Secretaria de Saúde realiza capacitação de servidores para atender a Nova Lei de Licitações

A Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Coordenação de Governança em Aquisições (CGOV), promoveu nesta segunda-feira (27) um curso sobre a Nova Lei de Licitações, que será implantada na área de regulamentação e normas gerais de compras públicas a partir de 1º de abril.

A capacitação, voltada para a gestão da área, contou com a participação de 80 servidores e aconteceu no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba.

O curso foi ministrado pelo coordenador da CGOV, Milton Proença Junior, em parceria com a Escola de Gestão, e teve como objetivo repassar aos participantes as novas diretrizes implantadas no Paraná pela Lei Federal 14.133/2021 sobre os processos licitatórios e ações de rotina realizados pela pasta. A Secretaria da Saúde já havia realizado cinco capacitações aos servidores orientando as mudanças e a execução de ações de rotina com a aplicação da nova lei. 

A adequação mais complexa prevê a integração dos sistemas estaduais de Compras Públicas com o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), criado pela nova regulamentação. O Paraná concluiu esta etapa neste domingo (26) e está pronto para atender a nova lei.

As novas regras se aplicam principalmente na gestão de compras e aquisições de insumos, produtos e serviços para as unidades hospitalares, Regionais de Saúde, hemobancos, laboratórios, áreas administrativas e também de instituições como o Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos (CPPI), por exemplo. Este setor organiza as aquisições regulares de aproximadamente dez mil itens.

“Para a Saúde, o planejamento das contratações é o grande foco da nova lei”, afirmou o coordenador da CGOV. “É um avanço na modernização das licitações brasileiras. A governança das contratações públicas tomou outra dimensão. É um marco legal para o País, pois toda a legislação anterior será revogada. As mudanças são positivas e trazê-las para a prática é nosso papel”.

O Estado já havia regulamentado a lei com o decreto 10.086/2022, possibilitando aos órgãos estadual a adequação gradual dos novos processos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Estado finaliza em abril entrega de caçambas para coleta de resíduos da construção civil

O Governo do Estado finaliza em abril a entrega de 268 caçambas para 67 municípios do Paraná. Os equipamentos completam o kit voltado exclusivamente para o serviço de coleta e destinação final dos resíduos gerados por atividades da construção civil – o conjunto é composto ainda por caminhões poliguindastes, encaminhados para as prefeituras no ano passado.

O investimento foi de R$ 21.523.616,00, com recursos depositados pela Petrobras no Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA), devido a uma indenização por um acidente ambiental há mais de 20 anos no Rio Iguaçu.

A ação integra o Projeto Patrulha Ambiental – Coleta de Resíduos de Construção Civil (RCC), programa executado pelo Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest). “Essas caçambas que estamos entregando agora são um complemento aos caminhões poliguindastes. É uma forma de ajudar na limpeza pública dessas cidades. Com isso, queremos dar condições para as prefeituras desenvolverem uma política pública de gestão de resíduos”, destacou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

“Lembrando que são municípios pequenos, muitos com menos de 10 mil habitantes, que precisam do apoio do Governo do Estado para avançar nessa destinação adequada dos resíduos sólidos”, acrescentou.

Chefe da divisão de Resíduos Sólidos do IAT, Vera Solange Carpen explicou que a coleta de resíduos sólidos urbanos, muitos deles ligados à construção civil, é considerada uma ferramenta importante para a minimização dos impactos ambientais negativos gerados pelo descarte inadequado, além de funcionar como ação de educação ambiental.

“A coleta eficiente beneficia a população, incentiva a separação, amplia o ciclo de vida de utilização dos aterros sanitários e proporciona melhores condições para o trabalho de todos. É um serviço de utilidade pública”, disse ela, ressaltando que o projeto é extenso, com foco também no apoio a cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis/recicláveis. “Uma forma de gerar renda para essa fatia da população”, afirmou.

