A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (9) mais 3.122 casos confirmados e duas mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.622.372 casos confirmados e 40.689 mortos pela doença.
Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (2.972) de 2022, dezembro (26), novembro (13), outubro (6), setembro (6), agosto (9), julho (2), junho (7), maio (1), abril (3), março (1), fevereiro (1) e janeiro (19) de 2021 e dezembro (21), novembro (18), outubro (7), setembro (3), agosto (3) e julho (4) de 2020.
Os óbitos divulgados nesta data são de janeiro (2) de 2022.
MONITORAMENTO – A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários divulgados pela pasta. Neste momento, o aumento está diretamente ligado com a maior circulação de pessoas em todo o Estado, devido às festividades de fim de ano.
Além disso, deve-se considerar um atraso no envio de amostras para os laboratórios credenciados do Estado como o Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR) e Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) na última semana, também relacionado com os recessos e feriados.
A secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.
INTERNADOS – 54 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (18 em UTI e 36 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 588 pacientes internados, 206 em leitos de UTI e 382 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A Sesa informa a morte de mais dois pacientes: uma mulher de 72 que residia em Colorado e um homem de 64, morador de Santo Antônio do Sudoeste. Os óbitos ocorreram no dia 8 de janeiro de 2022.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 7.180 casos de residentes de fora do Estado, 224 pessoas foram a óbito.
Por - AEN
O novo sistema de transferências e pagamentos que ganhou amplo uso entre os brasileiros agora serve também para quitar as contas de luz da Copel.
A empresa iniciou a implantação do QR Code nas faturas de energia, para pagamento via PIX, tanto na versão impressa quanto na digital. A operação é prática e acontece em poucos minutos.
Lançado há pouco mais de um ano, o sistema PIX já conta com 117 milhões de usuários e 381 milhões de chaves cadastradas em todo o Brasil, de acordo com o Banco Central. Um estudo realizado pela associação Zetta alguns meses após o lançamento já apontava que 81% dos optantes do sistema declaravam usá-lo para a finalidade de pagamento, índice próximo do alcançado pelo cartão de débito (85%) e do dinheiro vivo (84%).
O superintendente comercial em exercício da Copel, Thiago Rodrigues Puchta, destaca que a abertura de mais uma opção de pagamento vai ao encontro das práticas comerciais mais modernas do mercado. “Queremos que nosso cliente possa cada vez mais solicitar qualquer um dos nossos serviços e inclusive pagar sua conta de luz sem precisar enfrentar fila ou burocracia”, comenta.
Para garantir a segurança na hora do pagamento, é importante a conferência da tela de revisão oferecida pelos aplicativos das instituições bancárias. O PIX é destinado à “Copel Distribuicao SA”. O cliente pode ainda verificar o CNPJ da empresa e o número da fatura que está sendo paga. Na fatura digital e segunda via, o número consta no cabeçalho. Já nas faturas impressas de casa em casa, ele fica no rodapé da conta.
Por - AEN
Guarapuava, Cascavel, Tibagi e Toledo estão entre as cidades mais ricas do agronegócio brasileiro. A informação foi divulgada nesta semana pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com base na Produção Agrícola Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com destaque na produção de grãos, como soja, cevada e trigo, e figurando entre os líderes nacionais no abate de porco e frango, os municípios de Guarapuava, Cascavel, Tibagi e Toledo estão entre as cidades mais ricas do agronegócio brasileiro. A informação foi divulgada nesta semana pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com base na Produção Agrícola Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A publicação leva em conta duas classificações: o Valor Bruto da Produção (VBP) das lavouras permanentes e temporárias, referente ao ano de 2020, e o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios em 2019. O VBP dessas quatro cidades somou quase R$ 27,2 bilhões, um quinto da produção agropecuária estadual, que registrou um VBP de R$ 128,3 bilhões em 2020, de acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
“A vocação do Paraná é produzir alimentos. Somos o segundo maior produtor de grãos, líder na produção de proteína animal e contamos com uma variedade enorme de produtos cultivados na nossa terra”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Por isso é uma alegria imensa ver o quanto o trabalho dos nossos agricultores e pecuaristas se destacam, com essas quatro cidades incluídas como as mais ricas do agronegócio nacional”.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que o agronegócio paranaense tem grande competitividade, inclusive internacional, figurando entre os maiores exportadores de alimentos do País. “Também temos sanidade e qualidade, e podemos abordar de forma qualificada o mercado mundial com a nossa grande capacidade de produzir o ano todo”, diz.
