O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em parceria com a Escola de Gestão do Paraná, oferta o curso “Capacitação de técnicos para o cultivo de cereais de inverno no Paraná”.
A formação é direcionada aos técnicos do instituto vinculados à extensão rural e à pesquisa, servidores das prefeituras municipais, profissionais da iniciativa privada e estudantes de agronomia.
Serão abordadas tecnologias no cultivo de trigo, triticale, aveia granífera e aveia forrageira. As inscrições vão até 29 de abril. O curso é dividido em quatro módulos, realizados nos dias 04, 05, 11 e 12 de maio, no período da tarde. As aulas se realizarão através de transmissões ao vivo pelo YouTube, com registro de presença e acompanhamento pela EGP e pelo IDR-Paraná.
O Paraná conta com uma iniciativa para fomentar o cultivo de cereais de inverno, o programa Cereais de Inverno e Segunda Safra, que vai incentivar o plantio de culturas como trigo, triticale, centeio e aveia. As ações tem apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e do IDR-Paraná, em parceria com entidades como o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).
Para as inscrições Clique Aqui.
Por - AEN
Criado em 2019, o programa Presente na Escola, da Secretaria estadual da Educação e do Esporte, vem se aprimorando cada vez mais para manter e atrair os estudantes da rede estadual de ensino. Ele mostra a importância da presença integral em sala de aula.
Neste ano letivo de 2022, o objetivo principal é, justamente, a permanência dos estudantes, com um conjunto de estratégias, com busca ativa, para aumentar a participação e prevenir possíveis abandonos, sem esperar que eles aconteçam para agir.
“O foco da nossa atuação é na manutenção da frequência do aluno. É tomar todas as ações para que ele permaneça na escola, para que não venha a evadir, para mantê-lo estudando”, explica o coordenador do programa na Secretaria da Educação, Orivaldo Június Alexandre.
Para poder embasar o trabalho, tanto a Secretaria quanto os Núcleos Regionais de Educação (NREs) e as escolas contam com a ferramenta Power BI (Business Intelligence), na qual é possível monitorar diariamente a presença dos alunos e saber quais locais, colégios e turmas são pontos de atenção.
Em posse desses dados, cada técnico do Presente na Escola, em cada um dos 32 NREs, faz a identificação das escolas e visita semanalmente cerca de dez delas, fazendo entrevistas para entender os motivos da situação identificada e dando o suporte para que o colégio desenvolva ações efetivas.
Orivaldo conta, como exemplo, o caso dos alunos chamados “pula-pula”, que estão indo para escola, mas eventualmente também estão faltando sem motivo. “Esse aluno às vezes escolhe quais aulas ele vai faltar. Nós observamos a ocorrência dessas faltas, se é na disciplina, se é num determinado dia, e conseguimos mapear e tomar ações em cima disso”, diz.
Isso pode ocorrer por diversos motivos e, por vezes, está no desinteresse ou na defasagem de determinado conteúdo pelo estudante. Nesses casos, a parte pedagógica atua em conjunto com o programa, oferecendo reforço ou mesmo tentando criar estratégias para motivá-los. “Para alunos com defasagem, nós temos o programa Mais Aprendizagem, no contraturno, que auxilia o aluno a se recuperar dessa lacuna que ficou, tornando a aula mais interessante e objetiva para ele”, ressalta Orivaldo.
MOEDAS DA APRENDIZAGEM – Para aumentar a participação dos alunos nas aulas de História do Colégio Estadual Castelo Branco, em Itapejara d´Oeste, a professora Silvia Copatti Bussolaro desenvolveu ainda no pré-pandemia as “Historefas” (junção das palavras história e tarefas), uma moeda que serve como bônus em dia de avaliação.
Inicialmente desenvolvida com uma turma piloto (do 3º ano) para premiar os estudantes que estavam realizando o dever de casa de forma integral, a moeda poderia ser usada para eliminar uma das cinco alternativas em uma questão de múltipla escolha, por exemplo.
“A ideia nasceu mais como incentivo do que premiação e, ao perceber que foi dando certo, com cada vez mais gente fazendo as tarefas, fui expandindo para mais turmas”, conta Silvia. Neste ano, com alunos ainda afetados pelo ritmo mais lento do ensino remoto nos anos anteriores, a professora aumentou as chances de ganhar as Historefas.
“Para fazer com que eles queiram estar na aula, faço perguntas sobre o tema da aula que estou dando e quem responde ganha, ou proponho atividades durante a própria aula. Em uma, consegui que todos os 38 alunos participassem”, explica ela, que hoje dá aula para nove turmas de todas as séries do ensino médio. Ou seja, é preciso estar presente para poder ganhar.
