A instalação de uma futura unidade da multinacional chinesa BYD no Paraná foi discutida nesta terça-feira (10) em reunião entre o vice-governador Darci Piana e o presidente da empresa, Tyler Li, e demais autoridades. O encontro aconteceu em Curitiba, no Palácio Iguaçu.
O grupo, que já atua no Brasil, pretende instalar uma nova fábrica de veículos elétricos no País. O Paraná é cotado para sediar uma unidade de produção de controladores e motores para esta frota.
Piana destacou que o Estado é um importante centro logístico e conta com bons diferenciais para a instalação de indústrias como a BYD. “Mostramos a potencialidade do nosso Estado, que é um ponto central dentro do Mercosul e está sendo transformado, pelo governo, em um centro logístico para atender toda a América do Sul”, disse.
“A BYD é uma das maiores multinacionais do mundo, que já tem operações no Brasil, inclusive no Paraná, e que agora avalia trazer outros investimentos ao Estado, e toda a estrutura que eles são capazes de produzir”, salientou o vice-governador. “Estamos em diálogo com a empresa e vamos dar continuidade às tratativas para conseguir oficializar sua instalação no Estado”.
O tema já havia sido abordado quando representantes da empresa fizeram uma primeira visita e demonstraram interesse em uma planta em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, onde ficava a indústria Sttelantis, que fabricava motores para a Fiat.
“Conhecemos o Paraná há muito tempo, temos um escritório aqui e temos grandes possibilidades de investir no Estado. Recebemos algumas informações da Sttelantis, vamos apresentá-las para nosso time técnico da China, que vem para cá em fevereiro fazer uma visita na fábrica para avaliar as condições e as possibilidades na unidade produtiva. Em março daremos um feedback”, afirmou o presidente da BYD, Tyler Li.
O secretário estadual da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros, afirmou que há uma boa expectativa por parte do Governo para a atração da multinacional. “Conseguimos mostrar a imagem positiva do nosso Estado com a visita a Campo Largo e a reunião com a cúpula do governo para esclarecer todos os pontos de interesse. O Paraná oferece boas oportunidades de negócios, com vantagens fiscais, logísticas e de qualificação de mão de obra”, disse.
SOBRE A BYD – A empresa chinesa é líder global em quatro grandes indústrias: eletrônica, automobilística, energia limpa e trânsito ferroviário. Conta com mais de 290 mil funcionários espalhados em 30 parques industriais ao redor do mundo. Somente em 2021, a companhia teve faturamento de US$ 35 bilhões, com taxa de crescimento anual de 55%.
O diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, destacou a abrangência de produtos fabricados pela companhia. “A BYD não é só carros elétricos e painéis fotovoltaicos, mas vai muito além e fabrica uma gama de componentes eletrônicos”, disse. “Para nós, é importante abrir as portas do Paraná para uma indústria desse porte. Queremos transformar o Estado na vitrine da BYD no Brasil e na América Latina”.
O grupo chegou ao Brasil em 2015, quando inaugurou sua primeira fábrica de montagem de ônibus 100% elétricos, em Campinas (SP). Hoje conta com mais uma unidade no mesmo município e outra em Manaus (AM), dedicadas à fabricação de outros produtos.
A empresa também é responsável por dois projetos de SkyRail (monotrilho) no País: em Salvador, com o VLT do Subúrbio, e na cidade de São Paulo, com a Linha 17 – Ouro.
Ela comercializa no Brasil empilhadeiras, vans, caminhões, furgões e automóveis, todos totalmente elétricos e não poluentes.
PRESENÇAS – Também acompanharam a reunião o secretário estadual das Cidades, Eduardo Pimentel; os presidentes da Copel, Daniel Pimentel Slaviero; da Sanepar, Claudio Stabile; e do BRDE, Wilson Bley Lipski; o diretor de Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco; o diretor comercial da BYD, Henrique Antunes; a gerente jurídica da empresa, Gabriela Masseto; o superintendente-geral de Articulação Regional do Estado, Márcio Wosniak; e o prefeito de Campo Largo, Maurício Rivabem.
