O Governo do Paraná anuncia na próxima terça-feira (29), às 11h, a oferta de 10 mil bolsas de estudo em cursos na área de tecnologia para pessoas de todas as idades.
As bolsas abrangem as formações mais requisitadas pelo mercado. O anúncio, que abre oficialmente o período de inscrições, será transmitido pelo canal do YouTube da Superintendência Geral de Inovação do Paraná (SGI).
A iniciativa é parte do programa Qualifica Mais - Inova Paraná, da Superintendência Geral de Inovação, que é vinculada à Casa Civil, com apoio da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, por meio da Escola de Gestão. Parceira credenciada na iniciativa, a startup DIO é a primeira plataforma Open Education brasileira na área de tecnologia da informação. Ela também atua com recrutamento e conta com mais de 1 milhão de profissionais de tecnologia e 2 mil instituições de ensino.
“As tecnologias da informação e da comunicação, em especial o setor de TI, estão em plena ascensão. Essas 10 mil vagas são mais uma iniciativa do Estado para promover a modernização e também abrir portas para aqueles que mais precisam”, diz o secretário da Administração e da Previdência, Elisandro Pires Frigo.
“Com esse programa esperamos suprir parte da crescente demanda do mercado por profissionais de TIC. Atualmente, são mais de 400 mil vagas abertas em todo País, carentes de profissionais qualificados para ocupar essas posições”, afirma o superintendente da SGI, André Telles.
Segundo ele, a pandemia acelerou a transformação digital e a procura por técnicos na área aumentou muito. “O governador Ratinho Junior nos deu a missão de fazer do Paraná uma referência em modernidade e transformação digital e a capacitação na área certamente auxilia o mercado relacionado a tecnologia e inovação”, acrescenta.
Para Victor Haruo, Head de Community & Ecosystem da DIO, a parceria para a distribuição de bolsas de estudo faz parte do propósito da startup. “Buscamos democratizar o conhecimento em tecnologia acelerando formação de talentos por todo o Brasil, transformando a vida de milhares de profissionais que buscam ingressar em um dos mercados que mais crescem no mundo”, comenta.
FORMAÇÃO – As bolsas são para quatro cursos, que vão do nível básico ao intermediário: HTML Web Developer, .NET Fundamentas, Java Developer e Java Script Game Developer.
Com 27 horas de duração, o curso HTML Web Developer ensina a programar páginas de internet e a desenvolver websites usando HTML, CSS e JavaScript. O .NET Fundamentals, com 40 horas de duração, abrange o desenvolvimento de projetos em uma das linguagens de back-end mais usadas no mundo, o .NET C#.
Os dois cursos de Java têm 120 horas de duração. O Java Developer vai ensinar o passo a passo da tecnologia e a desenvolver projetos práticos. Enquanto o Java Script Game Developer é direcionado a criação de jogos.
QUALIFICA MAIS – O Qualifica Mais Inova Paraná é um programa da SGI para qualificar pessoas interessadas em atuar nas áreas de tecnologia e inovação, auxiliando no processo de qualificação de profissionais com alta demanda de contratação pelo setor. Os cursos são ministrados pela plataforma da Escola de Gestão, da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, que também faz a certificação.
PARCERIA – A DIO é uma das empresas credenciadas no programa e também irá certificar os cursos oferecidos por ela. Além da certificação, o estudante poderá, inclusive, ser contratado por empresas que fazem parte da Plataforma DIO.
Por - AEN
No Dia Nacional do Doador de Sangue, celebrado nesta sexta-feira, 25 de novembro, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), da Secretaria estadual da Saúde, reforça a campanha para incentivar a continuidade da doação voluntária e conscientizar as pessoas sobre a importância deste ato, principalmente no período de férias.
O Hemepar realiza a distribuição de sangue para 92,8% de leitos SUS, atendendo 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos em todo Estado. Para manter o estoque adequado são necessárias muitas doações e o ideal é que cada pessoa realize ao menos duas doações ao ano.
De acordo com dados da entidade, neste ano, até o mês de outubro, 170.088 doadores compareceram nas 22 unidades coletoras espalhadas pelo Paraná. No doze meses de 2021, foram 211.793 voluntários, uma média mensal de 17 mil pessoas.
“O paranaense é muito solidário, mesmo durante a pandemia da Covid-19 quando tivemos uma baixa significativa no número de doações, não houve desabastecimento de sangue no Paraná. Temos muito a agradecer a essas pessoas, que além de doar sangue, doam seu tempo para salvar vidas”, disse o secretário Beto Preto.
