As três rodovias de acesso entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral paranaense foram atingidas por deslizamentos de terra e estão com pontos de bloqueio nesta terça-feira (29), informa o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).
A Estrada da Graciosa (PR-410) está totalmente interditada devido a deslizamento de terra no km 8+100, próximo à Grota Funda, ocorrido nesta terça. O DER/PR está providenciando as máquinas necessárias para liberar a pista o mais breve possível.
Na BR-277 foi registrado novo deslizamento de terra no km 41, próximo ao local atingido por queda de rochas no mês passado. O trânsito sentido Litoral está totalmente bloqueado, com os desvios sendo realizados pela PRF na altura do km 60, ainda em São José dos Pinhais. As equipes de operação de tráfego rodoviário do DER/PR auxiliam no trecho com sinalização de emergência, orientação ao usuário e disponibilização de serviços de guinchos.
A BR-376 foi atingida por queda de barreira no km 669, ainda nesta segunda-feira. Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e Defesa Civil trabalham com a Polícia Rodoviária Federal e a concessionária Arteris Litoral Sul no atendimento.
FERRY – A travessia de ferry boat na Baía de Guaratuba está enfrentando longas filas nesta terça-feira devido ao trânsito sendo desviado da BR-376. Três embarcações estão em operação, com dois atracadouros em funcionamento, enquanto os outros dois estão passando por reformas, devendo ser liberados no dia 10.
DESVIO – No momento, o único trajeto disponível para acessar o litoral paranaense é pela BR-116, sentido Rio Negro, e daí seguindo para Joinville antes de retornar ao Paraná, passando por Garuva.
O DER/PR recomenda que, caso seja possível, os usuários evitem se deslocar rumo ao Litoral paranaense enquanto a situação não é amenizada, uma vez que a previsão de mais chuvas está mantida pelos próximos dias, o que, além de agravar a situação, prejudica os serviços de recuperação das rodovias.
CHUVAS – Segundo o Simepar, choveu mais de 150 mm na Serra do Mar entre sábado e segunda-feira. Nas últimas 72h o acumulado já ultrapassou os 200 mm em alguns pontos da região litorânea.
Por - AEN
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e o Grupo Amigos dos Rios (GAR) promoveram atividades comemorativas ao Dia do Rio em Cascavel, no Oeste do Estado.
Foram feitos serviços de limpeza, revitalização e de plantio de mudas de árvores e de flores nas margens do Rio Cascavel, nas proximidades da BR 277. Os organizadores e voluntários plantaram flores e mudas de árvores no Jardim das Homenagens, nas margens do córrego Sanga Verde, na Rua Jequetibá, esquina com a Rua dos Tropeiros. As atividades aconteceram quinta-feira e sábado (24 e 26).
As ações fazem parte do Programa de Conservação Continuada das Bacias Hidrográficas de Cascavel e também do Programa Cascavel Rios Floridos, coordenado pelo GAR e tiveram o apoio da sociedade civil organizada e da comunidade.
A gerente Geral da Sanepar, Rita Camana, afirma que o trabalho contínuo e com perseverança podem contribuir com a melhoria da qualidade ambiental das cidades e, principalmente, dos cursos de água. “É importante plantarmos a semente que cuidando hoje iremos colher os frutos no futuro. Além de embelezarmos nossa cidade com o plantio de flores e árvores, plantamos a esperança de termos rios limpos e conservados e com água em quantidade e qualidade ideais para um ambiente saudável e para garantir o abastecimento da população”, disse Rita.
MAIS AÇÕES - Os trabalhos vão continuar. Nos dias 09 e 10 de dezembro, será feita a limpeza na região do Lago Municipal de Cascavel, num grande mutirão. Na sexta-feira (09), as atividades iniciam às 13h30 e no sábado (10), às 8h. O ponto de largada será no vertedouro do Lago Municipal.
