Com 15 regiões turísticas cadastradas e reconhecidas, o Paraná possui 210 cidades no novo Mapa do Turismo Brasileiro, divulgado pelo Ministério do Turismo. Isso quer dizer que 52% dos municípios do Estado estão dentro do radar nacional.
O Mapa é um instrumento que reúne municípios que adotam o turismo como estratégia de desenvolvimento e identifica necessidades de investimentos e de ações para a promoção do setor em cada região. No Brasil, são 2.542 cidades distribuídas em 322 regiões turísticas. Ou seja, o Paraná tem 8% das cidades do estudo.
“Integrar o Mapa do Turismo Brasileiro é imprescindível para ficar em consonância com os princípios da Política Nacional de Turismo e, assim, estar apto à captação de recursos do governo federal, o que nos auxilia a profissionalizar a gestão turística, além de estruturar e promover os destinos paranaenses”, destacou o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Everton Souza.
Segundo o diretor-presidente da Paraná Turismo, Irapuan Cortes, a atividade turística vem se destacando, nos últimos anos, no crescimento e desenvolvimento da economia regional. “A Paraná Turismo entende como importantíssima a regionalização do turismo e por isso sensibilizou e incentivou os municípios através das IGRs, transformando-os em atores turísticos e fortalecendo o turismo regional do Estado”, disse.
Confira AQUI como ficou a distribuição dos Municípios nas 15 Regiões Turísticas do Paraná.
CADASTRO – Para se cadastrar, os municípios precisam atender aos critérios estabelecidos na Portaria Federal nº 41/2021. Um deles é possuir um órgão responsável pelo setor turístico e orçamento definido para investimentos. Também é necessário que as empresas e trabalhadores estejam registrados no Cadastur, a fim de certificar ao turista que o serviço é regularizado e confiável.
Além disso, o município precisa comprovar a existência de um Conselho Municipal de Turismo ativo e ter assinado um Termo de Compromisso com o Programa de Regionalização do Turismo (PRT). Por fim, as administrações públicas devem comprovar a existência de uma instância de governança regional no turismo, que pode ser conselho, associação, fórum ou comitê.
Ao longo de 2021, a Paraná Turismo, em parceira com as Instâncias de Governança Regionais (IGRs), realizou reuniões presenciais e virtuais com as 15 regiões turísticas para sensibilizar sobre a importância do Mapa do Turismo Brasileiro.
A ação vem ao encontro com a política de retomada do turismo do Governo do Estado. “Os encontros visam o fortalecimento da regionalização do turismo, além de tirar dúvidas e orientar os gestores regionais quanto ao processo de submissão das informações no Sistema de Informações do Mapa do Turismo Brasileiro (SISMapa)”, ressaltou Cortes.
Os municípios que não foram incluídos nesta primeira etapa ainda podem ajustar procedimentos ou complementar informações e integrar o Mapa do Turismo Brasileiro, que passou a ser contínuo. O Mapa anterior se referia ao período de 2019-2021. Agora, após a inclusão, o cadastramento do município tem validade de um ano.
Para visualizar o Mapa do Turismo 2022 clique AQUI.
Por - AEN
O olhar ganhou significados inéditos para Elaine Luzia dos Santos, 33 anos, estudante de Medicina da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que acarretou na perda dos movimentos e da fala, uma condição de tetraparesia.
Agora, Elaine se comunica com professores, colegas da turma, pacientes, familiares e amigos praticamente com o olhar. É a primeira pessoa com tetraparesia a cursar Medicina no Brasil.
Em 2012, quando ingressou no curso de Medicina no campus de Cascavel, Elaine já era formada em Farmácia pela mesma instituição estadual. Segundo ela, depois da conclusão do primeiro curso, em 2010, a Medicina parecia uma continuação natural. Para realizar o sonho, fez um ano de cursinho, que contribuiu para a aprovação no vestibular.
