Estado prorroga prazo para preenchimento do Contabilizando Resíduos pelas prefeituras

A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) prorrogou para o dia 30 de abril o prazo para que os gestores municipais preencham os dados referentes à destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos. A data limite terminaria nesta quinta-feira (31).

Para orientar o correto preenchimento dos dados, a pasta promove nesta quinta-feira, às 9h30, o 1° Webinar de Capacitação dos Gestores Municipais. Os dados devem ser inseridos, de acordo com a  Lei Estadual n° 20.607/2021, que define o preenchimento compulsório da plataforma Contabilizando Resíduos.

A ferramenta foi criada pela Sedest em 2021 como parte da política de gestão dos Resíduos Sólidos no Estado do Paraná. Ela foi separada em dois módulos: Resíduos Sólidos Urbanos (voltado aos gestores públicos municipais) e Logística Reversa (voltado aos setores empresariais).

“Neste momento, estamos em uma força-tarefa para orientar os gestores públicos. A informação sobre a realidade dos municípios é fundamental para efetivar políticas públicas voltadas à gestão dos resíduos sólidos urbanos”, destaca o diretor de Políticas Ambientais da Sedest, Rafael Andreguetto.

CAPACITAÇÃO – A reunião desta quinta-feira tem o objetivo de auxiliar os responsáveis pelo preenchimento da plataforma. A capacitação contou com o apoio do Grupo R20, órgão consultivo criado pelo Decreto Estadual n°8656/2013 e pela Resolução SEMA n° 70/2015.

Ele é formado por representantes dos 399 municípios paranaenses para a implementação da Lei Federal nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) e Leis Estaduais de Resíduos Sólidos, bem como implantação do Plano Estadual de Resíduos Sólidos (Lei Estadual n°20.607/21).

No cadastro, está previsto o preenchimento de informações sobre sistemas de coleta, coleta seletiva, segregação, acondicionamento, valorização de materiais, transporte, transbordo, tratamento e disposição final. São nove passos e, ao finalizar o registro das informações, o município poderá gerar um comprovante de inserção de dados.

Para acessar a capacitação, basta clicar AQUI.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Com foco no aumento da produtividade, Paraná lança Rede Morangos do Brasil

O Governo do Paraná promoveu evento online para lançar oficialmente a Rede Morangos do Brasil, que envolve pesquisadores e agricultores da cadeia produtiva do morangueiro.

A rede foi instituída no ano passado, por meio de um Memorando de Entendimento entre instituições de vários estados – Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina –, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade e qualidade do fruto.

Juntos, os cinco estados respondem por cerca de 80% da produção de morangos no Brasil. Nesse cenário, a ideia é elaborar um plano multirregional, articulando ações e atores para o fortalecimento socioeconômico da cultura. O intuito é fomentar a produção nacional, desenvolvendo cultivares com potencial produtivo e de fácil adaptação às diferentes regiões do território brasileiro.

Priorizando o desenvolvimento regional sustentável, as ações devem contemplar aspectos como: melhoramento genético; tecnologia de produção de mudas; nutrição de plantas nos sistemas de produção; fitossanidade (prevenção de doenças e pragas); pós-colheita; e gestão da cadeia produtiva (produção e comercialização).

A iniciativa conta com investimento de R$ 1,6 milhão, sendo R$ 680 mil do Fundo Paraná, dotação para o financiamento da produção científica e tecnológica paranaense, e R$ 326 mil da Fundação Araucária, com recursos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O restante dos recursos é proveniente dos estados parceiros.

COOPERAÇÃO – O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, destacou a cooperação da comunidade acadêmica na produção de conhecimento, associada às ações de políticas públicas. “É importante que a ciência esteja a serviço da melhoria das condições de vida da população, gerando riqueza, renda e desenvolvimento econômico e social”, afirmou, pontuando a urgência por cultivares próprias do morango.

Para o diretor do Departamento de Desenvolvimento de Cadeiras Produtivas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Barcelos, a parceria é fundamental para a consolidação da atividade produtiva. “O trabalho em rede vai permitir potencializar a produtividade das propriedades rurais, agregando valor e minimizando perdas e desperdícios que assolam os agricultores. Estamos conectados nessa perspectiva para fortalecer o processo produtivo como um todo”, salientou.

DIAGNÓSTICO – Um dos coordenadores da Rede Morangos do Brasil, o professor Juliano Tadeu Vilela Resende, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), apresentou um diagnóstico prévio, realizado nos primeiros meses de trabalho.

