O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quinta-feira (05) mais quatro nomes que vão ocupar o primeiro escalão do Governo do Paraná nos próximos anos.
Os diretores-presidentes da Ferroeste, Invest Paraná, Fomento Paraná e da agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vão continuar nos cargos que ocupam desde o primeiro mandato de Ratinho Junior.
André Gonçalves permanecerá diretor-presidente da Ferroeste e Eduardo Bekin ficará à frente da Invest Paraná. Heraldo Neves continuará no comando da Fomento Paraná e Wilson Bley Lipski, que é atualmente presidente do BRDE, também permanecerá no cargo.
Com isso, já foram anunciados os ocupantes de 34 secretarias, empresas públicas e órgãos da administração pública estadual que participarão da gestão pelos próximos quatro anos.
FERROESTE – A Ferroeste teve um salto de gestão no primeiro governo de Ratinho Junior, passando de uma empresa deficitária a recordes de movimentação e faturamento. Criada em 1996, a primeira vez que a estatal fechou o ano no azul foi em 2019, tendo lucro operacional em todos anos desde então.
A ferrovia que liga Cascavel a Guarapuava, onde se conecta à malha da Rumo para escoar a produção até o Porto de Paranaguá, é um importante modal para o agronegócio paranaense. A previsão é que se torne ainda mais competitiva com a construção da Nova Ferroeste, projeto logístico que prevê a ligação desde Maracaju, no Mato Grosso do Sul, até o porto, contando ainda com outros ramais ferroviários.
André Gonçalves está à frente da empresa desde 2019, ajudando a consolidar os bons resultados obtidos nos últimos anos. Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), com pós-graduação em Gestão Ambiental pela mesma instituição, Gonçalves atua na área desde 1996. Foi presidente da Associação dos Engenheiros de Cascavel e passou pela diretoria de outras entidades de classe, como Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea/PR) e Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Paraná (Sinduscon/PR).
INVEST PARANÁ – Responsável pela interlocução do Governo do Estado com a iniciativa privada e pela atração de investimentos, a Invest Paraná deixará a estrutura da antiga Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e passará para a recém criada Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços. A atuação da agência foi fundamental para que o Estado chegasse a mais de R$ 185 bilhões de investimentos privados desde 2019, além de contribuir com a atração de investimentos dos municípios paranaenses.
Outra atuação da entidade na última gestão foi na área de sustentabilidade, com a criação do Programa de Apoio às Vocações Regionais Sustentáveis, voltada à promoção de cadeias produtivas e produtos tradicionais de diferentes regiões do Estado. A agência ainda ajudou na promoção do Estado com as rodadas Paraná Day, com investidores de Espanha, México e Estados Unidos, e na Expo Dubai.
À frente da Invest desde 2019, Eduardo Bekin é formado em Administração, com Habilitação em Comércio Exterior, tem especialização em Marketing Político e MBA em Empreendedorismo.
BRDE – O advogado paranaense Wilson Bley Lipski reassume a presidência da Agência Paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em um momento importante da gestão, que nos últimos anos foi marcada pela aproximação do banco com a sociedade, graças a políticas públicas voltadas às demandas de empreendedores do campo e dos municípios.
Em 2022, o BRDE bateu seu recorde histórico em movimentação de negócios na Região Sul, com um total de R$ 4,4 bilhões injetados na economia. Com R$ 1,7 bilhão contratados, o Paraná se tornou líder entre os estados do Sul e também superou sua marca histórica, uma vez que em 2021 atingiu R$ 1,4 bilhão.
Para a próxima gestão, seu objetivo será impulsionar ainda mais o desenvolvimento socioeconômico da região Sul com foco na sustentabilidade. A meta é transformar o BRDE no primeiro banco verde do Brasil. Até novembro de 2022, foram disponibilizados R$ 850,3 milhões em crédito para projetos sustentáveis, com 74,4% da carteira sendo para contratos com pelo menos um alinhamento ODS.
