Os advogados de Luís Felipe Manvailer, acusado de matar a esposa Tatiane Spitzner, que morreu ao cair do 4º andar do apartamento onde o casal morava, apresentou uma resposta à acusação do Ministério Público do Paraná (MPPR) nesta quinta dia 23. O crime foi registrado no dia 22 de julho, em Guarapuava.
A Defesa do acusado havia pedido a suspensão do processo há uma semana, no dia 16 de agosto, alegando que a denúncia do MPPR não estava “minimamente delimitada” e que não seria possível fazer uma defesa sem saber pelo que Manvailer estava sendo acusado exatamente.
Porém, sem um retorno do MP, os advogados optaram por apresentar uma resposta da mesma forma. No texto, enviado para a juíza da 2ª Vara Criminal da Comarca de Guarapuava, a Defesa ressalta a falta dos resultados de laudos que apontariam a causa da morte de Tatiana, que ainda estão sendo confeccionados pelo Instituto Médico Legal (IML). Além disso, questiona a validade dos prints das conversas da vítima com uma amiga, que descrevem a mudança de comportamento de Manvailer pela esposa, como provas. Conforme os advogados, as mensagens podem ter sido tiradas do contexto e não seria possível saber se estariam mesmo se referindo ao acusado.
Na resposta, a Defesa indica 23 testemunhas, além de um perito, um médico legista, e pede perícias em celulares, filmagens do bar onde casal comemorava o aniversário de Manvailer, filmagens das câmeras de segurança dos pedágios, e uma série de provas. Em nota, os advogados do acusado afirmam que "Luís Felipe é inocente, a denúncia foi prematura e não encontra respaldo em nenhum elemento científico de prova".
O crime
A advogada Tatiane Spitzer foi encontrada morta na fachada do prédio onde morava com o marido, Luís Felipe Manvailer, após cair do 4º andar, do apartamento onde moravam. Câmeras de segurança flagraram a chegada da vítima e do agressor na noite do dia 22 de julho. As imagens são fortes e mostram Tatiane sendo espancada durante todo o trajeto do carro até o apartamento. A jovem tenta fugir diversas vezes, mas Manvailer a prende com violência.
Ainda, após a queda, Manvailer busca o corpo da esposa morta e o leva até o apartamento. Ele limpa o sangue do elevador e foge com o carro. O acusado foi preso em Foz do Iguaçu, indo em direção ao Paraguai. (Com Massa News)
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Educadores de todo o Paraná vão realizar uma grande paralisação no próximo dia 30 de agosto em Curitiba e, na tarde desta quinta dia 23, a direção da APP-Sindicato recebeu a confirmação de que o governo autorizou a reposição deste dia.
A manifestação foi aprovada em assembleia da categoria para cobrar da governadora o pagamento da data-base, o cumprimento da lei da hora-atividade, revisão da distribuição de aulas, correção do salários dos PSS, anistia das faltas da greve e outras pautas centrais da campanha salarial.
A mobilização terá início às 9h na Praça Santos Andrade. De lá os(as) trabalhadores(as) seguirão em caminhada até a Praça Nossa Senhora de Salete, onde fica a sede do governo. Durante a manifestação serão lembrados os 30 anos dos atos de violência contra professores(as) no governo Álvaro Dias, em 30 de agosto de 1988, e o massacre do governo Beto Richa, em 29 de abril de 2015.
“Lutar sempre valerá a pena. Mobilize a sua escola, prepare o seu cartaz, procure a direção dos Núcleos Sindicais da sua região para se organizarem para o ato”, destacou o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, em comunicado à categoria.
“O avanço na superação das inúmeras desigualdades que ainda temos no Paraná e no país só será alcançado a partir de uma educação pública de muita qualidade e uma educação de qualidade pressupõe condições de trabalho, valorização e respeito às manifestações”, reforçou.
O presidente da APP-Sindicato explicou que a posição do governo pela reposição foi comunicada pelo secretário de Estado do Trabalho, Paulo Rossi, durante reunião com lideranças sindicais. O sindicato reivindica que a reposição seja por conteúdo, mesma modalidade aplicada pelo governo em municípios sede de jogos escolares. (Com APP)
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Foi condenado a 43 anos e seis meses de prisão com regime fechado, José Joanino da Silva Lima de 26 anos, acusado de atear fogo na ex-companheira, Prycila Slobosinski da Silva de 25 anos, na frente do filho de quatro anos da vítima, em 10 de fevereiro de 2017, em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná.