A iniciativa, segundo a professora, vem fazendo com que atrasos para a primeira aula deixem de acontecer, faltas diminuam e o aprendizado, em si, aumente. “A participação da turma aumentou bastante. Percebo que o pessoal presta mais atenção, quem não fazia as atividades passou a fazer. Isso ajudou bastante no hábito de estudar”, relata o estudante Eduardo Cauvilla, do 3º ano, que já gostava da disciplina e passou a estudar ainda mais ao sentir as tarefas “valorizadas”.
Para Silvia, o resultado foi além do esperado. “Não percebi desonestidade com troca de moedas entre eles, isso vale muito. Alguns alunos também ganham moedas e não usam todas, elas sobram, o que significa que estão aprendendo e que, em muitos casos, não precisam de dicas. Teve aluna que me devolveu moedas do fim do ano passado neste ano”, conta.
Por - AEN
A Superintendência Geral de Ação Solidária do Paraná, vinculada à Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), lançou nesta terça-feira (19), na Ceasa Curitiba, um nova etapa do projeto Capacita Mais Paraná.
As primeiras ações do projeto aconteceram em 2021 na Ceasa Curitiba, sob o nome de Páscoa Solidária. Na ocasião, o programa Banco de Alimentos – Comida Boa, da Ceasa Paraná, e o Departamento de Policial Penal (Deppen), promoveram curso para apenadas e apenados que trabalham no local. Neste ano já foram realizadas ações similares junto ao Banco de Alimentos das Ceasas de Londrina e Maringá, com o objetivo de ampliar ainda mais o escopo do atendimento.
O primeiro curso de 2022 aconteceu no Banco de Alimentos da Ceasa de Londrina. Ele foi ministrado pela nutricionista Adriane Tondinelli. Participaram 12 alunos que fazem parte do convênio do Deppen com o Banco de Alimentos do município. Em seguida ele passou por Maringá.
Agora, além dos trabalhadores do Banco de Alimentos, o Capacita vai alcançar outras entidades, organizações socioassistenciais sem fins lucrativos e famílias cadastradas no Ceasa. “O Capacita Mais Paraná tem a finalidade de preparar famílias, pessoas em vulnerabilidade social e econômica, dando a elas mais conhecimentos sobre o reaproveitamento e o preparo de alimentos básicos, além de informações relacionadas à segurança alimentar”, disse Luciana Sato Massa, presidente do Conselho de Ação Solidária e primeira-dama do Paraná.
“Os cursos e oficinas buscam dar às pessoas envolvidas também a possibilidade de uma geração de renda extra com a venda desses produtos”, acrescentou.
Para Norberto Ortigara, secretário de Agricultura e do Abastecimento, capacitar significa oferecer e melhorar habilidades. “Desde o primeiro momento em que nos foi apresentada essa proposta consideramos viável a sua execução, nos auxiliando dentro das politicas do Estado nas questões ligadas à segurança alimentar”, disse. Ele também adiantou que nos próximos dias será lançado um edital de R$ 35 milhões para a compra de alimentos básicos que serão repassados para entidades que acolhem pessoas carentes no Estado.
CERTIFICAÇÃO – No mesmo evento foram entregues os certificados de conclusão de dois cursos de Panificação para 24 pessoas de 15 entidades e famílias cadastradas junto ao programa Banco de Alimentos da Ceasa Curitiba. As aulas teóricas e práticas e o processamento de alimentos são realizados na Cozinha Industrial do Banco de Alimentos.
Participaram dos dois cursos na Ceasa Curitiba representantes das associações de Catadores de Materiais Recicláveis Parceiros do Meio Ambiente; de Acolhimento Rancho dos Profetas; Amor e Movimento – Amovi; da Mandiritubense de Amigos dos Idosos; Hospital São Julian; Comunidades Terapêuticas Nossa Senhora do Perpétuo do Socorro; Valentes de Davi; famílias atendidas no Banco de Alimentos – Comunidades; Deppen – Equipe Cozinha Industrial; Legião da Boa Vontade – LBV; Instituto Mães de Misericórdia Servas dos Pobres; Passos da Criança; e Apae de Pinhais.
BANCO DE ALIMENTOS – Com o objetivo de aumentar a segurança alimentar, o Banco de Alimentos doa mensalmente cerca de 640 toneladas de alimentos processados e congelados para centenas de famílias e entidades sociais. Apesar de estarem em bom estado para consumo, os alimentos doados por permissionários atacadistas e produtores da Ceasa não têm padrão de comercialização e, por isso, eram descartados. Com o projeto, esses produtos hortifrutigranjeiros passaram a ser selecionados, processados e congelados, para depois serem enviados a famílias necessitadas.