Por - AEN
Dados do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que o Paraná colocou 118.839 trabalhadores em empregos formais pela Rede Sine estadual (Sistema Nacional de Emprego) em 2022, sendo responsável por 33,71%, ou um a cada três, de todos os 352.518 trabalhadores encaminhados via agências em todo o País.
Segundo colocado, o Ceará registrou 48.107 colocados, enquanto São Paulo encerrou o ano com 34.566 empregados via Sine. No ranking nacional, o Paraná alcançou um resultado de 147,03% maior do que o Ceará e 243,80% acima de São Paulo.
No relatório completo, os demais estados do Sul aparecem na quarta (Rio Grande do Sul, com 24.294) e nona (Santa Catarina, 8.602) colocações. O Paraná encaminhou 100 mil pessoas a mais que Santa Catarina. Fecham o estudo Rio Grande do Norte (217), Amapá (99) e Acre (66).
O Paraná possui a maior Rede Sine do Brasil, com 216 Agências do Trabalhador e 83 Postos Avançados. Em dezembro, o dado mensal mais recente, a rede registrou 4.557 paranaenses colocados no mercado de trabalho formal, tendo como referência a tabela fornecida em 21 de dezembro de 2022 pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é superior ao registro de todo o ano do Rio de Janeiro (4.117).
"O Estado ocupa a liderança absoluta no ranking de trabalhadores colocados no mercado formal, fruto de ações focadas na qualificação profissional e geração de renda através de programas que são referências para o País", destaca Mauro Moraes, secretário de Trabalho, Qualificação e Renda. "O Programa Emprega Mais, por exemplo, é um dos responsáveis pelo desempenho do Paraná no ranking nacional ao levar para os municípios do Interior, através da agência itinerante (ônibus do trabalho), oferta de emprego para quem precisa".
Moraes destaca ainda o trabalho dos servidores públicos estaduais e municipais que atuam nas Agências do Trabalhador em todas as regiões do Paraná e a parceria com a Escola de Gestão do Paraná (EGP), que qualifica os profissionais para a intermediação de mão de obra, Seguro-Desemprego e para a execução de projetos como o Recomeça Paraná, que fomenta o empreendedorismo. "Essas ações são fundamentais para ampliar as ofertas de emprego e também para preparar trabalhadores para essas vagas", comenta.
Nas Agências do Trabalhador, além da possibilidade de inclusão formal no mercado de trabalho, os paranaenses também podem atualizar os currículos, deixar os nomes em bancos de reserva de vagas e adquirirem microcrédito, numa parceria com a Fomento Paraná.
CAGED – Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Paraná tem saldo de 153.693 novos empregos criados de janeiro a novembro (último dado disponível) de 2022. Foram 1.627.912 contratações (onde se encaixam as intermediações das Agências do Trabalhador) e 1.474.219 demissões. Dos 399 municípios paranaenses, 334 tiveram saldo positivo na geração de empregos entre janeiro e novembro de 2022, o que equivale a 83,7% do total, ou oito em cada dez.
Confira o estudo completo da Secretaria de Trabalho, Qualificação e Renda .
Por - AEN
Uma agenda intensa para planejar e articular as políticas que serão implementadas pelo Governo do Estado nos próximos quatro anos marcou os primeiros dez dias de trabalho dos secretários que assumiram a gestão.
Até o momento, o governador Carlos Massa Ratinho Junior já anunciou os nomes de 34 pessoas que vão ocupar cargos no primeiro escalão do governo (confira AQUI).
Integração é a palavra de ordem das equipes para que o governo trabalhe em sintonia e esteja em permanente diálogo com os municípios, a União, os outros Poderes, a iniciativa privada e a sociedade civil. A nova estrutura do governo, desenhada pela reforma administrativa aprovada no final do ano passado pela Assembleia Legislativa, também demanda adaptação para quem assume as pastas no segundo mandato de Ratinho Junior.
“Formamos uma equipe muito competente e disposta a resolver as necessidades da população paranaense. Com planejamento e um trabalho integrado, buscamos agilizar as obras e projetos necessários para continuar fazendo do Paraná um estado que é referência para o Brasil”, afirma Ratinho Junior. “É um governo de continuidade, mas que também chega em um novo momento com garra para superar todos os desafios e atender a expectativa que os paranaenses depositaram em nós”.
