O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e o Parque Tecnológico Itaipu assinaram nesta sexta-feira (18) um acordo de cooperação técnica com a finalidade de abrir novos investimentos em projetos ligados à inovação no Oeste. Ela aconteceu no Governo 5.0, em Foz do Iguaçu.
Para o vice-governador Darci Piana, a parceria com BRDE e do PTI com os municípios será fundamental para aumentar as ações de sustentabilidade na região. “O Paraná cresce de maneira organizada porque trabalha unido. Esse termo de cooperação ajudará a fomentar ainda mais a economia do Estado”, afirmou.
O acordo de cooperação técnica visa fomentar a economia da região por meio de apoio a projetos de inovação, customizando créditos com as linhas de financiamento do BRDE, além de expandir possibilidades para pequenos, médios e grandes empreendedores. Dessa forma, o PTI, com sua expertise na área de tecnologias, se propõe a divulgar e apoiar os projetos.
“O BRDE é o maior e melhor banco de desenvolvimento do Sul do País, e já atende 95% dos municípios. Até setembro desse ano, o BRDE financiou investimentos da ordem de R$ 78,5 milhões na área de inovação, sendo que R$ 49,4 milhões são de projetos do Paraná”, disse o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski. “Esse é um foco que não podemos perder”.
"A assinatura desse acordo com o BRDE é uma iniciativa muito importante, porque estreita os laços que já temos com o banco. Além disso, abre uma nova porta de créditos e recursos para os ambientes de inovação do Oeste do Paraná.”, comentou o diretor administrativo-financeiro do PTI, Flaviano da Costa Masnik. “Acreditamos que esse acordo trará muitos frutos para o Estado, pelo qual estaremos sempre trabalhando juntos pelo seu desenvolvimento."
Com a assinatura, o BRDE consolida seu papel de desenvolvimento social e econômico. Ela é semelhante a outras parcerias firmadas neste ano. Em novembro, foi pactuado um acordo com o Cilla Tech Park, em Guarapuava. O parque tecnológico de quarta geração reúne 14 organismos e empresas, universidades, em articulação com a realidade regional e agendas globais. Em agosto, foi firmada uma parceria com o Biopark, parque tecnológico de Toledo, com 131 empresas, um ecossistema de negócios e tecnologias inovadoras.
O banco também promove o desenvolvimento da Região Sul, por meio da inovação em programas como BRDE Labs, que acelera projetos de startups para soluções de empresas em diversos setores. Outra iniciativa do BRDE com recursos do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina e Tecnopuc (Parque Científico e Tecnológico PUCRS) é o programa “Dev The Devs”, gratuito e online, para formação inicial de desenvolvedores de escolas da rede pública, para 2.100 alunos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Saiba mais sobre as linhas de inovação AQUI
Por - AEN
Empresários de Cascavel, na região Oeste do Paraná, participaram nesta quinta-feira (17) de uma reunião sobre a Nova Ferroeste.
Em pauta, o andamento das últimas etapas antes de levar o projeto a leilão. Realizado na sede da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC), o encontro foi presencial, com transmissão ao vivo.
O Oeste do Paraná concentra algumas das maiores empresas de alimentos do país, em especial as cooperativas de proteína animal. Hoje, apenas 2% de tudo que chega por trilhos ao Porto de Paranaguá têm origem nessa região. “Em Cascavel estamos um pouco distantes de Paranaguá, a dificuldade logística é muito grande e esse projeto nos dá entusiasmo. A ferrovia vai atrair novos investimentos, principalmente no agronegócio, porque a região é muito rica e tem mão de obra”, afirma Genésio Pegoraro, presidente da ACIC de Cascavel.
Proposto pelo Governo do Paraná, o projeto da Nova Ferroeste prevê a ampliação nas duas pontas da atual Ferroeste, que opera entre os municípios de Cascavel e Guarapuava. A intenção é ligar o município de Maracaju, no Mato Grosso do Sul, com o Porto de Paranaguá. Dois ramais vão partir de Cascavel até Chapecó, em Santa Catarina e Foz do Iguaçu, na fronteira com a Argentina e o Paraguai. Ao todo serão 1.567 quilômetros de trilhos que vão passar por 66 municípios nos três estados.
De acordo com o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes, que conduziu a reunião na ACIC, a execução da Nova Ferroeste será um grande indutor de desenvolvimento e de geração de empregos. “Serão mais de 300 mil novos postos em 60 anos, isso sem contar o que vai ser criado pelo ganho de produtividade das empresas com uma ferrovia moderna para chegar ao porto”. destaca.