Como em edições anteriores, além da retirada do lixo, será feito trabalho de educação socioambiental junto aos moradores do entorno das nascentes, do lago e do Rio Cascavel. Para essa ação os organizadores contam com a participação da sociedade civil organizada, estudantes universitários e os moradores da área urbana e rural de Cascavel. A gerente Rita espera que a cada ação, mais pessoas se juntem e se unam nos trabalhos de preservação e conservação continuada.
Por - AEN
A Sanepar firmou um acordo inédito com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Ibama) para utilizar recursos de multas ambientais no projeto da Reserva Hídrica do Futuro, que prevê a recuperação do Rio Iguaçu e seus afluentes.
O acordo foi assinado nesta segunda-feira (28) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o vice-governador, Darci Piana, o presidente da Sanepar, Claudio Stabile, o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Companhia, Julio Gonchorosky, e o superintendente estadual do Ibama, Luiz Lucchesi.
Com a conversão ambiental, a Sanepar teve um desconto de 60% em infrações passadas, autuadas há cerca de 10 anos. O valor restante, de R$ 87,8 milhões, será aplicado ao longo de 10 anos na recuperação e conservação ambiental da bacia do Iguaçu, o maior rio do Estado.
O projeto da Reserva Hídrica do Futuro abrange uma extensão de 150 quilômetros, passando por 14 municípios entre a Serra do Mar e a cidade de Porto Amazonas.
“Esse grande projeto ficará como legado à população do Paraná, com a criação de parques que serão espaços de lazer e que vão garantir a conservação da fauna e da flora, além de melhorar a qualidade da água. A medida também evita a ocupação irregular nessas áreas, onde há grande risco de inundações”, afirmou Ratinho Junior. “É uma medida importante para garantir o abastecimento das próximas décadas, principalmente após a grande crise hídrica que o Paraná enfrentou nos últimos anos”.
O superintende do Ibama explicou que, além de inédito, esta é também a maior conversão de multas já acordada pelo Ibama no Paraná. “A lei federal permitiu que o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente revertessem as infrações antigas da Sanepar para financiar projetos ambientais. A proposta foi apresentada pela própria Comapnhia para promover a recuperação da fauna e da flora, ao mesmo tempo que se evita a ocupação irregular. É um projeto que toda a sociedade ganha”, destacou Lucchesi.
RESERVA HÍDRICA – Na Reserva Hídrica do Futuro, que já está em andamento, a Sanepar prevê a recuperação de 1,3 mil quilômetros de áreas de várzeas, requalificando os complexos de cavas originados da extração mineral nas margens do Rio Iguaçu. A iniciativa inclui a utilização das chamadas Soluções Baseadas na Natureza (SBN), com a aplicação de um sistema de cobertura vegetal nativa para melhoria da qualidade e aumento da vazão de água.
A recuperação ambiental também vai possibilitar a criação de um grande corredor de biodiversidade, com a revitalização dos rios e requalificação urbana, principalmente na Região Metropolitana de Curitiba, área que tem a maior concentração demográfica do Paraná.
“Passamos pela maior escassez de água dos últimos 90 anos no Paraná, o que nos despertou para essa iniciativa. Pode ser que fiquemos mais 20 ou 30 anos sem um problema como esse, mas não podemos esperar”, afirmou Stabile. “Vamos deixar um legado, que é esse trabalho no Rio Iguaçu e nos seus afluentes. Além de garantir a capacidade de fornecimento de água para a população, também tem um cuidado com a fauna e flora”.
“Com esses recursos, esperamos recuperar pelo menos 1,3 mil hectares das margens do Iguaçu. É um projeto inovador, o primeiro dessa maneira aprovado no País”, ressaltou Gonchorosky. “Teremos não só o Rio Iguaçu um pouco mais limpo, mas também corredores de biodiversidade às suas margens, com um ganho ambiental e social bastante significativo”.
Por - AEN
Dois Comitês de Bacias Hidrográficas se reúnem nesta semana para debater a utilização de recursos hídricos.
A população do Centro-Oeste, Oeste e Norte do Estado, inserida nos municípios de abrangência dos Comitês do Alto Ivaí e do Rio Piquiri e do Rio Paraná 2, pode assistir online as discussões pelo canal do YouTube.