Ainda segundo ela, a proposta colabora também para a implementação do Plano de Estadual de Resíduos Sólidos (PERS). A iniciativa foi instituída pela Lei 12.305/2010, que regulamenta o manejo ambientalmente correto dos resíduos sólidos e define metas de reutilização, redução e reciclagem que minimizam o nível de rejeitos para destinação final. “Isso exige a mudança de postura do ramo da construção civil, por isso esses kits são tão importantes para os municípios”, disse Vera.

“O lixo é um dos maiores problemas ambientais do planeta. No Paraná, através da Patrulha Ambiental, ajudamos a amenizar esses danos”, afirmou o diretor de Licenciamento e Outorga do IAT, José Volnei Bisognin.

PROGRAMA – O Projeto Patrulha Ambiental faz a entrega de equipamentos e recursos para auxiliar os municípios no abastecimento de água, combate a incêndios, limpeza de calçadas e gestão de resíduos sólidos. Além dos caminhões poliguindastes, o programa destina caminhões-pipa, utilizados para higienização, irrigação, combate a incêndios florestais e abastecimento de água; compactadores de lixo, responsáveis por reduzir o volume dos resíduos orgânicos que são coletados diariamente; caminhões de coleta seletiva, que auxiliam o município na coleta domiciliar de materiais recicláveis para posterior separação e destinação correta; Limpa Fossas (5.000 L), veículos que auxiliam no desenvolvimento de ações que possibilitem atividades para a prevenção e a melhoria da saúde pública.

MUNICÍPIOS – Os municípios beneficiados com o kit para coleta de resíduos de construção civil (RCC) são: Abatiá, Alto Paraná, Alto Piquiri, Alvorada do Sul, Amporã, Apucarana, Araruna, Astorga, Barbosa Ferraz, Bituruna, Boa Esperança, Bocaiúva do Sul, Brasilândia do Sul, Fênix, Florestópolis, Flórida, Grandes Rios, Guairaçá, Goioerê, Itambaracá, Itapejara do Oeste, Itarepuçu, Janiópolis, Leópolis, Lobato, Mamborê, Manoel Ribas, Marilena, Matelândia, Moreira Sales, Nova Cantu, Nova Fátima, Nova Londrina, Nova Tebas, Paiçandu, Palmital, Paraíso do Norte, Paranaguá, Perobal, Pitangueiras, Planaltina do Paraná, Pontal do Paraná, Porecatu, Prado Ferreira, Presidente Castelo Branco, Quarto Centenário, Quatro Barras, Querência do Norte, Quinta do Sol, Ramilândia, Rancho Alegre, Ribeirão Claro, Santa Isabel do Ivaí, Santa Izabel do Oeste, Santa Mônica, Santo Inácio, São Carlos do Ivaí, São Pedro do Iguaçu, São Pedro do Paraná, São Tomé, Siqueira Campos, Tapejara, Terra Boa, Terra Rica, Tijucas do Sul, Tunas do Paraná e Umuarama.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Para receber mais clientes, Copel se prepara para etapa de abertura do mercado livre de energia

Uma das maiores empresas de comercialização de energia do Brasil, a Copel Mercado Livre passou por uma reestruturação interna para se tornar a principal porta de entrada dos clientes da companhia.

A mudança representa mais um passo na preparação para a nova etapa de abertura do mercado livre de energia, que em 2024 será estendido a todos os clientes atendidos em alta tensão (aqueles conectados à rede elétrica em tensão igual ou superior a 2,3 kilovolts, geralmente empresas, indústrias, mercados e centros comerciais).

Essa mudança vai permitir que todos negócios que atualmente são atendidos pela distribuidora possam escolher o seu fornecedor de energia. As vantagens do mercado livre para as empresas são atuar como maior flexibilidade para escolher a quantidade da energia contratada, o preço, o período de fornecimento e as condições de pagamento.

