Saúde abastece regionais com 380 mil unidades de Tamiflu e 315 mil vacinas contra a Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) descentralizou nesta quarta-feira (5) 246.900 unidades do antiviral para o tratamento da síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave, o fosfato de oseltamivir (Tamiflu), para as Regionais de Saúde, fechando um pacote de 380 mil cápsulas do medicamento. Ontem já haviam sido distribuídas 133.100 unidades para a 10ª RS, 20ª RS, 17ª RS e 16ª RS.

“Já solicitamos mais remédios ao Ministério da Saúde, mas medidas não farmacológicas também devem ser respeitadas, pois não valem só para a Covid-19, valem também para a Influenza. Uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel são algumas delas. E em casos de contaminação, o principal é que as pessoas busquem o atendimento nas Unidades de Saúde espalhadas por todo o Estado”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Segundo ele, a prescrição deste medicamento deve ser baseada em julgamento clínico e ser feita preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início da doença, lembrando também da importância de outros cuidados.

A Sesa também mandou, via terrestre, 315.234 vacinas contra a Covid-19. Os imunizantes são referentes à 75ª remessa do Ministério da Saúde, destinada à dose de reforço (DR) e primeira e segunda doses (D1 e D2) da população a partir de 12 anos.

Do total, 315.054 são vacinas da Pfizer/BioNTech, sendo 59.436 D1 e 49.836 D2 da população em geral acima de 12 anos, além de 205.782 doses de reforço.

Outras 150 vacinas Coronavac/Butantan e 30 AstraZeneca foram distribuídas por solicitação dos municípios para completude vacinal com D2 de pessoas de 18 a 59 anos.

“Esta é a primeira distribuição de vacinas em 2022. São doses que contemplam a população em geral, incluindo os adolescentes. Muitas pessoas estão em férias, com os filhos em casa, e podem aproveitar para colocar as vacinas em dia. Completar o esquema vacinal e tomar a dose de reforço ajuda a blindar a transmissão do vírus no Paraná”, disse Beto Preto.

 

 

 

 

 

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Mais de 50 mil famílias já utilizam o Cartão Comida Boa no Paraná

O Governo do Paraná já distribuiu 50.101 cartões do programa Comida Boa aos 399 municípios do Estado. A iniciativa auxilia a população mais vulnerável com um crédito de R$ 80 para ser utilizado em estabelecimentos conveniados para a compra de artigos de necessidade imediata.

No total, o programa deve atingir, em todo o Estado, cerca de 90 mil famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que não são atendidas pelo programa de transferência de renda do governo federal (Auxílio Brasil). O principal objetivo é contribuir para a erradicação da pobreza, garantia da segurança alimentar e a redução da desigualdade social no Estado.

Segundo o balanço parcial da distribuição, iniciada em dezembro, as regionais de Curitiba (11.969), Londrina (9.999), Ponta Grossa (2.909) e Maringá (2.892) foram as que distribuíram mais cartões até o momento. Elas compreendem as áreas mais populosas do Estado. Alguns municípios já entregaram tudo o que receberam, com 100% de atendimento.

O investimento até o momento foi de R$ 3,4 milhões, valor que representa o montante que as famílias utilizaram.

“O Cartão Comida Boa é um projeto social que vai atender milhares de famílias humildes no Paraná, dando segurança alimentar. E agora é um programa permanente. Cada família recebe um cartão com um crédito para ir ao supermercado, na mercearia mais próxima da sua casa, e pode fazer uma compra de mantimentos básicos – arroz, feijão, farinha, óleo”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

“Muitas pessoas ficaram em dificuldade para comprar artigos de necessidade imediata em casa com a pandemia. O Cartão Comida Boa chega para garantir a sobrevivência dessas famílias”, completou o secretário de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost. A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, responsável pelo programa, disponibiliza um site para esclarecimento de dúvidas (https://www.justica.pr.gov.br/ComidaBoa).

