O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) confirmou a existência de uma caverna esférica de 4,8 metros de diâmetro localizada a 3 metros de profundidade da terceira faixa da PR-445, no km 3+600, em Mauá da Serra, na região Norte.
A formação não representa riscos aos condutores e será corrigida nos próximos dias, sendo necessário bloqueio parcial da rodovia.
O achado é resultado de diagnóstico realizado por técnicos do DER/PR e funcionários da obra de duplicação da rodovia entre Mauá da Serra e Tamarana, após a verificação da presença de um antigo bueiro de 80 centímetros de diâmetro.
Foi necessário bloquear o trecho ao longo desta quarta-feira (30) para executar a abertura lateral da plataforma da rodovia, medida tomada emergencialmente devido aos possíveis riscos ao condutor, permitindo a execução de análises e sondagens diretamente no local atingido.
Ao verificar o tamanho do espaço e sua localização, o DER/PR constatou que ela não apresentava riscos imediatos aos condutores. Ainda assim será necessária a correção do sistema de drenagem no local e preenchimento do espaço, evitando possíveis danos estruturais no futuro.
Os serviços já tiveram início e serão concluídos nos próximos dias, sendo mantido apenas um bloqueio parcial da rodovia no local atingido. O trecho já está todo devidamente sinalizado, alertando o condutor.
Por - AEN
Com o objetivo de atribuir mais transparência aos gastos públicos em relação aos custos de bens e serviços ofertados à sociedade pelo Estado, a Secretaria da Fazenda, por meio da Diretoria de Contabilidade Geral do Estado (DCG), deu mais um passo para a implementação do projeto de Modelo de Gestão de Custos Públicos.
Vinculado ao Programa de Modernização da Gestão Fiscal (Profisco II), o projeto tem o intuito de racionalizar os gastos públicos com controle e monitoramento das despesas do Estado para uma contabilidade de custos eficaz, com mais transparência para os dados de finanças e retorno satisfatório para a sociedade, com serviços públicos de qualidade.
A plataforma utilizada para a efetivação do sistema, apresentada na última semana ao secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, será feita por meio do B.I. - Business Intelligence, um sistema para soluções de gerenciamento de informações e visualizações de dados utilizados para exibir, analisar e compartilhar informações sobre as finanças públicas.
“Com a instalação dessa nova ferramenta será possível obtermos um maior detalhamento na execução orçamentária, proporcionando um melhor acesso de dados para a sociedade, através da boa gestão das políticas públicas que evidenciem os custos dos bens e serviços, produzidos e ofertados”, explica o secretário.
Por meio do sistema será feita toda a apuração dos custos aplicados às áreas de grande visibilidade da administração pública, como educação, segurança, saúde e ciência e tecnologia, sendo possível verificar áreas com maior eficiência e aplicação de recursos, além de estipular métricas que permitam a previsão e alocação dos investimentos de maior necessidade. Ou seja, ele fornecerá os dados relevantes que dizem respeito aos resultados de curto e de longo prazo da gestão.
Para apurar os custos relativos à educação, por exemplo, serão aplicados os critérios de seleção das despesas correntes, relativas à manutenção dos serviços prestados no exercício vigente, em relação ao número de matrículas de alunos. Já para segurança pública, serão os mesmos critérios para as despesas correntes, mas utiliza-se a função por número de habitantes.
Em relação aos investimentos na saúde, o projeto pretende apurar custos por atendimento dentro das unidades de saúde, bem como por internamentos e procedimentos cirúrgicos, dentre outros.
A contadora-geral do Estado, Cristiane Berriel Lima, explica que as áreas devem possuir seus próprios dados e características no sistema. “É importante destacar que cada área de atuação possui particularidades, e que embora os custos sejam alocados por área, os critérios para seleção dos valores investidos devem ser conferidos adequadamente para maior efetividade no resultado e no controle dos custos”, observa.
MODELO DE GESTÃO DE CUSTOS – Conforme o plano de trabalho elaborado, o desenvolvimento do Modelo de Gestão de Custos do Estado do Paraná está estruturado em cinco fases: planejamento (discussão teórica, análise dos dados disponíveis e definição da metodologia a ser implantada), em fase de conclusão; estruturação; implantação; metodologias de custos por processos; e gestão.
Por - AEN
Uma blitz educativa em Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai, nesta quinta-feira (01), marca uma mobilização no Paraná para chamar a atenção dos motoristas para o cuidado com animais silvestres em rodovias a fim de prevenir atropelamentos.
A ação integra a campanha “Protegendo a fauna nas estradas do Paraná”, que colabora com a campanha do Dia Nacional de Urubuzar, uma iniciativa voltada à redução de acidentes envolvendo animais silvestres em rodovias.
Das 9 horas às 10h30, equipes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), do Instituto Água e Terra (IAT) e de empresas e instituições parceiras na mobilização nacional se concentram na base da Receita Federal na Ponte da Amizade, com abordagens aos motoristas e entrega de material informativo.
