O Governo do Estado deposita nesta terça-feira (6), de forma integral, o 13º salário do funcionalismo estadual.
A antecipação do benefício tinha sido anunciada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em novembro e atende a 156.944 servidores da ativa e mais 135.128 aposentados e pensionistas do Estado. O valor representa um aporte adicional de R$ 1,9 bilhão na folha de pagamento do funcionalismo.
Além do 13º, o Estado também vai antecipar a folha salarial de dezembro, que em vez do dia último dia útil do mês, será paga no dia 22 de dezembro. Somando ao salário de novembro, pago na última quarta-feira (30), os servidores vão receber três salários em menos de um mês. Somente com a folha de pagamento, o Governo do Estado deve aportar R$ 5,7 bilhões na economia paranaense antes do Natal.
Ratinho Junior destacou que, durante todo o seu governo, o 13º salário dos servidores foi pago antecipadamente. “É um compromisso que temos com os funcionários públicos do Paraná, de manter sempre o pagamento em dia dos salários e benefícios que os servidores têm direito”, disse. “A injeção de quase R$ 6 bilhões também ajuda a manter aquecida a economia paranaense, já que boa parte desse valor vai para as compras de fim de ano”.
O governador também destacou que essa medida se soma às promoções e progressões que estão em andamento no Estado e atendem diferentes categorias do funcionalismo, política que ajuda a valorizar ainda mais os servidores paranaenses.
Por - AEN
Com resultados positivos mês a mês ao longo dos últimos quatro anos, o Paraná gerou 400.609 vagas de emprego com carteira assinada entre janeiro de 2019 e outubro de 2022.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, e foram levantados pelo Departamento do Trabalho da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.
Pelo volume acumulado neste ano, que chegou a 147.955 novos postos de trabalho formais entre janeiro e outubro, o Paraná segue a tendência de geração de empregos do ano passado. Com os ajustes do Caged, o Estado fechou 2021 com 175.121 novas vagas, o melhor saldo em 18 anos para o período de um ano.
Em 2019, ainda na metodologia antiga do Caged, e em 2020, a partir da atualização, os números também foram positivos. Em 2019 foram criadas 48.306 vagas de trabalho no Estado, quase 10 mil a mais do que em 2018 (38.131). No período mais restritivo da pandemia de Covid-19, o Paraná também manteve o saldo positivo na geração de empregos. Em 2020, foram abertas 29.227 novas vagas, também com o ajuste.
“Com atração de investimentos e melhoria no ambiente empresarial, o que inclui obras de infraestrutura e menos burocracias para aberturas de novas empresas, o Paraná tem batido recorde na geração de empregos ano a ano”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O nosso mercado de trabalho aquecido reflete o resultado da nossa economia, que se tornou neste ano a quarta maior do País”.
“O Paraná é referência não apenas na geração de emprego, mas também na qualificação da mão de obra”, ressalta o secretário estadual da Família, Justiça e Trabalho, Rogério Carboni. “Por meio de programas do Governo do Paraná, conseguimos oferecer aos trabalhadores novas oportunidades e uma elevação salarial. Está comprovado que a qualificação dos trabalhadores reflete no ganho salarial, proporcionando melhores condições de vida aos paranaenses”.
MERCADO DE TRABALHO EM 2022 – O mercado de trabalho do Paraná se manteve aquecido ao longo do ano e fechou todos os meses de 2022 com saldo positivo na geração de empregos. Tirando poucas exceções, os setores analisados tiveram desempenho positivo em praticamente todos os meses.
O destaque é para o setor de serviços, que respondeu por seis em cada dez postos abertos no período. Levantamento feito pelo Departamento do Trabalho, com base nos dados do Caged, mostram que estabelecimentos como salões de beleza, restaurantes e academias, entre outros, contrataram 88.276 pessoas entre janeiro e outubro. O maior saldo foi em fevereiro, com 20.673 novos postos de trabalho, puxando o resultado daquele mês, o melhor do ano no Paraná.
No recorte mês a mês, o setor abriu 13.002 vagas em janeiro, 20.673 em fevereiro, 4.265 em março, 4.691 em abril, 5.847 em maio, 10.370 em junho, 10.861 em julho, 8.301 em agosto, 5.566 em setembro e 4.736 em outubro.
Segunda maior empregadora, a indústria também manteve resultados positivos nos primeiros dez meses do ano. Foram 27.709 novos postos de trabalhos formais nos últimos 10 meses. O maior número de contratações ocorreu em janeiro, com saldo positivo de 6.128 postos com carteira assinada. Em fevereiro foram 3.186, em março 345, em abril 2.170, em maio 3.702, em junho 2.242, em julho 2.979, em agosto 2.974, em setembro 2.349, fechando outubro com saldo de 1.634 vagas.
