O Hospital Universitário do Oeste (Huop), recebeu certificados de agradecimento do Sistema Estadual de Transplantes do Paraná (SET), por seu desempenho na participação dos altos números do Estado na doação de Órgãos.
O Estado do Paraná alcançou o primeiro lugar em doação de órgãos para transplante no Brasil, em 2018. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Diversos setores, médicos, coordenadores e diretores foram homenageados. Em especial a Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cihdott) do Huop. O Hospital Universitário tem destaque na taxa de autorização para doação, em torno de 75% dos casos são autorizados ao fim do processo.
Representando a SET-PR para a entrega dos certificados, esteve presente a Médica coordenadora Arlene Badoch. Segundo ela o Estado do Paraná possui destaque nacional em doação de órgãos. O índice é de 5,2 por milhão de população, a comparação em relação aos demais países coloca o Paraná como maior doador do mundo.
Arlene ressalta ainda como o trabalho realizado pelo Huop contribui para os altos índices do Estado “A somatória de fatores como: profissionais altamente treinados, a logística do trabalho realizado por toda instituição, uma Cihdott que tem excelência no que faz, coloca o Huop à frente disso tudo. Por isso o hospital merece todo prestigio”, conclui.
A enfermeira Elaine Padilha, é coordenadora da CIHDOTT do Huop e falou sobre a importância do reconhecimento às famílias que autorizam a doação de órgãos, “Esse é um ato de solidariedade que os familiares vêm prestando, e que devemos exaltar, pois salvamos diversas vidas com a doação de órgãos e tecidos”.
Diante do destaque que o hospital recebeu na prestação com excelência deste serviço, ressalta os agradecimentos e homenagens a todos os profissionais que fazem parte da comissão de captação de órgãos.
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Prefeitura de Cascavel, no oeste do Paraná, foi condenada, em segunda instância, a pagar uma indenização de R$ 10 mil a um deficiente visual que caiu em um bueiro sem tampa no bairro Santa Cruz, em 2016.
A Justiça considerou que o município tem obrigação de colocar sinalização ou piso tátil em locais públicos - o que não havia no local do acidente. A decisão do juiz Marcelo Castanho, do Juizado Especial em Curitiba, é da quarta dia 15.
A decisão de primeira instância em Cascavel tinha determinado indenização de R$ 4 mil. No julgamento do recurso, o juiz considerou que a sentença deveria ser mantida, mas o valor da indenização tinha que ser maior.
Conforme a decisão, a indenização por dano moral deve levar em conta o caso concreto e a gravidade do sofrimento da vítima. O valor, segundo a decisão, deve servir para compensar a vítima pelos danos sofridos e punir o ofensor para quenão volte a causar o dano.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Cascavel disse que o procurador jurídico está analisando os últimos fatos relacionados ao processo e que vai se manifestar oficialmente na sexta dia 17. (Com G1)
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A defesa de Luís Felipe Manvailer solicitou a suspensão do processo que investiga a morte da advogada Tatiane Spitzner, ocorrida no dia 22 de julho, na região central de Guarapuava.
A advogada morreu após sofrer uma queda da sacada do quarto andar do prédio onde residia com Manvailer, com quem era casada há cinco anos. Ele é suspeito de ter empurrado a vítima da sacada, após tê-la agredido por cerca de 20 minutos.
De acordo com a nota enviada pela defesa do réu, o pedido de suspensão alega a “ausência de materialidade de provas no que tange o argumento da denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná”. A nota diz, ainda, que todas as acusações apresentadas pelo MP-PR são baseadas em “argumentos inconsistentes”.
“Em resumo, toda a construção da acusação é feita em hipóteses, opiniões, especulações de possibilidades, mas, em momento algum, em uma base pericial, científica e forense. Desta forma, a defesa solicitou que o processo seja suspenso até que se tenha elementos periciais, fatos reais e elementos materiais para que se possa promover uma acusação e uma defesa conforme os ritos da lei”.
Para os advogados da defesa, o procedimento agora é aguardar a suspensão do processo e, segundo a nota, aguardar, ainda, a conclusão das perícias para que o processo possa ser retomado. A defesa da família de Tatiane ainda não se manifestou sobre o pedido.
LAUDO PSIQUIÁTRICO
O pedido de anulação da avaliação psicológica e psiquiátrica realizada com Manvailer na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), por parte da defesa do réu, foi negado pela Justiça. Conforme despacho emitido pela juíza Liliane Graciele Breitwisser, da Vara de Corregedoria dos Presídios de Guarapuava, a justiça manifestou compreender que não cabe à ela avaliar a técnica médica utilizada pelo especialista na avaliação psiquiátrica.
O pedido de avaliação psiquiátrica de Manvailer ocorreu juntamente com a solicitação de transferência do réu para o Complexo Médico Penal, em Pinhais, e com a informação de que, dentro do presídio, o acusado teria tentado suicídio.
De acordo com o laudo psicológico de Luís Felipe, que foi anexado no processo de execução penal, o professor universitário disse “achar” que Tatiane pulou da sacada. Ele não explicou porque ele decidiu fugir para o Paraguai, mas alegou ter esperança em recomeçar a vida em outro país.
