Paranacidade reafirma compromisso com cidades sustentáveis em evento em Foz do Iguaçu

A equipe do Serviço Social Autônomo Paranacidade usou camisetas personalizadas no encontro Governo 5.0, realizado esta semana, em Foz do Iguaçu.

De cor laranja, ela remete aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos na Agenda 2030, da ONU para serem alcançados pelos países signatários, entre eles o Brasil. A cor laranja, escolhida para os profissionais que atuam no evento, representa o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis e reafirma o compromisso da empresa, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano, com a sustentabilidade.

“Vestir a camisa é uma referência clara do compromisso do Paranacidade com a incorporação dos ODS nas ações que realiza em apoio ao desenvolvimento urbano”, explica a superintendente executiva Camila Mileke Scucato. O evento é realizado pelo Governo do Paraná e, neste ano, a temática é Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população. O evento é promovido pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e pelo Sebrae/PR, com apoio do Governo do Estado. e, neste ano, a temática é Desenvolve Paraná — Sustentabilidade a Serviço da População.

“Ao todo, são 17 ODSs, mas escolhemos a cor relacionada às questões municipais, que é o palco de atuação do Paranacidade”, acrescenta o analista de Desenvolvimento Municipal e ponto focal dos ODS na empresa.

Para o Governo 5.0 deste ano, o Paranacidade levou o seu portfólio de serviços e um grupo de técnicos para atender e esclarecer eventuais dúvidas de prefeitos e técnicos municipais. Sobre os ODS, há um vídeo que apresenta a Cartilha Digital, com um método para a sensibilização de equipes sobre o assunto, além de apresentações presenciais sobre os conceitos da Agenda 2030.

ODS 11 – De acordo com o que preconiza a ONU, um dos pontos que orientam a atuação do Paranacidade, o ODS 11, propõe tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Isso significa, entre outras ações, garantir o acesso a todas as pessoas à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos; proporcionar transporte seguro, acessível e sustentável e aumentar a urbanização inclusiva e sustentável e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos urbanos participativos, integrados e sustentáveis.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 BRDE e Parque Tecnológico Itaipu assinam acordo para investimentos em inovação no Oeste

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e o Parque Tecnológico Itaipu assinaram nesta sexta-feira (18) um acordo de cooperação técnica com a finalidade de abrir novos investimentos em projetos ligados à inovação no Oeste. Ela aconteceu no Governo 5.0, em Foz do Iguaçu.

Para o vice-governador Darci Piana, a parceria com BRDE e do PTI com os municípios será fundamental para aumentar as ações de sustentabilidade na região. “O Paraná cresce de maneira organizada porque trabalha unido. Esse termo de cooperação ajudará a fomentar ainda mais a economia do Estado”, afirmou.

O acordo de cooperação técnica visa fomentar a economia da região por meio de apoio a projetos de inovação, customizando créditos com as linhas de financiamento do BRDE, além de expandir possibilidades para pequenos, médios e grandes empreendedores. Dessa forma, o PTI, com sua expertise na área de tecnologias, se propõe a divulgar e apoiar os projetos.

“O BRDE é o maior e melhor banco de desenvolvimento do Sul do País, e já atende 95% dos municípios. Até setembro desse ano, o BRDE financiou investimentos da ordem de R$ 78,5 milhões na área de inovação, sendo que R$ 49,4 milhões são de projetos do Paraná”, disse o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski. “Esse é um foco que não podemos perder”.

"A assinatura desse acordo com o BRDE é uma iniciativa muito importante, porque estreita os laços que já temos com o banco. Além disso, abre uma nova porta de créditos e recursos para os ambientes de inovação do Oeste do Paraná.”, comentou o diretor administrativo-financeiro do PTI, Flaviano da Costa Masnik. “Acreditamos que esse acordo trará muitos frutos para o Estado, pelo qual estaremos sempre trabalhando juntos pelo seu desenvolvimento."

Com a assinatura, o BRDE consolida seu papel de desenvolvimento social e econômico. Ela é semelhante a outras parcerias firmadas neste ano. Em novembro, foi pactuado um acordo com o Cilla Tech Park, em Guarapuava. O parque tecnológico de quarta geração reúne 14 organismos e empresas, universidades, em articulação com a realidade regional e agendas globais. Em agosto, foi firmada uma parceria com o Biopark, parque tecnológico de Toledo, com 131 empresas, um ecossistema de negócios e tecnologias inovadoras.