MUNICÍPIOS – Maior produtor nacional de cevada, com destaque também no cultivo de soja, batata e trigo, Guarapuava está na 49ª posição entre os municípios com a maior produção do País. De acordo com o levantamento, teve um VBP de R$ 1,16 bilhão em 2020 e o PIB de R$ 7,5 bilhões no ano anterior.
Cascavel é a segunda cidade paranaense no ranking, no 58º lugar, e atingiu uma produção de R$ 1,1 bilhão e o PIB de R$ 12,6 bilhões. O forte do município da região Oeste são os grãos, ocupando a liderança estadual na soja e com forte plantio também de milho e trigo, além da criação de frango para reprodução e de ovinos e caprinos – dois segmentos em que Guarapuava também está presente. Cascavel puxa ainda o cultivo, no Estado, de flores e plantas ornamentais.
Na sequência está Tibagi, nos Campos Gerais, que ocupa a marca de número 70 no levantamento do Ministério da Agricultura. Em 2020, o VBP de Tibagi chegou a R$ 932,9 milhões, com um PIB de R$ 842,1 milhões em 2019. É a capital nacional do trigo, além de estar entre os principais do Paraná no plantio de madeiras de reflorestamento, de feijão e soja.
Toledo, também no Oeste, se destaca na pecuária, sendo um dos polos produtores de suínos e de frango de corte no Estado. Está na 79ª posição no ranking nacional, com o VBP de R$ 825,5 milhões e um PIB de R$ 6,2 bilhões. É também o segundo maior produtor de pescados do Paraná.
MAIORES DO PAÍS – O Paraná é o estado da Região Sul com o maior número de cidades entre as 100 mais ricas do agronegócio brasileiro. A lista do Ministério da Agricultura coloca Sorriso (MT) na liderança nacional. Os 100 municípios rankeados (confira AQUI) geraram, em 2020, um valor da produção de R$ 151,2 bilhões – 32% do total do País, estimado em R$ 470,5 bilhões.
Por AEN
Em 2022, a Copel continua a integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3, a Bolsa de Valores brasileira, que avalia empresas com ações ambientalmente sustentáveis. Em sua 12ª edição, o índice reúne 64 companhias pertencentes a 29 setores.
O ICO2 B3 convida as empresas detentoras das 100 ações mais negociadas na bolsa para participar da carteira do índice. No entanto, foram incluídas somente as empresas que elaboraram seu Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e que reportaram suas informações à B3 até o dia 30 de dezembro de 2021.
O ICO2 B3 foi criado em 2010 e tem como propósito, segundo os seus criadores, “ser um instrumento indutor das discussões sobre a mudança do clima no Brasil”. O índice demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
A Copel tem trabalhado em busca de uma economia cada vez mais sustentável. Anualmente, a companhia elabora o inventário de gases de efeito estufa, submetido à verificação por entidade externa. Além disso, a Copel estipula metas para a redução de emissões, ratificadas no Plano de Neutralidade de Carbono, cujo objetivo é neutralizar emissões de gases de efeito estufa até 2030.
Nos últimos quatro anos, o montante de emissões de toneladas de CO2 equivalentes (tCO2) foi reduzido em 85%. Além disso, a Copel é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde a sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), prioritariamente no ODS 13 - Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua.
Por - AEN
Empresas podem se candidatar até o dia 17 de janeiro para o trabalho de revisão e atualização da Lista de Espécies de Fauna Silvestre Ameaçadas de Extinção no Paraná. A ação é prevista no Plano de Ação Territorial (PAT) Caminho das Tropas Paraná-São Paulo, trecho que integra a PR-151.
