O professor da rede estadual de São José dos Pinhais, Ronaldo Pescador, de 40 anos, foi encontrado morto no banco traseiro de um carro, na manhã deste domingo dia 1º, em um terreno baldio na rua Eng. Raul Suplicy de Lacerda, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba.
O corpo da vítima estava enrolado em um tapete e amarrado com fios elétricos, além de estar com uma peça íntima feminina dentro da boca. A morte causou comoção nas redes sociais entre amigos, colegas e alunos de Pescador.
O soldado Armstrong, do 20º Batalhão da Polícia Militar, conta que um morador da região ligou para a polícia avisando sobre a situação e que dentro do veículo é possível ver marcas de sangue. “Um morador estava saindo para fazer seu passeio ciclístico matinal e se deparou com o carro ali aberto, quando ele se aproximou para olhar encontrou um corpo amarrado e enrolado no tapete. Há marcas de sangue no carro, agora a criminalística vai analisar, mas já é o suficiente para afirmar que trata-se de uma morte violenta”, disse o soldado.
O perito do Instituto de Criminalística da Polícia Científica, Leonardo Marano, explica que o professor foi morto por agressão física e tinha lesões na cabeça e no peito. “Ele estava com diversas lesões no crânio, ainda não dá para precisar o que causou isso, mas podem ser marcas de pancadas com pedra ou martelo. Também verificamos uma lesão no tórax, mas quais lesões de fato provocaram a morte não conseguimos confirmar agora”, afirmou o perito.
O local foi isolado pela polícia e dentro do carro também foi encontrado uma carteira com documentos. O caso será investigado pela Polícia Civil. (Com Banda B)
O Paraná foi o Estado escolhido, na Região Sul, para ofertar em 2020 o projeto-piloto fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte e o Banco Central que vai incluir Educação Financeira no currículo do Ensino Fundamental da rede estadual. Técnicos dos Núcleos Regionais de Educação participaram nesta sexta dia 29, em Curitiba, de formação a respeito do Programa. O objetivo é que esses servidores auxiliem as instituições de ensino de sua região na implementação do projeto.
A parceria se deu por meio do Programa Aprender Valor, coordenado pela autarquia federal, que tem como objetivo promover noções de Educação Financeira em escolas de todo o país. O intuito é inserir no currículo escolar conceitos básicos de economia e finanças, visando a educação financeira dos alunos, promovendo a aprendizagem do uso consciente do crédito, a redução da inadimplência, a diminuição do endividamento excessivo dos cidadãos, a formação de poupança, entre outros benefícios.
A ideia é que a abordagem em relação à Educação Financeira se dê de forma transversal, integrando a temática, até então inédita na Educação Básica brasileira, ao processo de ensino e aprendizagem de Matemática e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Além da previsão trazida pela base nacional curricular, o Banco Central justifica o programa com base nos baixos níveis gerais de letramento financeiro da população brasileira. É preciso, portanto, que o Poder Público se dedique a políticas que procurem solucionar tal problema. Para o secretário estadual da Educação e do Esporte, Renato Feder, o conteúdo vai ser de extrema valia para os estudantes paranaenses.
“A educação financeira garante maior autonomia e segurança financeira lá no futuro. Conhecer conceitos básicos de economia, finanças, de como administrar o dinheiro – são conhecimentos fundamentais para qualquer trabalhador ou empreendedor. Queremos dar essa oportunidade aos nosso estudantes”, afirmou.
Empreendedorismo
Também com o objetivo de contemplar as competências previstas na Base Nacional Comum Curricular, que são um conjunto de aprendizagens e competências que todos os estudantes devem desenvolver em sua trajetória escolar, a Secretaria da Educação vai ofertar, também a partir de 2020, aulas de Empreendedorismo aos estudantes do Estado. Serão contemplados estudantes de 47 escolas.
A ementa prevê educação empreendedora, ética profissional, trabalho em equipe e cooperativismo, característica marcante do Estado. Com carga horária de duas horas semanais, a matéria buscará desenvolver nos jovens as noções de protagonismo e autonomia.
Neste primeiro momento, a disciplina será ministrada a alunos do 6° ao 9° ano de instituições de Ensino Fundamental Integral, que já possuem carga horária ampliada – são 45 aulas por semana em vez de 25, como nos demais colégios. (Com AEN)
A direção da APP-Sindicato informa que professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná entraram em greve nesta segunda dia 02, por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia no dia 22 de novembro e confirmada nesta manhã pelo presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, em entrevista ao Jornal da Banda B.