Lipksi é formado em Direito pela Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e pós-graduado pelo Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos (IBEJ) em Direito Contemporâneo. Tem uma vasta experiência em gestão pública: foi superintendente do Paranacidade, secretário estadual do Desenvolvimento Urbano do Paraná (Sedu) e conselheiro da Agência de Fomento do Estado do Paraná.
FOMENTO – Heraldo Neves continuará à frente da Fomento Paraná nos próximos anos, dando sequência ao bom desempenho da instituição, que durante a gestão anterior foi marcada por programas como o Banco da Mulher Paranaense e Banco do Empreendedor.
Foram liberados mais de R$ 150 milhões em operações de crédito para empreendimentos privados apenas em 2022. Em quatro anos, a soma supera R$ 750 milhões no Setor Privado e em torno de R$ 1,4 bilhão contratados em Operações do Setor Público, por meio do Sistema de Financiamento aos Municípios, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento urbano e Obras Públicas e o Paranacidade.
Os números foram alcançados com ações como automação da análise financeira, capacitação da rede de agentes e ampliação da capilaridade para atender melhor o Estado, o que contribuiu para um aumento da eficiência e do volume de crédito liberado. Hoje a instituição mantém quase 540 pontos de atendimento em mais de 330 municípios.
Também passou a disponibilizar microcrédito nas Agências do Trabalhador, além de subsidiar os juros dos financiamentos do Banco do Agricultor Paranaense. A instituição também fez a primeira captação internacional de recursos para apoiar pequenos negócios no estado.
Economista com pós-graduação em finanças, Heraldo Neves tem experiência com gestão pública nas esferas municipais e estaduais. Na Prefeitura Municipal de Curitiba, foi Secretário de Planejamento e Administração e de Recursos Humanos. Antes de assumir a gestão da Fomento, também foi diretor administrativo e financeiro.
Confira os nomes já confirmados do primeiro escalão do Paraná:
Casa Civil: João Carlos Ortega
Subchefe da Casa Civil: Lúcio Mauro Tasso
Administração e Previdência: Elisandro Pires Frigo
Agricultura e Abastecimento: Norberto Ortigara
Casa Militar: Sérgio Vieira Benício
Chefia de Gabinete: Darlan Scalco
Cidades: Eduardo Pimentel
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Aldo Bona
Cultura: Luciana Casagrande Pereira
Desenvolvimento Social e Família: Rogério Carboni
Desenvolvimento Sustentável: Valdemar Bernardo Jorge
Educação: Roni Miranda
Esporte: Helio Wirbiski
Fazenda: Renê Garcia
Indústria, Comércio e Serviços: Ricardo Barros
Inovação, Modernização e Transformação Digital: Marcelo Rangel
Planejamento: Guto Silva
Saúde: Beto Preto
Segurança Pública: Hudson Leôncio Teixeira
Trabalho, Qualificação e Renda: Mauro Moraes
Controladoria-Geral do Estado: Raul Siqueira
Procuradoria-Geral do Estado: Leticia Ferreira da Silva
Agência de Assuntos Metropolitanos: Gilson Santos
BRDE: Wilson Bley Lipski
Celepar: Andre Gustavo Garbosa
Cohapar: Jorge Lange
Compagas: Rafael Lamastra
Copel: Daniel Pimentel Slaviero
Detran: Adriano Furtado
Ferroeste: André Gonçalves
Fomento Paraná: Heraldo Neves
Invest Paraná: Eduardo Bekin
Portos do Paraná: Luiz Fernando Garcia
Sanepar: Claudio Stabile
Por - AEN
O Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar do Paraná, que congrega oito unidades policiais, fez mais de 26 mil ações durante seu primeiro ano de atuação, encerrado em 2022.
Devido às atividades, cerca de 40 toneladas de drogas apreendidas e mais de 300 armamentos retirados de circulação.
