O Banco Regional de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul (BRDE) disponibilizou, em 2021, mais de R$ 2,4 bilhões em créditos para projetos que estão alinhados a ao menos um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), nos três estados do Sul.
Os chamados “projetos verdes”, que contribuem para amenizar as mudanças climáticas, representaram um investimento de R$ 762 milhões.
Nas operações diretas e em toda a carteira da instituição, 75% estão alinhadas a, pelo menos, um dos ODS, bem à frente de instituições similares de outros estados. A maior parte dos créditos concedidos foram para contratos alinhados ao ODS 2, de Segurança Alimentar e Agricultura Sustentável. Em seguida, aparecem os ODS 12, de Produção e Consumo Sustentáveis, e ODS 13, de Ação Climática. Ambos fazem parte dos projetos verdes junto com os ODS 7, de Energias Limpas e Renováveis, ODS 11, de Cidades Sustentáveis, e ODS 15, de Proteção à Vida Terrestre.
O BRDE é signatário do Pacto Global da ONU e, em 2019, recebeu o Prêmio Sustentabilidade no Setor Financeiro. Comprometido com a agenda global de sustentabilidade e mitigação dos efeitos das mudanças do clima, o BRDE cumpre com os ODS e pretende continuar por esse caminho.
“O apoio com a Agenda 2030 é um caminho que o setor financeiro deve trilhar para que possamos atingir as metas propostas e inspirar as novas gerações”, diz o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski. “O BRDE está neste rumo. A estratégia para os negócios e o crescimento e desenvolvimento do Sul estão alinhados às preocupações Environmental, Social and Governance (ESG) e responsabilidade socioambiental. E queremos aumentar o fluxo de capitais locais direcionados, principalmente para os fundos verdes, e tornar o BRDE efetivamente um banco verde”.
Um dos exemplos está em andamento no Paraná. Só no Estado, mais de R$ 138 milhões em créditos foram liberados pelos programas Mais Energia Sustentável e Mais Sustentabilidade Ambiental BRDE.
Ronald Abt aproveitou os recursos do banco destinados ao apoio de projetos de energias sustentáveis e construiu uma usina fotovoltaica para sua empresa, a Serraria Abt, em Reserva, na região dos Campos Gerais. A economia em relação à conta de luz do empreendimento antes da instalação da usina passa de R$ 10 mil. “Fiz meu projeto fotovoltaico de baixa tensão, uma usina com capacidade máxima de 105 kWp. Em dezembro, antes da usina, eu estava gastando em torno de R$ 12 mil. Em fevereiro, a conta foi de R$ 591”, conta.
Satisfeito com o investimento, Abt vê a usina fotovoltaica como oportunidade de aplicação financeira a longo prazo. “O resultado é muito gratificante, poder deixar de gastar mais de R$ 10 mil por mês. Eu recomendo a todo mundo, vejo como um negócio muito promissor, além de poder usar a energia na própria empresa, dá pra fazer a negociação dessa energia com outros empreendimentos e ter a usina como uma fonte de renda”, destaca.
Ele já planeja a instalação de uma segunda usina fotovoltaica e acrescenta que, com projetos como esse, o BRDE cumpre sua responsabilidade social e ambiental.
ODS – Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) fazem parte da Agenda 30, um compromisso criado em 2015, pelos 193 países membros da ONU, que tem como intuito eliminar a pobreza, lutar contra a desigualdade, a injustiça, e proteger o planeta até 2030. Entre as metas representadas pelos ODS estão fome zero, igualdade de gênero, educação de qualidade, combate às alterações climáticas, consumo e produção responsáveis.
Por - AEN
Desde que foi lançado, em 2019, o programa Paraná Trifásico construiu 7.913 quilômetros de redes trifaseadas em todo o Estado.
A extensão equivale a mais de 10 vezes a distância entre Foz do Iguaçu e Paranaguá. As estruturas concluídas representam 31,6% do total previsto para a iniciativa até 2025, período em que estão sendo destinados R$ 2,7 bilhões para a construção de 25 mil quilômetros de redes em áreas rurais. Somente em 2022, o programa vai investir R$ 450 milhões em 4 mil quilômetros de novas redes.