A primeira reunião acontece nesta terça-feira (29), às 9 horas, com os membros do Comitê das Bacias do Rio Piquiri e do Rio Paraná 2, envolvendo municípios do Oeste e Centro-Oeste do Estado. Trata-se da 6ª Reunião Ordinária, na qual serão discutidos assuntos importantes no que diz respeito à gestão dessas bacias.
Na quinta-feira (1º), o debate envolve o uso dos recursos hídricos em municípios do Centro-Oeste e do Norte do Paraná inseridos na gestão do Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Ivaí. A 5ª Reunião Ordinária acontece às 14 horas e toda a comunidade está convidada a assistir de maneira virtual.
Os recursos hídricos são empregados das mais distintas formas, sendo indispensáveis para a conservação das atividades humanas e o sustento das outras formas de vida. Ao mesmo tempo, os membros dos Comitês de Bacias Hidrográficas precisam garantir quantidade e qualidade da água para a manutenção do meio ambiente.
As discussões e deliberações a respeito da gestão dos recursos hídricos englobam representantes do Poder Público, usuários e sociedade civil organizada, compartilhando responsabilidades.
Por - AEN
No início do mês de novembro, a equipe do médico Gustavo Klug Pimentel, que coordena o serviço de transplante cardíaco do Hospital do Rocio, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, cumpriu uma missão: buscar um coração no Interior do Paraná para um paciente do hospital.
E para que tudo transcorresse bem era preciso que o intervalo entre a retirada do órgão e o transplante não fosse maior do que quatro horas. Quando esse tempo é ultrapassado, o músculo cardíaco não consegue mais bater em outro corpo.
Como já virou rotina, o transplante deu certo. Uma aeronave do Governo do Estado partiu rumo a um hospital de uma cidade distante da Capital com a equipe médica para fazer a cirurgia de retirada do órgão. Pouco tempo depois, já de volta a Curitiba, o coração seguiu com o helicóptero do Governo até o Hospital do Rocio e antes da janela de quatro horas o paciente que precisava de um novo coração era operado por Pimentel. A cirurgia foi realizada com sucesso.
Este caso ilustra bem um dos setores em que o Paraná se tornou referência nacional: o transplante de órgãos. O Estado é líder nacional em doação por milhão de habitantes. Essa política pública bem-sucedida abre a série de reportagens “Paraná, o Brasil que dá certo”, que trará exemplos de como a administração pública e suas parcerias com a sociedade e a iniciativa privada conseguem transformar vidas. Ou, nesse caso, praticamente gerar novas vidas.
De acordo com o último relatório da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), entidade nacional que faz o levantamento desses números, de janeiro a junho deste ano o Paraná registrou 39,7 doações de órgãos por milhão de população, um aumento de 10% em relação ao índice registrado no final de 2021 (35,8). O Paraná é seguido pelos estados de Santa Catarina (37,9 pmp) e Ceará (24,9 pmp). A média nacional é de 15,4 pmp.
O Paraná também é líder no transplante de rim por milhão de população, com indicador de 36,6 pmp, e fica com a vice-liderança no transplante de fígado (26 pmp). Nesses dois casos as médias nacionais são de 22,3 pmp e 9,4 pmp, respectivamente. O Estado ainda apareceu entre as seis unidades da Federação que mais fizeram transplantes de pâncreas (0,7 pmp), pulmão (0,2 pmp), medula óssea (29,1 pmp) e córnea (70,2 pmp).
Segundo a ABTO, o Paraná tem outro componente de destaque: o menor índice de recusas de famílias. Apenas 27% das famílias entrevistadas regularmente pelas equipes paranaenses optam por não fazer a doação. No País, a média de recusa após entrevista é de 44%.
Juliana Ribeiro Giugni, coordenadora do Sistema Estadual de Transplantes do Paraná, explica que os números expressivos são reflexo de uma equipe dedicada, constante capacitação dos profissionais que atuam no processo e da rede de atendimento de profissionais e equipamentos do Estado, mas também da consciência dos paranaenses. “O esclarecimento das etapas e o acolhimento e apoio às famílias que perdem seus entes queridos são essenciais para que a doação seja efetivada e beneficie aqueles que aguardam na fila por um transplante”, explica.
