O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta segunda-feira (15) mais dois nomes que vão ocupar o primeiro escalão do Governo do Paraná nos próximos anos.
A secretária da Mulher e Igualdade Racial será a deputada federal eleita Leandre Dal Ponte e a Secretaria de Comunicação ficará sob responsabilidade de Cleber Mata.
Com as novas nomeações, já foram anunciados os ocupantes de 36 secretarias, empresas públicas e órgãos da administração pública estadual que participarão da gestão pelos próximos quatro anos.
MULHER E IGUALDADE RACIAL – Leandre Dal Ponte é deputada federal e foi reeleita para o terceiro mandato em 2022. Ela já foi procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados e atualmente ocupa o cargo de procuradora adjunta. Uma das suas marcas é o trabalho pela criação de procuradorias da mulher nos legislativos paranaenses, assim como na Assembleia Legislativa do Estado. Atualmente, cerca de 100 municípios paranaenses contam com Procuradoria da Mulher ativa, fortalecendo as redes de proteção à violência contra as mulheres.
Na Câmara dos Deputados, também presidiu a Comissão Externa do Envelhecimento Saudável e participava como titular da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO) e Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). No Congresso Nacional, preside a Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância e compõe as frentes parlamentares em Defesa dos Direitos da Mulher, em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, em Defesa dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, e em Defesa dos Povos e Comunidades Tradicionais com Participação Popular.
Ela é natural de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná, e já foi secretária municipal da Saúde de Saudade do Iguaçu. Tem ampla atuação em defesa da Saúde da Família, sendo autora do projeto de lei que cria no Brasil a Política Nacional do Cuidado. É formada em engenharia civil.
COMUNICAÇÃO – Ex-secretário de Comunicação do Estado de São Paulo, Cleber Mata é jornalista formado pela PUC Campinas e em solo paulista assessorou diretamente seis governadores, além de ter coordenado o trabalho jornalístico e de marketing de campanhas políticas.
Com larga experiência em gestão pública, Mata é especialista em marketing político pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestrando em Comunicação Pública pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul).
Confira os nomes já confirmados do primeiro escalão do Paraná:
Casa Civil: João Carlos Ortega
Subchefe da Casa Civil: Lúcio Mauro Tasso
Administração e Previdência: Elisandro Pires Frigo
Agricultura e Abastecimento: Norberto Ortigara
Casa Militar: Sérgio Vieira Benício
Chefia de Gabinete: Darlan Scalco
Cidades: Eduardo Pimentel
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Aldo Bona
Comunicação: Cleber Mata
Cultura: Luciana Casagrande Pereira
Desenvolvimento Social e Família: Rogério Carboni
Desenvolvimento Sustentável: Valdemar Bernardo Jorge
Educação: Roni Miranda
Esporte: Helio Wirbiski
Fazenda: Renê Garcia
Indústria, Comércio e Serviços: Ricardo Barros
Inovação, Modernização e Transformação Digital: Marcelo Rangel
Mulher e Igualdade Racial: Leandre Dal Ponte
Planejamento: Guto Silva
Saúde: Beto Preto
Segurança Pública: Hudson Leôncio Teixeira
Trabalho, Qualificação e Renda: Mauro Moraes
Controladoria-Geral do Estado: Raul Siqueira
Procuradoria-Geral do Estado: Leticia Ferreira da Silva
Agência de Assuntos Metropolitanos: Gilson Santos
BRDE: Wilson Bley Lipski
Celepar: Andre Gustavo Garbosa
Cohapar: Jorge Lange
Compagas: Rafael Lamastra
Copel: Daniel Pimentel Slaviero
Detran: Adriano Furtado
Ferroeste: André Gonçalves
Fomento Paraná: Heraldo Neves
Invest Paraná: Eduardo Bekin
Portos do Paraná: Luiz Fernando Garcia
Sanepar: Claudio Stabile
Por - AEN
O Paraná começa a semana com a oferta de 10.757 vagas de emprego com carteira assinada nas Agências do Trabalhador e postos avançados de atendimento. A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 2.281 oportunidades em todo o Estado.
A Região Metropolitana de Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (2.577). Para a função de operador de telemarketing ativo e receptivo são oferecidas 258 colocações. Também são oferecidas vagas para receptivo (170) e ativo (65).