ENTREGA – Para que o benefício chegue o mais rápido possível nas mãos das famílias, cada município promove uma força-tarefa para entregar os cartões a seus titulares. Os beneficiários têm 90 dias para retirar o cartão. Após esse período, ele é bloqueado.

A orientação da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho é fazer a entrega através dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras). No entanto, cada município tem autonomia para definir os locais. Em caso de dúvidas, o beneficiário deve entrar em contato com a área de assistência social do município.

O programa prevê que, a cada 90 dias, seja gerada uma nova lista de beneficiários, verificando se as famílias continuam atendendo aos critérios de habilitação. Aqueles que não estiverem mais enquadrados no programa terão o cartão cancelado.

MERCADOS – Estabelecimentos comerciais de todos os municípios do Paraná podem fazer o credenciamento para venda de produtos aos beneficiários do Cartão Comida Boa. O cadastro pode ser feito diretamente no site da empresa Greencard (AQUI), que venceu a licitação para administrar o cartão do programa, pelo WhatsApp (51) 99796-5759, o telefone (51) 3226-8999 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Até agora, quase 4,9 mil estabelecimentos, nos 399 municípios, já estão cadastrados. A ideia é ampliar ainda mais a abrangência do programa, tanto para incentivar a economia local como para facilitar as compras dos usuários, que podem frequentar o comércio próximo à sua casa. Podem participar estabelecimentos de qualquer porte, como pequenos comércios locais, mercearias e mercados.

 

 

 

 

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Novo edital da Cultura vai premiar relatos de experiências durante a pandemia

A Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e a Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (Secc), por meio da Superintendência-Geral da Cultura, abrem as inscrições para o Edital Memorial de Vivências com recursos da Lei Aldir Blanc.

Ao todo, 1.065 artistas de dez segmentos culturais serão contemplados com um prêmio individual de R$ 5 mil, totalizando um investimento de R$ 5.325.000,00.

A iniciativa tem como objetivo eternizar as expressões, nas diferentes linguagens artísticas e culturais, das vivências, saberes e fazeres durante o período pandêmico por meio de um museu virtual. O edital é voltado para trabalhadores e trabalhadoras da cultura pessoa física, residentes no Paraná. As inscrições prosseguem até 17 de fevereiro pelo sistema Sic.Cultura. Os interessados devem enviar um vídeo-depoimento, entre 15 e 30 minutos, no ato da inscrição.

No intuito de descentralizar os recursos, as vagas foram divididas em 70% para o interior do Estado e 30% para a Capital. São contempladas as seguintes áreas: artes visuais, audiovisual, cultura tradicional, diversidade cultural, dança, ópera ou circo, música e técnicos. Para participar, é necessário comprovar a atuação de, no mínimo, dois anos na área.

Segundo Luciana Casagrande Pereira, superintendente-geral de Cultura do Paraná, é importante que as políticas públicas viabilizem a cultura do futuro, mas é imprescindível que se valorize também a memória cultural. “O Memorial de Vivências foi pensado com esse intuito: permitir que os trabalhadores e trabalhadoras da Cultura do Estado contem suas histórias com as artes e o fazer cultural para que se registre esse momento particular que vivemos”.

Todas as etapas e outras informações estão descritas no edital, disponível nos sites da Unespar e da Cultura Paraná .Os interessados também podem solicitar mais informações pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

O proponente que não tem cadastro como agente cultural no sistema Sic.Cultura, deverá fazê-lo antes da inscrição acessando esse LINK.

 

 

 

 

 

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Renovação de equipamentos tecnológicos garante maior agilidade aos serviços de Saúde

Buscando modernizar e melhorar o atendimento prestado pelas equipes dos vários setores da Secretaria da Saúde, o Governo do Estado investiu em 2021 quase R$ 4 milhões em tecnologia para a pasta.

