O Paraná começa a semana com 12.345 vagas de emprego com carteira assinada disponíveis nos postos avançados e nas Agências do Trabalhador. A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 2.616 oportunidades em todo o Estado.
O maior volume está na Região Metropolitana de Curitiba (2.638), com 228 para auxiliar de linha de produção e 164 para operador de telemarketing ativo e receptivo. Também há 121 vagas para auxiliar de cozinha.
Toledo tem 1.699 vagas. Auxiliar de linha de produção é o segmento com mais postos de trabalho abertos na região – são 474. Abatedor de aves, com 90 postos, operador de processo de produção, com 53, e auxiliar de produção farmacêutica, com 50, também são empregos requisitados.
Nas demais regionais do Interior os maiores volumes são em Cascavel (1.378), Londrina (876) e Umuarama (833).
Em Cascavel, as funções que lideram as vagas abertas são auxiliar de linha de produção, com 384 empregos disponíveis; magarefe, com 210; atendente de lanchonete, com 57; e vendedor interno, com 42 vagas.
Em Londrina, os destaques são para alimentador de linha de produção, com 360 postos formais; auxiliar de linhas de produção, com 79; auxiliar de produção de gorduras vegetais comestíveis, com 60; e ajudante de obras, com 50.
Em Umuarama, auxiliar de linha de produção (540), magarefe (30), vendedor interno (25) e alimentador de linha de produção (10) são as principais vagas.
Há, ainda, 701 oportunidades em Apucarana, sendo 51 para vendedor interno. São 596 vagas na região de Cianorte, com 103 para magarefe; 540 nos arredores de Foz do Iguaçu; e 513 ofertas de emprego em Pato Branco, 142 delas para auxiliar de linha de produção.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.
Confira a com as principais vagas disponíveis.
Por - AEN
Cultivar hortas comunitárias, produzir alimentos orgânicos, participar de feiras e valorizar a cultura local são algumas das ações desenvolvidas por moradores de 14 terras indígenas paranaenses.
Esse trabalho se concretizou nos últimos anos graças a uma parceria firmada entre lideranças indígenas, técnicos da Funai e do IDR-Paraná.
Em 2019 foram estabelecidas as prioridades para a população que vive nas aldeias do Estado. Neste período o serviço de assistência técnica e extensão rural vem prestando assistência aos indígenas, com o objetivo de melhorar suas condições de vida, por meio da implantação de políticas públicas estaduais e federais.
De acordo com os levantamentos do IDR-Paraná, os extensionistas acompanharam sistematicamente, ou com visitas periódicas, um total de 600 famílias indígenas cujos integrantes tiveram a oportunidade de participar de reuniões e cursos. Para outras 782 famílias, o atendimento foi pontual ou esporádico.
Os indígenas participaram de oficinas sobre análise de solo, discutiram a importância da preservação das fontes d’água, fizeram o plantio de mudas frutíferas, além de serem estimulados a criar pequenos animais. A estratégia dos extensionistas é levar conhecimento para que os moradores das aldeias possam melhorar suas atividades agropecuárias.
Além disso, a ação do IDR-Paraná trata de temas importantes para a sobrevivência das comunidades locais, como a organização dos indígenas em associações, a melhoria das moradias ou do artesanato produzido nas aldeias.
INVESTIMENTOS – Os moradores da Terra Indígena Mangueirinha foram orientados a fazer hortas e a criar aves e suínos. Três famílias, entre as assistidas, passaram a entregar sua produção ao PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar).
Já na Terra Indígena de Pinhalzinho, em Tomazina (Norte Pioneiro), o associativismo ganhou força. Com a orientação dos extensionistas foi constituída uma Organização de Controle Social (OCS) e uma Associação.
Os moradores da Aldeia Marrecas, no município do Turvo (Centro do Estado), já contam com equipamentos comunitários usados em uma agroindústria de panificação. Graças a essa aquisição, os indígenas passaram a preparar as refeições oferecidas pelo Centro Turístico da Aldeia Guarani. Um grupo de moradores também passou a produzir erva-mate certificada, em parceria com a empresa Guayaki.
A produção de maracujá se tornou uma fonte de renda na Terra Indígena Faxinal, em Cândido de Abreu (Centro). Além disso, a criação de aves, ovinos e bovinos de corte também passou a fazer parte da rotina dos indígenas.
Com esse apoio, o Renda Agricultor Familiar, programa do governo estadual, chegou a 329 famílias indígenas. O investimento somou R$ 987 mil que foram aplicados em projetos de saneamento básico, produção de alimentos para o autoconsumo e outras atividades produtivas. Cada família recebeu R$ 3 mil, recurso usado de acordo com as necessidades de cada beneficiário.