As operações realizadas pelas unidades que compõem o Comando resultaram na abordagem de aproximadamente 500 mil pessoas. A partir delas, foram efetuadas 5.030 prisões, 140 apreensões de menores e 53.863 autuações ou notificações. Entre as armas apreendidas estão incluídos fuzis, metralhadoras, submetralhadoras e mais de 5 mil munições.
“Como comandante é uma honra estar à frente do CPE neste ano em que conquistamos resultados significativos. Eles são demonstrativos do trabalho que a Polícia Militar desenvolve para garantir a segurança da população paranaense”, disse o coronel Mário Henrique do Carmo.
O CPE é composto pelo Regimento de Polícia Montada (RPMON), Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), Batalhão de Polícia Ambiental - Força Verde (BPAmb-FV), Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), Companhia Independente de Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (Cirocam), Centro de Operações Policiais Militares (Copom) e Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu).
As unidades que atuam na fiscalização de estabelecimentos comerciais fizeram 35 mil vistorias durante o último ano. Dos locais inspecionados, 3.243 foram autuados por irregularidades e 2 mil interditados.
Nas ações de trânsito, foram mais de 254 mil veículos vistoriados, sendo mais de 122 mil autuados, 8.189 recolhidos ao pátio por irregularidades e 221 recuperados. Também foram registradas quase 170 mil infrações de trânsito.
Pelo Batalhão de Polícia Ambiental foram registradas 4.228 abordagens de desmatamento em áreas de conservação, ameaças à fauna e à flora e pesca irregular. Ao todo, foram apreendidos 877 animais.
CPE – O Comando de Policiamento Especializado surgiu de uma demanda da sociedade e da PMPR pela melhora na gestão administrativa, financeira e operacional dos órgãos policiais, e pela busca em oferecer um atendimento mais eficiente e célere à população. Em novembro de 2022, o CPE comemorou seu primeiro ano de atuação.
Por - AEN
Os contribuintes já podem conferir os .
Ao todo, são mais de 4,6 milhões de veículos no Estado, resultando em um valor previsto de mais de R$ 6 bilhões. As cidades com mais automóveis são Curitiba (954.386), Londrina (241.764), Maringá (205.805), Cascavel (158.931) e São José dos Pinhais (136.121). Em outras, como Ariranha do Ivaí (731), Esperança Nova (688), Guaraqueçaba (543), Mirador (441) e Santa Inês (428), são menos de mil veículos.
Além disso, o contribuinte pode consultar e emitir as Guias de Pagamento pelo portal do IPVA, tendo acesso também aos pedidos de isenção/imunidade, parcelamento, emissão de guia de pagamento, regularização de débitos e revisão do valor venal. Ainda será possível realizar consultas de débitos dos veículos, consulta do Detran-PR, de parcelamentos e do valor venal, além de receber atendimentos pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão.
Para 2023, além da possibilidade de quitação em cinco parcelas, sem desconto, ou pagamento à vista com 3% de abatimento, será possível pagar com cartão de crédito, que permite parcelar o imposto em até 12 vezes, com juros. Pelo site da Secretaria da Fazenda é possível acessar as melhores formas de pagamento. Também haverá a opção de quitação da Guia de Recolhimento com QRCode via PIX, mais uma facilidade para o contribuinte.
O pagamento é importante porque auxilia os municípios com políticas públicas. O Estado destina 50% do valor arrecadado com o imposto para o município de emplacamento do veículo.
INADIMPLÊNCIA – Em 2022, a inadimplência do IPVA ficou em 11,8%, com cerca de 4,5 milhões de veículos tributados, e R$ 5,2 bilhões arrecadados. Para regularizar seu imposto atrasado, o Estado possibilita o parcelamento da dívida em até 10 vezes, respeitando o limite mínimo de uma Unidade Padrão Fiscal do Paraná (UPF) por parcela, que atualmente está em R$ 127,31.