Juntamente com o posicionamento de negação a nulidade do laudo, o documento reitera que todos os procedimentos solicitados pelo médico foram atendidos, como o fornecimento do medicamento indicado para o tratamento de Manvailer. Ainda segundo o despacho emitido pela justiça, o professor já retomou as atividades normalmente dentro da PIG, como o recebimento de visitas e o banho de sol.
No documento, a juíza determina, ainda, o arquivamento do processo aberto com o intuito de avaliar a necessidade ou não da transferência de Manvailer, solicitada pela defesa.
A justiça não determinou ainda, pela concordância ou não da transferência solicitada. (Com RSN)
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No primeiro debate entre os governadores promovido pela TV Bandeirantes realizado na noite de quinta dia 17, algumas frases marcantes, e que revelam as características foram ditas pelos candidatos.
O Portal Catve separou as frases e algumas "tiradas" entre perguntas e respostas que se destacaram.
Ogier Buchi: "Sou um defensor das polícias e acredito que a polícia tem que baixar o relho em vagabundo e exercitar a força para defender o cidadão".
Ogier Buchi a Ratinho, sobre Plano Diretor de Infraestrutura: "O senhor vai criar um plano? Já devia ter criado pois era secretário de Desenvolvimento Urbano".
Ogier Buchi: "Quero armamento sim, quero cidadão armado sim".
João Arruda a Piva "Talvez o senhor esteja querendo o Beto Richa por isso está me agredindo".
Dr. Rosinha pergunta a Ratinho e faz uma ironia: "Vou perguntar a Beto Richa, digo Ratinho Junior. Qual seu programa para ciência e tecnologia?".
Ratinho responde: Dr Rosinha, o senhor com barba branca fazendo esse tipo de brincadeira em um debate sério".
Veio a tréplica de Rosinha : "A experiência diz que no humor e na ironia há verdade".
Professor Piva: "Ajude a desempregar o Beto Richa, vote na professora Jacqueline". (Com Catve)
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Justiça negou, nesta quinta dia 16, o pedido de nulidade do laudo psiquiátrico do professor Luis Felipe Manvailer acusado de matar a mulher dele, a advogada Tatiane Sptizner, em Guarapuava, na região central do Paraná.
Tatiane foi encontrada morta depois de cair do 4º andar do prédio em que eles moravam, na madrugada de 22 de julho. Imagens de câmeras de segurança do prédio mostram Manvailer agredindo a mulher minutos antes da queda.
O G1 entrou em contato com a defesa de Luis Felipe Manvailer e aguarda retorno.
O que se sabe do caso de Tatiane Spitzner
A avaliação psiquiátrica foi solicitada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) depois que a defesa do professor pediu que ele fosse transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Segundo os advogados do jovem, ele tentou tirar a própria vida dentro da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), onde está detido.
A juíza Liliane Graciele Breitwisser, da Vara de Corregedoria dos Presídios de Guarapuava, disse que não cabe à Justiça avaliar a técnica médica utilizada pelo especialista na avaliação psiquiátrica.
Conforme o documento, foi indicado tratamento para o preso, e o medicamento já foi fornecido. Ainda segundo o despacho, o laudo não indicou necessidade de internação médica ou psiquiátrica, e Luis Felipe já está realizando normalmente as atividades dentro do presídio, como banho de sol e recebimento de visita.
A magistrada contesta a criação de prova “sem a participação da defesa técnica” em relação ao atendimento médico e determina o arquivamento do processo, aberto para avaliar a necessidade de transferência de Manvailer.
“Uma vez que este [a avaliação psiquiátrica] se prestou, exclusivamente, a instruir procedimento administrativo instaurado perante esta Corregedoria dos Presídios com o escopo de verificar a higidez física / psíquica do segregado no interior da unidade prisional – não se relacionando com a ação penal que tramita acerca dos fatos delitivos imputados a este”, diz o despacho.
A avaliação psiquiátrica
O laudo médico relata que Luis Felipe Manvaile disse que "não lembra do que ocorreu" na madrugada em que a mulher morreu. Na avaliação psiquiátrica, ele disse achar que a mulher pulou da sacada, afirma o laudo.
No documento, o médico responsável pela avaliação também informa que Manvailer tem uma marca no pescoço que parece ter sido causada por barbeador, "sem aparentes riscos para alguém que é formado em biologia e deve saber onde e como pode lesionar-se de uma forma fatal".
Ainda conforme o laudo, Luis Felipe Manvailer argumentou "todos já o julgam como se tivesse assassinado a esposa".
Réu no processo
Luis Felipe Manvailer foi denunciado pelo MP-PR pelos crimes de homicídio com quatro qualificadoras (meio cruel, dificultar defesa da vítima, motivo torpe e feminicídio), cárcere privado e fraude processual.