Na sequência, aparece a regional de Toledo, com 1.770 oportunidades. Há 406 vagas para Auxiliar de Linha de Produção, 196 para operador no processo de produção, 100 para abatedor de aves e 50 auxiliar de produção farmacêutica.
Nas demais regionais do Interior são destaques Cascavel (1.326), Apucarana (701) e Cianorte (564). Em Cascavel, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção (285), magarefe (200), atendente de lanchonete (53) e operador de movimentação e armazenamento de carga (50 vagas).
Em Apucarana, o maior volume de postos de trabalho é para auxiliar de linha de produção, com 48 postos formais, e costureiro para confecção em série, também com 45 vagas. Além disse, estão disponíveis 22 vagas para auxiliar de cozinha e 21 para auxiliar de costureira no acabamento.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.
O Paraná foi o Estado do Sul que mais gerou empregos entre jovens de 18 a 29 anos entre janeiro e novembro de 2022, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Foram 96.137 colocações no mercado para essa faixa, também o quarto melhor resultado nacional absoluto, atrás apenas de São Paulo (492.594), Minas Gerais (150.984) e Rio de Janeiro (126.799).
O Rio Grande do Sul aparece em sexto (78.859) e Santa Catarina em sétimo (72.341). O Paraná tem um volume 21,91% maior que o Rio Grande do Sul e 32,89% maior que Santa Catarina. Esse recorte indica que 62,5% do saldo de pessoas encaminhadas ao mercado formal de trabalho em 2022 têm até 29 anos. No total, o Caged do Paraná foi de 153.693 nesses onze meses.
Na separação dessas faixas etárias, o Paraná também desponta como líder do Sul. Entre 18 e 24 anos o saldo de empregos foi de 80.336 no período, contra 63.860 do Rio Grande do Sul e 59.193 de Santa Catarina. Entre 25 e 29 anos foram 15.801 contratações no Paraná, contra 14.999 no Rio Grande do Sul e 13.148 em Santa Catarina.
Através do sistema Sine, que reúne as Agências do Trabalhador, o Paraná ocupa o 1º lugar no ranking nacional em empregabilidade jovem do Brasil. Em 2022, as Agências do Trabalhador ajudaram 65.447 jovens de 18 a 29 anos a serem contratados, um volume 120,75% maior que o Ceará (2º lugar) e 199,23% superior a São Paulo (3º lugar).
Na comparação com os estados do Sul a diferença é ainda maior. A rede de Agências do Rio Grande do Sul fechou 10.526 contratações nessa faixa etária (6º lugar) e a de Santa Catarina, 4.954 (9º lugar). O Paraná ainda lidera nos outros dois comparativos que formam a soma final dessa faixa etária: 42.487 contratações entre 18 e 24 anos e 22.960 entre 25 e 29 anos.
De acordo com Mauro Moraes, secretário de Trabalho, Qualificação e Renda, o objetivo da pasta é transformar o Paraná no maior celeiro de geração de empregos para jovens em todo o País. Para isso, além da formatação de um ambiente econômico atrativo, o Estado aposta em programas como o Cartão Futuro, subvencionando a contratação de jovens aprendizes, e os de qualificação profissional, que são uma das maiores barreiras ao primeiro emprego.
"O Estado tem um grande potencial para ocupar lugar ainda maior de destaque no ranking nacional de empregabilidade jovem, pois temos o objetivo de ampliar ainda mais os projetos focados na capacitação desses trabalhadores, sem deixar de considerar as áreas de conhecimento pelas quais possuem maior afinidade e interesse", afirma.
Moraes destaca ainda que a pasta vem adotando como estratégia para empregar formalmente pessoas entre 18 e 29 anos a ampliação de vagas em cursos profissionalizantes. "O mercado de trabalho também se beneficia com as políticas públicas pautadas na capacitação e aperfeiçoamento de mão de obra, como as proporcionadas com o Qualifica Paraná ou as Carretas do Conhecimento", arremata.
CAGED – O Paraná teve saldo positivo de 153.693 empregos gerados em 2022 (janeiro e novembro), se consolidando como o maior empregador da região Sul. Foram 1.627.912 contratações contra 1.474.219 demissões. Com o saldo, o Paraná fica atrás apenas dos estados mais populosos do Sudeste: São Paulo (712.888), Minas Gerais (223.982) e Rio de Janeiro (202.813). Além disso, o resultado é superior à soma do resultado dos sete estados da região Norte no período.
