Promotoria de Justiça denuncia 5 homens acusados de matar companheiro de cela

A 6ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, no Litoral paranaense, ofereceu, na sexta-feira (08), denúncia por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que impediu a defesa da vítima) contra cinco homens acusados de matar um companheiro de cela na madrugada do dia 26 de janeiro.

 

Os denunciados amarraram as mãos e os pés da vítima com um lençol e o atacaram com socos, chutes e golpes de estoque.



De acordo com a denúncia, o crime, ocorrido no interior de uma cela da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá, teria sido cometido por vingança ? a vítima (que seria colocada em liberdade na manhã seguinte ao crime, por força de um alvará de soltura) pertenceria a uma facção criminosa rival (Primeiro Grupo Catarinense ? PGC) e teria confessado a morte de um companheiro de facção dos denunciados (Primeiro Comando da Capital ? PCC). A motivação constou de uma carta escrita por dois dos denunciados, apreendida em poder de outro preso.



Este foi o quarto homicídio do ano em Paranaguá. No final do ano passado, o Tribunal do Júri de Paranaguá condenou a mais de 22 anos de prisão um réu acusado de crime semelhante, ocorrido em 2014, também no interior de uma cela da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá.

 

 

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No que depender do Ministério Público Federal (MPF) e da Procuradoria-geral da República (PGR), os dias de liberdade do ex-governador Beto Richa (PSDB) e do empresário Theodócio Atherino, apontado como operador financeiro do tucano, estão contados.

 

É que o MPF recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STF) da decisão que concedeu liberdade ao ex-governador, solto na última sexta-feira (1ºde fevereiro), enquanto a procuradora-geral da República Raquel Dodge também quer o empresário, que deixou a prisão em 16 de janeiro, volte para a cadeia.

 

No caso de Beto Richa, solto por decisão do presidente do STJ, ministro João Otávio Noronha, o MPF pede para que o ministro relator do caso ou a Sexta Turma do STJ reavaliem o habeas corpus concedido. Richa foi preso em 25 de janeiro pela 58ª fase da Operação Lava Jato, numa investigação que apura crimes na concessão de rodovias no Paraná.

 

Hindemburgo Chateaubriand Filho, subprocurador-geral da República, alega que o habeas corpus do ex-governador deveria ter ido analisado antes pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, uma instância inferior ao STJ. Além disso, ele também destaca que há provas de que uma pessoa ligada a Richa teria agido para coagir e influenciar uma testemunha em agosto de 2018.

 

Já no caso de Atherino, alvo da 53ª fase da Lava Jato e acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva numa ação penal que tramita na Justiça Federal, Dodge pediu para que o STF reconsidere a decisão de soltura do empresário, alegando que o habeas corpus já havia sido negado pelo STJ e que, por isso, não deveria ter sido examinado pelo Supremo. Ademais, a procura também destaca que, em liberdade, Atherino pode continuar a cometer crimes.

 

O pedido da procuradora deve ser examinado pelo ministro do STF Luiz Fux. Quem concedeu o HC a Atherino, contudo, foi o presidente do STF, o ministro Dias Toffoli. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Defesa Civil alerta para temporal nas regiões oeste e sudoeste do PR

A Defesa Civil emitiu um alerta para risco de temporal para as regiões oeste e sudoeste do Paraná, para esta sexta dia 08.

 

A previsão é que essas áreas sejam atingidas por chuvas intensas, raios e risco de granizo.

 

A orientação é para que a população se abrigue em local seguro e em caso de emergência entre em contato com o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. (Com Catve)

 

 

 

Carli Filho tem sentença reduzida de nove para sete anos

A sentença vai de nove anos e quatro meses de prisão para sete anos, quatro meses e 20 dias em regime semiaberto. A diminuição foi definida em dezembro, mas estava pendente de redação final. 

Carli Filho foi condenado por júri popular em fevereiro do ano passado. Ele responde por duplo homicídio com dolo eventual pelas mortes de Gilmar Rafael de Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida em um acidente de trânsito, em 2009. Ele estava com a carteira de habilitação suspensa por multas e havia ingerido bebida alcoólica. 

Desde a condenação, o ex-deputado aguarda em liberdade. Com a nova decisão, Carli teria direito a passar o dia fora e dormir em uma unidade prisional, mas o departamento penitenciário do Paraná informou que devido ao número de pessoas à espera no regime semiaberto ser maior do que as vagas disponíveis, o político deve cumprir a pena com o uso de tornozeleira eletrônica.

 

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