Profissionais de Enfermagem dos hospitais das universidades estaduais de Londrina (UEL), do Oeste do Paraná (Unioeste) e de Ponta Grossa (UEPG) foram indicados ao Prêmio Protagonista 2021, do Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren-PR).
A premiação é uma homenagem aos profissionais que se destacaram na área, principalmente durante o período de combate à pandemia.
As indicadas do HU da UEL são as enfermeiras Joseane de Oliveira Vieira; Margarete de Araujo Andrade; a técnica em enfermagem Vilma Fátima dos Reis e a superintendente do hospital, Vivian Biazon El Reda Feijó. As profissionais atuaram ativamente na assistência, atenção primária, acolhimento, consultas médicas, exames e vacinação de pacientes acometidos pela Covid-19.
No hospital da UEPG, a indicada é a enfermeira Terezinha Pelinski da Silveira. Ela atua instituição desde 2009, quando foi criado o então Hospital Regional dos Campos Gerais. Durante a pandemia, assumiu a coordenação da Clínica Covid, onde participou da implantação dos leitos exclusivos para a doença.
No Hospital Universitário do Oeste do Paraná, pertencente à Unioeste, os indicados são o enfermeiro Joabe Candido Ferreira, primeiro coordenador de enfermagem da unidade Covid-19, e a auxiliar de enfermagem, Silmara Mariano, primeira servidora a se voluntariar para atuar na unidade voltada ao combate da doença.
O evento para a premiação dos profissionais destaque será realizado pelo Coren-PR, no dia 12 de maio. A votação é aberta ao público e a honraria será concedida aos 60 enfermeiros mais votados. A votação pode ser realizada AQUI.
HOSPITAIS – Os hospitais vinculados às universidades estaduais do Paraná são referência para o SUS (Sistema Único de Saúde) em diversas especialidades, além de terem reforçado as ações de combate à pandemia, disponibilizando centenas de leitos exclusivos para pacientes acometidos pela Covid-19. São também referência na região onde as suas respectivas universidades atuam.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior confirmou nesta segunda-feira (4) a mudança no comando de seis secretarias estaduais, além da substituição de diretores-presidentes, superintendentes e outros servidores.
As alterações levam em conta a legislação eleitoral, que exige a desincompatibilização de interessados no pleito de outubro de função na administração pública direta ou indireta.
Os novos secretários são Louise da Costa e Silva Garnica (Planejamento e Projetos Estruturantes), ampliando a participação das mulheres no primeiro escalão da administração estadual; Everton Souza (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); Elisandro Pires Frigo (Administração e Previdência); Fernando Furiatti (Infraestrutura e Logística); César Neves (Saúde); e Rogério Carboni (Justiça, Família e Trabalho). Eles substituem, respectivamente, Valdemar Bernardo Jorge, Márcio Nunes, Marcel Micheletto, Sandro Alex, Beto Preto e Ney Leprevost.
“São mudanças que levam em consideração a lei eleitoral. E praticamente todas as trocas são por pessoas que já estavam nas secretarias, conhecem o trabalho muito de perto, são parte da administração estadual há algum tempo. Com isso, valorizamos a meritocracia, o trabalho de quem é técnico”, afirmou Ratinho Junior. “Reforçamos também a presença da mulher no nosso governo. A doutora Louise já vinha fazendo um belíssimo trabalho no Planejamento. Um grande quadro que temos e que agora ascende ao secretariado”.
Com a saída de Fernando Furiatti para o comando da Infraestrutura e Logística, Alexandre Castro Fernandes passa a ser diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). Ele atuava como diretor de Operações do órgão.
Também deixaram o Governo do Estado Mauro Rockenbach (superintendente de Diálogo e Interação Social); Daniel Vilas Bôas (superintendente de Relações Institucionais); Marcelo Rangel (superintendente de Inovação); Ricardo Maia (superintendente de Apoio aos Municípios); Marcus Tesserolli (diretor-geral da Paraná Edificações); Cláudio Palozi (superintendente da Paraná Educação); e Luis Corti (diretor de Regularização Fundiária da Cohapar). Dois novos superintendentes já foram confirmados: Fabiano Lazarino Antunes (Relações Institucionais) e Roland Rodolfo Rutyna (Diálogo e Interação Social).
Veja quem são os novos secretários de Estado:
Louise da Costa e Silva Garnica (Planejamento e Projetos Estruturantes)
A nova titular da pasta é advogada, formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 2001. Foi chefe de gabinete da Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes entre fevereiro de 2019 e março de 2020 e, desde então, exercia o cargo de diretora-geral. Foi, ainda, integrante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDM/PR entre fevereiro e julho de 2019.