Durante a graduação, além das aulas curriculares, a estudante fazia parte de um grupo de pesquisa coordenado pelo professor e doutor Allan Araujo, coordenador do curso de Medicina. Além disso, pleiteava uma vaga no programa de Mestrado em Biociência da Unioeste. No entanto, no terceiro ano, em novembro de 2014, a estudante sofreu esse AVC, que levou a tetraparesia. Mesmo com todas as dificuldades, ela não perdeu a disposição para ir atrás dos seus sonhos, enfrentou e se adaptou à nova realidade.
Enquanto ainda estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a estudante recebeu a visita de um colega de turma, que lhe apresentou uma ferramenta chamada “prancha alfabética”, que possibilitaria que ela falasse e se expresse, sem nem mesmo utilizar as cordas vocais. A ferramenta consiste em uma tabela, dividida em cinco linhas, cada uma contendo um grupo de letras. Para formar as palavras e frases, Elaine pisca quando a intérprete diz a letra necessária para a construção daquilo que quer comunicar.
O modelo original da ferramenta sofreu algumas alterações para otimizar o seu uso e facilitar a comunicação do cotidiano. Com estas pequenas mudanças no modelo, Elaine dominou e memorizou os grupos de letras em cerca de uma semana e dessa forma já podia se conectar de maneira mais eficaz com as pessoas ao seu redor.
APOIO PEDAGÓGICO – O retorno às atividades acadêmicas, em setembro de 2015, não foi uma tarefa fácil. A Unioeste, por meio do Programa de Educação Especial (PEE), acompanhou todo o processo. “Fizemos algumas reuniões com o colegiado e mostramos que ela tinha condições de concluir esse curso. A dedicação dela mostrou que era possível, inclusive convenceu a todos os docentes e os alunos do curso que é possível”, explica Ivã José de Paula, do PEE.
Elaine será a primeira médica do Brasil a se formar com a condição física que apresenta. De acordo com o coordenador do curso de Medicina, o colegiado buscou experiências de outras universidades em situações semelhantes, mas que foi difícil encontrá-las. “Nós fomos atrás de ver essas experiências, mas elas praticamente inexistem, são poucas no mundo com alunos de Medicina. Então, nós mesmos teríamos que ir atrás para resolver a situação”, comenta Araujo.
A fim de se adaptar para as necessidades apresentadas por Elaine, o curso buscou a Assessoria Jurídica para entender os procedimentos legais e as legislações que deveriam ser cumpridas a fim de formar a estudante, que sempre fez questão de participar de todas as atividades acadêmicas, tanto as de cunho teórico, como prático. Além das estruturas adaptadas, como uma sala especial, os procedimentos de avaliação foram remodelados.
“Existe uma legislação própria para alunos em condições especiais. A Elaine, por exemplo, não tinha condições de fazer um procedimento em um paciente, mas ela possui total capacidade de descrevê-lo. E as avaliações dela sempre foram muito boas, o aproveitamento dela foi muito satisfatório durante toda a graduação”, diz Araujo.
Para atender a estudante nas aulas online e presenciais, nos atendimentos dentro do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) e nas visitas aos pacientes, a Unioeste disponibiliza docentes de atendimento educacional especializado. Já estiveram com Elaine as pedagogas Vanderlize Simone Dalgalo, Aline Cristina Paro, Graciolinda Santana da Rosa, Silvia Elaine Bertuol, Letícia Nunes Goulart, Marciana Pelin Kliemann e quem acompanha ela hoje são Clarice Fabiano Costa Palavissini e Michele Lopes Leguiça, que está com Elaine há um mês.
Michele, que veio do Rio Grande do Sul especialmente para trabalhar com Elaine, destaca como a força de vontade e a dedicação da estudante fizeram ela ser incluída no ambiente acadêmico, participando de todas as atividades de maneira regular e tendo um bom relacionamento com professores e colegas. “A persistência, a força e a vontade dela fizeram com que ela se comunicasse muito bem. Ela se faz entender, não apenas com os olhos, mas também com o corpo”, explica.
E aos poucos a estudante foi sendo inserida em algumas matérias. "Ela não sabia em quanto tempo ia conseguir terminar o curso, mas ela foi realizando uma após a outra e nunca desistiu”, destaca a irmã de Elaine, Elionésia Marta dos Santos. “Hoje a gente olha para ela na reta final do curso e é surreal, como se fosse uma história que estão me contando, tantos altos e baixos, tantas dúvidas que realmente a gente fica mais do que feliz”.