As doações ocorrem somente após o diagnóstico da morte encefálica e precisam ser autorizadas pela família do doador. “No Paraná buscamos acompanhar todas as famílias desde o momento da abertura do protocolo de diagnóstico de morte encefálica, esclarecendo todas as dúvidas sobre o processo. Apenas após a identificação de potencial doador é que estas famílias passam por uma conversa com as equipes de saúde para esclarecer as dúvidas. Este acompanhamento humanizado é reflexo direto da capacitação dos profissionais que atuam no processo”, afirma.
Atualmente, o Sistema Estadual de Transplantes conta com nove veículos e um veículo em cada Organização de Procura de Órgãos (OPO): Cascavel, Curitiba, Londrina e Maringá. Soma-se a isso uma equipe de motoristas em Curitiba e o apoio da rede de transporte das Regionais de Saúde no Interior do Estado, além das aeronaves à disposição que garantem a agilidade necessária no transporte – além do coração, quatro horas, para um transplante de fígado são necessários 12 horas, por exemplo.
“A frota das aeronaves do Governo do Estado tem a missão de auxiliar todo o Sistema Estadual de Transplantes no transporte dos órgãos e das equipes médicas. O serviço aeromédico do Estado e o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) auxiliam essa logística, que precisa ser rápida e eficiente”, completa Juliana.
Segundo o secretário de Saúde, Beto Preto, o Paraná tem um histórico de solidariedade que não foi abalado nem com a pandemia. “Mesmo com a crise da Covid-19 afastando as pessoas de procedimentos hospitalares, o Paraná manteve índices representativos de doações e transplantes de órgãos, reforçando o compromisso dos paranaenses com o próximo”, afirma.
NOVAS VIDAS – Pacientes que passaram por transplantes no Paraná ficaram surpresos com a rapidez do processo e a qualidade dos serviços prestados. O profissional de logística Elson Valmir Kunze ficou 42 dias na fila de transplantes para receber um coração. Com uma doença cardíaca crônica diagnosticada em 1999, ele vinha travando sucessivas batalhas pela vida, até a decisão final de que precisava de um novo órgão.
“Entrava e saía da lista de transplante, conforme meu quadro melhorava. Mas no início de 2022 não teve mais jeito: o quadro se agravou de tal forma que voltei para a fila e ainda como prioritário", disse. Enquanto esperava ser contemplado, resolveu contar sua história pelas redes sociais e criou um canal no YouTube no qual conta sua experiência e incentiva outros internautas a prestarem atenção no processo de doação de órgãos. O canal já conta com 602 inscritos. O seu procedimento ocorreu na Santa Casa de Curitiba.
“Meu propósito de vida é espalhar esta ideia porque o momento em que eu acordei da cirurgia, que consegui ficar consciente e me disseram que tudo deu certo, foi inesquecível. A primeira coisa em que eu pensei foi na família que doou. Depois criei um perfil no Tiktok, o Bora Doar, e também falo no Instagram, no @elson.kunze.transplantado, para divulgar essa experiência que salvou a minha vida”, conta.
“Falo para todo mundo que eu não podia estar num lugar melhor. É um privilégio estar no Paraná. Aqui tem uma conscientização maior, o tempo de espera (pelo transplante) é bem menor, o serviço é de primeira qualidade. Acho que existe um cuidado muito grande no trabalho do pessoal da Central de Transplantes, uma estrutura séria, confiável, efetiva e que realmente funcione”, complementa Kunze.
Já o casal Sônia Lieseski Pasetto e João Anísio Luis Pasetto levou um susto em uma consulta de rotina dos filhos gêmeos João Vitor e João Henrique, de 15 anos. Com paralisia cerebral, os meninos, que vivem com a família em Medianeira, no Oeste, seguem tratamento de rotina no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Era para ser um diálogo com um ortopedista, mas eles foram encaminhados para uma nefrologista e o que seria apenas mais um exame terminou em internação por problemas nos rins. Pela gravidade da situação, os dois permaneceram no local por 33 dias.