Everton Souza (Desenvolvimento Sustentável e Turismo)
Graduado em Geologia pela Universidade Federal do Paraná, Everton Souza ocupava o cargo de diretor-presidente do Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Sedest. Ele também possui especialização em Traçadores Ambientais e em Gestão Municipal de Recursos Hídricos.
Elisandro Pires Frigo (Administração e Previdência)
Graduado em Engenharia pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, com mestrado em Engenharia e doutorado em Agronomia, Elisandro Pires Frigo era diretor-geral da Seap. Também foi coordenador de Ensino Superior da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti) e diretor-geral da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed).
Fernando Furiatti (Infraestrutura e Logística)
É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com especialidade de Gestão Ambiental Rodoviária. Foi analista de infraestrutura e chefe da unidade local do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, além de assessor do Ministério da Infraestrutura. Ocupava o cargo de diretor-geral do DER/PR.
César Neves (Saúde)
Médico formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), é especialista em cirurgia geral e gastroenterologia pelo Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, além de pós-graduado em Endoscopia Digestiva, Medicina do Trabalho e Gestão Pública e Auditoria. Era chefe de gabinete da Sesa desde 2019.
Rogério Carboni (Justiça, Família e Trabalho)
Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba (2002), tem especialização em Direito Administrativo pelo UniCuritiba. Foi diretor-geral da Casa Civil do Governo do Estado; conselheiro de Administração do ParanaPrevidência; diretor administrativo e financeiro do Detran/PR e coordenador das Juntas Administrativas de Recursos da Secretaria Municipal de Trânsito de Curitiba. É membro do Iprade – Instituto Paranaense de Direito Eleitoral e da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PR.
Por - AEN
Um balanço da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostra que os casos confirmados de Covid-19 caíram 82,6% em março de 2022 no Paraná em relação a fevereiro – de 308.300 para 53.500 casos. O número de óbitos também teve uma queda significativa, de 66,5%. Em fevereiro deste ano foram registradas 1.158 mortes pela doença e, em março, os números caíram para 387.
A média diária de óbitos também reduziu de 41 (fevereiro) para 12 (março). Em 273 municípios do Estado (cerca de 68,4%) não houve registro de mortes em março. Destes, 101 estão sem óbitos desde 2021. Os dados foram compilados nesta segunda-feira (4).
Quando comparado a janeiro, mês com maior registro de casos positivos desde o início da pandemia, na esteira da Ômicron, os dados de casos e óbitos de março também são menores. A redução no número de diagnósticos positivos é de 88,2% e o de número de óbitos é 32,5%.
Segundo o Informe Epidemiológico da doença, a média móvel de casos em sete dias é 47,4% menor com relação a 14 dias atrás e a média de óbitos apresentou um decréscimo de 59,5% no mesmo período.
LEITOS – Com a diminuição na taxa de infecção pela doença, o número de internamentos também tem reduzido consideravelmente no Paraná. No início de fevereiro, o Estado somava 673 leitos de UTI preferenciais para atendimento Covid-19, com 474 pacientes internados; e 1.319 enfermarias, com 780 internações. A taxa de ocupação era de 70% em UTI e 59% em enfermaria.
No início de março, os números caíram quase pela metade. O Estado somava 736 leitos de UTI com 342 pacientes, e 1.356 de enfermaria com 432 pessoas internadas. A taxa de ocupação fechou em 46% e 32% respectivamente.
Agora, um mês depois, os números são ainda menores. O Paraná possui 513 leitos de UTI, com apenas 157 pacientes internados, e 638 de enfermaria, com 111 internamentos. A taxa de ocupação é de 31% em UTI 17% em enfermaria.
VACINAÇÃO – O mês de março também foi marcado pelo aumento no número de segundas doses (D2) do imunizante contra a Covid-19. Comparado a fevereiro, o último mês registrou um acréscimo de 72,4% na aplicação de D2. Foram 225.660 doses para completude do esquema vacinal, segundo o Vacinômetro Nacional.
Atualmente o Paraná é o 6º estado que mais vacinou em números absolutos no País e o 5º em aplicações de D2 e dose única (DU). Ao todo são mais de 23,5 milhões de doses administradas, sendo 9.805.002 primeiras doses (D1), 8.782.104 D2, 331.573 DU, 4.298.320 doses de reforço (DR) e 286.638 doses adicionais (DA). Os paranaenses acima de 60 anos já podem buscar a segunda dose de reforço, ou quarta dose.
