Caminhoneiro é preso após tombar veículo carregado com frango; parte da carga foi saqueada

Um homem foi preso por embriaguez ao volante. Ele dirigia um caminhão carregado com frango congelado, que tombou no Km 668 da BR-376, em Guaratuba.

 

O veículo seguia no sentido Santa Catarina e a pista chegou a ficar interditada por causa do acidente. O condutor foi socorrido e foi preso em seguida, pois o teste do bafômetro indicou que ele estava embriagado, com 0,52 mg/l.

 

Carga saqueada

 

Parte da carga de frango congelado foi saqueada por dezenas de pessoas que estiveram no local do tombamento. A ação foi flagrada por motoristas que passaram pelo trecho.

 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nenhum saqueador foi preso, pois a prioridade foi atender o acidente e encaminhar o condutor preso.

 

 

Ladrão de carros 0 km é preso pela polícia em Curitiba

Foi preso na manhã desta segunda dia 11, por policiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, Renan Choynski, 31 anos, que confessou para nossa equipe que furtava carros 0 km em Curitiba. Renan agia rápido, ele entrava nas concessionárias de forma sorrateira e levava os veículos sem que ninguém percebesse.

 

De acordo com informações do Delegado João Chagas da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), Renan tinha informações privilegiadas e sabia exatamente onde estavam os veículos que levaria.

 

Renan disse para nossa reportagem que levava os veículos para Santa Catarina e que ganhava R$ 10 mil reais por veículo. Foram confirmados os furtos cometidos por ele de caminhonetes Amarok, Hilux e Tiguan. Imagens de câmeras de segurança dos locais ajudaram os policiais a identificar Renan que já tem passagem pela polícia.

 

Ele foi preso nesta manhã no bairro Santa Cândida e deverá responder por furto qualificado. (Com Massa News)

 

 

 

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Condutor morre ao ser ejetado de carreta na PR 486

Um homem de 68 anos morreu em acidente na PR 486 em Alto Piquiri na tarde de domingo dia 10.

 

Ele seguia em um caminhão Scania, placas de Matelândia e o perder o controle da direção caiu em uma ribanceira,

 

O motorista, Nilson José Bertuol, foi ejetado do veículo e morreu no local.

 

A PRE (Polícia Rodoviária Estadual) de Iporã atendeu a ocorrência e a suspeita é de que o motorista tenha sofrido mal súbito.

 

O corpo da vítima foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Umuarama. (Com Umuarama News)

 

 

 

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Homem é esfaqueado ao coibir invasão de escola

Um homem com aproximadamente 40 anos foi ferido na noite de ontem (10), no Parque Nossa Senhora das Graças em Ponta Grossa. Informações dão conta de que a vítima foi ferida por duas facadas, que teriam atingido a região da nuca e outro nas costas.

 

A vítima visualizou um grupo de jovens invadindo uma escola municipal da localidade quando foi até o local e pediu para que eles saíssem.

 

Durante o procedimento, uma mulher não identificada o esfaqueou por trás. O homem foi encaminhado a Santa Casa de Ponta Grossa com ferimentos considerados graves e risco de morte.

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Veículo capota e invade residência

No final da noite deste domingo (10), um capotamento entre as ruas Padre Arnaldo Jansen com a José Sales Rosas, no bairro Cará-Cará em Ponta Grossa, deixou duas pessoas feridas e mobilizou populares da região.

 

Informações apontam que o veículo que capotou, um Gol preto, descia pela Rua Padre Arnaldo Jansen e desviou de um Peugeot vermelho que cruzava a via.

 

Para evitar a colisão, o condutor tirou o carro para a direita, perdendo a direção e capotando. O acidente fez com que o veículo invadisse o terreno de uma residência. No total, além do motorista, haviam outros três ocupantes. Duas delas ficaram presas dentro do carro capotado, sendo que um homem de 37 anos estava com a cabeça para fora do veículo.

 

A vítima precisou de ajuda das pessoas para que o peso do carro não fosse exercido contra a sua cabeça, podendo ser fatal. Os populares seguraram o veículo até a chegada do Corpo de Bombeiros. Além dele, uma adolescente de 13 anos também ficou presa no interior do veículo.

 

Eles foram encaminhados, após retirados do carro, para o Pronto Socorro de Ponta Grossa. 

 

 

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Ex-governador Beto Richa vira réu por corrupção passiva e organização criminosa

A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) por organização criminosa e corrupção passiva no âmbito da Operação Integração - que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná.

 

A aceitação da denúncia foi divulgada no domingo dia 10. O G1 entrou em contato com a defesa do tucano às 7h25 desta segunda-feira (11) e não recebeu um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

 

Além do ex-governador do Paraná, outras nove pessoas viraram rés pelos mesmos crimes. Trata-se da denúncia que investiga o núcleo político.