Nesse caso, o parcelamento deve ser pago por meio de Guia de Recolhimento (GR-PR), com a possibilidade de pagamento via PIX, já que a guia agora é emitida com um QR Code para este fim. O contribuinte pode pagar a GRPR em qualquer banco, inclusive nos digitais, não se restringindo aos conveniados com o Estado. O parcelamento pode ser feito pelo portal do IPVA, com emissão de cada parcela em seu mês de referência.
A inadimplência do IPVA impossibilita a obtenção do licenciamento. Após o vencimento, que é definido pelo Detran/PR, o veículo estará em situação irregular perante a legislação de trânsito, e o proprietário poderá sofrer sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), inclusive com a apreensão do veículo.
O contribuinte que deixou de recolher o imposto está acumulando multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 30 dias, o percentual da multa é fixado em 10% do valor do imposto.
Permanecendo a inadimplência, o débito poderá ser inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, o que o impede de aproveitar eventual crédito no programa Nota Paraná e resulta em outros impedimentos, como o nome “negativado” junto aos órgãos de proteção ao crédito, dificuldade de acesso a empréstimos e outras modalidades de crédito, além do impedimento de assumir cargo público.
Por - AEN
Os Conselhos de Ensino, Pesquisa e Extensão das universidades estaduais do Paraná definiram os calendários das atividades dos cursos de graduação referentes ao ano letivo de 2022, que se estendeu até o ano civil de 2023 por conta da pandemia, e também os períodos para ano letivo de 2023.
O calendário orienta os professores e alunos por meio das datas e prazos estabelecidos. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, na educação superior o ano letivo deve ter 200 dias de trabalho acadêmico efetivo, no mínimo.
A Universidade Estadual de Londrina (UEL) inicia as aulas do segundo semestre de 2022 no dia 23 de janeiro, com término em 2 de junho. O primeiro semestre de 2023 começa no dia 17 de julho e finaliza em 25 de novembro. As atividades do segundo período letivo de 2023 estão previstas para o período de 8 de janeiro a 11 de maio de 2024.
As atividades acadêmicas do segundo semestre de 2022 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) reiniciam no dia 23 de janeiro e se estendem até o dia 2 de maio de 2023. Foi elaborada uma proposta para o calendário acadêmico de 2023, que será analisada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Caso seja aprovada, a previsão é iniciar o ano letivo na segunda quinzena de junho de 2023.
Os alunos e professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) ficam em recesso até 31 de janeiro. As atividades do ano letivo de 2022 reiniciam no dia 1° de fevereiro com encerramento previsto para o dia 18 do mesmo mês. O ano letivo de 2023 inicia em 9 de março para os alunos do curso de Medicina e no dia 13 de março para todos os demais cursos. O ano letivo será finalizado até 22 de dezembro.
Na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) o retorno das atividades acadêmicas referentes ao primeiro semestre de 2022 ocorrerá em 1° de fevereiro, com encerramento no dia 27 de fevereiro. O segundo semestre de 2022 está previsto para o período de 8 de março a 11 de julho de 2023. O ano letivo de 2023 iniciará em 7 agosto com encerramento em junho de 2024.
Na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) o segundo semestre de 2022 inicia no dia 27 de fevereiro e encerra no dia 14 de abril. A proposta do calendário acadêmico para 2023 está em elaboração.
As aulas do segundo semestre de 2022 da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) retornam em 1° de fevereiro e terminam no dia 11 de março. O ano letivo de 2023 terá suas atividades entre os dias 3 de abril de 2023 e 6 fevereiro de 2024.
As aulas do segundo semestre de 2022 da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) retornam no dia 6 de fevereiro e encerram em 4 de março. Já o ano letivo de 2023 inicia no dia 16 de março e termina em 22 de dezembro de 2023.