A substituição das antigas estruturas monofásicas por trifásicas está proporcionando energia de maior qualidade à população rural, contribuindo para o desenvolvimento do setor agroindustrial paranaense. Na prática, toda a espinha dorsal da rede de distribuição na área rural está sendo trifaseada, substituindo a tecnologia que marcou a primeira grande revolução elétrica no Interior, nos anos 1980.
“O Paraná Trifásico é uma das principais iniciativas para garantir infraestrutura de qualidade ao setor produtivo do Estado. Esse investimento ajuda a garantir a segurança energética de que precisamos", ressalta o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Nosso principal objetivo é que a população do campo possa contar com energia elétrica de qualidade e que os produtores tenham todo o apoio necessário para crescerem ainda mais”.
O presidente da Copel, Daniel Slaviero, explica que, para além dos números e da tecnologia empregada, o programa está promovendo um salto na qualidade do fornecimento de energia à área rural. “A construção dessas redes faz com que a rede rural fique muito mais robusta, funcione com mais eficiência, o que na prática significa conforto e qualidade para a população do campo”, explica.
NOVAS ESTRUTURAS – O trifaseamento aumenta a interligação entre as redes, criando o chamado efeito redundância no fornecimento. Isso significa que as redes que hoje estão próximas, porém não se “conversam”, passam a ser interligadas. Assim, se acabar a energia em uma ponta, a outra garante o abastecimento. E, em caso de desligamentos, os produtores rurais terão o restabelecimento da energia mais rápido.
Com o programa, a Copel melhora a qualidade no fornecimento de energia para o campo, renova seus ativos e garante mais segurança aos seus funcionários e à população. Os novos cabos com capa protetora isolante têm nível de resistência reforçada quando atingidos por galhos de árvores ou outros objetos. Os antigos cabos eram “nus”, sem proteção.
2022 – O programa fechou 2021 com 6,5 mil quilômetros de novas linhas trifásicas e, em 2022, deve chegar a 10,5 mil km de novas linhas.
Por - AEN
Os dois portos do Paraná movimentaram 18.692.904 toneladas de carga de janeiro a abril deste ano, superando em 2,4% o total registrado no mesmo período do ano passado – 18.261.528 toneladas.
Com alta em todos os segmentos, as exportações superaram as importações em volume. Em percentual de aumento, entretanto, os desembarques foram maiores.
Nos primeiros quatro meses, 10.972.696 toneladas de produtos foram exportadas pelos portos de Paranaguá e Antonina - 1% a mais que em 2021, quando foram embarcadas 10.818.074 toneladas. De cargas importadas, o volume acumulado no período foi 4% maior comparando com o ano passado: 7.720.208 toneladas neste ano contra 7.443.454 toneladas em 2021.
“Nas exportações, os melhores resultados foram de milho, farelos, óleos vegetais, carga geral, derivados de petróleo e celulose”, comenta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Entre as importações, destaque para o desembarque de trigo, fertilizantes e metanol”.
As cargas que chegam ou saem pelos portos do Paraná são de três principais segmentos: granéis sólidos, carga geral e granéis líquidos – este último movimentado somente pelo Porto de Paranaguá. De granéis sólidos, no quadrimestre, foram 11.589.498 toneladas acumuladas nos dois sentidos, 2% a mais que as 11.326.156 toneladas registradas em 2021 em Paranaguá e Antonina.
A movimentação de carga geral cresceu no mesmo patamar de 2%. Neste ano, 4.387.898 toneladas já passaram pelos portos paranaenses. No ano passado, foram 4.294.782 toneladas. Já entre os granéis líquidos, o aumento foi um pouco maior: 3%. De janeiro a abril, 2.715.508 toneladas foram embarcadas e desembarcadas por Paranaguá. Em 2021, 2.640.590 toneladas.
CONTÊINERES – Entre as cargas movimentadas por contêineres pelo Porto de Paranaguá o aumento registrado foi de 3%. No quadrimestre, neste ano, foram 362.232 TEUs. Em 2021, 350.956 TEUs. Em unidade específica equivalente a 20 pés e em porcentual as exportações superaram as importações no segmento. Nos primeiros quatro meses deste ano, 207.396 TEUs foram exportadas – 5% a mais em relação às 198.145 TEUs do ano passado. O volume de cargas importadas por contêineres chegou a 154.836 TEUs, 1% a mais que em 2021 (com 152.811 TEUs).