O Dia Nacional traz o alerta sobre a queda de doações no período das festas de fim de ano. Além do baixo número de doadores, nesta época a tendência é que a demanda por sangue aumente. Por conta disso, o Hemepar faz um apelo para que a população não esqueça a doação antes de viajar.
“Esse dia foi criado como motivação de incentivo e agradecimento a todo aquele cidadão que participa de alguma forma dessa ação durante o ano. Porém, vem também com o alerta para que antes de sair de férias, as pessoas façam a doação de sangue”, enfatizou a diretora do Hemepar, Liana Andrade Labres de Souza.
DIA – Nesta sexta, a Unidade Central do Hemepar terá uma decoração diferenciada, com a exposição dos desenhos dos alunos que participam do projeto Doador do Futuro. Além disso, como forma de agradecimento, será entregue aos doadores uma lembrança simbólica.
Na rede Hemepar, o estoque para os tipos sanguíneos O+ e B- está estável; para os tipos A+, B+, AB+ e AB- está adequado; já a situação para os tipos O- e A- é crítica, segundo o Hemepar.
“Todo tipo de sangue é importante, por isso sempre incentivamos os doadores a voltar e convidar os amigos e familiares para se cadastrarem”, completou Liana.
DOADOR – Para ser um doador de sangue, o interessado deve procurar uma das unidades de coleta no Paraná. Neste local o doador é cadastrado, responde a um questionário e passa por uma triagem clínica para verificar se possui os requisitos para ser doador. Também é feito um exame rápido para constatar a presença de anemia. Se tudo estiver bem, é feita a coleta e esse processo todo dura cerca de 40 minutos.
Em cada coleta, são retirados cerca de 450 ml de sangue. Homens podem sangue a cada 60 dias, com um máximo de quatro doações a cada 12 meses. Já as mulheres podem doar a cada 90 dias, sendo no máximo três doações no período de 12 meses.
Por - AEN
O CastraPet Paraná atingiu a marca de 53,6 mil animais castrados desde 2019 nesta semana.
Até o começo do ano que vem, 275 municípios (68%) do Estado vão ter recebido a van e os profissionais que fazem as cirurgias gratuitas de cães e gatos, a fim de evitar zoonoses e possíveis problemas causados pela ninhada indesejada. O total de recursos investidos desde o primeiro ciclo é de R$ 15,6 milhões, oriundos do tesouro estadual e de emendas parlamentares.
O programa de esterilização de cães e gatos está no terceiro ciclo e a previsão é chegar a 219 municípios até março do ano que vem. Algumas cidades receberam o programa em mais de uma oportunidade. A van passou por 141 cidades neste ano e as próximas agendas, todas em novembro, são em Flórida (24), Almirante Tamandaré (25), Cruzeiro do Sul (25), Primeiro de Maio (25 e 26), Adrianópolis (26) e São João do Caiuá (30).
“O grande objetivo é atender as famílias de baixa renda do Paraná. Se conseguirmos isso, prevenimos problemas de saúde dos animais e das pessoas que convivem com eles e também com o meio ambiente”, afirma o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Everton Souza.
O animal sai da cirurgia já com microchip eletrônico de identificação. O tutor, por sua vez, recebe a medicação pós-operatória e orientações sobre a importância da vacinação, vermifugação e visitas periódicas ao veterinário.
GOLPE – A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo orienta os tutores e instituições que cuidam de animais em situação de vulnerabilidade a ficarem atentos ao comércio de cirurgias realizadas pelo CastraPet Paraná. Os recursos são disponibilizados pelo Governo do Estado e por emendas parlamentares e as cirurgias são gratuitas.
A Secretaria orienta que a população, ao ter conhecimento de que as cirurgias foram comercializadas, a denunciar por meio da Ouvidoria da Sedest, pelo telefone (41) 3304-7775, ou pelos canais digitais do Instituto Água e Terra (IAT).
Por - AEN
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) entregaram ao Ministério Público do Paraná nesta quinta-feira (24) o relatório sobre a qualidade da água dos rios onde a empresa faz captação de água.
Ele foi entregue ao procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, e ao procurador Olympio de Sá Sotto Maior.
O presidente da Sanepar, Claudio Stabile, ressaltou a transparência nas ações da Companhia, para garantir a saúde da população do Paraná. “A intenção é termos o monitoramento da qualidade dos mananciais de forma a contribuir para a prevenção de doenças relacionadas à água. Fortalecemos, assim, o nosso compromisso com a distribuição de água de qualidade”, disse.