A ACIC possui 3.620 associados, cerca de 200 empresas são do ramo alimentício e, destas, metade é ligada à indústria e ao agronegócio. É o caso da Coopavel. “Temos uma economia de R$ 480 bilhões, somos a quarta maior economia da federação e o agronegócio participa com R$ 180 bilhões. Precisamos de uma ferrovia eficiente, com trens que possam ter uma composição maior de carga e melhor desempenho”, diz Dilvo Grolli, diretor -presidente da Coopavel.
De acordo com os empresários, os obstáculos logísticos mantêm o desenvolvimento do Paraná com o freio de mão puxado, em função do alto custo embutido no transporte dos produtos e commodities. “Quando se tem um produto que até chega em determinado local, mas se a logística for ineficaz ele chega mais caro, deixa de ser competitivo. Essa é uma grande dificuldade que nós temos”, afirma Genésio Pegoraro.
REDUÇÃO DE CUSTO - O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Financeira (EVTEA) apontou que a redução do custo logístico com a Nova Ferroeste pode ser de até 30%.A maior parte da carga prevista para circular pelos trilhos da nova malha ferroviária vai seguir com destino à exportação. Soja, milho e proteína animal estão no topo da lista. Segundo o EVTEA, se a Nova Ferroeste estivesse em operação, poderia transportar atualmente 38 milhões de toneladas, deste total, 26 milhões de toneladas iriam diretamente para o porto.
“Esse é um projeto que vai garantir a segurança alimentar do Brasil e diversos outros países. Cerca de 70% do que vai transitar pela Nova Ferroeste seguirá para exportação. O mundo precisa desse alimento”, destaca o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes.
LEI DE AUTORIZAÇÃO – Deve entrar em votação na nas próximas semanas na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) a Lei de Autorização Ferroviária. O texto encaminhado pelo Governo do Estado cria a primeira lei ferroviária do Paraná. Serão definidos parâmetros para os pedidos de construção de ferrovias por concessão, permissão e autorização. A intenção é aproximar a iniciativa privada para que novos interessados possam construir e operar ferrovias no Paraná, em especial pelo regime de autorização.
Para Luiz Henrique Fagundes, essas mudanças permitem que o setor privado identifique as oportunidades de mercado e assuma todo o risco do empreendimento. “Temos requerimentos que ainda não foram para frente porque não temos a lei aprovada. Com essa lei, vamos ganhar agilidade e permitir o surgimento de novas oportunidades de negócio dentro do setor ferroviário”.
LICENÇA AMBIENTAL – O projeto da Nova Ferroeste está em fase final do processo de licenciamento ambiental prévio. Após a realização das audiências públicas e da vistoria técnica pelo Ibama, deverá ser emitido o parecer do órgão licenciador.
LEILÃO E CONTRATO – A intenção é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil, com sede em São Paulo, em 2023. A empresa ou consórcio que vencer a concorrência será responsável pelas obras e poderá explorar a ferrovia por 99 anos. O edital tem como cláusula obrigatória o início da operação entre Cascavel e Paranaguá sete anos após a assinatura do contrato. O valor a ser investido neste trecho da ferrovia é estimado em R$ 11,5 bilhões (sem material rodante). A ordem de execução das ligações a partir de Cascavel, com o Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Foz do Iguaçu será definida pelo empreendedor, o orçamento atual é de R$ 21,3 bilhões.
Por - AEN
As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM) e Ponta Grossa (UEPG) estão no ranking internacional Melhores Universidades Globais 2022-2023, publicado anualmente pela revista americana US News & World Report (USNWR).
Nesta 9ª edição, a pesquisa avaliou 2.165 instituições de ensino superior de 95 países em cinco continentes. Ao todo, foram classificadas 114 universidades da América Latina (AL), públicas e privadas, sendo 52 do Brasil.
As três universidades ligadas ao Governo do Paraná são consideradas as melhores estaduais da Região Sul do Brasil. Na liderança do grupo, a UEL está classificada no ranking como a 35ª nacional e a 72ª latino-americana. A instituição ocupa a posição global 1438, com destaque em duas áreas do conhecimento: Medicina e Ciência e Tecnologia de Alimentos.
Na sequência, a UEM figura em 36º e 73º lugar no Brasil e na América Latina, respectivamente. No mundo, a universidade ocupa a posição 1.452, com resultados significativos em Medicina, Ciência e Tecnologia de Alimentos e Ciências Vegetais e Animais.
A UEPG fecha a lista das estaduais paranaenses classificada como 40ª nacional e 82ª latino-americana. A instituição está na posição global 1.678, destacada no campo das Ciências Agrárias, em um grupo seleto com outras 12 universidades brasileiras.