Acesse o calendário das universidades:
UEL – calendário 2022
UEM – calendário 2022
UEPG – calendário 2022 – calendário 2023
Unioeste – calendário 2022
Unicentro – calendário 2022
UENP – calendário 2022 – calendário 2023
Unespar – calendário 2022 – calendário 2023
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), prepara a reforma e revitalização de 13 pontes localizadas na região Oeste. O investimento previsto é de mais de R$ 11 milhões.
Serão beneficiados diretamente 17 municípios, além do tráfego de longa de distância. São eles: Cascavel, Toledo, Palotina, Marechal Cândido Rondon, Jesuítas, Iracema do Oeste, Formosa do Oeste, Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Santa Helena, Diamante d’Oeste, Nova Aurora, Quarto Centenário, Boa Vista da Aparecida, Três Barras do Paraná e Francisco Alves.
Entre as obras programadas, estão três pontes sobre o Rio Piquiri, que são as maiores obras de arte especiais do edital, localizadas na PR-180, entre Nova Aurora e Quarto Centenário; na PR-317, entre Formosa do Oeste e Quarto Centenário; e na PR-182, entre Palotina e Francisco Alves. Juntas, elas representam quase 40% do orçamento, com investimento que pode chegar até R$ 4,3 milhões. Todas as pontes podem ser localizadas neste mapa, na aba CP 197/2022.
O secretário de Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti, explica que o governo estadual irá investir na revitalização de obras de arte especiais em 2023. “No Oeste trafegam cargas pesadas do nosso agronegócio e precisamos aumentar a segurança dessas estruturas. Já temos editais para atender obras em 195 pontes, viadutos ou pontilhões semelhantes espalhados por todo o Estado. São mais de R$ 115 milhões de investimento previsto”, afirma.
LICITAÇÃO – O edital para a licitação das obras na região Oeste pode ser conferido AQUI. A abertura dos envelopes de preço será dia 3 de fevereiro. O valor máximo das propostas é de R$ 11.691.450,11.
A licitação ocorre pela modalidade de Concorrência Pública, em que o vencedor é escolhido pela proposta mais vantajosa para administração pública, após ter toda documentação habilitada pela comissão de julgamento do DER/PR. O prazo de execução dos serviços será de 15 meses após a emissão da ordem de serviço.
“Realizamos estudos técnicos de cada obra de arte especial prevista no edital. Iremos realizar reparos nas estruturas de concreto, instalação de sistemas de drenagem mais modernos, além do alargamento de algumas dessas pontes. Além disso, todas as pontes receberão nova pintura externa”, garante o diretor-geral do DER/PR, Alexandre Castro Fernandes.
Confira a lista de pontes contempladas no edital:
Ponte Rio Melissa - PR-180 - Cascavel
Ponte Rio dos Padres- PR-239 - no limite entre Jesuítas e Iracema do Oeste
Ponte Rio Verde - PR-239 - no limite entre Assis Chateaubriand e Jesuítas
Ponte Rio Jesuítas - PR-317 - Formosa do Oeste
Ponte Rio Santa Quitéria - PR-317 - no limite entre Ouro Verde do Oeste e São Pedro do Iguaçu
Ponte Rio Açu - PR-364 - Terra Roxa
Ponte Rio São Cristóvão - PRC-467 - Marechal Cândido Rondon
Ponte Rio São Francisco - PR-488 - no limite entre Santa Helena e Diamante d'Oeste
Ponte Rio Santa Quitéria - PR-585 - no limite entre Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu e Toledo
Ponte Rio Piquiri - PR-180 - no limite entre Nova Aurora e Quarto Centenário
Ponte Rio Piquiri - PR-317 - no limite entre Formosa do Oeste e Quarto Centenário
Ponte Rio Tormenta - PR-484 - no limite entre Boa Vista da Aparecida e Três Barras do Paraná
Ponte Rio Piquiri - PR-182 - no limite entre Palotina e Francisco Alves
Por- AEN
O período de colheita do trigo safra 2021/22, que está praticamente encerrado no Paraná, aliado a uma produção recorde brasileira, tem provocado redução, mesmo que pequena, nos preços das farinhas especiais e do pão francês no Estado.