O relatório apresenta o resultado das análises de amostras de água coletadas em pontos de captação de 135 mananciais. São 43 parâmetros.
O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, explica que as análises apresentadas no relatório incluem parâmetros que vão além do exigido pela legislação. “O trabalho está sendo ampliado com o objetivo de fornecer informações para a tomada de decisão da Sanepar quanto ao uso destes mananciais”, disse.
A Sanepar e o Tecpar firmaram um convênio em 2021 que prevê uma série de ações de melhoria da qualidade da água dentro do Plano de Segurança da Água (PSA) da Companhia. Estão sendo feitas análises laboratoriais físicas, físico-químicas e microbiológicas de águas superficiais.
O instituto também analisa os dados das medições obtidas por 14 sondas instaladas nos mananciais ou reservatórios de interesse da Sanepar, com resultados de análises de solo que avaliam a presença de resíduos de agrotóxicos e de metais pesados que eventualmente possam migrar para os corpos d’água.
Por - AEN
Com menos de dois dias de discussão, deputados estaduais aprovaram nesta quarta-feira (23), em primeira votação, o projeto de lei do Governo do Paraná de venda parcial e diminuição de controle do Estado na Companhia Paranaense de Energia (Copel).
Veja abaixo como votou cada parlamentar.
A segunda votação estava prevista para ocorrer em sessão extraordinária ainda nesta quarta (23), entretanto, emendas fizeram a pauta voltar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta deve retornar ao plenário na quinta (24), às 8h30.
A primeira votação se deu sob forte manifestação de servidores da Copel e movimentos sindicalistas.
Manifestantes acompanharam nas galerias da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), mas a Mesa Executiva da Casa não permitiu a entrada de todos – parte ficou na entrada da Assembleia. Depois da votação, houve confusão e a sessão foi suspensa por cinco minutos.
O projeto do governo chegou à Alep em regime de urgência na segunda (21), pedindo a transformação da Copel em corporação, mudando o capital da empresa de aberto para disperso e tirando o Paraná da posição de acionista controlador.
Com a aprovação do projeto, o estado diminui a participação no capital social da Copel, de 31,1% para, no mínimo, 15%. Desde o início da tramitação, parlamentares avaliaram o projeto como uma forma velada de privatização da Copel. O governo nega. Veja detalhes abaixo.
No dia em que a proposta começou a tramitar, a Copel informou que, em caso de aprovação, eventualmente o governo pode parar de ser acionista majoritário da companhia.
A pulverização do controle da Copel foi aprovada por 38 votos favoráveis e 14 contrários na primeira votação.
Parlamentares que votaram sim:
- Adelino Ribeiro (PSD)
- Alexandre Amaro (REP)
- Alexandre Curi (PSD)
- Anibelli Neto (MDB)
- Artagão Júnior (PSD)
- Bazana (PSD)
- Boca Aberta Júnior (PSD)
- Cantora Mara Lima (REP)
- Cobra Repórter (PSD)
- Delegado Fernando Martins (REP)
- Delegado Jacovós (PL)
- Douglas Fabrício (CDN)
- Dr. Batista (União)
- Elio Rusch (União)
- Francisco Buhrer (PSD)
- Galo (PP)
- Gilberto Riberio (PL)
- Gilson de Souza (PL)
- Guto Silva (PP)
- Homero Marchese (REP)
- Jonas Guimarães (PSD)
- Luiz Carlos Martins (PP)
- Luiz Fernando Guerra (União)
- Marcel Micheletto (PL)
- Márcio Nunes (PSD)
- Mauro Moraes (União)
- Natan Sperafico (PP)
- Nelson Justus (União)
- Nelson Luersen (União)
- Paulo Litro (PSD)
- Plauto Miró (União)
- Reichembach (PSD)
- Ricardo Arruda (PL)
- Rodrigo Estacho (PSD)
- Soldado Adriano José (PP)
- Soldado Fruet (PROS)
- Tiago Amaral (PSD)
- Tião Medeiros (PP)
Parlamentares que votaram não:
- Arilson Chiorato (PT)
- Coronel Lee (DC)
- Cristina Silvestri (PSDB)
- Evandro Araújo (PSD)
- Goura (PDT)
- Luciana Rafagnin (PT)
- Romanelli (PSD)
- Mabel Canto (PSDB)
- Márcio Pacheco (REP)
- Michele Caputo (PSDB)
- Professor Lemos (PT)
- Requião Filho (PT)
- Tadeu Veneri (PT)
- Tercílio Turini (PSD)
Tentativa de adiamento e pressa em votar
Pelo regimento da Casa, quando um projeto está em regime de urgência, não há possibilidade de aumentar o tempo de discussão na assembleia. Um requerimento tentou adiar a votação por um dia, mas teve 36 votos contrários e foi derrubado.