Na sequência vem o comércio, que abriu 19.456 vagas neste ano. O setor teve saldo positivo em todos os meses, com exceção de janeiro, que reflete as contratações temporárias para o Natal. O saldo negativo do primeiro mês do ano foi de -3.415 postos de trabalho.
Os meses seguintes, porém, foram de recuperação, com a abertura 2.527 vagas em fevereiro, 329 em março, 2.349 em abril, 2.761 em maio, 2.411 em junho, 1.916 em julho, 3.636 em agosto, 3.850 em setembro e 3.092 em outubro.
A construção civil abriu 9.272 vagas de emprego ao longo do ano, com saldo positivo em todos meses, com exceção de abril (-171) e junho (-290). No mais, foram 2.876 postos em janeiro, 1.476 em fevereiro, 52 em março, 1.918 em maio, 966 em julho, 758 em agosto, 1.074 em setembro e 613 em outubro.
Influenciada pela sazonalidade da produção, a agropecuária foi o setor com a maior variação no período. Teve saldo positivo nos meses de janeiro (984), fevereiro (1.423), março (399), abril (652), setembro (90) e outubro (450). Nos outros meses, os saldos foram negativos: maio (-187), junho (-283), julho (-145) e agosto (-141).
Confira o saldo anual de empregos nos últimos quatro anos:
2019 – 48.306 (antigo Caged)
2020 – 29.227 (ajustado de acordo com o Caged de outubro de 2022)
2021 – 175.121 (ajustado de acordo com o Caged de outubro de 2022)
2022 (até outubro) – 147.955 (ajustado de acordo com o Caged de outubro de 2022)
Total: 400.609
Por - AEN
Termina nesta quarta-feira (07), às 18h, o prazo de inscrição para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Educação Profissional, válido para o ano letivo de 2023.
Destinado às contratações temporárias de várias funções, em especial para professores de cursos técnicos da rede estadual de ensino em diversos municípios, o PSS já passou dos 35 mil inscritos.
As vagas, além da Educação Profissional, são para professores e pedagogos em escolas indígenas, quilombolas e itinerantes; tradutores e intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais); professores para o Celem (Centro de Línguas Estrangeiras Modernas) e também para o Dancep (Grupo de Dança Contemporânea do Colégio Estadual do Paraná).
As inscrições, que ocorrem exclusivamente pelo site www.pss.pr.gov.br, são gratuitas e o processo seletivo – diferente do já realizado neste ano pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed-PR) para professores e pedagogos da Educação Básica e da Educação Profissional – é livre de provas objetivas e didáticas. Desta vez, a seleção dos profissionais será mediante prova de títulos: escolaridade e aperfeiçoamento profissional, além de tempo de serviço.
Para a Educação Profissional, por exemplo, é necessário ter diploma de licenciatura plena ou de graduação/habilitação (bacharelado/tecnologia) na respectiva área de inscrição. Entre as principais áreas de atuação estão Administração, T.I (Desenvolvimento de Sistemas), Agronegócio, Gestão Industrial (Planejamento e Controle de Produção), Enfermagem, Farmácia e Estética.
As diferentes escolaridades obrigatórias e pontuações para os diferentes processos de seleção estão detalhadas no Edital nº 70/2022, bem como os locais de atuação. As vagas para os professores são de até 40 horas semanais, com remuneração que chega a R$ 5.545,86 (incluindo gratificação e vale-transporte).
Para mais informações acesse o guia de inscrição com o passo a passo para cadastro no site e as principais dúvidas do processo seletivo.
A classificação provisória está prevista para ser divulgada a partir do dia 14 de dezembro no site da Seed-PR, com a classificação final prevista para o dia 21 deste mês.
Por - AEN
O Paraná é o estado brasileiro com a maior área do seu território classificada com potencialidade agrícola "muito boa" (classe A1).
A classificação está no , publicação inédita do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta segunda-feira (5). Segundo o relatório, 12,2% do território paranaense, equivalente a 24.313 quilômetros quadrados, corresponde à potencialidade “muito boa”. No País, esse índice é de apenas 2% e na Região Sul é de 5,6%.
O documento orientativo foi elaborado a partir do mapeamento de solos do IBGE, levando em consideração os recursos naturais, sobretudo solo e relevo, e como eles podem favorecer o setor agrícola. Os mais de 500 tipos de solos do Brasil foram classificados considerando características como textura, pedregosidade, rochosidade, erodibilidade, entre outros, em cinco classes de potencialidade. Elas variam de terras com muito boa potencialidade a terras com restrições muito fortes ao desenvolvimento agrícola.
TERRA VERMELHA – Segundo o mapa divulgado pelo IBGE, o Norte, Norte Pioneiro e Oeste do Paraná contam o maior volume de áreas classificadas como muito boas para o desenvolvimento agrícola no Estado. O estudo cita como exemplo o latossolo vermelho de Tamarana, na região Norte, e o nitossolo vermelho de Medianeira, no Oeste. São exemplares da famosa “terra vermelha” do Paraná.