“Começamos greve nas escolas estaduais a partir de hoje e estamos cobrando reuniões com o governo Ratinho Junior ainda nesta segunda-feira. É muito difícil faze ruma greve no mês de dezembro, mas, sem diálogo, não houve outra alternativa. O governo Ratinho Junior enviou a proposta de reforma da previdência estadual para a Assembleia sem diálogo algum, sem nenhum debate. Um projeto que traz enormes prejuízos para servidores na ativa e também aposentados”, disse Leão.
Além da questão previdenciária, Leão aponta também as condições de trabalho como motivo da greve. O presidente da APP-Sindicato destaca o descontentamento da categoria com relação às distribuições das aulas. “É preciso reorganizar o processo educacional do Paraná. Este ano letivo foi desastroso”, ressalta.
Ato na terça-feira
Para esta terça-feira (3), está programado um grande ato do funcionalismo da educação a partir das 9h, com concentração na Praça do Homem e da Mulher Nu(a) (19 de dezembro). Já às 16h, após a mobilização, a categoria se reúne em uma assembleia, em frente ao Palácio Iguaçu, para avaliar os próximos passos do Sindicato.
Segundo a APP, com o modelo de Ratinho, os(as) servidores(as) que já sofrem com salário defasado, sofreram uma grande perda . Com o aumento da alíquota de 11% para 14%, o funcionalismo perde 3% de salário. Assim serão 3% de defasagem contra 2% do reajuste. No final, as categorias perdem 1% de poder de compra. Isso inclui os já aposentados, que pagarão 14% sobre o que passar de dois salários mínimos. A proposta de Ratinho também estabelece contribuição de 14% sobre valores de aposentadoria que forem maiores que dois salários mínimos nacional. Hoje a contribuição é de 11% sobre o que excede o teto do INSS.
Outro lado
A Banda B procurou a assessoria da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte e aguarda um posicionamento sobre a greve.
A orientação aos pais é que busquem informações na escolas dos filhos para saber se haverá aula ou não a partir desta segunda-feira. (Com Banda B)
Para reforçar o policiamento para as compras de final de ano, a Polícia Militar do Paraná lança, nesta segunda dia 02, a Operação Natal 2019. O lançamento acontecerá às 9h30 na Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba. Serão desenvolvidas diversas ações e operações em Curitiba, Região Metropolitana (RMC) e no Interior do Estado, concentrando o efetivo nos principais locais de circulação de pessoas, como as áreas comerciais centrais e dos bairros, além dos locais de riscos.
A Operação Natal acontecerá até o dia 24 de dezembro. Para o reforço será empregado o efetivo do serviço administrativo, além do policiamento já existente.
O policiamento será aplicado em períodos específicos. Em Curitiba os batalhões atuarão em suas respectivas áreas com o apoio do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), do Regimento de Polícia Montada (RPMon) e da Companhia de Eventos.
Capital — Em Curitiba, a operação será conjunta entre a Guarda Municipal de Curitiba e a Polícia Militar. O lançamento da operação será em frente às escadarias de acesso da Rua da Cidadania da Matriz (no lado da Rua 24 de Maio).
Durante a Operação Natal, os 189 novos guardas municipais, que participam do estágio supervisionado, estarão nas ruas para reforçar as rondas.
A Operação Natal em Curitiba será feita de hoje até o dia 6 de janeiro na região central da cidade e nos bairros onde há grande concentração de comércio e que recebem os eventos natalinos da Prefeitura.
No fim de ano, com o comércio aberto até mais tarde, grande circulação de pessoas e dinheiro, é um atrativo para pessoas mal intencionadas. Além do reforço na segurança, a operação recomenda que os consumidores tenham atenção redobrada. (Com Bem Paraná)
No último dia 20, uma inesperada ocorrência abalou o Brasil. Um dos maiores nomes da televisão brasileira, o apresentador Gugu Liberato sofreu uma queda de uma altura de cerca de quatro metros no sótão de sua casa em Orlando, na Flórida (EUA), e acabou morrendo após bater a cabeça. O que você talvez não saiba, porém, é que ocorrências assim estão se tornando cada vez mais comuns.
Segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, entre os anos 2000 e 2017 foi registrado um aumento de 258% nas mortes decorrentes de queda no Paraná. No último ano do milênio passado haviam sido notificadas 355 mortes nesse tipo de situação. Já em 2017, último ano com dados públicos, foram 1.271 óbitos, sendo que desde 2005 o número de mortes tem aumentado.