ANTONINA – Apesar de não atuar com líquidos, nem contêineres, a movimentação de cargas pelo Porto de Antonina aumentou 80%. É a diferença entre as 493.455 toneladas deste ano e as 274.423 do ano passado. Puxaram a alta a importação de fertilizantes (433.358 toneladas – 259% a mais que as 120.852 toneladas de 2021) e a exportação de carga geral (açúcar em sacas – 16.575 toneladas). Não houve exportação de açúcar em saca em 2021.
ABRIL – Especificamente em abril, a movimentação registrou queda de 14% nos portos do Estado. Neste ano, foram 4.613.609 toneladas movimentadas, ante 5.391.766 toneladas em 2021. Embora em baixa, produtos como milho, açúcar, óleos vegetais e celulose se destacaram, registrando aumento nas exportações do mês. Já nas importações, o volume de malte/cevada e derivados de petróleo desembarcados também aumentaram.
Por - AEN
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), em parceria com o Ministério da Saúde, realiza nesta segunda-feira (9) o curso de formação em auriculoterapia para 475 profissionais que atuam na Atenção Primária no Paraná.
Os participantes certificados estarão aptos a utilizar a prática terapêutica nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos municípios paranaenses.
Serão dois dias de capacitação, com 80 horas, divididas em etapas EaD e presencial. As aulas práticas estão sendo realizadas na Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP). O curso é ministrado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), via convênio com a coordenação nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), do governo federal.
A terapia estimula pontos específicos da orelha, alinhando conhecimentos da Medicina Tradicional Chinesa, reflexologia e biomedicina. Na Atenção Primária, tem sido usada em atendimentos individuais e coletivos para diversos tipos de problemas de saúde, após avaliação clínica pela equipe.
A auriculoterapia é indicada para o tratamento de uma série de condições agudas e crônicas, como dores lombares, cefaleia, torcicolo e contraturas musculares, dores articulares, ansiedade, depressão, insônia, azia, náuseas, sintomas do climatério, obesidade, constipação, cólicas menstruais, tabagismo, entre outras. Pode ser usada como tratamento principal ou, mais comumente, em associação com outras terapêuticas, de modo a enriquecer as possibilidades de cuidado.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, César Neves, a inserção das PICS no Sistema Único de Saúde (SUS) expande o conhecimento dos profissionais e aumenta o leque de possibilidades diagnósticas e terapêuticas, visando a atenção integral do indivíduo. “Dentre todas as PICS, a auriculoterapia é uma das mais simples, rápidas e fáceis de serem incorporadas na rotina dos atendimentos dos profissionais e pode proporcionar diversos benefícios aos usuários”, complementou.
O uso da técnica pode contribuir para a redução do consumo de medicamentos e melhorar a qualidade de vida e saúde da população, tanto nos aspectos físicos quanto mentais.
“Espera-se, com a realização desse curso, ampliar a oferta da auriculoterapia em todo o Estado, proporcionando maior acesso a essa terapia aos usuários do SUS. Ela pode ser usada como tratamento principal ou, mais comumente, em associação com outras terapêuticas, de modo a enriquecer as possibilidades de cuidado”, disse a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (9) mais 405 casos confirmados e nenhuma morte em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.
Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.456.880 casos confirmados e 42.900 mortos pela doença.
Os casos confirmados divulgados nesta data são de maio (390), abril (4), fevereiro (2) e janeiro (5) de 2022; outubro (1), setembro (1), julho (1) e junho (1) de 2021.
INTERNADOS – 137 pacientes com diagnóstico confirmado ou suspeito de Covid-19 estão internados em leitos SUS (57 em UTI e 80 em leitos clínicos/enfermaria).
ÓBITOS – Não há novos óbitos registrados no sistema Estadual Notifica Covid-19 nesta data.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 10.936 casos de residentes de fora do Estado, 233 pessoas morreram.
