU), além de 13.633 doses adicionais (DA) e 43.110 doses reforço (DR).
Os números de casos, óbitos e internamentos em decorrência da doença tiveram uma diminuição significativa nos últimos meses. “Aliados ao avanço da campanha de imunização no Estado, os índices baixaram e isso só demonstra a eficácia e efetividade das vacinas”, disse o secretário, que apresentou aos deputados o Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA) do 2º Quadrimestre de 2021.
O presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. Batista, elogiou as ações no combate à pandemia e afirmou que gostaria de agradecer a todos os profissionais de saúde. "São profissionais preocupados com a saúde do Paraná e do cidadão 24 horas por dia", ressaltou.
INVESTIMENTOS – Na apresentação também foram destacados os investimentos para custeio de leitos exclusivos para atendimento aos pacientes diagnosticados com a Covid-19 no Estado. Somente entre os meses de maio a agosto deste ano, R$ 122.281.060,16 foram encaminhados para pagamentos referentes a diárias de leitos. Em toda a pandemia, o valor passa de R$ 428 milhões.
“Esses valores são do Tesouro do Estado, considerando somente a diária de leitos, sem incluir o custo do profissional, dos medicamentos e tantos outros investimentos que foram e continuam sendo necessários para possibilitar um atendimento regionalizado e de qualidade para os paranaenses”, afirmou o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Junior.
Quanto ao montante das despesas empenhadas pela pasta com Ações e Serviços de Saúde (APS), que deve ser de 12% da Receita Líquida de Impostos pelo Governo do Estado, cumprindo a exigência legal, o órgão já atingiu R$ 2.775.836.037,06 em empenhos, ou 10,99%.
“Temos que reconhecer o diferencial desta equipe durante o enfrentamento da Covid-19. É necessário eficiência para que o recurso proposto pelo Governo chegue até as pessoas, e podemos ver que a Sesa fez tudo que podia ser feito na prevenção da vida dos paranaenses”, disse o deputado Marcio Pacheco.
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ELETIVAS – A audiência também apontou os números represados de procedimentos cirúrgicos eletivos do Paraná, devido ao enfrentamento da Covid-19, e a utilização dos serviços de saúde para o combate à doença.
No 2º quadrimestre deste ano foram feitos 8.498.006 exames ambulatoriais eletivos, perfazendo o total de R$ 163.549.012,17 investidos para esta finalidade. Quanto aos procedimentos hospitalares, o Paraná registrou 9.732 neste mesmo período, somando R$ 24.723.866,04 em recursos.
Beto Preto ressaltou a reorganização do sistema público de Saúde para o pós-pandemia, incluindo os R$ 50 milhões do Tesouro do Estado que devem ser destinados exclusivamente para procedimentos eletivos, recurso já incluído no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, entregue nesta segunda-feira (4) ao Legislativo. (Com AEN)
Incentivar o desenvolvimento socioeconômico e aumentar a competitividade das empresas paranaenses, agregando tecnologia aos processos de produção de bens e serviços. Esse é o objetivo do Programa de Estímulo às Ações de Integração Universidade, Empresa, Governo e Sociedade, do Governo do Estado, lançado nesta terça-feira (5).
Idealizado pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o programa cria as Agências de Inovação para o Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni) e será implementado pelas sete universidades estaduais do Paraná.
“Sempre quisemos criar um mecanismo que pudesse descobrir a vocação de cada região do Paraná. Quando você descobre sua vocação, sua dedicação é mais intensa e você presta um serviço melhor. A ideia das agências de desenvolvimento regional é fazer esse diagnóstico, aprofundando esse potencial com novos estudos, investimentos e infraestrutura. Serão sete agências a pensar o Paraná de forma regional”, explicou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
A iniciativa aplicará, inicialmente, recursos financeiros da ordem de R$ 10 milhões, provenientes do Fundo Paraná e da Secretaria de Estado da Fazenda. Esse montante será operacionalizado pela Fundação Araucária a partir de três editais de chamamento. A gestão dos recursos será realizada pelas Fundações de Apoio das instituições de ensino superior.
Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o intuito do programa é contribuir para a prospecção de negócios e impulsionar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores, gerando trabalho, emprego e renda na cidade e no campo. Para ele, essa ação deve ser protagonizada pelas universidades.
“O Paraná tem diferentes realidades, e em cada região é preciso fazer uma atuação focada em seu desenvolvimento. E a maior agência de desenvolvimento regional que temos são as universidades. Nenhuma outra estrutura que se crie vai equivaler em termos de potencial ao que elas representam”, afirmou Bona.