Por - AEN
O Paraná começa nesta segunda-feira (4) a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, realizada simultaneamente à imunização da influenza.
A ação é nacional e, pela primeira vez, realizada de forma concomitante. Esta é a 8ª campanha do sarampo e tem como objetivo imunizar crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade e atualizar a situação vacinal dos trabalhadores da saúde. A cobertura vacinal em, 2021, ficou em 82,45%.
A campanha ocorrerá em duas etapas. A primeira inicia nesta segunda-feira (4), vai até 30 de abril e tem como público-alvo os trabalhadores da saúde. A partir do dia 2 de maio até 3 de junho acontece a segunda etapa, contemplando as crianças de seis meses a cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), que poderão receber, no mesmo momento, a vacina contra a gripe.
Todas desta faixa etária deverão receber uma dose da vacina tríplice viral, independentemente da situação vacinal atual contra a doença. A estimativa é que 692.651 crianças devem comparecer aos postos de vacinação para receber a dose. A meta é imunizar 95% deste público. As doses de rotina da vacina tríplice viral (D1 e D2) que coincidirem com o período da campanha deverão ser reagendadas para 30 dias após a dose da campanha.
DOSES – A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu 280.830 vacinas para as Regionais de Saúde para o início da imunização e ainda tem em estoque no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) outras 300.085. Além das 692 mil crianças, cerca de 272.817 trabalhadores de saúde devem receber a vacina.
A tríplice viral pode ser administrada simultaneamente com a vacina contra a gripe, a partir dos seis meses de idade. Para os trabalhadores da saúde pode haver coadministração das vacinas tríplice viral e da vacina contra a Covid-19.
DOENÇA – O sarampo é uma doença infecciosa, aguda, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbito, particularmente, em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.
A estratégia de vacinação contra o sarampo com a vacina tríplice viral foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1992, com o propósito de controlar surtos de sarampo, reduzir internações, complicações e mortes.
O Paraná estava há mais de 20 anos sem casos de sarampo no território, mas em 2019, houve um surto da doença que durou até setembro de 2020. Não ocorreram óbitos e as faixas etárias mais atingidas foram de 20 a 29, com 1.035 casos confirmados; de 10 a 19 anos, com 457; e de 30 39 anos, com 293 casos confirmados.
A Sesa monitora constantemente o sarampo no Paraná. Desde o fim do surto, mais nenhum caso foi registrado, garantido ao Estado a condição de área livre da doença. Porém, a queda nas coberturas vacinais, devido à pandemia da Covid-19, a liberação de viagens dentro do país e no Exterior e maior contato entre a população, podem propiciar a transmissão do vírus.
Pessoas com viagens nacionais ou internacionais programadas devem estar devidamente imunizadas contra a doença. Aqueles que poderão conviver com imigrantes, visitantes estrangeiros ou refugiados devem adotar o mesmo cuidado. A orientação da Secretaria deve-se aos vários surtos existentes em alguns estados do Brasil e em diversos países.
ESTATÍSTICA – A cada ano, cerca de 142 mil pessoas morrem de sarampo. Em 2012, o Brasil registrou 9.342 casos da doença e, em 2019, após um ano de franca circulação do vírus, perdeu a certificação de país livre do vírus do sarampo, dando início a novos surtos, com a confirmação de 20.901 casos. Em 2020 foram 8.448 casos.
Por - AEN
O Nota Paraná, programa vinculado à Secretaria da Fazenda, distribui prêmios mensais para as entidades sociais cadastradas. Por esse motivo é importante que as instituições mantenham sempre seu cadastro atualizado para poder receber os valores, que variam em prêmios de R$ 20 mil e a R$ 100 (eles podem ser cumulativos).
Atualmente, das 1,6 mil entidades sem fins lucrativos que contribuem para a assistência social, educação, saúde e geração de emprego no Estado cadastradas no programa, 392 deixaram de receber os créditos do Nota Paraná por falta de atualização cadastral. O número representa um quarto do total.
Só no mês de março, 1.026 entidades foram beneficiadas com créditos do Nota Paraná. Foram distribuídos R$ 2,2 milhões para as instituições cadastradas.
“É fundamental que as instituições verifiquem sempre as datas dos documentos para manter seus cadastros e suas prestações de contas em dia e assim poder receber os valores acumulados em conta”, destaca a coordenadora do Programa Nota Paraná, Marta Gambini.