A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UEL, professora Silvia Márcia Ferreira Meletti, reforça o papel das universidades na produção científica e tecnológica. “O reconhecimento nesses rankings internacionais é resultado da dedicação exclusiva e do emprenho de pesquisadores, professores e estudantes das universidades paranaenses, que contam com profissionais altamente qualificados para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, comprometidas com a formação contínua de novos pesquisadores”, afirmou.
CRITÉRIOS – A metodologia da USNWR abrange 13 indicadores baseados em dados fornecidos pela empresa anglo-americana Clarivate e a plataforma Web of Science, cujos serviços incluem análises e acesso a bancos de dados de periódicos acadêmicos, anais de conferências e outros documentos. Esses serviços são utilizados mundialmente por editoras, governos, instituições de ensino e pesquisa e organizações de fomento da ciência e de financiamento de pesquisas científicas.
Entre os critérios estão colaboração internacional; conferências científicas; impacto de citações; percentual do total de publicações entre os artigos mais citados; quantidade de livros e artigos acadêmicos publicados; e reputação global e regional de pesquisa.
Também aparecem no ranking a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Essas três paranaenses ocupam o 12º, 37º e 32º lugar nacional e a 22ª, 77ª e 65ª colocação na América Latina, nessa ordem.
Confira um resumo do desempenho das universidades estaduais do Paraná no ranking universitário da revista USNWR.



O vice-governador Darci Piana destacou nesta quinta-feira (17) a parceria entre o Governo do Estado, as prefeituras e a iniciativa privada durante o evento Governo 5.0 – Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população, realizado em Foz do Iguaçu.
Ele participou do painel “AMP e SEBRAE - Desenvolve Paraná e Sala do Empreendedor”, mediado pelo superintendente-geral do Sebrae no Estado, Vitor Tioqueta, e pelo presidente da AMP, Júnior Weiller.
Segundo Piana, quando o setor público pode usufruir de serviços ofertados por empresas, os avanços são potencializados. Essa relação gera mais empregos, dinamiza a economia e promove inovação. "Temos uma grande parceria com o Sebrae, que atende as pequenas empresas e fomenta o empreendedorismo. É assim que a gente faz o Paraná crescer, olhando para o crescimento organizado da iniciativa privada, o que favorece a abertura de novas vagas no mercado de trabalho”, ressaltou.
Ele também destacou que o Governo criou o programa Descomplica Paraná, agilizando processos de abertura e fechamento de empresas, diminuindo exponencialmente o tempo perdido com a burocracia, e que discute políticas de sustentabilidade com empresas privadas através com primeiro comitê ESG público-privado do Brasil, o que ajuda a orientar a expansão da consciência sobre mudanças climáticas e transformações sociais.
Também abordou a importância da sustentabilidade nos municípios e o papel das micro e pequenas empresas para o Estado, responsáveis por grande parte das novas vagas no mercado de trabalho.
O Sebrae apresentou aos prefeitos programas desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, como o Cidade Empreendedora (iniciativa do Sebrae para o gestor público que quer direcionar, acelerar e sustentar o processo de desenvolvimento socioeconômico do seu município), o Compra Paraná (de estímulo ao comércio regional) e Paraná Business (portal que oferece soluções a diferentes tipos de empreendimentos).
Os termos de parceria para abertura de Pontos de Atendimento ao Empreendedor e das Salas do Empreendedor também estiveram na pauta. Além disso, programas de desenvolvimento de educação empreendedora, desburocratização, inovação e empreendedorismo foram detalhados no painel.
Segundo Tioqueta, debates como esses são importantes para que os prefeitos dos 399 municípios do Paraná saibam que têm acesso a serviços que podem facilitar o dia a dia das instituições públicas municipais e estaduais, desafogando uma série de demandas.
“Conseguimos mostrar para os prefeitos que existem muitas oportunidades que podem ser realizadas no próprio município, uma grande parte sem custo nenhum, para que a prefeitura possa alavancar o desenvolvimento, gerando mais emprego e renda. Essa parceria público-privada pode trazer um resultado muito positivo para o desenvolvimento do Estado”, disse.
Os palestrantes ainda discorreram sobre a importância da transformação de pensamento, olhando para as oportunidades geradas no mercado verde.
Por - AEN
Dados do boletim epidemiológico da dengue nº 14, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quinta-feira (17), por meio da Coordenadoria Estadual de Vigilância Ambiental, confirmam mais 68 novos casos e uma morte por dengue no Paraná.
De acordo com o Informe de Arboviroses, que corresponde ao período sazonal da doença iniciado em 31 de julho de 2022, o Estado soma três óbitos, com 1.462 casos confirmados e 18.263 notificações. Mais de 11 mil casos já foram descartados.