CIDADES – Na nova Secretaria de Estado das Cidades, que dá lugar à antiga Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, a interlocução com os municípios é primordial porque é dali que sai grande parte dos recursos voltados à melhoria da infraestrutura urbana das cidades paranaenses.
O secretário Eduardo Pimentel iniciou a gestão conhecendo melhor a estrutura da Secretaria, à qual estão vinculados o Paranacidade, a Paraná Edificações, a Cohapar e a Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep), que já contou com uma liberação importante nesse período, o novo Terminal Metropolitano de Ônibus de São José dos Pinhais. “A pasta foi fortalecida com a incorporação da Paraná Edificações e a criação da Amep, além dos dois órgãos que já eram vinculados anteriormente”, explica.
Já no primeiro dia útil do ano, ele se reuniu com o ex-secretário Augustinho Zucchi, o diretor-geral e os diretores dos órgãos vinculados, além de manter, durante os primeiros dias, uma agenda com secretários, prefeitos e deputados. “Estou dedicado às questões técnicas da Secretaria, fazendo um levantamento de todas as ações para entender profundamente os processos internos e continuar dando agilidade às demandas municipais”, destaca Pimentel.
“Venho do Executivo municipal, conheço as demandas dos prefeitos das cidades grandes e também das menores. O olhar que o governo dá às cidades é fundamental. A secretária tem uma força muito grande de propulsão e desenvolvimento dos 399 municípios”, diz. “Temos uma secretaria muito dinâmica, com diversos projetos em andamento. A ideia é continuar movimentando recursos nos municípios, investindo na infraestrutura urbana, em obras públicas e nos maquinários das prefeituras”.
PLANEJAMENTO – Nos primeiros dias à frente da Secretaria de Estado do Planejamento, Guto Silva, que foi chefe da Casa Civil no primeiro mandato de Ratinho Junior, dedicou o momento para fazer um diagnóstico da pasta, que cuida da coordenação e faz o planejamento do orçamento e dos projetos do Governo do Estado.
A secretaria tem o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) sob seu escopo, e agora incorporou a autarquia Paraná Projetos. “Esse diagnóstico inicial é fundamental para fazermos um desenho do que pretendemos deixar como legado para o Paraná”, afirma Silva. “Estamos fazendo uma análise profunda para usar o dinheiro público com eficiência e economia, para trazer bons resultados para o Estado”.
Na primeira gestão, o Planejamento foi responsável pela criação do Banco de Projetos Executivos do Governo do Estado, que serviu como um norte para a execução de importantes obras de infraestrutura, como a reestruturação da PRC-280, no Sudoeste, e a revitalização da Orla de Matinhos, entre outras. Agora, a ideia é que sejam elaborados os projetos executivos que vão englobar as outras áreas do Estado.
Além disso, a pasta pretende dar suporte aos municípios paranaenses no planejamento de suas ações, para que eles tenham instrumentos para captar recursos em outras instâncias além do Governo do Estado, podendo tirar obras estruturantes do papel. “Como já fizemos na gestão anterior, vamos ampliar o Banco de Projetos para que toda estrutura estadual, e também as cidades paranaenses, tenham condições de executar as obras e ações que a população precisa”, complementa.
ECONOMIA – A estrutura da recém-criada Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços vai absorver a Invest Paraná, a Junta Comercial e o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem). A proposta é ter um diálogo aberto com o setor produtivo, para atrair e ampliar os investimentos privados no Paraná.
Nos primeiros dias, o secretário Ricardo Barros se encontrou com os titulares desses órgãos para alinhar o trabalho, além de se reunir com o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, com os secretários estaduais da Fazenda, Renê Garcia, e da Inovação, Modernização e Transformação Digital, Marcelo Rangel, para discutir as políticas econômicas e institucionais que são prioritárias para o Paraná. Também teve encontros com representantes do G7, grupo que engloba as principais entidades do setor produtivo paranaense.
“Este é um governo de continuidade, a maioria das equipes está atualizada com as questões de governo. Apesar de já ter sido secretário em outra ocasião, estou chegando agora à equipe e preciso estar munido de informações”, explica o secretário. “Estou visitando vários secretários e entidades. A pasta funcionará como uma interface das ações governo para atrair os investimentos que vão gerar impostos, empregos e riquezas para o Paraná”.
