A Ponte da Integração Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu, na região Oeste do Paraná, teve sua estrutura concluída neste mês.
Segundo o boletim do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), responsável pela execução da obra, os serviços ao todo atingiram 96,6% de conclusão, sendo que 100% da estrutura foi finalizada. O investimento atualizado é de R$ 228 milhões, sendo uma das maiores construções atualmente no Estado.
A inauguração da nova ligação na fronteira deve acontecer ainda em dezembro. Para finalizar a obra, restam serviços complementares, como instalação das vias de rolamento das plataformas de inspeção e manutenção, e os trabalhos finais de ancoragens passivas nos mastros.
A Ponte da Integração está sendo executada sobre o Rio Paraná, no bairro Porto Meira, próximo à Tríplice Fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina. No lado paraguaio, a obra fará ligação com o município de Presidente Franco, vizinho de Cidade de Leste, onde fica localizada a Ponte Internacional da Amizade. O projeto, iniciado em 2019, é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, o governo federal e a Itaipu Binacional.
RODOVIA - Também seguem em andamento as obras na nova rodovia de acesso à Ponte da Integração. O pacote inclui uma ligação entre a BR-277 e o trevo de acesso para a Argentina, por onde será desviado o tráfego dos veículos pesados que circulam entre os dois países. O complexo já recebeu um aporte de R$ 17,9 milhões, por meio de recursos da Itaipu.
O destaque na rodovia de acesso vai para os avanços no viaduto da BR-277, onde foi realizada a concretagem da primeira viga longarina. Nas novas aduanas paraguaia e argentina, permanecem sendo executados os serviços de terraplenagem, bem como na interseção do acesso à Ponte Tancredo Neves. Também foi construída a estrutura de concreto que servirá como passagem para ciclistas embaixo da rodovia.
O Paraná começa a semana com a oferta de 13.446 vagas de emprego com carteira assinada nos postos avançados e nas Agências do Trabalhador. A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 1.520 oportunidades em todo o Estado.
O maior volume está na Região Metropolitana de Curitiba (3.286), com 217 vagas para auxiliar de linha de produção e 212 para operador de telemarketing receptivo. Também há 201 vagas para operador de caixa e 193 para auxiliar de cozinha.
Na sequência, aparece a regional de Toledo, com 1.762 vagas. Auxiliar de linha de produção é o segmento com mais postos de trabalho abertos: 503. As que vêm na sequência são abatedor de aves, com 90 postos, operador de processo de produção, com 53, e abatedor de porcos, com 50.
Nas demais regionais do Interior são destaques Cascavel (1.385), Londrina (941) e Apucarana (736). Em Cascavel, as funções que lideram as vagas abertas são auxiliar de linha de produção, com 366 empregos disponíveis; magarefe, com 210; atendente de lanchonete, com 66; e inspetor de qualidade, com 21 vagas.
Em Londrina, os destaques são para alimentador de linha de produção, com 280 postos formais; auxiliar de linhas de produção, com 147; auxiliar de produção de gorduras vegetais comestíveis, com 70; e ajudante de obras, com 50.
Em Apucarana, vendedor interno (52), auxiliar de linha de produção (45), costureiro a máquina de confecção em série (40) e atendente balconista (12) são as principais vagas.
Há, ainda, 681 oportunidades em Umuarama, sendo 364 para auxiliar de linha de produção. São 642 vagas na região de Cianorte, 100 delas para magarefe; 609 nos arredores de Francisco Beltrão, e 581 ofertas de emprego em Foz do Iguaçu, 266 delas para auxiliar de linha de produção.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.
Confira a tabela com as principais vagas disponíveis.
Por - AEN
Devido ao alerta de chuvas intensas, emitido pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o Instituto Água e Terra (IAT) recomenda atenção redobrada de quem pretende visitar parques estaduais neste final de semana.
Também é recomendado evitar visitas ao Parque Estadual Pico Paraná, Parque Estadual Pico Marumbi e Parque Estadual Serra da Baitaca, os atrativos de montanha mais visitados na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e Serra do Mar. A orientação é para evitar possíveis acidentes aos visitantes, já que as trilhas nestes locais se tornam escorregadias.