O banco também promove o desenvolvimento da Região Sul, por meio da inovação em programas como BRDE Labs, que acelera projetos de startups para soluções de empresas em diversos setores. Outra iniciativa do BRDE com recursos do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina e Tecnopuc (Parque Científico e Tecnológico PUCRS) é o programa “Dev The Devs”, gratuito e online, para formação inicial de desenvolvedores de escolas da rede pública, para 2.100 alunos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Saiba mais sobre as linhas de inovação AQUI

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Empresários do Oeste ressaltam impacto da nova ferrovia para a economia da região

Empresários de Cascavel, na região Oeste do Paraná, participaram nesta quinta-feira (17) de uma reunião sobre a Nova Ferroeste.

Em pauta, o andamento das últimas etapas antes de levar o projeto a leilão. Realizado na sede da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC), o encontro foi presencial, com transmissão ao vivo.

O Oeste do Paraná concentra algumas das maiores empresas de alimentos do país, em especial as cooperativas de proteína animal. Hoje, apenas 2% de tudo que chega por trilhos ao Porto de Paranaguá têm origem nessa região. “Em Cascavel estamos um pouco distantes de Paranaguá, a dificuldade logística é muito grande e esse projeto nos dá entusiasmo. A ferrovia vai atrair novos investimentos, principalmente no agronegócio, porque a região é muito rica e tem mão de obra”, afirma Genésio Pegoraro, presidente da ACIC de Cascavel.

Proposto pelo Governo do Paraná, o projeto da Nova Ferroeste prevê a ampliação nas duas pontas da atual Ferroeste, que opera entre os municípios de Cascavel e Guarapuava. A intenção é ligar o município de Maracaju, no Mato Grosso do Sul, com o Porto de Paranaguá. Dois ramais vão partir de Cascavel até Chapecó, em Santa Catarina e Foz do Iguaçu, na fronteira com a Argentina e o Paraguai. Ao todo serão 1.567 quilômetros de trilhos que vão passar por 66 municípios nos três estados.

De acordo com o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes, que conduziu a reunião na ACIC, a execução da Nova Ferroeste será um grande indutor de desenvolvimento e de geração de empregos. “Serão mais de 300 mil novos postos em 60 anos, isso sem contar o que vai ser criado pelo ganho de produtividade das empresas com uma ferrovia moderna para chegar ao porto”. destaca.

A ACIC possui 3.620 associados, cerca de 200 empresas são do ramo alimentício e, destas, metade é ligada à indústria e ao agronegócio. É o caso da Coopavel. “Temos uma economia de R$ 480 bilhões, somos a quarta maior economia da federação e o agronegócio participa com R$ 180 bilhões. Precisamos de uma ferrovia eficiente, com trens que possam ter uma composição maior de carga e melhor desempenho”, diz Dilvo Grolli, diretor -presidente da Coopavel.

De acordo com os empresários, os obstáculos logísticos mantêm o desenvolvimento do Paraná com o freio de mão puxado, em função do alto custo embutido no transporte dos produtos e commodities. “Quando se tem um produto que até chega em determinado local, mas se a logística for ineficaz ele chega mais caro, deixa de ser competitivo. Essa é uma grande dificuldade que nós temos”, afirma Genésio Pegoraro.

REDUÇÃO DE CUSTO - O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Financeira (EVTEA) apontou que a redução do custo logístico com a Nova Ferroeste pode ser de até 30%.A maior parte da carga prevista para circular pelos trilhos da nova malha ferroviária vai seguir com destino à exportação. Soja, milho e proteína animal estão no topo da lista. Segundo o EVTEA, se a Nova Ferroeste estivesse em operação, poderia transportar atualmente 38 milhões de toneladas, deste total, 26 milhões de toneladas iriam diretamente para o porto.

“Esse é um projeto que vai garantir a segurança alimentar do Brasil e diversos outros países. Cerca de 70% do que vai transitar pela Nova Ferroeste seguirá para exportação. O mundo precisa desse alimento”, destaca o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes.

LEI DE AUTORIZAÇÃO – Deve entrar em votação na nas próximas semanas na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) a Lei de Autorização Ferroviária. O texto encaminhado pelo Governo do Estado cria a primeira lei ferroviária do Paraná. Serão definidos parâmetros para os pedidos de construção de ferrovias por concessão, permissão e autorização. A intenção é aproximar a iniciativa privada para que novos interessados possam construir e operar ferrovias no Paraná, em especial pelo regime de autorização.