Sem a atualização, os valores são bloqueados e as instituições não podem realizar transferências de créditos ou prêmios do programa. Atualmente são mais de R$ 2 milhões em valores bloqueados para as instituições. Já foram repassados R$ 283,2 milhões desde o início, em 2015.
EXEMPLOS – Marcelo Misga, presidente da Associação Amigo Animal, afirma que a instituição sempre preza pela regularidade cadastral para ter acesso aos recursos. “Sempre corremos atrás dos documentos necessários e da prestação de contas, pois os valores do Nota Paraná são essenciais para nossa instituição”, afirma.
Para o coordenador-geral do Instituto Raquetes Salvam Vidas, Cristiano Nunes, manter uma ONG no atual contexto global sempre exige apoio externo. "Sem recursos não conseguimos manter nosso trabalho, então é essencial manter os cadastrados em dia, pois como este retorno conseguimos manter nossa estrutura com material”, completa.
Para regularizar a situação cadastral as entidades devem seguir o passo a passo para atualizar o seu cadastro no Programa Nota Paraná. A instituição que estiver com o cadastro desatualizado recebe um aviso em seu perfil no programa informando que deve realizar o processo de atualização dos documentos. Assim, deve acessar seu cadastro, clicar na aba “Meu perfil” e atualizar os documentos necessários.
DOAÇÕES – Também é possível fazer a doação de notas para as instituições, que podem ser sorteadas com os valores dos bilhetes premiados nos sorteios.
Para ajudar as instituições, o cidadão pode doar as notas fiscais nas quais não informa seu CPF. Assim, os bilhetes para concorrer aos sorteios do programa, concedidos de acordo com as compras realizadas, vão para a instituição, que terá mais chances de ser contemplada. Há três formas de efetivar a doação. Essa é uma decisão exclusiva do consumidor.
Ao acessar o site do Nota Paraná com CPF e senha, há um caminho na aba “Minhas Doações” para escolher a entidade e digitar a chave de acesso da nota fiscal. Outra forma é utilizar o aplicativo Nota Paraná, que está disponível para Android e iOS. Na opção “Doações”, o cidadão busca a entidade desejada e lê o QR Code da nota fiscal.
O doador também pode depositar a nota fiscal em urnas disponibilizadas pelas entidades nos estabelecimentos comerciais. A própria instituição recolhe as notas e se encarrega de cadastrá-las usando o site ou aplicativo do Nota Paraná.
Por - AEN
A 24ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou nesta segunda-feira (4) no Paraná, seguindo o informe técnico divulgado pelo Ministério da Saúde.
A campanha será realizada em duas etapas. A primeira vai até ao dia 30 de abril e tem como público-alvo idosos acima de 60 anos e os trabalhadores da saúde.
A partir do dia 2 de maio começará a segunda etapa e a vacinação será ampliada para os seguintes grupos: crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
O imunizante já está sendo ofertado por instituições privadas de saúde. Produzida pelo Instituto Butantan, a nova versão da vacina da Influenza é trivalente, sendo composta pelo vírus H1N1, H3N2 (Darwin) e a cepa B. O imunizante é anualmente atualizado para que a dose seja efetiva contra as novas cepas identificadas pela Organização Mundial da Saúde.
O primeiro lote de vacinas chegou ao Paraná na última quarta-feira (24), com 413 mil unidades, e já foi descentralizado para todos os 399 municípios do Estado. O governo federal enviou mais uma remessa, com 619.200 doses que serão distribuídas nesta semana. Ao todo, o Estado já soma 1.032.200 vacinas prontas para aplicação.
2021 – Em 2021, de modo geral, todos os estados apresentaram uma baixa adesão dos grupos alvos no Brasil durante a campanha da gripe, provavelmente relacionada com a aplicação simultânea da vacina contra a Covid-19. A média de cobertura nacional ficou em 72,8%, abaixo da meta mínima de 90%.
O Paraná aplicou 4.924.438 doses de vacina na campanha anterior. A população alvo geral era de 4.480.000 pessoas, e os grupos específicos (utilizados para critérios de cobertura vacinal) entre crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas e idosos era de 3.064.625 pessoas. Sendo assim, a cobertura vacinal do Estado fechou o ano em 68,7%.
Em 2022, o Paraná declarou epidemia de H3N2, no dia 12 de janeiro, após aumento de casos confirmados da variante. Essa condição teve fim no dia 30 de março, com a queda dos casos.
Por - AEN








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