A nova morte é de um homem de 80 anos, residente de Rolândia. Ele tinha comorbidades. As duas mortes registradas anteriormente ocorreram em Foz do Iguaçu e Maripá.
O mosquito Aedes aegypti também é responsável, além da dengue, pelo zika e chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e dois casos de febre chikungunya foram confirmados, ambos importados.
Confira o boletim completo AQUI.
Por - AEN
Os projetos sustentáveis para o desenvolvimento urbano do Paraná, propostos e viabilizados pelo Estado, são destaques no encontro Governo 5.0, que reúne prefeitos e gestores dos 399 municípios do Paraná, em Foz do Iguaçu.
O encontro é uma mostra dos programas e ações das secretarias e autarquias estaduais, tendo como tema principal “Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população”.
A Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedu) e o Paranacidade reforçaram a divulgação de ferramentas interativas de alta tecnologia, disponibilizadas às prefeituras e que permitem agilizar os procedimentos para ações nas cidades.
O Portal dos Municípios e o Sedu Paranacidade Interativo reúnem diversos aplicativos para o encaminhamento de solicitações e de documentos ao Estado e fornecem dados fundamentais para a concepção dos projetos. Foi apresentado, também, o Sistema de Acompanhamento e Monitoramento de Ações Municipais (SAM).
Essas plataformas são exemplos do uso da tecnologia em benefício das administrações municipais. Elas têm acesso gratuito. “Eventos como esse são oportunidades para desmistificar o uso da tecnologia digital no serviço público”, disse a superintendente executiva do Paranacidade, Camila Mileke Scucato.
Além de agilizar os procedimentos, o Portal dos Municípios colabora com o conceito de sustentabilidade, uma vez que a digitalização de documentos economia toneladas de papel todos os anos.
Ao mesmo tempo, transferência digital de informações diminui a necessidade de deslocamento entre as cidades e os escritórios do Paranacidade, o que economiza combustível, reduz o desgaste de veículos e aumenta a segurança dos profissionais.
OBRAS E SERVIÇOS – No encontro, durante esta quinta-feira, os prefeitos conversaram com os gestores da área de desenvolvimento urbano do Estado sobre as formas e exigências legais para a obtenção de recursos que viabilizem obras ou a aquisição de serviços e produtos voltados à promoção de melhorias na vida da população.
“Sempre há um dado que pode ser esclarecido e que auxilia nas decisões dos gestores municipais. Ao saber os detalhes sobre os trâmites e o que é necessário, a aprovação de um projeto ganha em velocidade”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Augustinho Zucchi.
A importância do contato direto com os responsáveis pela gestão municipal foi lembrada pelo diretor-geral da Secretaria, Lucio Mauro Tasso. “Estar em um evento aberto, à disposição dos prefeitos e outras autoridades municipais, ajuda a consolidar a forma de administração do governo”, assegurou.
MEIO AMBIENTE E PESSOAS – A Sedu e o Paranacidade atuam para viabilizar, via Programa de Transferência Voluntária ou por operações de crédito pelo Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), os projetos desenvolvidos e executados pelos próprios gestores públicos.
Além das condições legais exigidas às prefeituras, há padrões voltados aos cuidados com o meio ambiente e com a melhoria da vida das pessoas, que precisam ser observados para a liberação de recursos.
Neste aspecto, estão projetos para a substituição de Sistemas de Iluminação Pública tradicionais, de alto consumo de energia, por outros, a LED, mais eficientes e econômicos. Outra possibilidade é a implantação de sistemas de produção de energia por painéis fotovoltaicos em edifícios públicos.
Para obter recursos para a pavimentação de vias urbanas, os municípios devem apresentar projetos que atendam condições como a inclusão de passeios para pedestres, ciclovias, passagens elevadas, rampas de acessibilidade, espaços para ajardinamento e galerias pluviais.
Em relação à promoção de melhorias na vida das pessoas, há várias possibilidades para estimular as economias locais e criar oportunidades para empreendedores e mais postos de trabalho. O governo estadual apoia projetos como a implantação de barracões industriais, centros comerciais ou centros de eventos.
As áreas social e cultural também são contempladas com a viabilização de recursos para a construção de museus, teatros, centros de convivência, centros de atendimento ao idoso e centros de atendimento a crianças.
“Também orientamos os prefeitos sobre como vincular os investimentos aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos na Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas”, arrematou o analista de Desenvolvimento Municipal do Paranacidade, Geraldo Luiz Farias.
Segundo ele, isso incentiva a elaboração de projetos que garantam os cuidados necessários à preservação do meio ambiente e à promoção das condições de igualdade entre as pessoas, com a criação de oportunidades.
Por - AEN








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