Segundo Éder Bublitz, presidente da Ceasa, a participação dos permissionários atacadistas e dos produtores que fazem as doções dos hortigranjeiros e produtos para o Banco de Alimentos tem sido fundamental para que o Estado seja referência nacional em ações como as realizadas pelo programa.
“Saímos de 50 toneladas/mês de doações há cinco anos para termos no último mês de dezembro (2021) a doação de 429 toneladas. Temos agora essa nova atividade junto ao projeto Capacita Mais. Nossa equipe de trabalho e dos demais parceiros e entidades que participam deste projeto têm sido importantes nesse trabalho social”, afirmou.
“Temos outras ações de preparo, de opções da produção artesanal de alimentos como doces, geleias entre outros”, complementou Joelma Kapp, instrutora alimentar do Senar Paraná, que também integra o grupo de apoio ao projeto.
APOIADORES – Além da Ceasa, Seab, Sejuf, Deppen e Senar/PR, participam ainda do apoio do programa o Sindaruc, Faep, Fetaep e Prefeitura Municipal de Curitiba.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) declarou nesta terça-feira (19) situação de epidemia de dengue no Paraná devido ao aumento do número de casos.
De agosto de 2021 até o momento, o Estado contabiliza mais de 80 mil notificações e cinco mortes pela doença. O boletim divulgado hoje registra 14.964 novas notificações em relação à semana anterior.
“Em cada boletim semanal os números apontavam para este desfecho. Apesar do nosso constante monitoramento, por parte da Vigilância Ambiental, os números subiram e agora precisamos reverter a situação. Não queremos que os casos aumentem e, principalmente, que ocorram novos óbitos”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “Já realizamos um trabalho efetivo de combate à doença, com apoio da sociedade, e convocamos a população novamente para este enfrentamento”.
De acordo com a Sesa, os números do boletim semanal da dengue mostram que os casos prováveis e confirmados estão acima do esperado para o período epidemiológico – por isso a configuração de um cenário epidêmico.
São 80.004 casos notificados, 14.964 a mais em relação à semana anterior. Os dados são do 34º Informe Epidemiológico, do atual período sazonal da doença, que iniciou em 1º de agosto e segue até julho de 2022.
O documento informa ainda que 365 municípios possuem casos notificados, sendo que 287 tiveram confirmações. Em uma semana foi registrado o aumento de 39,86% nos casos confirmados, passando de 16.560 para 23.161, sem registro de novos óbitos.
As Macrorregiões Oeste e Norte concentram maior o maior número de casos confirmados. Francisco Beltrão, Medianeira, Arapongas, Cascavel, Salto do Lontra, Ampére, Catanduvas, Iracema do Oeste e Realeza foram os municípios com mais casos confirmados nas últimas seis semanas.
EPIDEMIA – Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que rapidamente se espalha, por contágio direto ou indireto, até atingir um grande número de pessoas em um determinado território e que depois se extingue após um período.
O Diagrama de Controle é um dos métodos utilizados para a verificação de ocorrência de uma epidemia. Ele consiste na representação gráfica, considerando uma série histórica de 12 anos, sugerindo limites máximo e mínimo de casos absolutos esperados.
Entre 2019 e 2020, o Paraná enfrentou uma das piores epidemias de dengue da sua história, desde que começou a ser monitorada, em 1991. Naquele período foram registrados 227.724 casos confirmados da doença, com 177 mortes. Até então, o pior período havia sido entre 2015 e 2016, com pouco mais de 56 mil casos e 61 mortes.
“Nossas equipes já estão em campo nas regiões onde prevalece o maior número de casos, orientando a população. Estamos promovendo tutoriais voltados aos médicos para esse enfrentamento, para que haja o diagnóstico assertivo”, complementou o secretário. “Precisamos reavivar os métodos de combate da dengue. Aquele vaso de água, de entulho, na cisterna de captação de água, pois o criadouro do mosquito pode estar lá”.
TRANSMISSÃO – O mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é causador também de outras doenças chamadas de arboviroses, caso da zika e chikungunya. De acordo com o boletim semanal desta terça, houve 210 notificações de chikungunya, com 12 casos confirmados.
Confira o boletim semanal da dengue.
Por - AEN
2.303 candidatos foram chamados nesta terça-feira (19) na 1ª convocação do Vestibular 2022 da UEL. A lista completa pode ser acessada no Portal da Coordenadoria de Processos Seletivos (COPS).
Os aprovados devem fazer a pré-matrícula até o dia 26 de abril, no Portal do Estudante. Os novos alunos iniciam as aulas a partir de 1º de agosto, quando começa o ano letivo 2022.
Além da pré-matrícula, os aprovados na 1ª convocação precisam fazer a postagem de documentos acadêmicos e pessoais junto à Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD), conforme previsto no Manual. Outra observação importante é a necessidade de confirmação de matrícula, que deverá ser realizada na primeira semana de aulas. O procedimento é totalmente online e necessário para todos os novos alunos.