De acordo com o aviso meteorológico emitido pelo Simepar, há previsão de chuvas acumuladas entre este sábado e o próximo dia 30. Os volumes de chuvas, de acordo com o Instituto, podem passar dos 200 mm.
Por AEN
A expectativa de vida da população paranaense cresceu, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (25).
Para a população em geral do Estado, a esperança de vida ao nascer passou de 78,2 anos em 2020 para 78,5 anos em 2021. Os homens que vivem nos 399 municípios do Estado têm expectativa de vida de 75,1 anos, enquanto as mulheres paranaenses vivem quase sete anos a mais, chegando a 81,9 anos.
O índice de saúde e qualidade de vida divulgado pelo instituto supera a média nacional, que também teve um crescimento e agora está em 77 anos (era 76,8 anos). A média do Paraná é superior a outras três regiões: Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A publicação das Tábuas de Mortalidade no Diário Oficial da União (DOU) é feita pelo IBGE desde 1999, em cumprimento ao Decreto Presidencial 3.266/1999. Elas são calculadas a partir de projeções populacionais, baseadas nos dados dos censos demográficos. Confira a tabela completa .
A metodologia é recomendada pelos organismos de cooperação internacional e reconhecida pelos usuários de dados demográficos, incluindo órgãos públicos das três esferas de governo e as principais instituições acadêmicas do País.
As projeções do IBGE para o Brasil e os estados foram feitas com base no último censo completo, realizado pelo instituto em 2010 – o Censo de 2022 está em andamento. Os indicadores ainda não consideram a pandemia no cálculo final.
Segundo o relatório, com base no cenário atual, a expectativa de vida no Paraná deve ultrapassar a faixa de 80 anos em 2028 (80,07 anos). No recorte apenas dos homens, isso deve ocorrer apenas em 2052 (80,08 anos), o que evidencia que é um público que procura menos os serviços de saúde, ou procura apenas quando o cenário das doenças está mais adiantado.
INVESTIMENTOS ESTADUAIS – Mesmo com o cenário adverso dos últimos anos, com a crise de saúde pública, o Governo do Estado tem trabalhado em diversas frentes para melhorar os serviços oferecidos à população paranaense, com impacto em indicadores como a taxa de mortalidade e longevidade e que influenciam a expectativa de vida geral da população.
De 2019 a agosto de 2022, foram R$ 869 milhões investidos em obras de construção, ampliação e reformas de 223 Unidades Básicas de Saúde (UBS), 35 hospitais, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Clínica da Mulher. Seguem em execução a construção e reformas de mais 581 UBS, 32 hospitais, seis Prontos Atendimentos Municipais (PAM) e uma Unidade Mista (UM).
O Poder Executivo também intensificou a estratégia de descentralização da saúde pública, com o fortalecimento dos hospitais regionais e ampliação de parcerias com os hospitais filantrópicos e os consórcios municipais de saúde, que receberam os maiores repasses da história. O Governo do Paraná também entregou 1.485 veículos aos municípios para reforçar a Estratégia de Saúde da Família, que trabalha com medicina preventiva.
O Paraná também tem apostado no envelhecimento saudável com políticas como o Condomínio dos Idosos, os Centros de Convivência para Idosos, o Renda Agricultor Familiar e a rede de certificação internacional de Cidade Amiga do Idoso.
IDADE MEDIANA – Outro dado curioso é a chamada idade mediana. No Paraná está em 34,9 anos. Em 2010 era de 30,51 anos. Nesse caso também está acima da nacional, de 33,81 anos.
Por - AEN
O Programa Empreendedoras do Sul, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), direcionou R$ 212 milhões para negócios voltados às mulheres, diversidade de gênero e inclusão nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, desde que foi criado, em março de 2021.
Apenas em 2022 foram movimentados R$ 113 milhões. Do valor total aplicado pelo Empreendedoras do Sul nesse ano, o Paraná destinou R$ 60 milhões, o maior financiador, seguido de Rio Grande do Sul, R$ 40 milhões, e Santa Catarina, R$ 13 milhões.