Ajustes e relatório de exclusões.
por - AEN
De acordo com dados do Ministério da Saúde, 1.067.412 pessoas já receberam o imunizante contra a Influenza desde o início da campanha de vacinação, em 4 de abril.
Até agora, o governo federal enviou mais de 3 milhões de vacinas, já descentralizadas pela Sesa. A estimativa é de que 4,3 milhões de pessoas devam ser imunizadas até o fim da campanha, em 3 de junho, dentro do grupo prioritário. A meta é atingir ao menos 90% desse público.
“Temos registrado um número importante de aplicações da vacina até o momento, mas é preciso avançar ainda mais. A Secretaria de Estado da Saúde tem dialogado com os municípios e reforçado a importância de expandir o número de vacinados, sobretudo daquelas pessoas que compõem os grupos prioritários”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
A vacina atualizada contra a doença protege contra os subtipos da Influenza A (H1N1 e H3N2) e um subtipo da Influenza B. Em janeiro deste ano, o Paraná declarou epidemia de H3N2 após um aumento no número de diagnósticos e mortes em decorrência do vírus. Foram mais de 2 mil casos e 118 óbitos entre dezembro e março.
“Nossa principal aliada para combater o vírus da gripe é a vacina. Embora os números estejam mais amenos do que no começo do ano, quando havia um contexto de epidemia, a vacina segue tendo a mesma importância. Por isso, é fundamental que as pessoas que se encaixam nos grupos que estão sendo vacinados pelo Estado compareçam a um local de vacinação”, acrescentou o secretário.
DADOS – Os municípios com o maior número absoluto de doses aplicadas são Curitiba (125.378), Londrina (74.160), Cascavel (29.168), São José dos Pinhas (27.996), Ponta Grossa (21.761), Guarapuava (18.666), Foz do Iguaçu (18.310), Colombo (16.585), Campo Mourão (13.655) e Apucarana (13.108).
Já com relação à cobertura vacinal, os municípios que mais atingiram os grupos prioritários foram Itaúna do Sul (83,7%), Figueira (83,2%), Santa Cecília do Pavão (81,2) Boa Esperança (78,7%), Guamiranga (77,9%), Kaloré (77,9%), Rosário do Ivaí (76,2%), Guapirama (75,6%), Janiópolis (74,6%) e Doutor Camargo (73,3%).
O grupo prioritário com maior cobertura até agora é o de idosos, com 42,2% – em números absolutos, 752.506 doses. As faixas etárias com maior adesão ao imunizante têm entre 65 a 69 anos (186.498 doses), 60 a 64 anos (182.527) e 70 a 74 anos (157.720), respectivamente.
GRUPOS – A imunização contra a Influenza deste ano está sendo realizada em duas etapas. A primeira, que teve fim no dia 2 de maio, foi direcionada para idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde.
Já a segunda, que começou em 3 de maio e deve se estender até 3 de junho, abrange os seguintes grupos: crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
Pessoas que não fazem parte desses grupos podem tomar a vacina contra a gripe na rede privada.
SARAMPO – Este ano a campanha de vacinação contra o sarampo está sendo realizada junto com a vacinação da gripe, reforçando a necessidade da prevenção tanto contra os vírus respiratórios, quanto para doenças que já foram erradicadas.
Esta é a 8ª campanha de imunização da doença e busca atingir crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade, além de atualizar a situação vacinal de trabalhadores da saúde. No último ano, a cobertura vacinal do Paraná ficou em 82,45%. O Estado não registrou casos da doença em 2021 e 2022. Em 2019 foram registrados 1.653 casos e em 2020, 428.
O imunizante tríplice viral pode ser administrado simultaneamente com a vacina da Influenza a partir dos seis meses de idade. Para os trabalhadores da saúde, pode haver coadministração das vacinas tríplice viral e da vacina contra a Covid-19.
Segundo o Vacinômetro nacional, 139.799 vacinas foram aplicadas no Estado. A estimativa do Ministério da Saúde é que 965.468 pessoas estejam elencadas como população-alvo para esta imunização. Destas, 272.817 são trabalhadores da saúde; 73.128 são crianças de seis meses a menores de um ano; 146.255 com um ano de idade e 157.756 para dois, três e quatro anos, cada.
Por - AEN








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