Atualmente, o Brasil não dispõe de programas de melhoramento genético da atividade produtiva, o que acaba gerando dependência de outros países. A área plantada de morangos no território nacional é de 6 mil hectares e a produção alcança a marca de 250 mil toneladas. Além dos cinco estados que integram a rede, a produção abrange Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, gerando cerca de 150 mil empregos diretos.

Em termos de custo de produção, a implantação de um hectare com morangos, por exemplo, varia entre R$ 50 mil a R$ 150 mil, sendo que as mudas representam cerca de 60% desse valor, dependendo do manejo e do nível tecnológico empregado no sistema de produção. Geralmente são utilizadas 40 mil mudas por hectare, cujo valor do milheiro está entre R$ 1.500 e R$ 1.800.

Anualmente, o Brasil demanda 200 milhões de mudas – cerca de 150 milhões são importadas do Chile, da Argentina e da Espanha –, o que gera um desequilíbrio na balança comercial em torno de R$ 250 milhões. As mudas são produzidas na Patagônia, no extremo sul da América do Sul, enquanto o material genético é de origem americana, italiana e espanhola.

“Considerando que praticamente todos os insumos utilizados na cultura do morango são cotados em dólar, inclusive as mudas, observamos um aumento substancial no custo de produção, o que vem dificultando a vida dos agricultores e reduzindo a capacidade de investimento. Outro desafio está relacionado à logística na pós-colheita, compreendendo a distribuição, o armazenamento, o transporte e a embalagem, assim como a falta de programas governamentais de apoio para assegurar a sustentabilidade da cadeia produtiva”, sinalizou Juliano.

Cada instituição parceira atua em um ponto específico da cadeia produtiva do morangueiro. Entre várias ações, ele explicou que a rede pretende propor atualização dos programas de melhoramento genético, produzindo mudas de qualidade fisiológica e fitossanitária; reduzir o uso de insumos, explorando de forma mais eficiente os sistemas de produção; diversificar a produção para os sistemas agroecológicos; e contribuir para a logística de distribuição e organização da produção e comercialização.

PARCERIA – A Rede Morangos do Brasil é composta pelas seguintes instituições: do Paraná, Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (Iapar-Emater); de São Paulo, Instituto Agronômico (IAC), Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL); de Minas Gerais, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG); Universidade Federal de Lavras (UFLA); de Santa Catarina, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri); e do Espírito Santo, Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

PRESENÇAS – O evento contou com a participação do presidente do CNPq, Evaldo Ferreira Vilela, e do coordenador do Programa de Capacitação Tecnologia e Competitividade do CNPq, Cassiano D’Almeida. Pelo Estado do Paraná, estavam presentes o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, e os reitores da UEL, Sérgio Carlos de Carvalho, e da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Alexandre Webber. Dos outros estados participaram: o secretário-executivo da pasta da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Francisco Matturro; o subsecretário da pasta da Aquicultura, Pesca e Desenvolvimento Rural Sustentável do Espírito Santo, Dorval de Assis Uliana; a diretora em exercício do Instituto Agronômico de São Paulo (IAC), Regina Célia de Matos Pires; a diretora técnica do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Sheila Cristina Pucoli Posse; o diretor de Operações Técnicas da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Trazilbo José De Paula Júnior; e o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Vagner Miranda Portes.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estado orienta servidores e gestores sobre condutas adequadas em período eleitoral

A Controladoria-Geral do Estado (CGE) publicou nesta terça-feira (29) sua cartilha sobre condutas vedadas em ano eleitoral. O material é direcionado a todos que trabalham no serviço público estadual e traz as penalidades a que os servidores estão sujeitos caso infrinjam algum artigo da legislação, bem como os canais de denúncia.

A cartilha está disponível no site da CGE, na aba Institucional, opção Legislação, em Recomendações. Ela pode ser usada como material de consulta pela população em geral e por quem quer tirar dúvidas sobre o assunto. O material aborda as alterações exigidas em ano eleitoral no que se refere a publicidade e propaganda, obras públicas, orçamento, entre outros aspectos da administração pública.

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, explicou que a cartilha foi pensada para orientar o servidor e os gestores, evitando eventuais irregularidades cometidas por desinformação. “O período eleitoral restringe atos da administração pública, para garantir o processo democrático. Nossa intenção é contribuir com o esclarecimento sobre as restrições”, disse.

Segundo ele, é papel da CGE, como órgão central de controle, alertar sobre as consequências de possíveis infrações. “Acrescentamos as penalidades a que está sujeito quem não respeitar as regras. O Paraná se consolidou como estado ético e que age em conformidade com a lei, e queremos manter a integridade da gestão pública”, completou o controlador-geral.