Para Luiz Henrique Fagundes, essas mudanças permitem que o setor privado identifique as oportunidades de mercado e assuma todo o risco do empreendimento. “Temos requerimentos que ainda não foram para frente porque não temos a lei aprovada. Com essa lei, vamos ganhar agilidade e permitir o surgimento de novas oportunidades de negócio dentro do setor ferroviário”.

LICENÇA AMBIENTAL – O projeto da Nova Ferroeste está em fase final do processo de licenciamento ambiental prévio. Após a realização das audiências públicas e da vistoria técnica pelo Ibama, deverá ser emitido o parecer do órgão licenciador.

LEILÃO E CONTRATO – A intenção é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil, com sede em São Paulo, em 2023. A empresa ou consórcio que vencer a concorrência será responsável pelas obras e poderá explorar a ferrovia por 99 anos. O edital tem como cláusula obrigatória o início da operação entre Cascavel e Paranaguá sete anos após a assinatura do contrato. O valor a ser investido neste trecho da ferrovia é estimado em R$ 11,5 bilhões (sem material rodante). A ordem de execução das ligações a partir de Cascavel, com o Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Foz do Iguaçu será definida pelo empreendedor, o orçamento atual é de  R$ 21,3 bilhões.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Vice-governador destaca parceria entre Estado e Sebrae para promover inovação no Paraná

O vice-governador Darci Piana destacou nesta quinta-feira (17) a parceria entre o Governo do Estado, as prefeituras e a iniciativa privada durante o evento Governo 5.0 – Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população, realizado em Foz do Iguaçu.

Ele participou do painel “AMP e SEBRAE - Desenvolve Paraná e Sala do Empreendedor”, mediado pelo superintendente-geral do Sebrae no Estado, Vitor Tioqueta, e pelo presidente da AMP, Júnior Weiller.

Segundo Piana, quando o setor público pode usufruir de serviços ofertados por empresas, os avanços são potencializados. Essa relação gera mais empregos, dinamiza a economia e promove inovação. "Temos uma grande parceria com o Sebrae, que atende as pequenas empresas e fomenta o empreendedorismo. É assim que a gente faz o Paraná crescer, olhando para o crescimento organizado da iniciativa privada, o que favorece a abertura de novas vagas no mercado de trabalho”, ressaltou.

Ele também destacou que o Governo criou o programa Descomplica Paraná, agilizando processos de abertura e fechamento de empresas, diminuindo exponencialmente o tempo perdido com a burocracia, e que discute políticas de sustentabilidade com empresas privadas através com primeiro comitê ESG público-privado do Brasil, o que ajuda a orientar a expansão da consciência sobre mudanças climáticas e transformações sociais.

Também abordou a importância da sustentabilidade nos municípios e o papel das micro e pequenas empresas para o Estado, responsáveis por grande parte das novas vagas no mercado de trabalho.

O Sebrae apresentou aos prefeitos programas desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, como o Cidade Empreendedora (iniciativa do Sebrae para o gestor público que quer direcionar, acelerar e sustentar o processo de desenvolvimento socioeconômico do seu município), o Compra Paraná (de estímulo ao comércio regional) e Paraná Business (portal que oferece soluções a diferentes tipos de empreendimentos).

Os termos de parceria para abertura de Pontos de Atendimento ao Empreendedor e das Salas do Empreendedor também estiveram na pauta. Além disso, programas de desenvolvimento de educação empreendedora, desburocratização, inovação e empreendedorismo foram detalhados no painel.

Segundo Tioqueta, debates como esses são importantes para que os prefeitos dos 399 municípios do Paraná saibam que têm acesso a serviços que podem facilitar o dia a dia das instituições públicas municipais e estaduais, desafogando uma série de demandas.

“Conseguimos mostrar para os prefeitos que existem muitas oportunidades que podem ser realizadas no próprio município, uma grande parte sem custo nenhum, para que a prefeitura possa alavancar o desenvolvimento, gerando mais emprego e renda. Essa parceria público-privada pode trazer um resultado muito positivo para o desenvolvimento do Estado”, disse.

Os palestrantes ainda discorreram sobre a importância da transformação de pensamento, olhando para as oportunidades geradas no mercado verde. 

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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