Prazo para prefeituras aderirem ao programa estadual de higiene íntima vai até dia 14 de julho

Termina na sexta-feira o prazo para que os municípios paranaenses formalizem a adesão ao Programa de Higiene íntima, que consiste na aquisição e entrega de produtos como fraldas, absorventes e produtos congêneres, e itens de higiene complementares para atender crianças e meninas adolescentes de famílias em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa é do Governo do Paraná, executado por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef). O investimento é de R$ 5 milhões. Os recursos são do Fundo Estadual da Infância e Adolescência (FIA), aportado pelas empresas estatais Sanepar e Copel, por meio de doação de Imposto de Renda.

Até sexta-feira (7), 212 municípios já estavam com os planos de trabalhos aprovados, ou seja, após o fechamento do período para a adesão, já estarão aptos a receber os recursos. “Queremos que os prefeitos façam sua adesão porque o dinheiro está disponível e será utilizado para uma política pública muito importante”, afirma o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.

“O programa busca melhorar a qualidade de vida de crianças, com fraldas, e de meninas, com os absorventes. Com esses itens elas conseguirão ter uma vida melhor”, complementa Carboni.

Todos os municípios são elegíveis para o programa e vão receber de R$ 5 mil a R$ 100 mil, de acordo com a população.

Segundo Juliana Sabbag, vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), o programa é uma garantia de direitos de crianças e adolescentes. “Temos indicadores que apontam que meninas de famílias em vulnerabilidade deixam suas atividades cotidianas no período menstrual. Por isso é importante que os municípios façam a adesão, se sensibilizem e possam garantir que nenhuma menina deixe de ser beneficiada”, explica.

A deliberação 78/2022 – Cedca/PR ficará disponível até 23h59, no Sistema de Transferências Voluntárias Fundo a Fundo (SIFF,) para que os municípios possam fazer as solicitações. A transferência para o fundo municipal deve ser acompanhada de um plano de trabalho. O documento orienta que quando houver mais de uma pessoa que necessite dos itens na casa, eles devem ser entregue para ambas.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 14 mil vagas: Agências do Trabalhador do Paraná ofertam oportunidades em todo o Estado

As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados começam a semana com a oferta de 14.041 vagas de emprego com carteira assinada no Estado.

A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 3.050 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de magarefe, com 448 vagas, safrista, com 428, e operador de telemarketing ativo e receptivo, com 368.

A Região Metropolitana de Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (3.310). São ofertadas 368 vagas para operador de telemarketing ativo e receptivo, 218 para operador de telemarketing apenas receptivo, 217 para auxiliar de linha de produção e 206 para operador de marketing ativo.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 92 vagas para preenchimento urgente: auxiliar administrativo (33), cozinheiro (32), assistente de vendas (25), analista de recursos humanos (1) e preparador físico (1).

A região de Toledo tem 2.446 oportunidades. São 586 vagas para auxiliar de linha de produção, 210 para abatedor de porco, 83 para safrista e 40 para magarefe.

Nas demais regionais do Interior há grandes quantidade de vagas em Cascavel (1.549), Campo Mourão (1048), Umuarama (863) e Cianorte (671).

Em Cascavel, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 576 vagas, magarefe, com 305, vendedor interno, com 20, e servente de obras, com 16 oportunidades.

Em Campo Mourão, há procura por auxiliar de linha de produção, com 471 vagas, safrista, com 220, abatedor de porco, com 60, e abatedor de aves, com 55.

Em Umuarama, os destaques são para auxiliar de linha de produção (368), costureiro em série (50), abatedor de porco (40) e vendedor interno (24).

Na região de Cianorte são ofertadas 50 vagas para faxineiro, 50 para magarefe, 46 para auxiliar de linha de produção e 27 para costureiro em geral.

AGENDAMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.

Confira as vagas ofertadas por regionais.

 

 

 

 

 

 

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 Paraná bate recorde de exportações em um primeiro semestre: US$ 12,1 bilhões

A balança comercial do Paraná continua em alta, com as exportações movimentando US$ 12,1 bilhões (R$ 59 bilhões na cotação atual) no primeiro semestre de 2023, o melhor resultado para o período na história do Estado.