O quadro foi se estabilizando depois disso e eles voltaram para casa, onde seguiram em tratamento até meados deste ano, quando a situação voltou a se agravar e eles entraram na fila do transplante. João Vitor foi o primeiro a fazer o procedimento. O irmão, João Henrique, teve que esperar um pouco mais até receber um novo órgão.
“Achamos que foi tudo muito rápido, aconteceu antes do esperado. Surpreendeu muito. Desde que começamos o tratamento, conhecemos muitas pessoas que estão na mesma situação que eles. Outras crianças que vêm de outros lugares, conhecemos muita gente que já estava fazendo o tratamento. Claro que tudo depende da situação de cada um, da saúde, do organismo, da compatibilidade. Mas nunca pensamos que seria tão rápido”, afirma Sônia.
Para ela, a eficácia e a rapidez dos transplantes no Paraná acontecem em função da sensibilidade das famílias doadoras. “Ao mesmo tempo que ficamos alegres, a gente sabe que do outro lado houve perda e que tem uma família que está sofrendo. Porém, Deus sabe o que faz e se a pessoa decidiu doar é porque ela quer fazer o bem para outras pessoas. E é isso que queremos pedir: façam o bem. Depois que você morrer, o teu corpo não vai ter serventia mais, mas vai salvar a vida de alguém, vai fazer alguém feliz”, diz.
TRANSFUSÃO – Há dois meses o serviço aeromédico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também deu início a um outro projeto inovador na área: realização de transfusões de sangue em pacientes graves no local da ocorrência, mesmo antes de serem encaminhados ao hospital. Trata-se, na prática, de um sistema que permite esse tipo de procedimento no local do fato ou no helicóptero, durante o percurso até o internamento, o que até então não era possível. Ele foi implementado em Maringá. A iniciativa visa dar maior sobrevida aos pacientes vítimas de acidentes graves, principalmente em casos de hemorragia.
SÉRIE – “Paraná, o Brasil que dá certo” é uma série de reportagens da Agência Estadual de Notícias. Serão apresentadas iniciativas da administração pública estadual que são referência para o Brasil em suas áreas.
Por - AEN
A Ponte da Integração Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu, na região Oeste do Paraná, teve sua estrutura concluída neste mês.
Segundo o boletim do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), responsável pela execução da obra, os serviços ao todo atingiram 96,6% de conclusão, sendo que 100% da estrutura foi finalizada. O investimento atualizado é de R$ 228 milhões, sendo uma das maiores construções atualmente no Estado.
A inauguração da nova ligação na fronteira deve acontecer ainda em dezembro. Para finalizar a obra, restam serviços complementares, como instalação das vias de rolamento das plataformas de inspeção e manutenção, e os trabalhos finais de ancoragens passivas nos mastros.
A Ponte da Integração está sendo executada sobre o Rio Paraná, no bairro Porto Meira, próximo à Tríplice Fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina. No lado paraguaio, a obra fará ligação com o município de Presidente Franco, vizinho de Cidade de Leste, onde fica localizada a Ponte Internacional da Amizade. O projeto, iniciado em 2019, é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, o governo federal e a Itaipu Binacional.
RODOVIA - Também seguem em andamento as obras na nova rodovia de acesso à Ponte da Integração. O pacote inclui uma ligação entre a BR-277 e o trevo de acesso para a Argentina, por onde será desviado o tráfego dos veículos pesados que circulam entre os dois países. O complexo já recebeu um aporte de R$ 17,9 milhões, por meio de recursos da Itaipu.
O destaque na rodovia de acesso vai para os avanços no viaduto da BR-277, onde foi realizada a concretagem da primeira viga longarina. Nas novas aduanas paraguaia e argentina, permanecem sendo executados os serviços de terraplenagem, bem como na interseção do acesso à Ponte Tancredo Neves. Também foi construída a estrutura de concreto que servirá como passagem para ciclistas embaixo da rodovia.








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