 

Segundo o MPF, o esquema desviou R$ 8,4 bilhões por meio do aumento de tarifas de pedágio do Anel de Integração, e de obras rodoviárias não executadas. A propina paga em troca dos benefícios, conforme os procuradores, foi estimada em pelo menos R$ 35 milhões.

 

Beto Richa chegou a ser preso no dia 25 de janeiro, na 58ª fase da Operação Lava Jato, mas foi solto por decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha.

 

À época, a defesa de Richa afirmou que ele não cometeu irregularidades e que sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos.

 

Não é a primeira vez que Richa vira réu. A Justiça recebeu a denúncia contra ele, por exemplo, na Operação Rádio Patrulha, que investiga um esquema de propina para desvio de dinheiro por meio de licitações no programa "Patrulha do Campo".

 

O MPF dividiu as acusações em duas denúncias. Essa envolve agentes públicos, como Beto Richa, Pepe Richa – irmão do ex-governador e ex-secretário de Infraestrutura e Logística do estado – e mais outras oito pessoas.

 

Empresários réus

 

Já a outra denúncia é relacionada aos empresários envolvidos no esquema.

 

Entre os 23 réus, estão ex-presidentes das seis concessionárias investigadas no esquema, além de funcionários da Agência Reguladora do Paraná (Agepar) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

 

Todos vão responder por organização criminosa e corrupção ativa. O juiz Paulo Sérgio Ribeiro rejeitou a denúncia contra eles pelo crime de lavagem de dinheiro.

 

"No curso das investigações, o MPF apresentou vasto conjunto de provas sobre a materialidade de fatos criminosos envolvendo a execução de contratos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná (denominado "Anel de Integração do Paraná"), bem como indícios suficientes de participação de cada um dos denunciados no esquema criminoso", declarou o juiz.

 

O esquema

As denúncias sustentam que o esquema de pagamentos de propina pelas concessionárias de pedágio teve início há cerca de 20 anos. Conforme os procuradores, a corrupção elevou as tarifas de pedágio pagas pelos usuários, e fez com que apenas 25% das obras previstas fossem realizadas.

 

Em delação, o ex-diretor do DER, Nelson Leal Júnior, afirmou que as irregularidades começaram em 1997, na apresentação de propostas das concessionárias, que foram superfaturadas.

 

Além disso, os investigadores dizem que o método usado para calcular o investimento que as concessionárias deveriam fazer em obras nas rodovias permitiu que as empresas se desobrigassem de concluir obras iniciadas, sob alegação de que já haviam cumprido a meta financeira estipulada por elas mesmas.

 

Segundo a Lava Jato, as concessionárias se comprometeram a duplicar 995,7 quilômetros de rodovias no início dos contratos, mas até hoje apenas 273,5 quilômetros foram duplicados.

 

"O prejuízo vai muito além e se estende sobre toda a cadeia produtiva do estado do Paraná que deixou de se valer de uma infraestrutura adequada. Nós temos uma infraestrutura de rodovias muito pior do que nós deveríamos ter", afirmou o procurador Deltan Dallagnol.

 

Propina

 

O MPF afirma que a partir de 1999, ano em que começaram as concessões, as seis empresas responsáveis pelas rodovias do Anel de Integração passaram a se reunir na sede da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) para acordar o pagamento de propinas a agentes públicos, em troca da celebração de aditivos contratuais favoráveis às empresas.

 

No início, as empresas arrecadavam e distribuíam cerca de R$ 120 mil mensais de propina a agentes públicos.

 

Esse valor foi aumentando ao longo dos anos, seguindo os reajustes tarifários dos pedágios, até chegar a cerca de R$ 240 mil, conforme o MPF. As empresas ainda mantinham esquemas paralelos independentes, segundo os procuradores.

 

Governo Richa

 

O Ministério Público afirmou que a partir de 2011, no governo de Beto Richa, os pagamentos de propina foram direcionados a políticos e agentes públicos do DER e da Agepar - órgão responsável por fiscalizar as concessões rodoviárias do estado. Entre os beneficiados estavam Beto Richa, Pepe Richa e Nelson Leal Júnior.

 

A propina, conforme os procuradores, era paga sempre em dinheiro em espécie. As concessionárias entregavam os valores ao então presidente da ABCR, João Chiminazzo Neto, que os repassava a um operador financeiro responsável por distribuir aos beneficiários.

 

No caso de Beto Richa, a acusação diz que ele recebeu R$ 2,5 milhões em espécie, que foram usados para comprar imóveis por uma empresa em nome da esposa e de um dos filhos do ex-governador.

 

Governos anteriores

 

Segundo o MPF, a prática acontece há 20 anos no estado. Segundo o procurador do Ministério Público Diogo Castor de Mattos, os crimes prescreveram para gestores públicos anteriores a Richa.

 

"Do ponto de vista criminal, nós temos prescrição. O prazo é curto e se a pessoa tem mais de 70 anos, o período já conta pela metade", afirmou. (Com G1)

 

 

 

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