O montante representa um avanço de 14,2% em comparação com os primeiros seis meses do ano passado, que somaram US$ 10,6 bilhões. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Paraná renova o seu recorde de exportações totais entre janeiro e junho.

No mesmo período, as importações movimentaram US$ 9,03 bilhões, 15% a menos do que no primeiro semestre de 2022, garantindo superávit de mais de US$ 3 bilhões no período.

Na avaliação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, as marcas emblemáticas da balança comercial paranaense refletem o bom momento geral da economia estadual. Segundo ele, a estratégia é continuar trabalhando pela abertura e expansão dos mercados consumidores e a atração de novos investimentos privados para o Estado.

“Recentemente, ultrapassamos o Rio Grande do Sul para nos tornarmos a quarta maior economia do Brasil, o que significa o crescimento das nossas empresas e indústrias e também se reflete na criação de novas vagas de emprego e no aumento da renda da população”, afirma.

O bom resultado foi puxado principalmente pela comercialização da soja em grão e de carne de frango in natura, que juntos corresponderam por 38% do comércio exterior paranaense, totalizando US$ 4,6 bilhões em vendas. Somente o complexo da soja, que inclui grão, farelo e óleo, movimentou cerca de US$ 4,1 bilhões no período.

O comércio de cereais, terceiro produto mais exportado pelo Paraná, também se destacou, com crescimento de 90,6% em relação ao primeiro semestre de 2022, passando de U$ 270 milhões para U$ 515 milhões. Além da agropecuária, os produtos manufaturados também tiveram uma importante participação, tendo como principal exemplo as máquinas e aparelhos de terraplanagem e perfuração, cujas exportações quase dobraram no período analisado, passando de US$ 96 milhões para US$ 189 milhões.

As vendas de automóveis para o Exterior somaram US$ 236 milhões, um aumento de 45,8%, enquanto máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos diversos também tiveram um crescimento, de 20,4%, totalizando US$ 82 milhões.

Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) com base em informações disponibilizadas pela Secretaria de Comércio Exterior, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

“O crescimento das exportações paranaenses no primeiro semestre de 2023 ressalta, mais uma vez, a capacidade do Estado em atender a demanda doméstica, gerando também excedentes exportáveis. Cabe colocar que as exportações são um importante vetor do crescimento econômico, ajudando a explicar a expansão de 9,2% do PIB estadual no início deste ano”, analisa o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.DESTINOS – Ao todo, a produção paranaense está presente em mais de 200 países ou territórios autônomos. Entre os principais mercados consumidores, a China lidera com folga, com mais de US$ 3,2 bilhões em importações no primeiro semestre de 2023, um crescimento de 52,9% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 2 bilhões).

Com uma variação positiva de 46,5%, a vizinha Argentina ocupa a vice-liderança, passando de US$ 586 milhões, entre janeiro e junho de 2022, para US$ 858 milhões no mesmo intervalo de tempo deste ano.

Completam a lista dos dez maiores compradores os Estados Unidos (US$ 692 milhões), México (US$ 537 milhões), Índia (US$ 370 milhões), Japão (US$ 362 milhões), Holanda (US$ 356 milhões), Coreia do Sul (US$ 315 milhões), Peru (US$ 265 milhões) e Paraguai (US$ 265 milhões).

IMPORTAÇÕES – As principais importações do Paraná no período foram adubos e fertilizantes (US$ 1,1 bilhão), óleos e combustíveis (US$ 915 milhões), autopeças (US$ 651 milhões) e produtos químicos orgânicos (US$ 550 milhões). A maior alta em relação ao mesmo período do ano passado foi na compra de veículos de carga (163%) e o maior recuo em adubos e fertilizantes (-49%).

Confira os dados de exportação do primeiro semestre de 2023  AQUI , da série histórica, AQUI, e os países de destino AQUI. As importações estão AQUI.

Confira a evolução das exportações:

 
 
 
 
 
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 Boletim do IDR-Paraná analisa chuvas em junho e o reflexo na produção agrícola

Junho de 2023 foi um mês em que predominou pouca chuva e concentrada em poucos dias na maioria das regiões do Paraná.