AGÊNCIAS – Dados do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que o Paraná colocou 118.839 trabalhadores em empregos formais pela Rede Sine estadual (Sistema Nacional de Emprego) em 2022, sendo responsável por 33,71%, ou um a cada três, de todos os 352.518 trabalhadores encaminhados via agências em todo o País. Segundo colocado, o Ceará registrou 48.107 colocados, enquanto São Paulo encerrou o ano com 34.566 empregados via Sine. No ranking nacional, o Paraná alcançou um resultado de 147,03% maior do que o Ceará e 243,80% acima de São Paulo.
Por - AEN
A Polícia Penal do Paraná (PPPR) aplicou, nesta semana, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas unidades prisionais das nove regionais de todo o Paraná.
Para esta edição, mais de 2,5 mil pessoas privadas de liberdade (PPLs) fizeram o exame, que representa a oportunidade de ingresso no ensino superior e a remição de pena pelos estudos.
O Enem no sistema prisional é aplicado para os presos que concluíram o ensino médio e que almejam ingressar no ensino superior. Ao atingir uma boa pontuação é possível pleitear uma vaga de graduação pelo Programa Universidade para Todos (PROUNI) ou pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU).
Além dessas opções, o preso pode ingressar na graduação em uma instituição de ensino superior conveniada ou instituição parceira da Polícia Penal.
O diretor-adjunto da Polícia Penal, Maurício Ferracini, destacou o papel do Enem no programa de tratamento penal. “Além dos efeitos positivos da educação, os estudos também possibilitam a remição de pena. Esse evento colabora sobremaneira no tratamento penal, pois traz o preso para o ambiente educacional e principalmente auxilia o reingresso dessa PPL no meio social”, disse.
O chefe da Divisão de Educação e Capacitação da Polícia Penal, Juliano Prestes, falou sobre o impacto da realização do Exame para os custodiados e para a sociedade. “A educação é um meio para que o detento se capacite para a vida após o cumprimento de pena. Com a certificação de nível superior alcançada, ele pode almejar uma colocação no mercado de trabalho com mais facilidade, diminuindo as chances de reincidência no crime”, afirmou.
O edital é publicado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a adesão é gratuita. A Divisão de Educação da Polícia Penal é responsável pela inscrição e pela organização do exame. A aplicação é de responsabilidade das pedagogas das unidades prisionais.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da vacinação e da atualização da caderneta das crianças.
É necessário esse cuidado para a puericultura, ou seja, o acompanhamento periódico desse público (0 a 19 anos), visando a promoção e proteção da saúde para garantir o melhor crescimento e desenvolvimento.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a criança deve fazer no mínimo sete consultas de puericultura no primeiro ano de vida, e a partir dos dois anos de idade as consultas de rotina podem ser anuais, próximas ao mês de aniversário. Sendo assim, é possível aproveitar o momento de férias para agendar e atualizar o calendário vacinal, caso esteja com vacinas em atraso.
“A imunização de crianças e adolescentes pode ser atualizada sempre, seja nas consultas agendadas ou nas campanhas do Estado e busca ativa nos municípios. Quanto mais cedo a vacinação começar na infância, menores serão as chances de doenças e complicações. Fazer esse acompanhamento com o médico de família é fundamental”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Colocar as consultas e vacinas em dia contribui para o cuidado com a saúde e a proteção coletiva no retorno às salas de aula, de forma mais segura. Estar em dia com a caderneta é uma das premissas no ato de matrícula e rematrícula nas instituições pertencentes ao Sistema Estadual de Ensino do Paraná, que ofertam educação infantil, ensino fundamental e médio.
Segundo a Lei Estadual 19.534 de 2018, pais ou responsáveis legais deverão apresentar declaração ou carteira de vacinação nas escolas, anualmente. A falta desse documento não impedirá o registro, mas as escolas devem monitorar e verificar os arquivos dos alunos por até 30 dias.
“Doenças como sarampo, gripe e hepatites, por exemplo, são evitadas quando as vacinas estão em dia. Sempre alertamos aos pais e responsáveis sobre a importância desse compromisso. E neste ano continuaremos a criar mecanismos e estratégias para sempre atender as crianças e adolescentes paranaenses”, afirmou o secretário.