A campanha paranaense busca sensibilizar a população sobre os impactos sofridos pela fauna silvestre no trânsito, evidenciando o número de animais mortos todo ano nas estradas brasileiras. São cerca de 475 milhões de registros anuais, de acordo com dados da UFLA - Universidade Federal de Lavras (MG), do Laboratório de Ecologia de Estradas.
Os animais com mais registros de acidentes envolvendo atropelamentos são répteis e anfíbios, como cobras. Porém, os casos mais impactantes são onças, antas e o lobo-guará. Além da blitz educativa, desde o dia 19 de novembro as instituições envolvidas participam de ações de educação ambiental nas suas unidades, com a distribuição dos materiais informativos.
ORIENTAÇÕES – As principais orientações repassadas na campanha são respeitar a sinalização e o limite de velocidade das vias e estar atento para o uso correto de buzina e farol. Também são repassados aos motoristas o que fazer ao avistar algum animal na estrada.
Se ele estiver morto, ferido ou apenas tentando atravessar, é importante anotar o quilômetro onde foi avistado e informar imediatamente a concessionária responsável pela rodovia ou a Polícia Rodoviária local (Estadual ou Federal). Além disso, a campanha também busca estimular a população a baixar e utilizar o aplicativo Urubu Mobile.
Com ele, é possível registrar fotos georreferenciadas dos locais onde os animais atropelados foram encontrados. Assim, a população contribui com a alimentação de um banco de dados, o que também favorece a elaboração de políticas públicas para a gestão das estradas, melhorando a proteção da biodiversidade e das vidas humanas nas rodovias.
PARCERIA – Para a edição deste ano, o Governo do Paraná contou com o trabalho conjunto de diversas instituições. Participam, além da Sedest e dos 21 Escritórios Regionais do IAT, a concessionária que administra o Parque Estadual Vila Velha; a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); zoológicos do Estado (Curitiba, Cascavel, Itaipu, Parque Ecológico Klabin e Parque das Aves); Centros de Apoio à Fauna Silvestre (Univel, Unicentro, UniCesumar e Curitiba); a Polícia Rodoviária Federal; e os batalhões estaduais de Polícia Rodoviária e Ambiental – Força Verde.
CAMPANHA NACIONAL – A iniciativa nacional já conta com cinco edições. Em todo o País, instituições de 38 cidades e 14 estados participam da mobilização de conscientização. São 15 zoológicos e aquários, 10 ONGs ligadas ao tema, oito governos estaduais, sete grupos independentes, seis universidades e duas Unidades de Conservação em prol do mesmo objetivo de preservar a vida silvestre nativa.
Por - AEN
Desde o anúncio da liberação da segunda dose de reforço (R2), ou quarta dose contra a Covid-19, para o público acima de 18 anos, o Paraná vacinou 105.890 pessoas.
O número é quase sete vezes maior se comparado aos 20 dias anteriores à recomendação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para esta faixa etária, feita no dia 10 de novembro.
A média diária de pessoas vacinadas com a R2 passou de 812 para 5.295, um aumento de 552% na procura para a aplicação da dose.
Para o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, esse aumento é importante, mas o ritmo de vacinação precisa crescer ainda mais, principalmente com a proximidade das festas de fim de ano, época em que normalmente ocorre maior concentração de pessoas. “Neste período do ano há uma tendência maior de aglomeração pelas férias e confraternização entre as pessoas, por isso a vacina se torna um instrumento imprescindível para a segurança da população no combate à Covid-19”, alertou.
De acordo com informações da Rede Nacional de Dados de Saúde (RNDS), disponíveis no Vacinômetro Nacional, foram aplicadas no Paraná 1.529.528 segundas doses de reforço, mas 4.377.056 pessoas ainda não compareceram aos postos de vacinação para receber o imunizante.
LIBERAÇÃO – Antes do dia 10 de novembro, a R2 estava sendo aplicada apenas em pessoas com 40 anos ou mais e profissionais de saúde. A liberação para o público adulto em geral foi formalizada pela Secretaria da Saúde e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR), por meio da Deliberação nº 254/2022, da Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB).
Atualmente, a Secretaria da Saúde conta com estoque de aproximadamente 443.882 doses (242.890 doses da Astrazeneca, 176.922 da Pfizer e 24.070 da CoronaVac), além dos imunizantes que estão na rede de frio dos municípios, que somam 357.628 doses. O total em estoque chega a 801.510 vacinas disponíveis.
“Reforçamos o pedido à população para que completem o esquema vacinal com todas as doses recomendadas. Não podemos deixar que a falsa sensação de proteção com as primeiras doses nos impeça de continuar com a imunização e, desta forma, aumentarmos a prevenção contra a doença”, reforçou Beto Preto.
NOTA TÉCNICA – De acordo com a Nota Técnica n° 176/2022, do Ministério da Saúde, a vacina não impede a circulação do vírus, mas quando a maioria da população está vacinada os casos mais graves e mortes de uma doença se concentram nas pessoas não imunizadas. As doses de reforço se mostram necessárias para manter o sistema imunológico ativo contra o vírus.