Para a elaboração da cartilha foi montado grupo de trabalho com servidores da CGE. Paulo Palacios, coordenador de Integridade e Compliance, esteve à frente do colegiado e explicou que foi feito um resumo, traduzindo a legislação que afeta a gestão pública em ano de eleição.

A novidade é o Calendário Eleitoral 2022, segundo resolução do Tribunal Superior Eleitoral, que está em 38 páginas do anexo. A publicação tem 52 páginas, diagramadas de forma a tornar a leitura leve e os assuntos de fácil localização. Há a opção de download para consultas off-line.

“Abordamos desincompatibilizações para concorrer a cargo público e condutas vedadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, entre outras regras. Traduzimos esse material para que o servidor tenha acesso rápido ao ponto que lhe interessa em determinada situação, que porventura se apresentar”, explicou Palacios.

DENÚNCIAS – A CGE também receberá denúncias sobre eventuais desvios de conduta com relação às eleições deste ano. Também pode ser procurada para tirar dúvidas e receber orientações sobre as vedações. Para entrar em contato é só ligar para o 0800-041-1113, usar o WhatsApp (41) 3883-4014, ou registrar a reivindicação no site da CGE.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Paraná e Canadá confirmam interesse em expandir parcerias na agricultura e educação

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta quarta-feira (30) a embaixadora do Canadá no Brasil, Jennifer May, no Palácio Iguaçu. Eles trataram do estreitamento de relações entre o país norte-americano e o Paraná.

É a primeira visita da embaixadora ao Estado, mas a relação entre o Estado e o país vem de longa data, já que são tradicionais parceiros em diversas áreas. Um exemplo são os 18 convênios firmados entre sete universidades estaduais paranaenses e o Canadá, sendo Québec a principal parceira há mais de três décadas.

Além disso, o encontro ocorreu em um momento oportuno para o aprofundamento da relação entre o Paraná e o Canadá, principalmente em áreas como agricultura e educação. O governador ainda apresentou à embaixadora o potencial do Paraná na indústria automotiva, no turismo, produção de papel e celulose e proteína animal. Também foram abordados temas como as concessões rodoviárias e a Nova Ferroeste.

Uma parceria em andamento é o programa de intercâmbio internacional Ganhando o Mundo, criado pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte para oferecer a estudantes do Ensino Médio uma formação em instituições de ensino estrangeiras que tenham curso equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Os jovens foram selecionados com base em um ranking de melhores notas entre as escolas estaduais e partiram rumo ao Canadá em fevereiro deste ano.

“Estamos muito felizes com a oportunidade que vocês deram aos nossos alunos de conhecerem um país de primeiro mundo. Agradecemos pelas famílias deles. É a realização de um sonho para estes jovens”, afirmou o governador. “São os dois países que estão ganhando o mundo com esse projeto”, completou a embaixadora.

“Com o trabalho da Secretaria da Educação, em parceria com o Canadá, conseguimos dar a oportunidade para alunos muito humildes, que talvez sozinhos não conseguiriam fazer um intercâmbio”, disse o secretário estadual da Educação, Renato Feder.

Ainda nesta área da Educação existe, ainda, uma cooperação em curso entre a Fundação Araucária e a agência de pesquisa canadense MITACS, com objetivo de selecionar acadêmicos para um intercâmbio no país.

AGRICULTURA – Outro assunto levantado foi o desdobramento no comércio internacional do conflito entre Rússia e Ucrânia. Muitos estados brasileiros, incluindo o Paraná, buscam fornecedores alternativos de insumos essenciais para o agronegócio. “O Canadá é um grande produtor de fertilizantes, nós somos grandes produtores de alimentos e temos interesse em fazer negócios com o país. A base econômica do Paraná é o agronegócio. Das 10 maiores cooperativas da América Latina, seis estão no Estado'', disse Ratinho Junior.

Mais importante que usar fertilizantes na produção agrícola, disse a embaixadora, é saber a melhor forma de aproveitá-los. “Falamos muito sobre fertilizantes, e não apenas em utilizá-los, mas como utilizá-los melhor e como fazer uma agricultura mais orgânica, usando mais tecnologias. E essa é uma das áreas em que, juntos, temos muitas possibilidades. Temos agricultores muito jovens aqui, inovadores, e acho que isso pode trazer benefício para os dois lados”, afirmou.