Pesquisas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, apontam que, neste mês, tanto no atacado quanto no varejo, o recuo foi de 1%. O assunto é detalhado no Boletim de Conjuntura Agropecuária, referente ao período de 23 de dezembro de 2022 a 5 de janeiro de 2023, divulgado pelo Deral.
Essa redução se contrapõe ao desempenho verificado em 2022, quando a farinha especial acumulou alta de 28% no atacado, chegando a R$ 93,61 a saca de 25 quilos, e o pão francês aumentou 15%, atingindo R$ 11,46 o quilo. O reajuste teve como causa principal a alta nos preços internacionais, decorrente da guerra na Ucrânia.
O produtor paranaense, por sua vez, recebeu, em média, R$ 93,73 pela saca de trigo em dezembro. O valor é 5% inferior ao registrado em novembro (R$ 98,61), mas 6% superior ao de dezembro de 2021 (R$ 88,17).
A produção brasileira de trigo está estimada em 9,5 milhões de toneladas, abaixo do consumo interno projetado em 12,3 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Paraná deve produzir 3,38 milhões de toneladas, volume 15% inferior ao potencial projetado quando semeou 1,19 milhão de hectares.
MILHO E SOJA – O boletim traz também informa sobre a piora nas condições das lavouras de milho e soja neste início de 2023. Um dos fatores que contribuíram para isso é o intenso calor na segunda quinzena de dezembro, especialmente na região Oeste do Estado.
A expectativa é que a colheita dos dois produtos comece nos próximos dias. Enquanto a safra de verão está próxima de ser colhida, o milho segunda safra tem janela aberta para o plantio.
CEBOLA E MANDIOCA – O Paraná foi o sétimo produtor nacional de cebolas em 2021, respondendo por 6,4% da produção nacional. Para a safra 2022/23, a área estimada é de 3,3 mil hectares, ou 17% menor que no ciclo anterior. No entanto, a produção deve ser semelhante, com 104,4 mil toneladas.
A colheita de mandioca encerrou-se em dezembro. Em 125 mil hectares foram retirados 2,7 milhões de toneladas. Para a nova safra, a estimativa é cobrir 135 mil hectares, com produção que pode alcançar 3,1 milhões de toneladas.
BOVINOS E AVES – O documento do Deral informa que o preço pago ao produtor de leite chegou ao quinto mês consecutivo em queda. A cotação foi de R$ 2,59 o litro para o produto captado em novembro e pago em dezembro. No varejo, todos os derivados pesquisados também apresentaram queda.
Em relação às exportações de carne de frango, o faturamento no Brasil, de janeiro a novembro de 2022, foi de US$ 8,757 bilhões (29% sobre US$ 6,787 bilhões de 2021) para 4.282.304 toneladas (5,2% a mais que as 4.070.099 toneladas do ano anterior). No Paraná, o volume exportado no mesmo período em 2022 foi de 1.754.882 toneladas (o que representa 7,1% sobre 2021, quando foi 1.638.674 toneladas), com faturamento de US$ 3,513 bilhões (crescimento de 36% sobre os US$ 2,582 bilhões do ano anterior).
APICULTURA – Sobre a apicultura brasileira, consta no documento que, em 11 meses de 2022, foram exportadas 35.137 toneladas de mel in natura, volume 22,8% menor que o obtido em igual período de 2021. O faturamento em dólar foi 16,4% menor, chegando a US$ 131,3 milhões.
Considerando a exportação total dos 11 meses, o Paraná ocupa a quarta posição, com 4.454 toneladas e receita de US$ 16,7 milhões. No ano anterior, em igual período, o Estado havia exportado 9.456 toneladas, com faturamento de US$ 31,4 milhões.
Por - AEN



























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