Já os candidatos não aprovados nesta terça-feira deverão manifestar interesse pela vaga no período entre 19 e 26 de abril. O objetivo é garantir o nome nas demais chamadas do vestibular. A manifestação de interesse deve ser feita via internet, no site da COPS.
A UEL publica no dia 28 de abril, às 14 horas, a relação dos candidatos que declararam interesse na Lista de Espera do Vestibular 2022 e no dia 5 de maio, a partir do meio-dia, a 2ª convocação dos aprovados. Os estudantes ainda poderão conferir as notas por meio do Boletim de Desempenho do Candidato, divulgado no site da Cops.
Segundo a Cops, os estudantes já estão habituados quanto à necessidade de manifestação de interesse para garantir a vaga nas chamadas posteriores do concurso. Ela explica que o processo é simples.
A novidade deste ano são as cotas para estudantes deficientes. Pela primeira vez a UEL realizou um Vestibular com 5% do total das vagas reservadas para pessoas com deficiência, em obediência à Lei Estadual 20.443/2020. Nesta primeira experiência, 86 candidatos se inscreveram pelo sistema de cotas para deficientes. De acordo com resolução aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), os candidatos deficientes aprovados deverão posteriormente comprovar a sua condição física por meio de atestado médico, que deverá ser apresentado no ato da pré-matrícula. Uma comissão multidisciplinar analisará a documentação garantindo o direito do estudante.
Pelo segundo ano consecutivo a universidade realizou o Vestibular em fase única. A prova foi realizada no último dia 6 de março, com 50 questões objetivas e mais a prova de Redação. O concurso registrou 30% de abstenções – 6,7 mil candidatos de um total de 22.587 inscritos. O total de 15.069 candidatos prestaram o Vestibular. Este ano a UEL ofereceu 2.509 vagas, mais 616 pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU), totalizando 3.125, em 52 cursos de graduação.
VESTIBULAR 2023 – O CEPE aprovou o retorno do modelo tradicional do Vestibular da UEL, que em 2023 será realizado em duas etapas – dia 5 de março (1ª fase) e dias 2, 3 e 4 de abril (2ª fase). O Conselho também aprovou a data da Prova de Habilidade Específica destinada aos candidatos ao curso de Música, que será aplicada em 4 de dezembro deste ano. De acordo com o cronograma aprovado, o resultado final do Vestibular será divulgado em 2 de maio, com início do ano letivo previsto para meados de 2023.
A 1ª fase será realizada no dia 5 de março, com 60 questões de Conhecimentos Gerais (Geografia, História, Filosofia, Artes, Química, Física, Biologia, Sociologia e Matemática). A 2ª fase terá três dias: 2 de abril – questões de Língua Portuguesa e Literatura em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação. Já o dia 3 de abril é destinado para prova discursiva de Conhecimentos Específicos e dia 4 de abril, Prova de Habilidades Específicas direcionada aos candidatos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda e Artes Visuais.
Confira AQUI a lista da 1ª convocação.
Confira o Calendário do Vestibular de matrículas e convocações.
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Com o fim da aplicação da bandeira Escassez Hídrica determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no último sábado (16), haverá redução no valor final da conta de luz, de acordo com a tarifa de energia de cada distribuidora.
No Paraná, área de concessão da Copel, espera-se uma redução gradativa nas faturas emitidas para residências, comércios e indústrias atendidos em baixa tensão, que deve chegar a 20% quando todo o ciclo de consumo já estiver dentro do período de isenção da cobrança.
A bandeira Escassez Hídrica estava vigente desde setembro, adicionando, na fatura, o valor de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos. De acordo com a Aneel, esse valor extra foi necessário para compensar os custos de energia, que ficaram mais caros em decorrência do enfrentamento do período de escassez de recursos hídricos, em 2021, o pior em 91 anos.
Os consumidores beneficiados com a Tarifa Social de Energia Elétrica já tinham isenção da bandeira Escassez Hídrica, pagando a bandeira tarifária divulgada mensalmente pela Aneel. Agora, a previsão divulgada pelo Ministério de Minas e Energia é de que todos os consumidores sejam beneficiados pela tarifa verde, sem cobrança adicional de valores, até o final deste ano.
A tarifa social é válida para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, beneficiários de prestação continuada (BPC 87 ou 88) e usuário de equipamento eletromédico de baixa renda. No Paraná, domicílios inscritos na tarifa social que mantêm o consumo abaixo de 150 kWh (quilowatts-hora) mensais têm a conta de luz paga pelo programa estadual Energia Solidária.
Por - AEN








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