VACINAÇÃO – A Divisão de Vigilância do Programa Estadual de Imunização (DVVPEI) segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo as atividades de vacinação voltadas para toda a população paranaense, disponibilizando imunobiológicos para todas as faixas etárias, conforme definido no Calendário Nacional de Imunização do PNI. Ao todo são 18 vacinas, considerando a contra a Covid-19, que devem ser oferecidas e aplicadas, desde o nascimento até ao final da adolescência.
Segundo a mais recente atualização do PNI, recomenda-se a dose de reforço da vacina da Covid-19 para crianças a partir de cinco anos de idade.
ATENDIMENTO/CONSULTAS – O acompanhamento médico da criança é feito pela Atenção Primária à Saúde (APS), na qual pode ser mantido exclusivamente ou de forma compartilhada com a Atenção Ambulatorial Especializada (AAE). Para as crianças classificadas como risco habitual, mantém-se o número mínimo de consultas preconizadas pelo Ministério.
Para as crianças classificadas como risco intermediário e alto risco, o calendário das consultas de puericultura tem maior frequência. Em 2021, foi aprovada no Paraná uma nova estratificação de risco, com a ampliação no número de agendamentos e um novo calendário de consultas.
Crianças que apresentam alto risco têm 17 consultas programadas até os dois anos de idade, e contam ainda com seis atendimentos multiprofissional especializado, dois a mais que o anterior.
Para aquelas classificadas com risco intermediário, são 14 consultas programadas também até aos dois anos de idade; e as crianças com risco habitual terão nove consultas.
Durante a consulta o profissional de saúde deverá abordar alguns pontos-chaves como:
- Ganho de peso e altura.
- Alimentação e suplementações vitamínicas de rotina.
- Desenvolvimento: motor, cognitivo e emocional (incluindo relações interpessoais e desempenho escolar).
- Imunizações.
- Funcionamento gastrointestinal e gênito urinário.
- Qualidade de sono.
- Atividade física x tempo de telas.
- Contato com a natureza.
- Prevenção de acidentes.
Algumas dicas importantes para se preparar para a consulta:
- Levar a Carteira Nacional de Saúde da Criança. Este documento é no qual se encontram todos os registros de vacinas, o acompanhamento de peso e altura e seus gráficos e muitas informações fundamentais.
- Prepare por escrito todas suas dúvidas e necessidades, para não esquecer de falar tudo durante a consulta, e assim ter todas as suas dúvidas esclarecidas.
- Leve uma troca de roupa, fralda, mamadeira ou uma fruta em caso de atraso.
- Exames e receitas anteriores para atualização.
- Caso não possa ir, cancele a consulta com antecedência. Assim o horário poderá ser destinado para outra criança que necessite.
Em 2022, o Banco de Alimentos Comida Boa, programa voltado à segurança alimentar e nutricional, distribuiu 5,85 mil toneladas de hortigranjeiros para entidades assistenciais, uma média mensal de 487 toneladas.
A iniciativa coleta alimentos não comercializados pelos atacadistas e produtores rurais, mas em boas condições de consumo, e repassa para creches, orfanatos, hospitais públicos, entre outras instituições.
Ao longo de 2022, foram 331 entidades atendidas, cerca de 130 mil pessoas impactadas mensalmente em todo o Estado. Antes da criação do Banco de Alimentos, em 2020, esse alcance era um terço do atual. O programa recebe anualmente um aporte de R$ 2,5 milhões do Governo do Estado.
O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, reforçou o aspecto social e de solidariedade do Banco de Alimentos. “Na nossa sociedade, ainda muito desigual, é muito triste que a gente perca alimentos e não socorra quem precisa. Essa ação é fruto de uma visão estratégica, e nos permite higienizar e fazer um processamento industrial para guardar alimentos e entregá-los às famílias que precisam”, destacou.
De acordo com Éder Bublitz, presidente da Ceasa Paraná, os produtos são de alta qualidade nutricional e seriam desperdiçados. “Com o programa, esses itens deixaram de ir para lixo e passaram a contribuir para o abastecimento das entidades, já que muitas delas não teriam condições para comprar esses produtos”, afirmou.