Para atender esses novos clientes de forma personalizada e eficiente, a mudança implementada pela Copel unifica, na comercializadora, todas as áreas que atuam com planejamento energético e comercialização de energia nas subsidiárias de geração e distribuição.

Com a ampliação, a equipe da Copel Mercado Livre dobra de tamanho e agrega conhecimento técnico de profissionais com experiência nas áreas de geração e distribuição de energia. A fusão desses conhecimentos é importante, por exemplo, porque os futuros clientes do mercado livre vêm da distribuidora, que atua de forma regulada.

"Um dos diferenciais da Copel é o fato de ser uma empresa integrada, que atua no mercado de energia de ponta a ponta", destaca o presidente da Companhia, Daniel Slaviero. "Essa reestruturação faz parte da nossa Visão 2030, o conjunto de ações que estamos implementando para nos tornarmos cada vez mais eficientes e que vão ao encontro do processo de transformação em corporação que está em curso".

Para o diretor da comercializadora da Copel e o líder à frente das mudanças, Fillipe Soares, a companhia e principalmente o cliente ganham com essa remodelação da subsidiária. "Com essa reestruturação vamos criar maior sinergia entre as áreas e potencializar a atuação da nossa comercializadora, que será a porta de entrada para os clientes, podendo atuar de forma mais eficiente e oferecendo mais alternativas aos consumidores", explica.

Um exemplo dos benefícios proporcionados pela integração destas áreas refere-se às características dos clientes que poderão ingressar no ambiente de contratação livre a partir de 2024. "Esses clientes virão da distribuidora, do mercado regulado, com regras muito rígidas. Por isso a combinação das possibilidades do mercado livre, em que a comercializadora atua, com o conhecimento acumulado nas diversas subsidiárias, vai nos ajudar a propor soluções mais adequadas e atuar ainda mais com foco no cliente", acrescenta Soares.

SOLUÇÕES SOB MEDIDA – A Copel Mercado Livre conta com uma ampla gama de produtos que buscam atender as necessidades dos consumidores. Um dos destaques é a comercialização de I-RECs, certificados de energia renovável que atestam que a energia comprada da Copel provém de uma matriz limpa.

"Com esse produto a gente certifica a energia de todo o parque gerador da Copel e agrega valor aos nossos clientes, que podem comprovar a origem renovável da energia que adquirem", destaca Soares. Somente em 2022 a empresa comercializou 310 mil I-RECs, o que representa a neutralização de 6,8 mil toneladas de CO2.

A empresa também está investindo na capacitação e certificação do trabalho de seus profissionais e em processos de digitalização, que simplificam a relação do cliente com o mercado livre. Soares explica que a empresa trabalha constantemente para desenvolver soluções sob medida, como a parceria com uma seguradora para oferecer alternativas às garantias financeiras – requisito que clientes precisam apresentar, pela natureza do contrato de compra e venda de energia, e cuja ausência pode impedir a aquisição de energia.

"Na Copel Mercado Livre, a gente resolve esse problema para o cliente", esclarece o diretor.

Além disso, com a proximidade da expansão do mercado livre de energia, a comercializadora também tem investido em pesquisa e inovação. Um exemplo é o Copel Volt, programa de inovação aberta da Copel para startups do mundo inteiro oferecerem soluções na área de energia. "Nossa expectativa é, ainda neste semestre, apresentar uma solução de monitoramento desenvolvida por uma dessas startups para trazer maior economia aos nossos clientes", complementa.

PIONEIRISMO E LIDERANÇA – Criada em 2016, a Copel Mercado Livre cresceu e se tornou uma das maiores comercializadoras de energia no Brasil. Nos últimos dois anos a empresa liderou o mercado livre em volume de energia comercializada. Somente em 2022 foram vendidos 2.828 MW médios. A Copel Mercado Livre integra o grupo Copel, pioneiro no ambiente de contratação livre. A empresa criou uma comercializadora ainda em 1998 e foi a primeira a vender energia para consumidores livres no País, em 1999.

 

 

 

 

 

 

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