Nesta quarta (23), o projeto estava no quarto item da pauta da sessão ordinária, porém, um requerimento do líder do governo, Marcel Micheletto (PL), pediu inversão da pauta, colocando o projeto da Copel como primeiro item de apreciação.
Houve resistência da oposição, mas o presidente da Alep, Ademar Traiano (PSD), do mesmo partido do governador Ratinho Junior, (PSD) aprovou o pedido.
MPT cobrou audiência pública
Enquanto a proposta era analisada pelos deputados, o Ministério Público do Trabalho enviou ofício à assembleia e ao Governo do Paraná pedindo a realização de audiência pública antes da votação do projeto.
A manifestação assinada pela procuradora-chefe Margaret Matos de Carvalho afirma que devem ser consultados todos os sindicatos representativos dos trabalhadores e trabalhadoras da Copel.
Para a procuradora, aprovar o projeto sem ouvir das organizações de classe viola o princípio da dignidade humana.
“Viola, também, o princípio Constitucional que prevê a valorização do trabalho humano. Ambos princípios são fundantes do Estado Brasileiro e devem nortear as ações dos gestores públicos, em todos os níveis e poderes.”
Aos deputados e ao governo estadual, a procuradora lembrou que milhares de trabalhadores e trabalhadoras têm futuro é incerto e inseguro diante da proposta de venda de parte da companhia.
Ela lembrou o exemplo da privatização da Telepar: “Parte dos empregados se encontrava próxima da aposentadoria e tiveram o direito prejudicado. Muitos adoeceram mentalmente. Uma parte significativa não conseguiu reposicionamento no mercado de trabalho. O Estado lavou mãos”.
Resistência
Desde segunda (21), diversos parlamentares reagiram contra a venda parcial da Copel e diminuição de controle do Paraná na estatal.
O líder da oposição, Arilson Chiorato (PT), avaliou que o projeto não teve a tramitação devida, e que está "repleto de ilegalidades". Ele cita, por exemplo, a ausência de audiências públicas para debater o tema, e ausência de participação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) no processo.
No início da tramitação, o governo disse que as mudanças na Copel foram propostas com base em um estudo elaborado pelo Conselho de Controle das Empresas Estaduais (CCEE).
Entretanto, os deputados Tadeu Veneri (PT), Mabel Canto (PSDB) e outros parlamentares destacaram durante a semana que o governo não disponibilizou o estudo para avaliação.
"Não é um dia que nós gostaríamos que estivesse acontecendo. Não por causa do projeto de lei, ele vem no seu tempo e nós votamos. Mas um PL desta envergadura, com o impacto que sofre a sociedade, ser votado em dois, três, quatro dias, é absolutamente fora da realidade do Brasil inteiro", disse Tadeu Veneri.
A deputada Luciana Rafagnin (PT) avaliou que a aprovação do projeto vai afetar, entre outras medidas, projetos de tarifas sociais da Copel. O governo, entretanto, afirma que isso não irá acontecer e diz que vai garantir a manutenção das iniciativas.
"A Copel tem 68 anos e nestes 68 anos, além de ser uma empresa rentável, também cumpriu e cumpre com o desenvolvimento social. Com o programa social como a luz rural noturna, com 60% de desconto para agricultura [...] energia solidária, luz fraterna, onde leva energia praticamente de graça para todas as famílias de baixa renda do estado do Paraná e que com certeza vão parar, e que vão ter que ter mais esse custo".
Proposta para a Copel
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/w/H/QJJZSYTaAansIdTuuu4A/copel-2.jpg)
Copel, maior empresa do estado, atende 5 milhões de unidades consumidoras em 394 municípios — Foto: Reprodução/RPC
A proposta do Governo do Paraná transforma a Companhia Paranaense de Energia (Copel) em uma corporação e muda o capital da empresa de aberto para disperso, pulverizando o controle da companhia e tirando o Paraná da posição de acionista controlador.