Para a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr, as vacinas, associadas ao uso de máscaras e à higienização das mãos, foram o motivo para a queda no número de óbitos. “O que nos protegeu e nos protege contra a doença é esse cuidado, juntamente com as doses aplicadas em cada braço, assegurando um número menor de óbitos no Estado”, afirmou.
Todas as pessoas que possuam doses em atraso ou que ainda não tenham se vacinado contra a doença devem procurar uma Unidade de Saúde próxima e agendar sua imunização. As vacinas estão disponíveis nos 399 municípios do Estado.
Por - AEN
Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) participaram de um simulado de emergência zoosanitária contra a peste suína africana (PSA).
O trabalho realizado na última semana reuniu serviços veterinários oficiais de todo o País e representantes internacionais, em Presidente Getúlio (SC).
A PSA é uma enfermidade viral e não oferece risco à saúde humana. No entanto, pelo alto grau de transmissibilidade, pode dizimar rebanhos de suínos, constituindo-se em uma das mais temidas mundialmente. O último foco registrado no Brasil é de 1981 e o País foi declarado livre da doença em 5 de dezembro de 1984.
Por não ter nenhuma vacina comprovadamente eficaz, a ação preventiva é muito importante. O exercício simulado em Santa Catarina imitou a ocorrência da doença, com o objetivo de treinar os serviços veterinários e avaliar a eficiência dos planos de contingência na eventualidade de foco real da PSA, minimizando impactos econômicos e sociais.
O Paraná, juntamente com o órgão correlato do Rio Grande do Sul, foi o que teve mais representantes. Participaram o coordenador de Sanidade dos Suínos da Adapar, João Teotônio, e os fiscais Patrícia Muzolon e Renato Pacheco Morferdini, além do representante do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Paraná (Sindicarnes) e da Frimesa, Valdecir Mauerwerk.
EXPERIÊNCIA - Teotônio reforçou a importância de o serviço veterinário oficial manter um know-how técnico para atendimento a enfermidades de alto impacto no agronegócio. “A defesa agropecuária robusta se faz com técnicos bem treinados”, afirmou.
Durante o simulado, ele foi o responsável pela coordenação operacional de campo com 136 médicos veterinários. “Foi um grande aprendizado e nos preparamos ainda mais para garantir a boa qualidade do rebanho,” disse Teotônio.
Além da PSA, o Paraná é livre da peste suína clássica (PSC) e tem reconhecimento de bloco em separado, o que garante maior autonomia no caso de ocorrência da doença em outros estados da Federação com realidades diferentes da paranaense.
O gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, também destacou a participação paranaense com técnicos da Adapar e da iniciativa privada. “Na vigência de uma emergência zoosanitária a parceria público-privada é essencial”, justificou.
Segundo ele, desde os focos de PSC no Nordeste do Brasil em 2018 e 2019, a Adapar sempre envia missões de auxílio no combate a doenças, o que acaba proporcionando experiências reais de campo aos fiscais paranaenses.
Por - AEN
Após reunião técnica, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) decidiram pela liberação parcial da BR-277 a partir das 15h30 desta quarta-feira (30).
A pista, atingida por deslizamento de terra em dois segmentos nos últimos dias, além da queda de rochas no mês passado, está passando por limpeza e melhorias, devendo ficar liberada em pista simples do km 39,5 ao km 42, tanto no sentido Curitiba – Paranaguá quanto no sentido Paranaguá – Curitiba.
A medida, defendida pelo DER/PR, visa restaurar parcialmente o fluxo de veículos para o litoral paranaense, atualmente com bloqueios também na BR-376 e PR-410 (Estrada da Graciosa). Nesses dois casos, não há previsão de liberação.
OBRAS – No trecho atingido pela queda de rochas há pouco mais de um mês, o DNIT realizou contratação emergencial de obra de contenção do talude, um investimento de R$ 1,6 milhão.
Para os outros dois deslizamentos ainda serão avaliadas soluções. O Governo do Estado, por meio do DER/PR, se colocou à disposição do DNIT para dar suporte técnico, aporte financeiro ou mesmo para executar as obras, bastando somente uma definição do governo federal para início das medidas necessárias.
GUINCHOS – As equipes de operação de tráfego rodoviário do DER/PR estão presentes no trecho disponibilizando cones para sinalização de emergência, veículos de inspeção de tráfego, guinchos mecânicos e realizando a orientação ao usuário, garantindo que os desvios de tráfego no trecho sejam realizados com total segurança.
Atualizações sobre as condições de tráfego da BR-277 e demais rodovias do antigo Anel de Integração estão disponíveis em tempo real no Twitter do Centro de Operações Integradas (COI) do DER/PR: https://twitter.com/rodovias_parana. Os serviços do DER/PR podem ser acionados pelo telefone 0800-400-0404, sendo inteiramente gratuitos.
Por - AEN














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