Os recursos ajudam pequenos e médios negócios nas áreas de agropecuária, comércio e serviços e infraestrutura e indústria. A linha de crédito é direcionada a empresas que tenham ao menos 40% do seu capital social de sócias mulheres.
A padaria “O Pão que o Viado Amassou”, de Curitiba, foi um dos estabelecimentos financiados pelo programa, e também se enquadra no valor de diversidade e inclusão do BRDE. O objetivo da padaria com tema LGBTQIA+ é ampliar a visibilidade da causa.
No período de pandemia da Covid-19, Aline Castro e seu irmão, Gabriel Castro, os fundadores, tiveram que mudar de profissão. Por conta do isolamento social, começaram a fazer pães na cozinha do apartamento de seus pais como alternativa de fonte de renda.
Os recursos providenciados pelo Empreendedoras do Sul garantiram a abertura e funcionamento da primeira loja física da marca, inaugurada em setembro de 2021.
“O recurso deu confiança e segurança para buscar novos projetos e seguir novos passos naturais para a empresa, uma vez que possibilitou ampliar a atuação da marca, aumentar a equipe e garantir a saúde das operações mais importantes para a empresa”, disse Aline, diretora administrativa da marca.
DIVERSIDADE – Diversidade é uma das bandeiras do BRDE. Em março de 2021 foi criada a Estratégia BRDE – Diversidade, que reforça o compromisso do banco com esse valor essencial da sociedade.
“O BRDE está comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030. Uma das metas já conquistadas foi a criação do Programa Empreendedoras do Sul. Promover o empreendedorismo feminino, beneficiando projetos que geram emprego e renda, é uma resposta prática do maior banco de desenvolvimento regional do Brasil à sociedade”, disse o presidente do banco, Wilson Bley Lipski.
Por - AEN
O Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Renda (Ceter-PR) aprovou, nesta quinta-feira (24), a proposta de reajuste do Salário Mínimo Regional com aumento real.
O projeto de lei passará pela análise jurídica da Procuradoria Geral do Estado (PGE-PR) e depois será encaminhado para apreciação da Assembleia Legislativa. Após a aprovação das regras para o reajuste e a publicação dos índices de inflação utilizados para o cálculo, o valor final será oficializado por ato normativo do governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Além de garantir aumento real, ou seja, acima da recomposição inflacionária, a proposta aprovada prevê uma convergência do piso regional com a política nacional de valorização do salário mínimo. Para dar maior segurança ao setor produtivo, a regra valerá até 2026 (quatro anos), podendo ser revista pelo próprio Conselho caso ocorra uma definição de valorização na política nacional. Com essa estrutura, o Paraná seguirá com o maior piso regional do País.
Na proposta estão previstas duas formas de reajuste. Somadas, elas compõem o aumento total do piso regional. Na parte do piso regional correspondente ao Salário Mínimo Nacional (atualmente em R$ 1.212,00) será aplicado o mesmo índice de reajuste definido pelo governo federal, que sinalizou para um aumento acima da inflação para 2023, atendendo, assim, algumas reivindicações colocadas pelos representantes do setor produtivo.
Na parte restante, referente à diferença entre os mínimos nacional e estadual (atualmente de R$ 405 na menor faixa e R$ 658 na maior), o reajuste vai levar em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2022, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com as projeções realizadas pelo Observatório do Trabalho do Paraná, composta por economistas e técnicos do Departamento de Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), com as regras aprovadas o Salário Mínimo Regional poderá chegar a R$ 1.804,30 na menor faixa e R$ 2.071,72 na maior. .
O cálculo levou em consideração o reajuste de R$ 90,00 no Salário Mínimo Nacional, conforme a proposta de Orçamento encaminhada pelo governo federal ao Congresso Nacional, que previa R$ 1.302,00 para 2023. Na parte referente ao INPC, o Observatório utilizou a previsão de 5,6%, conforme análise das variações mês a mês da inflação. De acordo com divulgação realizada pelo IBGE, o índice acumulado de janeiro a outubro já soma 4,81% (restando apenas o resultado de novembro e dezembro), enquanto o acumulado dos últimos doze meses é de 6,46%.