Ela ocorreu em apenas dois períodos: entre 11 a 15 e de 21 a 23, sendo que nesse último restrito à metade Sul do Estado. A média estadual de precipitação no mês foi de 97,4 milímetros (mm), frente à média histórica de 117,1 mm. Os dados são do Boletim Agrometeorológico do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - Emater- Iapar).

De acordo com o boletim, observa-se que a precipitação ficou abaixo ou próxima da histórica em todas as regiões. O déficit se destacou na RMC, Oeste, Sudoeste, Centro e Sul paranaense. Nas demais regiões as chuvas permaneceram bem próximas das médias históricas.

As temperaturas máximas e mínimas de junho apresentaram grande variabilidade no Estado, muitas vezes dentro do mesmo município, não ocorrendo um padrão predominante. Em Fernandes Pinheiro, por exemplo, a temperatura máxima ficou 0,9ºC acima da média histórica, já a temperatura mínima registrada foi 0,8ºC abaixo da média histórica.

Na média, a temperatura máxima do mês de junho no Paraná foi 22,3ºC, enquanto a média histórica é 22,2ºC. A temperatura mínima foi 11,3ºC e a média histórica é 11,7ºC.

Quanto à ocorrência de geadas e ondas de frio, houve apenas a atuação de uma massa polar de fraca intensidade no período de 17 a 20 de junho provocando geadas leves e moderadas restritas ao Sul do Paraná.

Com relação à agricultura, de maneira geral o clima favoreceu as culturas, que se desenvolveram dentro da normalidade.

MILHO 2ª SAFRA – As chuvas ocorridas no mês de junho beneficiaram o desenvolvimento e crescimento do milho segunda safra. Somente nas regiões que tiveram déficit hídrico intenso nos meses anteriores espera-se uma redução na produtividade.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), no final de junho 3% das lavouras estavam na fase de florescimento, 65% na fase de frutificação e 32% na maturação, com 3% da área colhida. Além disso, 82% das lavouras foram classificadas como em boa condição, 15% em condição mediana e 3% ruim.

FEIJÃO 2ª SAFRA – A maioria da safra de feijão do Paraná já foi colhida (90%). A seca ocorrida em abril e maio prejudicou o desenvolvimento, crescimento e produtividade de algumas lavouras de feijão. Estima-se uma redução na qualidade das lavouras que tiveram chuva na colheita. De acordo com a SEAB, no final de junho 59% apresentaram boas condições de desenvolvimento, 33% média e 8% ruim.

TRIGO E DEMAIS CEREAIS DE INVERNO – De acordo com a Secretaria, até o final do mês 96% do trigo foram semeados no Paraná. O clima favoreceu a cultura, que até o momento recebeu um quantitativo adequado de chuva para seu crescimento e desenvolvimento. O orvalho também contribuiu para a provisão de água para a cultura. Estima-se que 95% apresentaram condições boas e 5% medianas. Os demais cereais de inverno, como aveia, sorgo, cevada, centeio e triticale, também tiveram um bom desenvolvimento.

CAFÉ – Cerca de 30% do café do Paraná foi colhido em junho. O clima seco no final do mês favoreceu a colheita. O café colhido apresentou, na sua maioria, boa qualidade de bebida e grãos graúdos. No entanto, as floradas ocorridas em diferentes épocas causaram formação e maturação desuniforme dos grãos, o que tem dificultado os trabalhos de colheita.

No final do mês, a maioria das lavouras estava fase de maturação (94%) e o restante na frutificação (6%). De acordo com ao SEAB, 91% apresentaram boas condições de desenvolvimento e 9% condições médias.

PASTAGENS – As pastagens tiveram redução no desenvolvimento vegetativo, dificultando a produção de alimentos para o rebanho de leite e carne.

OLERÍCULAS – O tomate, cebola, batata e demais olerícolas registraram um bom desenvolvimento e produtividade.

MANDIOCA – O clima beneficiou a colheita da mandioca e a expectativa é de boa produtividade.

FRUTICULTURA – A colheita da laranja, uva, tangerina e demais frutíferas foram, em geral, favorecidas pelas condições climáticas de junho, em predominou um clima mais seco.

MANANCIAIS HÍDRICOS – Os rios, represas e córregos registraram níveis dentro da normalidade.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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