Condenado por feminicídio, motivo torpe e meio cruel e com agravante de que os fatos ocorreram na presença do filho da vítima, o criminoso saiu do tribunal por volta das 17 horas e seguiu à Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão para o cumprimento da decisão.
A vítima estava em casa, quando o homem chegou e jogou sobre ela o líquido inflamável e depois ateou fogo. Desesperado com a cena de terror, o filho implorou por socorro e pela vida da mãe. A mulher teve 80% do corpo queimado, chegou a ser transferida ao Hospital especializado em Londrina, mas morreu 20 dias depois, em 2 de março.
O suspeito foi preso horas após o crime e permaneceu detido até o Júri Popular. A sentença foi proferida pela Juíza de Direito que presidiu o julgamento Drª Janaína Monique Zanelatto Albino, que levou em conta a decisão dos jurados. A defesa disse que vai recorrer a decisão.
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Um homem morreu atropelado por diversos carros e uma carreta na BR-277, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na manhã desta quinta dia 23.
Ele tinha cerca de 30 anos e ainda não está com a identidade confirmada. A polícia suspeita que o ato dele tenha sido intencional.
O acidente aconteceu na região do bairro São Marcos, a poucos metros de uma passarela e em um trecho onde existem telas, impedindo que pedestres façam a travessia.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu antes das 7 horas e a vítima foi atropelada, no mínimo, três vezes.
Para a Banda B, o motorista do Fiat Stilo disse que ficou bastante nervoso e só pensou em pedir ajuda. “Eu estava indo trabalhar, tinha uma subida, quando clareou a BR, ele deitou no asfalto. Estava de pé ao lado da grade e deixou na BR. Não consegui desviar, infelizmente.
Jamais pensei que ele fosse deitar. Fiquei nervoso na hora, parei, vi que outros carros e uma carreta passaram em cima dele e só queria ligar pra polícia e pedir ajuda”, disse o motorista de 29 anos, que é operador de linha de produção.
O local foi periciado pela Polícia Civil e o corpo recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.
A identidade dele será confirmada no local para que a família possa reclamar o corpo.
Imagens de câmeras de segurança poderão auxiliar nas investigações. (Com Banda B)
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Um motorista de 31 anos foi preso em flagrante por transportar quase quatro toneladas de maconha na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), em Cajati, na região do Vale do Ribeira, interior de São Paulo.
O caminhão onde a droga estava escondida tinha placas de Guarapuava. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não informou se o motorista é, também, do terceiro planalto paranaense.
Segundo a PRF, o caminhão foi interceptado no KM 521 da rodovia, em um posto de fiscalização. O veículo transportava um contêiner frigorífico, estava com a documentação em dia e regular, assim como a do condutor, e tinha como destino Vila Velha (ES).
Entretanto, os policiais verificaram que, na descrição do produto transportado, estava escrito “dorço” de frango congelado, quando a grafia correta é “dorso”. O erro propiciou que fosse constatada uma falsificação nos documentos referentes à carga, que foi alvo de uma varredura pelos policiais rodoviários federais. Este mesmo carregamento já era monitorado pela Receita Federal, justamente por conta do erro ortográfico.
Em um compartimento, havia 3.920 kg de maconha, parte escondida em meio à carga. O motorista, ao ser questionado, admitiu que carregou os congelados em Cascavel (PR), e que um amigo havia pedido o transporte da droga em seguida. O condutor, preso em flagrante, receberia R$ 21 mil pelo frete – somente R$ 6 mil pelo frango.
O homem, que não teve a identidade informada, foi encaminhado à delegacia e permaneceu preso à disposição da Justiça.
O carregamento de maconha foi apreendido, assim como os congelados de frango. O caso foi encaminhado para ser investigado pela Polícia Civil da região. (Com RSN)
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 784,4 quilos de maconha na tarde desta quarta dia 22, em Alto Paraíso, na região noroeste do Paraná.
A droga era transportada em um automóvel Toyota Corolla, que transitava pela BR-487 e foi abordado em frente à Unidade Operacional Porto Camargo.
O motorista, de 21 anos de idade, demonstrou nervosismo durante a abordagem, o que já de início provocou uma desconfiança dos policiais rodoviários federais.
Acondicionada em 926 tabletes, a droga estava no porta-malas e no banco traseiro do veículo.
Com placas clonadas, o carro havia sido roubado em novembro de 2017 no município de Ribeirão Pires (SP).
À equipe da PRF, o homem disse que saiu de Coronel Sapucaia (MS) e entregaria a maconha em Maringá (PR). Ele responderá, a princípio, pelos crimes de tráfico de drogas, adulteração e receptação de carro roubado.
A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil em Xambrê (PR).
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