O PAT é coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná (Sedest) e Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura de São Paulo (Sima). O plano é apoiado pelo “Projeto Pró-Espécies: Todos contra a extinção”, do Ministério do Meio Ambiente.
O Paraná teve a primeira lista de fauna ameaçada de extinção constituída em 1995, sendo o primeiro Estado do país a criar uma lista regional. Em 2004, foi novamente pioneiro no ato de revisão desse documento, o que é recomendado com periodicidade.
A lista de mamíferos ameaçados de extinção foi revisada em 2010 e a de aves , em 2008. O trabalho a ser desenvolvido ao longo do deste ano visa à revisão e atualização das duas categorias, alterando os Decretos nº 3148/2004; nº 7264/2010; e nº 11797/2018.
O objetivo é melhorar o estado de conservação e conhecimento sobre as espécies ameaçadas de extinção. Para o secretário Márcio Nunes, o cuidado do meio ambiente está diretamente ligado com a proteção e preservação dos animais silvestres.
“Não podemos perder nenhuma espécie que existe no meio ambiente. Quanto mais a expansão urbana acontece, há uma proximidade cada vez maior do ser humano com os animais e, muitas vezes, surge a fauna vitimada, além de crimes, como a caça ilegal e a apreensão e o contrabando”, disse.
O período estimado da consultoria será de um ano. A expectativa é que sejam tomadas medidas para proteção de todas as espécies ameaçadas do país, em especial para as 290 que estão em situação mais crítica, de acordo com o Livro Vermelho do Governo Federal.
O projeto Pró-Espécies é financiado pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, da sigla em inglês para Global Environment Facility Trust Fund), é coordenado pelo Departamento de Espécies (Desp/MMA) e implementado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), sendo o WWF-Brasil a agência executora.
PAT - A revisão e atualização da Lista de Espécies de Fauna Silvestre Ameaçadas de Extinção no Estado do Paraná é uma das 70 ações que constituem o Plano de Ação Territorial Caminho das Tropas Paraná-São Paulo.
De acordo com o diretor de Políticas Ambientais da Sedest, Rafael Andreguetto, esse trabalho é fundamental para o direcionamento correto das políticas públicas voltadas às espécies ameaçadas. “Esse trabalho é uma das ações de prevenção do Governo do Estado para o direcionamento das políticas públicas na área ambiental e também para atualizar a atuação do órgão ambiental nas Unidades de Conservação, visando a proteção das espécies”, afirmou.
O chamado Caminho das Tropas foi uma antiga via terrestre de ligação do Rio Grande do Sul com a Capitania de São Paulo durante o período do Brasil Colônia. A partir das décadas de 1910 e 1920, deu-se início à construção de rodovias neste trecho.
COMO PARTICIPAR – A seleção da empresa será feita pela Sedest, através do Instituto Água e Terra (IAT), e pela WWF-Brasil. Os interessados devem enviar a proposta técnica (sem valores e preço) e a proposta financeira (que deve conter o orçamento detalhado) para os e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., indicando no assunto: [Pró-Espécies] Proposta Carta Convite SC041587.
Tanto a empresa quanto a equipe técnica contratada para realizar os serviços devem cumprir exigências prevista neste edital, como, por exemplo, a formação em nível superior e experiência comprovada em determinadas áreas. Dúvidas podem ser encaminhadas até o 12 deste mês para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Por - AEN
As universidades estaduais do Paraná definiram seus calendários letivos para 2022 com a previsão de retorno das aulas presenciais, mediante o cumprimento de protocolos de segurança sanitária.
A partir desta segunda-feira (10), 67.664 estudantes de graduação e 15.224 alunos de pós-graduação começam a retomar a rotina de atividades, referentes ao período 2021/2022.
Entre as principais medidas os conselhos universitários das instituições de ensino superior estabeleceram a conclusão do esquema vacinal contra o novo coronavírus para toda a comunidade universitária. Neste primeiro momento, somente as universidades estaduais de Londrina (UEL) e do Centro-Oeste (Unicentro) não pretendem solicitar o comprovante de vacina.