INSPIRAÇÃO – E todos que convivem com Elaine destacam a inspiração. “Ela não sente o tamanho da proporção, a gente ficou no pé dela falando para mostrar a história dela porque é incentivadora, mas para ela é normal, ela escolheu ser normal”, diz Isabella Alves Pereira, cuidadora da estudante.
Mesmo durante o período da pandemia ela optou por continuar as atividades no HUOP. O colegiado ficou muito preocupado com a situação da estudante, que faz parte do grupo de risco e teria que desenvolver atividades dentro de um hospital cheio de pacientes. Entretanto, mais uma vez, a acadêmica não se deixou vencer.
Enquanto exerceu o trabalho de supervisão das atividades de Elaine no HUOP, a professora Rubia Bethania percebeu que a inclusão da estudante no processo foi natural. “No internato de atendimento dos pacientes a gente trata tudo com muita naturalidade, a Elaine está inserida em um contexto de ensino com muita naturalidade, como as coisas devem acontecer. Ela tem a questão intelectual muito apurada e é muito inteligente, as limitações são apenas de mobilidade, então criamos uma dinâmica para que pudéssemos inseri-la com a maior naturalidade”, explica.
A docente comenta que no início tinha receio de como seria construída a relação entre as duas. “Eu tinha um pouco de medo em saber como ela iria se abrir comigo. Eu precisava deixá-la à vontade e desenvolver laços, pois eu iria ficar muito tempo com ela, além de ajudá-la a se locomover e a se posicionar na cadeira. Eu precisava entender qual era o limite dela. E ela me ensina todos os dias a perceber o olhar de uma maneira diferente, a perceber como ele possui diferentes significados”, complementa.
ATUAÇÃO NA MEDICINA – Com a colação de grau marcada para maio, a estudante já escolheu a área em que vai se especializar e que se vê atuando no futuro: radiologia, na produção de laudos médicos. A escolha preza pela independência na hora da atuação profissional. “É uma área na qual eu posso atuar usando todo o meu conhecimento sem depender tanto das pessoas”, diz.
Durante os anos de graduação, o que mais marcou a estudante foi a relação que ela teve com os pacientes durante as aulas práticas e estágios. “O que mais recordo é o carinho com que os pacientes me tratam. Eles me incentivam todos os dias a continuar”, comenta.
Elaine é uma grande inspiração também para o irmão, Mário Lucas do Santos, que é médico. “É até difícil descrever. Ela é uma pessoa fora de série, desde antes do AVC ela sempre foi uma pessoa alegre e que busca excelência em tudo que faz. Eu confio cem por cento no diagnóstico que ela faz, inclusive quando eu estou em dúvida em algum caso a gente conversa junto e até discutimos”, aponta.
Por - Agência Brasil
O Governo do Paraná, por meio da Fundação Araucária, lançou nesta segunda-feira (04), em evento online, o programa Centelha II, com objetivo de estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil.
O programa oferece capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. A inciativa tem apoio das Superintendências Gerais de Inovação e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Sebrae e do Senai.
O investimento soma R$ 3 milhões. Serão contemplados até 50 projetos que podem receber até R$ 60 mil cada em recursos de subvenção econômica, a fundo perdido.
Para assistir ao evento de lançamento do Centelha II no Paraná acesse o canal da Fundação Araucária no YouTube.
“Temos clareza em utilizar a alta qualificação que possuímos na academia para auxílio na criação de riqueza e renda para o Estado e também na transformação da ciência e tecnologia em inovação, destacou o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.
De acordo com o diretor científico, tecnológico e de inovação da FA, Luiz, Márcio Spinosa, dos recursos destinados ao programa, R$ 2 milhões são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT/Finep e R$ 1 milhão é contrapartida do Estado. “É uma excelente oportunidade para as empresas e pessoas físicas conseguirem recursos e serem reconhecidas pelos seus projetos”.