As principais metas, explica, é fazer com que a economia paranaense, a quarta maior do País, continue em ascensão. “Estamos em um momento em que o Paraná vai muito bem. Ultrapassou o Rio Grande do Sul em produção de riquezas, tem batido recordes na geração de emprego. Então assumir uma tarefa em um momento bom é muito mais desafiador, porque é necessário tornar o Estado ainda melhor”, ressalta Barros.
INOVAÇÃO – A antiga Superintendência-Geral de Inovação foi elevada à Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital, com o objetivo de promover o ambiente de inovação em todo o Paraná, com atuação também junto aos outros órgãos públicos estaduais. Vai trabalhar em conjunto com a Celepar e promover o intercâmbio entre os ecossistemas regionais de inovação e os parques tecnológicos do Estado.
O secretário Marcelo Rangel dedicou os primeiros dias na estruturação física da Secretaria, que é novidade na estrutura organizacional do Governo do Estado. “Teremos a possibilidade de envolver tecnicamente os assuntos relacionados à tecnologia, inovação e desburocratização de processos, com um foco muito grande na qualificação de jovens para esse mercado”, explica.
A pasta está organizando um evento, que deve ocorrer ainda neste mês, para promover a integração entre os parques tecnológicos e a comunidade de startups do Estado. “Diversas regiões paranaenses contam com um ecossistema tecnológico próprio, mas que muitas vezes não se conecta entre si. Então estamos criando o Paraná Hub, para trabalhar com um conceito semelhante ao Vale do Silício, de conexão entre os órgãos de inovação”, explica.
EDUCAÇÃO E ENSINO SUPERIOR – O foco do secretário estadual da Educação, Roni Miranda, é preparar a rede para o início do ano letivo de mais de 1 milhão de estudantes. “Meu objetivo é deixar tudo pronto para que a educação do Estado continue avançando”, afirma Miranda. “Neste ano, temos mais uma avaliação nacional. Queremos que o Paraná avance e continue no topo da educação brasileira”.
Miranda já se reuniu com o governador Ratinho Junior e alinhou suas principais prioridades. A pasta vai reforçar os investimentos no Ganhando o Mundo, que levará mil estudantes da rede pública para o exterior, no Mais Merenda, o maior programa de segurança alimentar em âmbito escolar do Brasil, e nas escolas de educação integral, nas quais o Paraná tem sido referência em expansão com qualidade. Além disso, o Estado segue firme na ampliação da educação profissional. A meta é ter metade dos alunos nesta modalidade.
Miranda também prepara o lançamento de dois programas novos. Um deles vai incentivar a leitura nas escolas estaduais, com a oferta de milhares de títulos para os estudantes. Outro vai reforçar as lições de casa. O secretário também vem conversando com várias lideranças locais para entender as demandas regionais e nacionais para garantir mais investimentos no Paraná.
No Ensino Superior, a etapa é de planejamento. As sete universidades ainda estão retornando os calendários acadêmicos, mas já começaram a anunciar medidas relevantes, como a contratação de novos servidores para a Unicentro. Aldo Bona vai dar continuidade ao trabalho executado ao longo dos primeiros quatro anos, dessa vez como secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
DESENVOLVIMENTO SOCIAL – Nestas primeiras duas semanas de atuação à frente da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família, o secretário Rogério Carboni estabeleceu metas a serem cumpridas a longo, médio e curto prazo, para que as ações cheguem com qualidade aos paranaenses. A pasta é um desdobramento da antiga Secretaria da Família, Justiça e Trabalho, da qual Carboni era titular.
O fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um dos objetivos dentro da área da Assistência Social, pois reflete diretamente no trabalho das demais áreas de competência da Secretaria, como o atendimento às crianças e adolescentes, pessoas com deficiência e jovens. Para isso, a pasta deve atuar em parceria com outras esferas do Executivo, estreitando também a proximidade com o Legislativo e a sociedade civil.