Ele acrescentou que em abril de 2020, logo após a chegada da pandemia, o Banco de Alimentos ganhou uma nova concepção, o que aumentou a média de distribuição para cerca de 487 toneladas mensais – antes, o volume era de 50 toneladas/mês. “No momento em que as pessoas mais precisavam, o projeto pôde contribuir. Se não fosse o programa, a maioria são entidades que têm dificuldades não iria comprar. É tudo 100% doado. Temos como ganhos a redução do desperdício de alimentos e a melhora da qualidade de vida das pessoas”, disse.
Participam do projeto as cinco unidades da Ceasa no Estado: Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Maringá e Londrina. Para se cadastrar no programa, o representante legal da instituição interessada precisa formalizar o pedido em formulário próprio, no site da Ceasa/PR. Veja todas as informações (AQUI).
NÚMEROS – Em Curitiba, o Banco de Alimentos atende aproximadamente 75 mil pessoas e 134 entidades, com reaproveitamento de 350 mil quilos de hortigranjeiros por mês, em média. Além disso, 269 famílias em estado de vulnerabilidade social são beneficiadas, 41 delas da Região Metropolitana e as demais famílias de outros 17 bairros de Curitiba.
Em Londrina, o atendimento chega a 42 entidades cadastradas, com reaproveitamento de 40,3 mil quilos de hortigranjeiros mensalmente. São beneficiadas, em média, 25,6 mil pessoas. Em Maringá, são 39 entidades, 18,9 mil pessoas e o reaproveitamento chega a 40.941 quilos de hortigranjeiros por mês.
Em Cascavel, são 63 entidades, 57.174 quilos de hortigranjeiros e 23,8 mil pessoas mensalmente beneficiadas. O Banco de Alimentos de Foz do Iguaçu totaliza 43 entidades cadastradas, com reaproveitamento mensal de 28.380 quilos de hortigranjeiros e 3.798 pessoas atendidas.
RESSOCIALIZAÇÃO – Em parceria com o Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen), o programa também promove a ressocialização de pessoas privadas de liberdade, que passam a trabalhar no processamento de alimentos e participam de atividades de capacitação em educação alimentar para, posteriormente, repassar o conhecimento à comunidade.
“É uma oportunidade de ressocialização que essas pessoas dificilmente teriam. Um trabalho realizado por homens e mulheres com tornozeleira eletrônica. Eles fazem a coleta e o processamento. Todos recebem salários e benefícios como vale-transporte e vale-alimentação, além de capacitação, cursos de boas práticas de manuseio de alimentos. É uma iniciativa bem completa”, destacou o presidente da Ceasa Paraná.
De acordo com dados do Deppen, cerca de 68% de pessoas do sistema prisional que trabalharam no programa conseguiram retornar para o mercado formal de trabalho. “O projeto nasceu com objetivo de reduzir desperdício, mas hoje ele também traz ganhos em outras frentes, com a oportunidade de oferecer as capacitações, por exemplo. Um dos apenados disse que durante a sua participação no programa, aprendeu que as pessoas podem fazer o bem pelas outras. Estamos recuperando vidas”, comemorou Bublitz.
ODS – O Banco de Alimentos Comida Boa também atende diretamente 13 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), em consonância com as metas para elevar a qualidade de vida da população em situação de vulnerabilidade social. Entre eles, estão acabar com a fome e a pobreza, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável, assegurar a educação inclusiva e oportunidades de aprendizagem, reduzir desigualdades, entre outros.
SEGURANÇA ALIMENTAR – O Governo do Estado, por meio do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Desan), também conta com outras iniciativas voltadas à segurança alimentar da população paranaense.
Um dos destaques é o Compra Direta Paraná. Criado na alta da pandemia do coronavírus, o programa beneficia atualmente 983 entidades filantrópicas nos 399 municípios paranaenses. Ele atende a rede socioassistencial com produtos de agricultores familiares, totalizando aproximadamente 300 mil pessoas que recebem alimentos diversificados, inclusive orgânicos, contribuindo diretamente para imunidade e saúde dos beneficiados.
Além disso, apenas em 2021 foram formalizados com prefeituras 26 convênios de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional, entre eles Hortas Urbanas e Periurbanas, Restaurantes Populares, Cozinhas e Panificadoras Comunitárias, Centrais de Abastecimento, Bancos de Alimentos e Feiras Livres. Em 2022 foram contratados 45 novos equipamentos pelo Estado.
Por - AEN



























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