“O Centelha tem a característica de se adaptar às necessidades locais, o que é algo extremamente importante. É uma iniciativa que vem se aprimorando cada vez mais, que deixa de ser um projeto para virar um processo de alavancar o empreendedor inovador em todos os rincões do país” destacou o ministro da Ciência, Tecnologia e de Inovações, Paulo Alvim.
Ele ressaltou que a meta é que o programa chegue a todo território nacional. “A capacidade de transformação da inovação em todos locais é evidente. Parabenizo também a Fundação por todo o empenho para tornar o Centelha um programa de sucesso”.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep, Marcelo Bortolini, o sucesso do Centelha é o resultado da parceria entre todas as instituições envolvidas, que trabalham em uma mesma direção, e destacou a transformação digital que o programa traz, segundo ele, talvez o maior benefício do investimento.
“Quando estimulamos o empreendedorismo inovador dentro do ambiente acadêmico levando os alunos a idealizarem algo para depois constituir uma empresa, pode ser considerado realmente uma transformação cultural e uma forma de fixar recursos humanos em nosso país”, disse Bortolini.
“O Centelha tem um essencial papel para fazer com que tenhamos a mesma capacidade de produzir inovação, assim como produzimos ciência e tecnologia. Promove negócios e faz com que as ideias saiam das prateleiras e cheguem até a população”, comentou o superintendente Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.
A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação Certi.
No Paraná, o Centelha é executado pela Fundação Araucária, no escopo do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação Startup Life.
REQUISITOS - Podem participar da chamada pública pessoas físicas que atendam às exigências do Edital ou empresas com faturamento anual bruto de até R$ 4,8 milhões, criadas e formalizadas a partir do programa, ou com até 12 meses da criação, contados a partir do lançamento do Edital, ou seja, após 04 de abril de 2022.
Serão apoiados projetos inovadores nas seguintes temáticas: Automação; Big Data; Biotecnologia e Genética; Blockchain; Design; Eletroeletrônica; Geoengenharia; Inteligência Artificial e Machine Learning; Internet das Coisas(IoT); Manufatura Avançada e Robótica; Mecânica e Mecatrônica; Nanotecnologia; Química e Novos Materiais; Realidade Aumentada; Realidade Virtual; Segurança, Privacidade e Dados; Tecnologia Social; Tecnologia da Informação (TI) e Telecom.
Os setores prioritários do edital são: Administração Pública; Aeroespacial; Agronegócio; Automotivo; Bens de Capital; Borracha e Plástico; Cerâmica; Comércio e Varejo; Construção Civil; Construção Naval; Economia Criativa; Economia do Turismo, Gastronomia, Eventos e Lazer; Educação; Elétrico e Eletrônico; Energia; Fabricação de Alimentos e Bebidas; Farmoquímico e Farmacêutico; Financeiro; Jurídico; Madeira e Móveis; Marketing e Mídias; Meio Ambiente e Bioeconomia; Mercado Imobiliário; Metal-Mecânico e Metalurgia; Mineração; Papel e Celulose; Pesca e Aquicultura; Petróleo e Gás; Químico; Saúde e Bem Estar; Segurança e Defesa; Social; Tecnologia da Informação e Telecomunicações; Têxtil, Confecção e Calçados; e Transporte, Logística, Mobilidade.
PRESENÇAS – Também participaram o evento online o presidente paranaense do Conselho dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação, Amauri Alfieri; a presidente do Fórum dos Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação Superior Públicas Brasileiras, Regional Sul, Fabiana Regina Veloso; o diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, Leandro Carioni; o presidente do CNPq, Evaldo Ferreira Vilela; o presidente do Confap, Odir Dellagostin; o diretor-superintendente do Sebrae/PR; Vitor Roberto Tioqueta; e o gerente de Inovação e Produtividade do Sistema Fiep Felipe Couto.
Serviço:
Programa Centelha II
Acesse o Edital
Inscrições e mais informação AQUI
Dúvidas podem ser enviadas para o e-mai Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Por - AEN
Projetos de organizações sociais aprovados pelos conselhos estaduais dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca) e dos Direitos do Idoso (Cedi) e o projeto “Parque Acessível”, do Departamento Estadual de Políticas da Pessoa com Deficiência, podem receber recursos da Dedução de Imposto de Renda. O prazo para doar vai até o dia 29 de abril, última sexta-feira do mês.