Uma perícia constatou que ela teve uma fratura no pescoço, característica de quem sofreu esganadura. Para os promotores, o professor é responsável pela morte da mulher. (Com G1)
Seis dos dez candidatos ao governo do Paraná participaram do primeiro debate das Eleições 2018 na televisão. O encontro ocorreu na sede da TV Bandeirantes, em Curitiba. O debate foi retransmitido para o interior do estado.
No encontro, os candidatos apresentaram as propostas sobre combate à corrupção, funcionalismo público, agronegócio, segurança pública, saúde e educação, entre outros.
O debate, dividido em cinco blocos, se deu com os candidatos respondendo primeiramente o porquê deveriam ser eleitos e fazendo perguntas entre si. Além das propostas de governo, houve acusações.
Participaram do debate os candidatos Cida Borghetti (Progressistas), Doutor Rosinha (PT), João Arruda (MDB), Ogier Buchi (PSL), Professor Piva (PSOL) e Ratinho Junior (PSD).
Conforme a emissora, participaram candidatos dos partidos com ao menos cinco parlamentares na bancada federal.
No primeiro bloco, todos responderam a mesma pergunta: "Por que você merece o voto dos paranaenses?", no tempo de até 30 segundos, antes do início das rodadas de perguntas entre si. A ordem foi definida em sorteio, segundo a emissora.
Ogier Buchi disse que merece o voto porque representa a indignação. "Eu tenho certeza que vou combater a corrupção e vou transformar o Paraná num estado com desenvolvimento sustentável, um estado com justiça social".
João Arruda afirmou que merece o voto porque o Paraná parou no tempo. "Sou o candidato da verdadeira oposição. Sou contra os avanços que aconteceram nos bolsos dos paranaenses com o aumento das tarifas de água e de luz, e os impostos abusivos. Eu sou diferente dos outros colegas de bancada, da Cida Borghetti, que é vice do Beto Richa, e do Ratinho Junior, que foi secretário do Beto Richa. Eu sou um candidato de oposição. Se você pensa como eu, agora você tem em quem votar".
Professor Piva falou que representa as pessoas que vivem do próprio trabalho. "Eles representam os poderosos. Eu e meus camaradas não temos nenhum envolvimento com roubalheira, com corrupção. Eles são políticos profissionais. Eu pago minhas contas e criei minhas três filhas com meu salário de professor".
Cida Borghetti afirmou que quer o voto para levar o olhar feminino ao governo. "O olhar da mulher, com responsabilidade. Eu gosto de cuidar das pessoas. E com experiência administrativa posso fazer muito pelos paranaenses".
Doutor Rosinha disse que conhece o Paraná e o problema do povo paranaense. "Eu conheço o mapa da fome do nosso estado e conheço aqueles que necessitam da saúde pública, da educação pública e da segurança pública. E quero ser o governador justamente para estar ao lado de vocês defendendo o direito de vocês e construindo esse direito".
Ratinho Junior falou que o Paraná tem sido governo há 30 anos por duas ou três famílias. "Nós respeitamos, já fizeram sua parte, mas chegou o momento de fazer uma ruptura política aqui no Paraná e no Brasil. Eu represento uma nova geração. Uma nova geração que quer um projeto moderno, um projeto inovador, que acima de tudo tem o olhar humanista para o nosso estado. E é isso que eu vou fazer. Fazer o Paraná ser o estado mais moderno do Brasil".
Considerações finais
Nas considerações finais, a ordem escolhida foi a inversa da apresentação dos candidatos, que havia sido definida em sorteio.
Ratinho Junior disse que está na política há 16 anos, no quarto mandato. Afirmou que faz política por missão e por gratidão ao estado que foi fundamental para a vida da família dele. Falou que quer ser governador para fazer uma ruptura política, gerando emprego para que as pessoas sejam mais felizes.
Doutor Rosinha fez referência o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e as políticas públicas de seus governos. Disse que terá políticas públicas voltadas às mulheres, que em seu governo será respeitada a questão de gênero na composição e que terá a Secretaria da Mulher.
Cida Borghetti convidou os paranaenses a caminhar com ela e disse que prioriza políticas públicas que atendam todas as demandas da sociedade. Afirmou que aprendeu com o pai que quando não está satisfeita, não deve reclamar, mas fazer melhor. Disse também que, por isso, nunca mais parou de lutar por um Paraná melhor.
Professor Piva pediu aos eleitores que gostaram de suas propostas que não tenham medo de transformar o Paraná. Disse às pessoas que se incomodaram com algumas verdade que disse que não tem nada contra ninguém, mas que representa os mais humildes e simples.
João Arruda disse que aprovetaria a oportunidade para se apresentar, que é casado e pai de quatro filhos. Falou da experiência de dois mandatos como deputado federal e que aprendeu muito no Congresso Nacional. Afirmou ser de oposição, mas com os pés no chão, e que não tem medo de intimidação e de notícias falsas.
Ogier Buchi agradeceu a solidariedade de todos que torceram para que ele fizesse parte do debate. Afirmou ser diferente e que a indignação dele é também a de cada cidadão com tudo que está acontecendo e precisa ser modificado. Disse que ele será o eleitor no governo do estado. (Com G1)
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