Foram adquiridos novos computadores e notebooks para utilização direta dos servidores, e contemplam as Regionais de Saúde, hospitais, áreas administrativas e de pesquisa, entre outras.

São 1,4 mil máquinas padrão desktop e 150 notebooks, e muitos deles já estão fazendo a diferença em vários locais. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, ressaltou a importância das novas aquisições e disse que que a reestruturação tecnológica é uma prerrogativa do Governo do Estado.

“Por orientação do governador Ratinho Junior, a oferta de ferramentas modernas e avançadas representa um avanço na saúde pública, pois impacta diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, afirmou.

O Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos (CPPI), que atua na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos de interesse para a Saúde, por exemplo, há mais de sete anos não fazia uma atualização em suas máquinas. Em dezembro de 2021, 40 desses computadores chegaram ao CPPI, o que e foi motivo de comemoração para o diretor Rubens Gusso. “Hoje é um dia histórico para o Centro. Os novos computadores solucionarão um déficit de muitos anos da unidade. Precisamos de tecnologia moderna para avançarmos em nossos projetos”, enfatizou.

As farmácias especiais receberam 102 computadores para dar mais agilidade ao serviço. Já às 22 Regionais foram entregues 361 equipamentos, que variam de 10 a 20 máquinas para cada uma, dependendo da quantidade de municípios que abrangem.

Ao Complexo Hospitalar do Trabalhador, Hospital Adauto Botelho, Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná, Hospital Luiz Borba Carneiro, Hospital Dr. Anísio Figueiredo Zona Norte, Hospital Dr. Eulalino Ignácio de Andrade Zona Sul, unidades de transplantes de Curitiba, Cascavel, Londrina e Maringá e Hemepar, entre outros centros, foram destinados cerca de 34% de todo o investimento.

“Fizemos obras e reformas em vários locais durante o ano e, juntamente, renovamos os equipamentos. Havia essa necessidade e conseguimos de alguma forma suprir as demandas. Acompanhar os avanços tecnológico é importante para nossa pasta”, disse o secretário.

ENTREGAS – No início de dezembro, a 10ª Regional de Saúde recebeu 15 computadores e três notebooks. Os equipamentos foram destinados para áreas especializadas e os notebooks estão à disposição dos técnicos de todos os setores.

A Escola de Saúde Pública do Paraná e os Hospitais Zona Norte e Sul de Londrina, geridos pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Estado do Paraná (Funeas), receberam, também em dezembro, 69 equipamentos para suas unidades.

Além dos computadores, mais 13 mil tablets serão disponibilizados para melhorias no avanço dos trabalhos desenvolvidos pelos agentes de saúde. O investimento para os novos equipamentos é de R$ 13 milhões. Com o tablet em mãos haverá mais agilidade nos registros das informações e no tempo de envio, e diminuirá a quantidade de material impresso. Eles serão utilizados durante as visitas domiciliares, com o intuito de aperfeiçoar os dados coletados.

“Os agentes comunitários de Saúde (ACS) e Endemias têm acesso direto com a população em suas ações, sendo assim o uso desse novo material vai auxiliar no levantamento de dados e registro de informações mais de forma mais eficaz. É uma importante ferramenta de trabalho e vai agregar muito às nossas ações”, disse Beto Preto.

 

 

 

 

 

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Paraná reforça equipamentos para respostas a acidentes com produtos perigosos

Uma das principais preocupações do Governo do Estado é a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento com sustentabilidade, seguindo os parâmetros internacionais e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

De 2019 para cá, o governo estadual reforçou ações e programas para garantir uma maior proteção aos recursos naturais.

É o caso do convênio com o Ministério do Meio Ambiente, que resultou no envio de diversos materiais e equipamentos para auxiliar nas ações de resposta a acidentes com produtos perigosos, aqueles que podem causar muito mais danos e poluição ao meio ambiente. Os equipamentos foram destinados à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) e repassados à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.