No caso dos conselhos, os fundos responsáveis pelas políticas dessas áreas podem receber até 1% sobre o lucro real no caso de pessoas jurídicas e até 6% para pessoas físicas. Para acompanhar os projetos cadastrados no Banco de Projetos da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho basta acessar os sites do Cedca e do Cedi.
Podem se habilitar à captação na Secretaria as Organizações da Sociedade Civil e órgãos da Administração Pública Direta e Indireta que executam ações voltadas à garantia dos direitos da criança, adolescentes e suas famílias ou para idosos, visando a efetivação dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e também do Estatuto do Idoso. Todas as propostas ficarão aptas à captação de recursos pelo período de dois anos, contados da data de sua inclusão, podendo ser prorrogado uma única vez e por igual prazo.
Os projetos englobam, por exemplo, ações do Hospital Angelina Caron, Hospital Pequeno Príncipe, Centro de Convivência Arte e Vida e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Goioerê.
No caso do Parque Acessível, toda pessoa física ou jurídica pode doar parte do seu Imposto de Renda como “doações no ato da declaração” e “na própria declaração”. O valor total para a execução desse projeto é de R$ 943.875,90.
Ele consiste na implantação de kits de brinquedos acessíveis em parques públicos, permitindo assim a integração entre crianças com e sem deficiência. Cada kit tem um carrossel apropriado, uma balança acessível e uma gangorra adaptada. Todos os brinquedos possibilitam a inclusão. Confira mais detalhes AQUI.
Por - AEN
A 21ª edição do Vestibular dos Povos Indígenas está com as inscrições abertas. São ofertadas 52 vagas nas sete universidades estaduais e na Universidade Federal do Paraná (UFPR) para ingresso no ano letivo de 2022. As inscrições são gratuitas e seguem até o 30 de abril no site da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
A Unespar é a responsável por organizar o concurso neste ano, em parceria com as universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Norte do Paraná (UENP), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro), UFPR e Comissão Universidade para os Índios (CUIA) da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
Os candidatos interessados em participar da seleção devem ter concluído o Ensino Médio e não possuir diploma em curso superior. Para concorrer às vagas nas universidades estaduais é preciso ser reconhecido como indígena, por meio de documento comprobatório assinado pelo cacique da comunidade ou, caso o candidato opte pela inscrição na UFPR, por um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai). Após a classificação, os aprovados podem escolher o curso que desejam ingressar.
A inscrição pode ser feita eletronicamente, por meio de correspondência ou pessoalmente. Na candidatura pela internet, o estudante deverá preencher o formulário disponível AQUI e anexar a Autodeclaração/Carta de Recomendação assinada pelo candidato e pelo cacique da comunidade.
Na sequência deverá preencher o questionário sócio educacional e indicar a universidade para a qual pretende concorrer em primeira opção. Também é possível indicar outras universidades, como segunda e terceira opções. Se o candidato optar pela inscrição manual, será necessário preencher os documentos indicados e enviá-los pelos Correios ou entregá-los pessoalmente nas secretarias acadêmicas dos campus participantes do processo seletivo. O endereço de cada uma está disponível no edital.
CONCURSO – O Paraná garante a reserva de vagas suplementares para indígenas ingressarem no Sistema de Ensino Superior Público por meio da Lei Estadual nº 13.134/2001, modificada pela Lei Estadual 14.995 de 2006. O concurso é realizado anualmente pelas universidades, que se revezam na organização e aplicação das provas.
A responsável na Seti pela Comissão Universidade para os Índios (CUIA) e assessora da Coordenaria de Ciência e Tecnologia, Sandra Cristina Ferreira, reforça a importância do vestibular indígena para o ingresso de estudantes em cursos e instituições que são referência no País.