CONSENSO – O reajuste proposto foi construído de forma igualitária pela bancada governamental do Ceter, presidido pela Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, com apoio técnico do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), após as bancadas trabalhista e patronal apresentarem seus argumentos.
“Tivemos muitas reuniões do Ceter para que conseguíssemos chegar a um ponto ideal para os trabalhadores, sindicatos, e todos os órgãos que possuem cadeira no Conselho. Vemos essa conversa como muito produtiva e principalmente, propositiva, na busca constante da melhoria de vida dos paranaenses”, ressaltou o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Rogério Carboni.
“Diminuir o distanciamento entre as políticas nacional e estadual privilegia a competitividade do Estado. Essa é uma proposta que valoriza o trabalhador, concede um aumento real, mas ao mesmo tempo atende aos interesses da bancada patronal”, destacou Juliana Dias, representante da Federação das Indústrias do Estado do Paraná.
“O reajuste do salário mínimo é de uma importância muito grande para o Estado, mas principalmente para quem recebe, que usa cerca de 60% do valor para colocar comida na mesa”, afirmou Paulo Pissinini, segundo-secretário do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e representante da Força Sindical no conselho.
FAIXAS – Atualmente, o Salário Mínimo Regional é dividido em quatros grandes faixas, e se tornou o maior do País após assinatura do governador Ratinho Júnior no dia 31 de janeiro deste ano. Na primeira faixa, voltada aos trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca (grande grupo 6 da Classificação Brasileira de Ocupações), o salário mínimo chegou a R$ 1.617,00 (R$ 7,35 por hora).
A segunda abrange os trabalhadores de serviços administrativos, vendedores do comércio em lojas e mercados e em serviços de reparação e manutenção (grupos 4, 5 e 9 da Classificação Brasileira de Ocupações), com piso de R$ 1.680,80 (R$ 7,64 por hora).
Já a terceira faixa é válida aos trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (grupos 7 e 8 da Classificação Brasileira de Ocupações), que recebem a partir de R$ 1.738,00 por mês (R$ 7,90 por hora). Por fim, o grupo 4, com piso de R$ 1.870 (R$ 8,50 por hora), envolve os técnicos de Nível Médio (grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
CONSELHO – O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter-PR) é um conselho tripartite de composição paritária entre representantes do governo, centrais sindicais e do setor produtivo. O grupo de trabalho do Ceter-PR sobre reajuste do piso regional conta com a assessoria técnica do Ipardes e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
“A proposta apresentada pelo grupo de trabalho produz uma racionalização das políticas entre as partes envolvidas. A proposta aprovada garante aumento real ao trabalhador paranaense, ao mesmo tempo que mostra a dedicação do governo estadual na manutenção da política do Salário Mínimo Regional”, destacou o diretor do Centro de Pesquisa do Ipardes, Julio Suzuki, que auxiliou a construção da proposta no conselho.
Pelo Governo do Estado estão representados no conselho as secretarias da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), de Planejamento e Projetos Estruturantes, da Educação e do Esporte e, ainda, da Saúde, e a Fomento Paraná, além do Ministério do Trabalho e Previdência.
Na bancada dos trabalhadores, seis centrais sindicais têm assento no Ceter-PR: Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).
Representam o setor produtivo as federações das Indústrias do Paraná (Fiep), da Agricultura (Faep), das Associações Comerciais e Empresariais (Faciap), do Comércio (Fecomércio-PR), das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina (Fepasc).
SALÁRIO MÍNIMO REGIONAL – O Salário Mínimo Regional é uma referência para a negociação das categorias sindicalizadas e uma garantia para aquelas que não têm sindicato ou acordos e convenções coletivas de trabalho. Ele vale exclusivamente para os empregados que não tenham piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho.
Por -AEN








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