As sete instituições compartilham orientações semelhantes de biossegurança para o acesso de alunos, professores e demais profissionais em salas de aula e laboratórios, como a higienização de mãos com água e sabão ou álcool 70%; e o uso obrigatório de máscara facial de tecido ou descartável, cobrindo nariz e boca durante toda a permanência nas dependências universitárias.
Para o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto, a comprovação da vacina vai propiciar o retorno seguro das atividades presenciais, superando os desafios impostos pela pandemia de Covid-19 e pelo ensino remoto. “Além de proteger as vidas das pessoas, essa medida tem impacto no controle da pandemia e no combate à disseminação do vírus, em consonância com a ciência”, afirma.
A reitora da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Fátima da Cruz Padoan, salienta que o objetivo é resguardar a segurança da comunidade universitária e das comunidades locais. “A comprovação da vacina é um cuidado necessário, principalmente por que grande parte dos alunos se desloca diariamente de ônibus para assistir as aulas, inclusive entre municípios”, destaca.
Para efeitos de comprovação, será considerado o certificado de vacina digital, disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde, o Conecte SUS, ou o cartão de vacinação. No documento devem constar os registros de doses, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A obrigatoriedade de comprovação do ciclo vacinal será dispensada nos casos de condição de saúde que impeça a imunização contra a Covid-19, conforme apresentação de atestado médico.
DETALHES – Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), o retorno presencial ocorrerá em etapas, contemplando inicialmente cerca de 10.500 alunos, que equivale a 75% dos estudantes da instituição. Outros 3.500 universitários começarão as atividades duas semanas depois.
A Unicentro também vai escalonar esse retorno presencial. Primeiramente serão retomadas as atividades dos cursos de Enfermagem e Medicina Veterinária, ambos localizados no câmpus do Centro Educacional de Desenvolvimento Tecnológico de Guarapuava (Cedeteg). As aulas dos demais cursos terão início uma semana depois.
Na UENP, todos os estudantes de graduação e pós-graduação deverão enviar antecipadamente os comprovantes da vacina para a instituição, assim como um termo de ciência e cumprimento dos protocolos de biossegurança.
Nos sites das sete instituições é possível consultar todas as informações sobre os protocolos definidos para o retorno seguro das aulas.
LEGISLAÇÃO – Todas as universidades dispõem de autonomia didático-científica e administrativa, e de gestão financeira e patrimonial, assegurada pela Constituição Federal, o que permite atos normativos próprios, em conformidade com os estatutos de cada instituição.
As universidades estaduais do Paraná se orientam pelas recomendações das autoridades sanitárias, principalmente a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), priorizando a ciência e o compromisso com a vida na definição de práticas de enfrentamento ao novo coronavírus. Cada instituição mantém um comitê gestor da pandemia.
Desde o início da crise epidemiológica, a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) também estabeleceu uma comissão de especialistas, constituída por representantes de todas as universidades estaduais. O objetivo é acompanhar, informar, avaliar e executar ações para o combate à propagação da Covid-19 na comunidade universitária.
Confira a previsão de início das aulas presenciais em todas as instituições estaduais:
10 de janeiro – Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro)
Estudantes: 8 mil de graduação e 1.000 de pós-graduação
17 de janeiro – Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Estudantes: 14 mil de graduação e 4 mil de pós-graduação
24 de janeiro – Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Estudantes: 13.149 de graduação e 4.781 de pós-graduação
24 de janeiro – Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)
Estudantes: 8.454 de graduação e 2.557 de pós-graduação
02 de fevereiro – Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)
Estudantes: 5.500 de graduação e 500 de pós-graduação
02 de fevereiro – Universidade Estadual do Paraná (Unespar)
Estudantes: 9.755 de graduação e 386 de pós-graduação
07 de fevereiro – Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Estudantes: 8.806 de graduação e 2 mil de pós-graduação.
Por - AEN








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