“A pesquisa do IBGE vem reiterar o que já sabíamos, que o Estado reúne as melhores características para a agricultura. A qualidade dos nossos solos está entre os motivos que fazem do Paraná um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, salienta o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
O estudo foi divulgado no Dia Mundial do Solo, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Este ano, a data tem como tema “Solos: onde a alimentação começa”.
“O Paraná tem o privilégio de ser um Estado com diferentes tipos de solo, com climas que ajudam a diversidade de culturas e com a possibilidade de até três safras anuais para algumas variedades”, explica o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Aliado a isso, o Estado é resultado de uma população nativa, que se esforçou para sempre cuidar da terra, e de colonos que para cá vieram e construíram a agropecuária forte respeitada em todo o mundo”.
“A potencialidade agrícola e os números do PIB paranaense, recentemente divulgados pelo IBGE, demonstram o aproveitamento pelo Estado das condições naturais favoráveis”, ressalta Julio Suzuki, diretor de Pesquisa do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social). “Não é por acaso que o Paraná passou a ocupar o quarto lugar no ranking das economias estaduais, com grande contribuição do setor primário e das políticas locais de desenvolvimento”.
TERRITÓRIO – Com território de 199.308 quilômetros quadrados, o Paraná tem ainda 18,5% de suas terras classificadas como “boa” (classe A2), o que equivale a uma área de 36.855 quilômetros quadrados. São solos favoráveis às atividades agrícolas, com relevo aplainado e pequenas restrições e limitações, mas que podem ser facilmente corrigidas para o cultivo.
Outros 67.876 quilômetros quadrados de terras, ou 34,1% do total, foram classificadas com potencial “moderado” (classe B). São áreas, segundo o IBGE, com relevos ligeiramente acidentados, que podem precisar de ações adequadas para a agricultura, ou com problemas de fertilidade, mas que podem ser corrigidos de forma relativamente fácil.
Com menor representatividade, as terras classificadas como “restritas” (Classe C) ocupam 9,5% do território estadual, uma área de 45.863 quilômetros quadrados. São terrenos com condições restritas para o uso agrícola, localizados principalmente em relevos mais acidentados, que precisam de ações mais complexas de manejo e que contam com problemas de fertilidade e restrições de profundidade para o plantio.
- Orgulho da Terra: produtores são premiados por boas práticas no agronegócio paranaense
Por fim, os solos classificados com potencialidade “fortemente restrita” ao uso agrícola somam uma área de 45.863 quilômetros quadrados, 23% do território paranaense. Esses locais podem ter muitos declives, materiais indesejáveis ou restrições importantes quanto à profundidade. Eles exigem técnicas de manejo intensivas e, por suas características, são indicados como áreas de preservação ambiental ou para o cultivo de culturas adaptadas a esse tipo de solo.
Confira o mapa com as características dos solos do Sul:

O Governo do Estado publicou nesta segunda-feira (5) um novo edital do programa Universidade Sem Fronteiras (USF) para financiar 56 projetos de extensão das universidades estaduais e 29 ações extensionistas das demais instituições de ensino superior do Paraná, públicas e privadas. Serão contempladas propostas nas áreas da saúde, educação, agroecologia, inclusão social, inovação e diversidade cultural.
O prazo para inscrição dos projetos encerra em 10 de fevereiro.
Ao todo, serão desembolsados recursos da ordem de R$ 8,96 milhões, oriundos do Fundo Paraná de fomento científico, dotação da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). O montante será aplicado no custeio de bolsas para professores, estudantes de graduação, alunos de iniciação à pesquisa e extensão e profissionais recém-formados. Os projetos podem pleitear os valores máximos de R$ 102,1 mil ou R$ 105,5 mil.
A iniciativa acontece simultaneamente com o lançamento da Política de Extensão Universitária para as instituições estaduais de ensino superior do Paraná, que tem foco a transformação social e o desenvolvimento regional sustentável. O objetivo é orientar as diferentes ações extensionistas e possibilitar a atuação das sete universidades, de forma estratégica e multidisciplinar, inseridas nos cenários regional, nacional e internacional.
O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, destaca a cooperação governamental e acadêmica para a padronização da extensão universitária. “Fizemos uma série de debates e discussões para validarmos, coletivamente, a institucionalização dessa política, que irá nortear as universidades e o governo em relação às ações de fomento do estado para a área da extensão na educação superior”, afirma.
O documento é resultado de um amplo estudo desenvolvido pela Seti em parceria com as pró-reitorias de extensão das instituições estaduais de ensino superior paranaenses, além de consultas públicas realizadas com as comunidades acadêmicas. As atividades extensionistas compreendem cinco modalidades: programas; projetos; cursos e oficinas; eventos; e prestação de serviços.