“A execução dessa política garante aos povos indígenas o direito de acesso à formação superior no Paraná desde 2001. O estudante indígena vive a experiência da vida acadêmica nas nossas universidades e tem a oportunidade de estabelecer diálogo com outra realidade cultural. Além disso, quando concluem a formação superior, passam a atuar nas terras indígenas, atendendo demandas da própria comunidade”, afirma.
PROVAS – As provas serão aplicadas nos dias 12 e 13 de junho. Os locais para a realização das provas respeitarão a localização geográfica dos inscritos. Candidatos que não residem em terras indígenas ou em municípios relacionados farão as provas em locais indicados pela comissão organizadora do concurso, respeitando a proximidade de sua residência.
No primeiro dia, os candidatos farão prova oral de Língua Portuguesa e no segundo as questões objetivas serão sobre conhecimentos gerais, além da redação. O resultado com os aprovados será divulgado no dia 7 de julho.
Por - AEN
O Governo do Estado está selecionando 20 médicos e 30 psicólogos para atuar como bolsistas no serviço de telessaúde, no atendimento a casos de Covid-19 e síndromes gripais de estudantes, professores e demais profissionais das universidades estaduais do Paraná.
Os atendimentos serão agendados pelo aplicativo Saúde Online Paraná. As inscrições para participar do processo seletivo são gratuitas e seguem até 15 de abril.
A iniciativa faz parte de um projeto de extensão desenvolvido pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e também contempla 20 vagas para estudantes de cursos de graduação matriculados em cursos das áreas da Saúde e de Tecnologia da Informação (TI) da instituição. As bolsas serão custeadas com recursos do Fundo Paraná, dotação de fomento científico e tecnológico, gerenciada pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
Os médicos clínicos gerais receberão bolsas mensais no valor de R$ 3 mil, com previsão de carga horária para 20 horas semanais, enquanto os psicólogos terão seis horas diárias de atividades, com bolsa de R$ 2 mil por mês. Já os alunos de graduação receberão bolsa mensal de R$ 400 para dedicar 20 horas por semana ao projeto. As bolsas terão validade de até seis meses para os médicos e até 12 meses para os profissionais de Psicologia, com possibilidade de renovação para ambas as categorias.
Todas as atividades serão desenvolvidas no formato remoto, em períodos fixados pela coordenação do projeto. Os atendimentos em telessaúde obedecerão, ainda, aos preceitos éticos e legais de cada profissão: médicos – Lei Federal nº 13.989/2020; e psicólogos – Resolução Nº 04/2020 do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
Segundo a coordenadora do projeto, professora Aline Franco da Rocha, do Departamento de Enfermagem da UEL, esse aplicativo é uma ferramenta de transição das medidas contra a Covid-19. “A pandemia tem arrefecido suas forças, porém ainda são necessárias medidas de precaução e atendimento médico em alguns casos da doença, além do acolhimento psicológico, visando promover a saúde na comunidade acadêmica”, afirma.
O projeto conta com a parceria da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico e da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (Fauel).
CRITÉRIOS – Para concorrer às vagas, os candidatos devem estar regularmente inscritos nos conselhos regionais paranaenses de Medicina (CRM-PR) e de Psicologia (CRP-PR). Os médicos também precisam ter certificação digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), no modelo A1 ou A3.
Considerando que o atendimento e as reuniões técnicas serão totalmente remotos, é necessário acesso à Internet e familiaridade com ferramentas tecnológicas, a exemplo do Google Meet (serviço de comunicação por vídeo) e de aplicativos de mensagens instantâneas e chamadas de voz e vídeo, como o WhatsApp.
Os bolsistas podem residir em qualquer um dos 399 municípios paranaenses. Depois de contratados, receberão treinamento sobre as funcionalidades do aplicativo Saúde Online Paraná. O edital é de caráter contínuo e as convocações serão realizadas de acordo com a demanda do projeto de extensão.
Serviço
Seleção de Médicos e Psicólogos para Serviço de Telessaúde para as Universidades Estaduais do Paraná
Inscrições online: até 15 de abril – AQUI
Envio da documentação: até 15 de abril, exclusivamente por e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
Para mais informações consulte o Edital
Por - AEN








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