O investimento é de R$ 2,4 milhões, sendo R$ 482,7 mil de contrapartida da Sedest. Foram entregues roupa de proteção nível C; barreiras de absorção; máscaras faciais; caixas de mantas de absorção; filtros PV (polivalente); rolo de silvertape 50 M; massa (pó) de vedação; pacotes de turfa; conjunto de batoque e cunhas; fita de isolamento com 200 metros e luvas PVC, entre outros.

“São materiais de primeira resposta que devem ser utilizados para evitar vazamentos e garantir que a contenção dos fluidos seja rápida e eficiente”, disse o coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Fernando Raimundo Schunig. Os equipamentos foram distribuídos às Coordenadorias Regionais de Proteção e Defesa Civil, que funcionam nos Grupamentos de Bombeiros de todo o Estado.

MAIS AÇÕES – Além da aquisição de equipamentos, houve outras ações para garantir a proteção do meio ambiente, como o treinamento de 37 bombeiros das diversas regiões do Paraná, com participação no Curso Internacional de Resposta a Emergências com Produtos Perigosos - HAZMAT em Nível Operações e no Curso Avançado e Estabilização de Emergências Químicas Rodoviárias - Nível 2. São capacitações de excelência que serão utilizadas pelos profissionais do Corpo de Bombeiros para garantir a ação rápida e efetiva nestas ocorrências.

O treinamento foi fruto de uma integração entre o Corpo de Bombeiros e o Instituto Água e Terra (IAT), compartilhando recursos voltados à capacitação e estruturação da área de atendimento a emergências com produtos perigosos.

P2R2 – O Paraná possui uma Comissão Estadual de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências com Produtos Químicos Perigosos. O grupo, com 26 entidades estaduais e federais, incluindo o IAT e a Defesa Civil Estadual, se reúne regularmente para discutir estratégias voltadas ao gerenciamento dos riscos em situações variadas, que abrangem tanto a questão de fiscalização, quanto de planos de contingência.

São cinco linhas de atuação no Estado: ferroviário, rodoviário, aquaviário, insumos agrícolas e empresas. Segundo o diretor-presidente do IAT, Everton Souza, o atendimento rápido a acidentes envolvendo produtos químicos perigosos é essencial para evitar danos ao meio ambiente e à população.

“O objetivo é evitar maiores danos, principalmente para os rios e à vegetação, além de conter esses vazamentos para que não afetem as pessoas que estão no entorno desses locais. A primeira medida é construir barreiras para que o produto não contamine o lençol freático e os recursos hídricos, diminuindo os impactos ambientais”, destacou.

CONTINUIDADE – Dentro do mesmo convênio com o Ministério do Meio Ambiente estão previstos projetos de bacia de contenção, que estão em elaboração pela empresa de Engenharia Engemass em cinco municípios paranaenses. Também há previsão de compra de itens de laboratório que serão destinados ao IAT, para potencializar a análise dos resíduos realizada pelo órgão.

LICENCIAMENTO – Os empreendimentos e empresas cuja atividade possa resultar em acidentes com impacto para a população do seu entorno e que mantiverem em suas instalações substâncias tóxicas, inflamáveis e explosivas, em quantidade acima da permitida por lei, devem apresentar ao Instituto Água e Terra (IAT) um relatório de comprovação de auditoria específica de todos os itens que compõem o Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).

Estabelecido pela Portaria IAP nº 159/2015, o programa contém critérios específicos para o licenciamento de atividades consideradas de risco. Os empreendimentos que não se sentem obrigados a apresentar o PGR devem entregar comprovação com análises de vulnerabilidade e consequências, indicando que acidentes em suas instalações não podem impactar a população do entorno.

O não atendimento, a omissão ou a apresentação de informações total ou parcialmente falsas, podem resultar em penalidades estabelecidas pelos órgãos ambientais federais.

 

 

 

 

 

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