INICIATIVAS LOCAIS E REGIONAIS – A ação consiste em apoiar iniciativas locais e regionais, com foco na realização de projetos de educação e qualificação profissional; ciência, tecnologia e inovação; infraestrutura econômica e urbana; e desenvolvimento social, artístico e cultural, fortalecendo os mecanismos de gestão, infraestrutura e serviços tecnológicos das instituições estaduais de ensino superior.
A Ageuni contará com um Comitê de Gestão, que será responsável por escolher os projetos a serem viabilizados. Além das universidades estaduais, esses grupos terão a participação de empresas, entidades do setor produtivo e municípios (prefeituras e associações municipais).
“Concebemos um sistema de governança com participação de diferentes atores para que se identifiquem as demandas e vocações regionais, se elaborem projetos coletivamente e para que as universidades atuem na execução desses projetos. Assim, elas atendem o que cada região escolher como prioritário, contribuindo para o seu desenvolvimento”, reforçou Bona.
Segundo Ramiro Wahrhaftig, presidente da Fundação Araucária, a principal intenção das agências é atender demandas da sociedade. “Temos nas instituições de ensino superior ativos extraordinários: boa parte da inteligência do Estado está no corpo de professores, pesquisadores e alunos. Com a participação deles, do setor produtivo e dos municípios, vamos atender essas demandas com recursos financeiros que permitam a execução de programas e projetos que forem solicitados”, ressaltou.
Na prática, o programa será instrumento de articulação de ações conjuntas, visando ao alinhamento entre políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação e políticas de desenvolvimento regional. O programa tem amparo no novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Paraná, composto pela Lei de Inovação (Lei nº 20.541/2021) e a Lei de Fundações de Apoio (Lei nº 20.537/2021).
EIXOS – As atividades da Ageuni contemplam quatro eixos temáticos: parceria entre universidade e empresa; inovação e apoio para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas (MPEs), cooperativas, associações e empreendimentos solidários; universidade empreendedora; e universidade e desenvolvimento regional sustentável.
O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto, explicou que a iniciativa reforça a própria função das instituições de ensino, fomentando a pesquisa focada na comunidade.
“As universidades estaduais nasceram regionalmente a partir de demandas da comunidade para que houvesse ensino, pesquisa e extensão de qualidade nas nossas cidades. Essas agências apenas consagram aquilo que as universidades vêm fazendo, potencializando nossa capacidade de resolver os problemas regionais”, pontuou.
GOVERNANÇA – A governança da Ageuni será exercida por um Comitê de Gestão, composto pela Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes e as próprias instituições de ensino superior.
O comitê terá, ainda, a participação da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep); Federação da Agricultura do Paraná (Faep); Federação do Comércio do Paraná (Fecomercio); Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae/PR); Associação de Municípios do Paraná (AMP); e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).
Esse Comitê de Gestão será sediado na Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com o apoio das sete universidades estaduais para a administração e o pleno funcionamento do programa. Para tanto, serão estabelecidos, em conjunto, a articulação e a interação entre os órgãos governamentais, o setor produtivo, as cooperativas e as associações de trabalhadores, para atendimento dos objetivos propostos.
Cada unidade da Ageuni será presidida pelos respectivos coordenadores institucionais das agências de inovação ou dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) das universidades estaduais.
DOCUMENTÁRIO – Durante o evento foi exibido um trecho do webdocumentário Chamada Zero Nove, que retrata as principais ações do Governo do Estado no enfrentamento à Covid-19. O material foi produzido pela UEPG no âmbito da Chamada Pública 09/2020 – Programa de Apoio Institucional para Ações Extensionistas de Prevenção, Cuidados e Combate à Pandemia do Novo Coronavírus.
“Quando surgiu a pandemia e as universidades entraram com ações extensionistas no Estado todo, entendemos que precisávamos registrar isso através de um documentário que tivesse um caráter humano e artístico. Foi assim que surgiu o Chamada Zero Nove, que acompanhou ações das universidades em todo o Paraná”, pontuou Sanches Neto.
Essa Chamada Pública contemplou projetos desenvolvidos na área da saúde, pelas sete Universidades Estaduais e a Universidade Federal do Paraná (UFPR). A iniciativa foi coordenada pela Seti, com apoio da Fundação Araucária, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Itaipu Binacional. (Com AEN)








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