POLÍTICA DE ESTADO – Reconhecido com uma política pública, o USF tem amparo na Lei nº 16.643/2010 e compromisso com temas socioeconômicos. As ações de extensão apoiadas pelo programa são desenvolvidas, predominantemente, nas cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e periferias dos grandes centros urbanos, como Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Paranaguá, Toledo, Apucarana e Umuarama.
Segundo o coordenador da Unidade Gestora do Fundo Paraná, Luiz Cézar Kawano, o programa contribui para ampliar e fortalecer a educação superior e consolidar a interação entre as universidades e a sociedade. “O conhecimento científico gerado por meio da pesquisa e disseminado pelas atividades de extensão universitária representa um fator essencial para a formação profissional, capaz de promover o desenvolvimento econômico, social e cultural no Paraná”, explica.
POLÍTICA DE EXTENSÃO – A padronização para as ações extensionistas das instituições estaduais de ensino superior paranaenses estão alinhadas com a Política Nacional de Extensão Universitária, estabelecida em resolução do Ministério da Educação (MEC). No Paraná, as áreas prioritárias se orientam pelas diretrizes pactuadas no Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (Forproex), de 2012, considerando os planos estratégicos de cada universidade.
O documento paranaense é um instrumento relevante na elaboração de subsídios científicos e tecnológicos para execução de projetos de extensão nas universidades. As instituições estaduais de ensino superior estão distribuídas estrategicamente no cenário regional do território estadual e são fundamentais para contribuir com as políticas públicas governamentais em favor da população e de forma articulada com a formação profissional dos estudantes.
QUALIFICAÇÃO – A Seti também destinou aporte de R$ 226,7 mil do Fundo Paraná para a promoção de um curso de formação extensionista para professores, estudantes e profissionais da carreira técnica-administrativa de instituições de ensino superior, públicas e privadas. Com carga horária total de 180 horas, o conteúdo será aplicado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) em formato híbrido, com atividades presenciais e remotas síncronas e assíncronas.
O objetivo é atender demandas do processo de curricularização das atividades de extensão, com previsão de capacitar, inicialmente, 350 pessoas ao longo de seis meses. A programação abrange sete módulos, com temas como: planejamento, desenvolvimento e avaliação de práticas extensionistas; gestão de políticas para a extensão universitária; e ações extensionistas como instrumentos pedagógicos na transformação social; entre outros.
Serviço:
Inscrições: até 10 de fevereiro – Edital
Divulgação das propostas classificadas: a partir de 28 de abril
Prazo para execução dos projetos: um ano, conforme plano de trabalho proposto
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda, repassou aos municípios paranaenses, no mês de novembro, R$ 684,7 milhões.
São recursos da arrecadação de impostos do Paraná, cuja transferência é constitucional. Os valores são revertidos mensalmente em serviços públicos prestados à população nas áreas da saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura. No total, R$ 10,3 bilhões foram transferidos de janeiro a novembro para as 399 prefeituras.
Do montante do mês passado, R$ 621,1 milhões foram referentes ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). O valor depositado nos municípios corresponde a 25% do arrecadado pelo Estado nessa rubrica. Outra parte do montante arrecadado com o ICMS (20%) é direcionada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Os depósitos também tiveram como origem o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Fundo de Exportação e royalties da exploração de petróleo. A transferência relativa ao IPVA, em novembro, foi de R$ 57,5 milhões. Os municípios ficam com a metade do valor pago pelos donos de veículos emplacados na cidade. O Fundo de Exportação resultou em um valor de R$ 5,91 milhões aos cofres municipais, enquanto os royalties de petróleo somaram R$ 225 mil em novembro.
Como previsto na lei das Transferências Constitucionais, o repasse é a parcela das receitas do Estado que cabe aos municípios – o Índice de Participação dos Municípios (IPM).
As transferências são liberadas de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios (IPM), conforme determina a Constituição Federal. Eles são apurados anualmente para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pelas legislações estaduais.
Confira as cidades que mais receberam repasses neste ano:
Curitiba (R$ 1,34 bilhão)
Araucária (R$ 559 milhões)
São José dos Pinhais (R$ 429 milhões)
Londrina (R$ 341 milhões)
Maringá (R$ 323 milhões)
Ponta Grossa (R$ 269 milhões)
Cascavel (R$ 262 milhões)
Foz do Iguaçu (R$ 221 milhões)
Toledo (R$ 173 milhões)
Guarapuava (R$ 146 milhões)
Total do Estado: R$ 10,3 bilhões
Os demais municípios podem consultar os valores mensais e anuais AQUI.
Por - AEN














-PortalCantu-15-01-2026_large.png)












_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)