O Estado investiu US$ 908,4 milhões no ano passado com esse insumo. Até fevereiro de 2022, a Rússia enviou ao Paraná 105,14 mil de toneladas em fertilizantes, com predominância do cloreto de potássio.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressaltou a importância do encontro. “Esse aspecto do comércio deve ser um tema de aprofundamento, pois é muito relevante. Temos um interesse muito grande porque nós trabalhamos pra isso, não só pra ter um selo na parede, mas vender alimentos”, disse.

Ele se refere a um estudo de caso feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que destacou o Paraná como um exemplo mundial no desenvolvimento sustentável, por ter um grande uso de energia renovável, proteção ambiental e redução de desigualdades.

A pesquisa analisou de que forma o Paraná aderiu e aplicou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) ao longo dos últimos anos. “Como o Estado é um grande produtor de alimentos, produzimos com qualidade, pensando cada vez mais na sustentabilidade”, ressaltou o governador.

O governador ainda destacou que o Paraná é o maior produtor e exportador de proteína animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura. Também ocupa o segundo posto em relação à carne suína, e mantém a vice-liderança na produção de leite e ovos. Segundo ele, parcerias com outros países vão ajudar a abrir mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal.

Em 2021, o Estado recebeu da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. A entidade também concedeu ao Estado a certificação de zona livre de peste suína clássica independente. A chancela tem potencial para transformar significativamente o patamar de produção da pecuária paranaense.

CONCESSÕES – Outro assunto comentado pelo governador durante o encontro foi o maior pacote de concessões rodoviárias do País, que será levado à Bolsa de Valores ainda neste ano. Serão 3,3 mil quilômetros de estradas estaduais e federais, com a previsão de duplicação de 1,7 mil quilômetros. São R$ 44 bilhões de investimentos em obras e mais R$ 35 bilhões que serão destinados à operação e manutenção das rodovias.

NOVA FERROESTE – No encontro também foi apresentado o projeto da Nova Ferroeste, que vai conectar Maracaju a Paranaguá. Um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel possibilitará a interação do modal ferroviário com o Paraguai e a Argentina, num total de 1.304 quilômetros em toda extensão. A previsão de investimento é de R$ 29 bilhões.

A embaixadora levantou a possibilidade de participação de empresas canadenses no projeto. Além disso, o Embaixador do Brasil no Canadá, Pedro Bório, é paranaense, e tempos atrás esteve em visita ao governador e se colocou à disposição para fomentar parcerias entre o país e o Estado.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana, o secretário da Comunicação e da Cultura, João Evaristo Debiasi; a superintendente da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; os presidentes da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, e da Invest Paraná, Eduardo Bekin; a cônsul-geral do Canadá em São Paulo, Heather Cameron; a vice-cônsul, Pascale Thivierge; o chefe do Escritório Comercial do Canadá em Porto Alegre, Paulo Orlandi; o chefe interino do Erepar, secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado; o diretor de Educação da Secretaria da Educação, Roni Miranda; a chefe de gabinete da Secretaria da Educação, Silvana Avelar; e a assessora Internacional da Fundação Araucária, Eliane Segati.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Com investimento de R$ 150 milhões, Paraná lança programa para acelerar as cirurgias eletivas

O Governo do Estado lançou nesta quarta-feira (30) o maior programa de cirurgias eletivas da história da Saúde. Com investimento recorde de R$ 150 milhões do Tesouro do Estado, o “Opera Paraná” deve proporcionar cerca de 60 mil cirurgias a mais este ano.

O anúncio foi oficializado em Curitiba pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, durante o 14º Seminário da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa).

A destinação do recurso foi formalizada por meio da Resolução Sesa 1.104/2021  e deve abranger os mais diversos serviços de Saúde do Estado, desde que se enquadrem nas normativas da Resolução Resolução Sesa 1.127/20021 .

“O maior volume de recursos para cirurgias eletivas no Paraná havia sido R$ 19 milhões por meio do governo federal, e este ano, com a pandemia e todo o esforço coordenado pelo governador Ratinho Junior, fizemos um exercício orçamentário e conseguimos colocar R$ 150 milhões”, afirmou Beto Preto.

A implantação do programa tem por objetivo diminuir as filas de espera e parte da demanda reprimida, que teve um acréscimo considerável com a pandemia, que paralisou os procedimentos não emergenciais por meses. Além disso, o Opera Paraná reforça a regionalização da Saúde, expandindo a oferta dos serviços e dando oportunidade de todos os hospitais, de pequeno a grande porte, a participarem desta ação. O Estado fará o edital e os hospitais que conseguirem realizar as operações vão efetivar a adesão.