Os planos estaduais de atuação destas áreas já começaram a ser revistos, para o cumprimento e elaboração de novas metas. “Queremos trabalhar de maneira organizada e respeitosa, para que esses serviços cheguem diretamente aos paranaenses, com muita qualidade. Atuamos em áreas que modificam e interferem diretamente na vida das pessoas e temos consciência do nosso compromisso”, destaca Carboni.

TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – Mauro Moraes, secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, começou a trabalhar no início do ano e entre os primeiros atos já esteve a organização do “Mutirão Força de Trabalho Militar - 1ª Baixa”, em parceria com o Exército Brasileiro, com 100% dos encaminhamentos confirmados na segunda-feira. Ele também já se reuniu com os integrantes do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter), responsável por deliberar questões como o Salário Mínimo Regional.
No Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge se reuniu com os diretores das autarquias e diretorias vinculadas à pasta, como o Instituto Água e Terra (IAT), e destacou que dará continuidade às políticas que tornaram o Paraná exemplo mundial na área de sustentabilidade. Ele também está se integrando aos projetos ambientais do Estado, como o Paraná Mais Verde, o Sinais da Natureza e o Castrapet, e organizando as propostas do Plano de Governo dessa gestão.
OUTRAS SECRETARIAS – Mesmo entre os secretários que já ocupavam os mesmos postos no mandato anterior, os encontros de articulação e integração foram intensos nesses primeiros dias de 2023. No início da primeira semana, o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, esteve em Brasília para a posse da ministra da Saúde, Nísia Trindade, com o objetivo de reafirmar a parceria com o Paraná. Ele também se reuniu com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, além de prefeitos e secretários municipais do Paraná. Nesta semana visitará obras nos municípios.
Luciana Casagrande Pereira, secretária estadual da Cultura – Superintendência que passou ao status de Secretaria após a reforma administrativa – também acompanhou, em Brasília, a posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes, buscando reiterar o diálogo com o governo federal para viabilizar novos projetos culturais no Estado.
O secretário de Esporte, Helio Wirbiski, é o coordenador-geral do Verão Maior Paraná e passou os primeiros dez dias do ano cuidando das ações programadas, como os show e as atrações esportivas, além da garantia da segurança de turistas e moradores. Até o momento, mais de 300 mil pessoas já passaram nos postos fixos do Estado no Litoral. Os cuidados com a segurança de turistas e moradores na temporada também foi foco dos trabalhos de Hudson Leôncio Teixeira na Segurança Pública, que ainda se dedicou a entender as demandas das forças de segurança, se reunir com os outros comandantes e planejar as ações para esse novo ciclo.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, esteve com uma agenda cheia neste início de ano, com reuniões com entidades do setor e prefeitos, alinhando com os diretores dos órgãos que fazem parte da pasta as ações para a nova gestão. O Estado tem trabalhado para reforçar a segurança energética, hídrica, alimentar e tecnológica no campo. Renê Garcia, da Fazenda, Elisandro Frigo, da Administração e Previdência, e o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, também tiveram um início de ano intenso de preparação para este novo ciclo.
Por - AEN
O primeiro boletim epidemiológico da dengue de 2023, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (10), revela que 198 municípios do Paraná já tiveram casos confirmados e 168 registraram autoctonia, quando a doença é contraída no município de residência.
De acordo com o Informe semanal nº 20, os dados acumulados de agosto de 2022 até 3 de janeiro deste ano registram 2.284 casos confirmados, 6.041 em investigação, 33.276 notificações e três óbitos.
Em comparação ao último boletim, publicado em 20 de dezembro do ano passado, houve um aumento de 18% nas notificações (4.997) e 14% de novos casos confirmados (282).
“Estamos atentos aos números registrados neste início de ano, acompanhando os 399 municípios paranaenses. Esperamos que nenhum outro óbito ocorra e que a população continue com todos os cuidados para que consigamos conter a doença”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A transmissão da dengue acontece por meio da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado com o vírus. Após a picada, os sintomas podem aparecer em até 15 dias.
Normalmente, a primeira manifestação da dengue é febre alta (39°C a 40°C), que dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Podem ocorrer manchas que atingem a face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem acontecer.