Pela proposta, o Governo do Paraná ainda manterá pelo menos 15% das ações da Copel. Atualmente, o Estado é maior acionista, com 31,1% de participação no capital social.
Segundo o governo, a proposta busca captar recursos para investimentos no Estado. A administração diz que a tarifa da companhia também não deve subir no novo modelo, uma vez que o controle é feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A alteração, segundo o governo, busca também "a valorização de suas ações remanescentes detidas na Copel, valorização essa que deverá derivar da potencial geração de valor aos acionistas, inclusive, em virtude de eventual capitalização da Companhia e aceleração de seu plano de negócios”.
Em ofício encaminhado à Copel, o governo disse que a decisão foi tomada a partir de um estudo elaborado pelo Conselho de Controle das Empresas Estaduais (CCEE). O estudo não foi divulgado.
Outras mudanças mencionadas pelo governo do estado no projeto são:
- nenhum acionista ou grupo de acionistas poderá exercer votos em número superior a 10% da quantidade total de votos conferidos pelas ações com direito a voto em cada deliberação da assembleia geral;
- ficam proibidos acordos de acionistas para o exercício de direito de voto, exceto para a formação de blocos com número de votos inferior ao limite de voto de que trata a alínea anterior.
O projeto destacou que, para as mudanças, o estatuto da Copel deve passar por alteração, mas que a Companhia deverá, obrigatoriamente, manter o mesmo nome e a sede em Curitiba.
Pacotaço
Na segunda (21), além da proposta da Copel, o governo enviou à Alep 15 projetos de lei (PLs) que atingem diversos segmentos do Estado com reformas administrativas. A maioria está em regime de urgência.
Desde os protocolos, parlamentares reclamaram em sessões do tempo curto para analisar as propostas.
A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) promove na próxima semana, entre os dias 28 e 30, o Encontro Internacional de Educação Ambiental e Emergência Climática, em Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná.
O objetivo é discutir os principais desafios ecológicos e sociais em nível local, regional e global, com foco no meio ambiente e na comunidade acadêmica. A programação será transmitida, em tempo real, pelo canal no YouTube do Laboratório de Educação Ambiental e Ecologia.
Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática e o Núcleo de Educação Ambiental da Unicentro, o encontro irá reunir pesquisadores de diferentes instituições de ensino superior do Brasil e do mundo, com palestras e mesas-redondas. Serão apresentados, ainda, 74 trabalhos acadêmicos relacionados às mudanças climáticas, com abordagens interdisciplinares de aspectos do efeito estufa, aquecimento global e outros fenômenos.
O evento conta com o apoio da Prefeitura de Guarapuava, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente; da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico; e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
GOVERNANÇA – Na abertura do evento, o professor Pedro Jacobi, da Universidade de São Paulo (USP), vai ministrar palestra sobre os principais desafios de governança no contexto das emergências climáticas e cenários sociopolíticos. Já o professor Alfredo Penna-Veja, da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais (EHESS, sigla para École des hautes études en sciences sociales), instituição francesa de pós-graduação e pesquisa, irá abordar os aspectos climáticos, com uma visão voltadas às gerações presentes e futuras.
Doutora em Ecologia e Recursos Naturais, a professora Adriana Massaê Kataoka, da Unicentro, sinaliza a educação ambiental como alternativa pedagógica associada à governança e responsabilidade socioambiental. “A educação ambiental voltada para uma formação cidadã, crítica, contextualizada e reflexiva pode contribuir com a formação de pessoas, com melhores condições de promover transformações nos âmbitos sociais, culturais e éticos, articulados com uma governança coerente com a responsabilidade socioambiental”, afirma.
Pesquisadores de renome de instituições públicas e privadas de ensino superior de várias regiões brasileiras irão conduzir a programação, ao longo dos três dias de evento. Na terça-feira (29), um grupo de trabalho vai debater as experiências acadêmicas das universidades paranaenses, com a participação do superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Bona, entre outros convidados.
Além das inscrições, a programação completa e outras informações estão disponíveis AQUI.
Serviço:
Encontro Internacional de Educação Ambiental e Emergência Climática
Data: 28 a 30 de novembro
Local: Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) – Câmpus Santa Cruz (Rua Padre Salvatore Renna, 875) – Guarapuava (PR).
Por AEN








-PortalCantu-11-04-2026_large.png)
-PortalCantu-11-04-2026_large.png)




-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)
-PortalCantu-12-04-2026_large.png)







_large.jpg)



_large.jpg)