 “O Estado do Paraná pode contar com a Femipa para a execução destas cirurgias e apoio ao programa. Vamos nos unir e realizar uma verdadeira força-tarefa para suprir essa demanda”, disse o presidente Charles London.

Atualmente, estima-se que pelo menos 200 mil procedimentos eletivos e 300 mil consultas médicas especializadas, caracterizados como prioritários, precisem ser realizados no Paraná. A fila destes procedimentos está sendo compilada em um programa de gestão que integre os sistemas do Estado, município e consórcios. Este ano, o Estado deve realizar aproximadamente 250 mil cirurgias dentro do cronograma padrão e 60 mil dentro da programação extra.

O presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems), Ivoliciano Leonarchik, falou sobre a importância do programa. “Este tema de cirurgias eletivas é uma necessidade antiga do Estado e hoje, graças a este governo municipalista que olha para todos da mesma forma, o Paraná é um dos poucos estados que tem um programa específico para a realização destes procedimentos”, disse.

PRESENÇAS – Participaram do evento o presidente da Confederação das Santas Casas de Misericórdia (CMB), Mirócles Campos Véras Neto; a secretária municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak; o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Paraná, Rangel da Silva; o presidente da Associação Médica do Paraná, Nerlan Tadeu Gonçalves de Carvalho; o diretor de Mercado e Comunicação da Unimed Paraná, Durval Francisco dos Santos Filho; além de demais autoridades estaduais e municipais.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Comitê do Governo acompanha introdução progressiva de orgânicos na alimentação escolar

Em 2021, o percentual de produtos de base agroecológica e orgânicos na alimentação escolar do Paraná foi de 10,5%, o que corresponde a 10.591.493 quilos de alimentos.

De acordo com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), aproximadamente um milhão de alunos foram beneficiados com a alimentação mais saudável, o que é fundamental, pois se trata de uma população em fase de desenvolvimento.

No Estado, somente a agricultura familiar fornece esse tipo de produto para a alimentação escolar. A estimativa é que pelo menos 18 mil famílias, o que representaria cerca de 100 mil pessoas, estão envolvidas diretamente na produção e entrega dos orgânicos para o Programa Estadual de Alimentação Escolar (PEAE).

O desafio assumido pelo Estado é estender o benefício para todos os estudantes do sistema estadual de ensino fundamental e médio até 2030. Os parâmetros e as ações necessárias para a introdução progressiva dos produtos orgânicos estão sendo analisados, no Governo do Estado, por um comitê gestor com integrantes de diversos órgãos. O colegiado assessora os secretários da Educação e do Esporte e da Agricultura e do Abastecimento no trabalho de formular, gerir e fiscalizar as políticas públicas que visam suprir a totalidade da alimentação escolar com produtos orgânicos.

“Temos a incumbência, entre outras, de propor acordos ou parcerias, ou sugerir iniciativas que levem a aumentar, de forma progressiva, a compra de alimentos livres de agrotóxico, sobretudo de agricultores familiares, e, com isso, melhorar a qualidade da comida que chega aos alunos da rede pública”, disse a presidente do comitê gestor e chefe do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Márcia Stolarski.

Além de representantes da Agricultura e da Educação, o comitê reúne a Secretaria de Estado da Saúde, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná), o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), do Instituto Fundepar e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Cedraf).

De acordo com o Decreto 4.211/2020, cabe a eles diligenciar recursos humanos, materiais e financeiros para implementar o plano; propor acordos e parcerias; coordenar, gerir, monitorar e avaliar o Plano de Introdução Progressiva de Produtos Orgânicos na Alimentação Escolar; e apresentar relatórios e informações sobre o plano ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea-PR).

Para isso, o comitê gestor para a introdução progressiva de produtos orgânicos na alimentação escolar estabeleceu alguns eixos para a atuação: pesquisa e desenvolvimento; assistência técnica e extensão rural; conversão e certificação da produção; educação alimentar e nutricional; comercialização, distribuição e logística; fortalecimento do Programa Estadual de Alimentação Escolar; monitoramento e fiscalização; captação de recursos; e comunicação.

EM 2022 – Para este ano há expectativa de alcançar 20% de alimentos orgânicos e de base agroecológica distribuídos. Serão fornecidos 15 grupos de alimentos, entre frutas, hortaliças, temperos, pães, leite, iogurte, suco e polpa de fruta, feijão, arroz, morango, milho para pipoca, ovos, entre outros. Serão contratados diretamente da agricultura familiar R$ 120 milhões em alimentos para atendimento de 2022 até junho de 2023.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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