Em parceria com os Ministérios de Agricultura e Pecuária e da Cidadania, o IDR-Paraná ainda executou o programa federal Fomento às Atividades Produtivas Rurais. Um total de R$ 1,1 milhão foi investido junto a 467 famílias das aldeias. O recurso foi aplicado no desenvolvimento de projetos de geração de renda e produção de alimentos para garantir a segurança alimentar e nutricional dos indígenas. Cada família recebeu R$ 2.400 para investir em atividades produtivas.
SEMENTES – O cuidado com a alimentação nas aldeias é uma preocupação constante. Para atender às necessidades dos indígenas, a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, por meio do IDR-Paraná, repassou 7.060 quilos de sementes de milho e 7.020 quilos de sementes de feijão às aldeias.
Em 2020 as sementes chegaram a 620 indígenas, gerando uma produção total de 71.520 quilos colhidos. Uma parte foi utilizada para o consumo das famílias e outra foi destinada à comercialização. O programa de distribuição de sementes também fez o repasse solidário para outros indígenas.
Outra ação importante foi a implementação do projeto Inclusão Produtiva e Solidária que atende grupos de, no mínimo, três participantes. Os recursos foram aplicados em projetos produtivos coletivos, num valor de até R$ 4 mil. Todos os projetos foram elaborados pelos técnicos do IDR-Paraná em conjunto com a família e/ou liderança (cacique) da Terra Indígena.
FORMAÇÃO – Para prestar assistência aos indígenas, 21 extensionistas do IDR-Paraná - além de 11 técnicos de prefeituras, Itaipu e de ONGs que atuam com indígenas - iniciaram em outubro um curso de formação continuada em ATER dirigida a povos indígenas. A capacitação é realizada pelo IDR-Paraná em parceria com a UEL (Universidade Estadual de Londrina).
O objetivo é atualizar a formação e a prática desses profissionais e parte de uma perspectiva interdisciplinar, intercultural e de respeito e diálogo com os povos e comunidades indígenas do Paraná. Serão 14 meses de curso, com atividades presenciais e remotas.
Por - AEN
O Paraná solicitou ao Ministério da Saúde a inclusão da vacinação contra a Covid-19 no calendário regular e mais doses para a imunização das crianças com e sem comorbidades, de seis meses a dois anos. Os ofícios ao governo federal foram assinados pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, na sexta-feira (19).
A sugestão do Paraná é que a dose seja aplicada, juntamente com vacina contra a Influenza, na Campanha de Vacinação de 2023.
“Estamos vigilantes ao cenário epidemiológico, com o aumento do número de casos confirmados pela doença e ampliação da oferta de vacina para a população acima de seis meses de idade. Queremos intensificar a vacinação, justamente para que a população fique protegida, além de garantir a completude do esquema vacinal”, explicou o secretário.
Atualmente, a vacina contra a Covid-19 não está elencada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) de forma permanente.
Em outro ofício, a Sesa pediu o envio de mais 972.310 doses para a vacinação das crianças de seis meses a dois anos, de forma geral. O quantitativo seria suficiente para a imunização completa das crianças, ou seja, com as três doses necessárias.
A demanda levou em consideração o quantitativo enviado anteriormente pelo Ministério da Saúde, que assegurou a vacinação de 17.866 crianças deste novo grupo, de uma remessa de 53.600 doses que vieram ao Paraná.
A estimativa é que o Estado tenha aproximadamente 377.704 crianças nesta faixa etária, e cerca de 10% com alguma comorbidade.
“A inclusão deste novo grupo permite que praticamente toda a população possa receber a vacina contra o coronavírus. Tendo o quantitativo referencial, podemos avançar ainda mais, protegendo bebês e crianças contra a doença”, disse o secretário.
A vacina da Pfizer BioNtech para este público foi liberada no mês passado. No dia 10 de novembro o governo federal iniciou a distribuição das primeiras doses deste imunizante.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) deve receber nesta segunda-feira (21) e terça-feira (22) mais 497.828 vacinas para a prevenção da Covid-19.
Os imunizantes são destinados a crianças, adolescentes e adultos e estão previstos para chegar em cargas separadas, com voos e horários diferenciados, e serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).
Os lotes contemplam 400 mil doses AstraZeneca para população adulta (acima de 18 anos), 49.998 doses da Pfizer/BioNTech para a faixa etária acima de 12 anos e 47.830 doses de CoronaVac para crianças de 3 a 4 anos.
Na segunda-feira (21), estão previstos os desembarques, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, das vacinas AstraZeneca, às 8h30, no voo 3272, e dos imunizantes da Pfizer, às 7h, no voo LA-3270. Na terça-feira (22), devem chegar as doses pediátricas CoronaVac, às 8h30, no voo LA-3272, finalizando a remessa.
"Faremos a distribuição o quanto antes para que os municípios continuem seguindo as ações de vacinação e, desta forma, consigamos atingir o maior número de pessoas”, reforçou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto
Por - AEN
Acontece neste sábado (19), a mobilização nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor transmissor das arboviroses dengue, chikungunya e zika. A data marca o Dia Nacional de Combate à Dengue, que acontece sempre no penúltimo sábado de novembro.
No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em conjunto com os municípios, realiza, desde o início da semana, ações de remoção de criadouros, campanhas educativas e divulgação nos meios de comunicação.
A programação, organizada pelas Regionais de Saúde, conta com arrastões de limpeza, intensificação das visitas domiciliares de agentes de endemias, divulgação de materiais informativos em ruas e praças, capacitações e palestras, apresentações artísticas e exposições, além de diversas atividades educativas em escolas, unidades de saúde, empresas, comércio e prédios públicos.
“Todos os dias precisamos ter cuidado com o mosquito, deixar nossos quintais limpos e eliminar todos os recipientes que acumulem água. Mas 19 de novembro é a data escolhida para lembrar o quanto a prevenção, informação e cuidados podem ajudar nesse combate”, diz o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Na semana passada representantes das 22 Regionais, gestores municipais e profissionais da saúde participaram de treinamento para atualização e reforço das ações de enfrentamento ao mosquito. Atualmente, dos 399 municípios do estado, 356 são considerados infestados, ou seja, onde existe a disseminação e manutenção do vetor nos domicílios.
“A dengue mata e, por isso, todos devem estar vigilantes e ajudar nessa luta. Os mutirões são importantes para mobilizar e envolver a população efetivamente”, afirma a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte
Desde o início do novo período epidemiológico, em julho, já foram confirmados três óbitos e mais de 18 mil notificações. “Realizar a eliminação de focos nesta época do ano torna-se ainda mais relevante, já que estamos entrando no período de sazonalidade”, finaliza a coordenadora.
SINTOMAS – Os sintomas da dengue, chikungunya e zika são semelhantes. Geralmente, os pacientes apresentam sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações e manchas na pele. A orientação é que, assim que surgirem os sintomas, o paciente procure a Unidade de Saúde (UBS) mais próxima para uma avaliação com o profissional de saúde.
Por - AEN
A equipe do Serviço Social Autônomo Paranacidade usou camisetas personalizadas no encontro Governo 5.0, realizado esta semana, em Foz do Iguaçu.
De cor laranja, ela remete aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos na Agenda 2030, da ONU para serem alcançados pelos países signatários, entre eles o Brasil. A cor laranja, escolhida para os profissionais que atuam no evento, representa o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis e reafirma o compromisso da empresa, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano, com a sustentabilidade.
“Vestir a camisa é uma referência clara do compromisso do Paranacidade com a incorporação dos ODS nas ações que realiza em apoio ao desenvolvimento urbano”, explica a superintendente executiva Camila Mileke Scucato. O evento é realizado pelo Governo do Paraná e, neste ano, a temática é Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população. O evento é promovido pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e pelo Sebrae/PR, com apoio do Governo do Estado. e, neste ano, a temática é Desenvolve Paraná — Sustentabilidade a Serviço da População.
“Ao todo, são 17 ODSs, mas escolhemos a cor relacionada às questões municipais, que é o palco de atuação do Paranacidade”, acrescenta o analista de Desenvolvimento Municipal e ponto focal dos ODS na empresa.
Para o Governo 5.0 deste ano, o Paranacidade levou o seu portfólio de serviços e um grupo de técnicos para atender e esclarecer eventuais dúvidas de prefeitos e técnicos municipais. Sobre os ODS, há um vídeo que apresenta a Cartilha Digital, com um método para a sensibilização de equipes sobre o assunto, além de apresentações presenciais sobre os conceitos da Agenda 2030.
ODS 11 – De acordo com o que preconiza a ONU, um dos pontos que orientam a atuação do Paranacidade, o ODS 11, propõe tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Isso significa, entre outras ações, garantir o acesso a todas as pessoas à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos; proporcionar transporte seguro, acessível e sustentável e aumentar a urbanização inclusiva e sustentável e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos urbanos participativos, integrados e sustentáveis.
Por - AEN






.jpg)

-PortalCantu-11-04-2026_large.png)
-PortalCantu-11-04-2026_large.png)




-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)







_large.jpg)



_large.jpg)