O mosquito Aedes aegypti também é responsável por transmitir, além da dengue, a zika e a chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e foram confirmados três casos importados de febre chikungunya.
Confira o boletim completo AQUI.
Por - AEN
O Parque Nacional do Iguaçu completa 84 anos nesta terça-feira (10). O local abriga o lado brasileiro da Cataratas do Iguaçu e foi criado em 1939. São 185 mil hectares, dos quais 1% é usado pela concessão para utilização com fins turísticos.
Veja fotos no decorrer desta reportagem.
Em 1986, o Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, foi declarado Patrimônio Natural pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Em 2011, as Cataratas do Iguaçu, que inclui o parque brasileiro e o Parque Nacional Iguazú, na Argentina, foram reconhecidas como uma das Sete Maravilhas da Natureza.
Entre os avanços trazidos pela criação do local está o aumento da população de onças-pintadas, animal símbolo do parque, que cresceu cerca de 70% nos últimos anos.
Confira a seguir registros históricos do local que abriga as Cataratas do Iguaçu:
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O menino - 1951 - Cataratas do Iguaçu — Foto: Luciano Daniel Fontoura
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Visitação antiga nas Cataratas do Iguaçu — Foto: Harry Schinke
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Parque de Foz do Iguaçu antigamente — Foto: PNI Acervo
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Foz anos anteriores — Foto: Acervo
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Imagens aéreas Cataratas do Iguaçu — Foto: Bruno Bimbato
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Imagens aéreas das Cataratas do Iguaçu — Foto: Fábio Borges
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Visitação do Parque Iguaçu — Foto: PNI Acervo
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Imagen aérea das Cataratas do Iguaçu — Foto: Foto Equipe Cataratas
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Pôr do sol nas Cataratas do Iguaçu — Foto: Dani Capelari
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Ônibus de turismo nas Cataratas do Iguaçu — Foto: Marcos Labanca
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Foz antigamente — Foto: Arquivo
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Aniversário das Cataratas do Iguaçu — Foto: Foto: Marcos Labanca
Por - G1
O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) da Polícia Militar do Paraná emitiu 449 mil autos de infração de trânsito em 2022, uma média de 1.230 autuações por dia nos mais de 12 mil quilômetros de rodovias estaduais do Paraná.
A maioria das autuações foram referentes ao excesso de velocidade, com mais de 347 mil notificações. Entre as outras infrações de trânsito que mais levaram à emissão dos autos estão ultrapassagem em local proibido, ausência de cinto de segurança, irregularidades nos veículos, uso do celular, entre outras. Todas elas colocam em risco a coletividade.
Os autos registrados são encaminhados aos órgãos de trânsito competentes e todos resultam na aplicação de multas aos condutores responsáveis. Nas rodovias estaduais, a multa é aplicada pelo DER/PR e, nas vias urbanas, pelo Detran-PR.
“As ações do BPRv são voltadas para garantir a segurança de todos os usuários das rodovias e possibilitar a identificação e responsabilização daqueles motoristas que, porventura, tenham cometido infrações”, ressaltou o subcomandante do BPRv, major Gustavo Zancan.
O batalhão também atuou no combate à embriaguez ao volante. Para isso, realizou 24.592 testes com etilômetro, que resultaram em 250 prisões por embriaguez ao volante e recolhimento de veículos. Também foram notificados 649 condutores, cujos exames apresentaram quantidades de álcool menores do que o limite estabelecido por lei para prisão. Eles foram autuados e liberados.
Ao longo do ano, o BPRv também atendeu 4.710 acidentes de trânsito, além de apreender 20 toneladas de drogas e 361 mil pacotes de mercadorias contrabandeadas.
“Nossos policiais são preparados para identificar qualquer situação suspeita que esteja acontecendo nas estradas e, com a ajuda de outras forças e até a utilização de cães farejadores, conseguimos tirar de circulação drogas e produtos que entram no nosso Estado sem autorização dos órgãos competentes”, explicou o major.
BPRv – O Batalhão de Polícia Rodoviária é distribuído em seis Companhias (Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Cascavel, Maringá e Pato Branco) e 54 postos de policiamento rodoviário.
Por - AEN



























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