Para se ter noção do que esse aumento representa, hoje as quedas fatais já são o terceiro maior fator de mortes por causas externas no estado. Em 2000 as mortes relacionadas a quedas representavam 5,2% do total de óbitos por causas externas, que foram 6.812 naquele ano. A título de esclarecimento, as mortes por causas externas são aquelas em que o falecimento independe do que acontece ao organismo humano. Já em 2017, quando foram registradas 8.603 mortes por causas externas, as ocorrências envolvendo quedas responderam por 14,8% dos falecimentos.
Além das mortes por queda, estão inclusos na categoria de mortes por causas externas os óbitos em acidentes de trânsito (que tiveram variação de -0,2% no Paraná entre 2000 e 2017), os casos de suicídios (que cresceram 32,1% no período) e as mortes decorrentes de agressões (os homicídios, que tiveram alta de 49,7%).
Mas, afinal, quais os fatores que explicam tão expressivo crescimento para as ocorrências de quedas fatais?
Um deles é o aumento da expectativa de vida. Segundo dados do IBGE, apenas entre 2014 e 2018 os paranaenses ‘ganharam’ mais um ano e dois meses de vida, com a esperança de vida ao nascer crescendo de 76,5 anos para 77,7 anos.
Outro ponto a ser destacado é que cada vez mais pessoas chegam à terceira idade com alta porcentagem de comorbidade, o queacaba por fragilizar os idosos e também por alterar o sistema de controle postural (que inclui os sistemas visual, neurológico e muscular). E como esses idosos são frágeis, as consequências de uma queda também acabam sendo mais graves.
Escorregões e tropeços são os que mais matam
O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) também nos permite descobrir quais os tipos de quedas que mais provocam mortes no Paraná. E no período analisado, curiosamente, foram as quedas de mesmo nível (escorregões, tropeços e passo em falso) que mais provocaram fatalidades: 3.082, o equivalente a 22,62% do total. Na segunda colocação aparecem as ocorrênmcias de queda de ou para fora de edifícios (937, ou 6,88%), seguido ainda pelas quedas de leito (302, ou 2,22%).
Já com relação à faixa etária, são justamente os idosos os que mais sofrem com esse tipo de situação. Dentre todas as mortes por queda registradas entre 2000 e 2017, 41,66% dos casos a vítima tinha 80 anos ou mais, em 19,02% entre 70 e 79 anos, eem 10,57% tinham de 60 a 69 anos. Ou seja, dos 13.624 casos registrados no período, em 9.707 a vítima tinha 60 anos ou mais. Os dados ainda mostram que, quanto mais idade a pessoa tiver, maior é o risco de vir a sofrer uma queda fatal.
Mortes decorrentes de quedas no PR
2017 1.271
2016 1.215
2015 1.076
2014 1.022
2013 917
2012 873
2011 823
2010 797
2009 703
2008 715
2007 713
2006 605
2005 576
2004 596
2003 499
2002 461
2001 407
2000 355
TOTAL 13.624 (Com Bem Paraná)
Entre 29 de novembro e 23 de dezembro o Governo do Estado vai injetar quase R$ 6 bilhões na economia paranaense. O valor se refere somente à folha de pagamentos dos servidores públicos. Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior o décimo terceiro foi antecipado para o próximo dia 4 e os vencimentos de dezembro e o terço de férias para o dia 23. Nesta sexta-feira (29) foi depositado o salário de novembro.
Cada um das três folhas salariais que o Estado vai liberar nas próximas semanas é de R$ 1,83 bilhão, para pagamento de 300 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas. A gratificação de férias em dezembro atende principalmente o magistério estadual, maior quadro da administração pública do Paraná. "Esses recursos ajudam o servidor a organizar o final do ano e vão potencializar o comércio", destaca Ratinho Junior.
O governador ressalta que a antecipação dos pagamentos ocorre em razão do cuidado com as contas públicas. "Isso só acontece graças à organização financeira do Estado, que estamos levando de uma forma muito rígida", explicou o governador, lembrado os cortes feitos na estrutura do Estado ao longo de 2019 e também a redução nos gastos de custeio da máquina.
MOVIMENTO - A medida adotada pelo governo estadual foi bastante elogiada por diversas associações comerciais do Paraná por significar um incremento importante na economia, ajudando a gerar emprego e renda nas mais diversas regiões do Estado.
Presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), Douglas Fanchin Taques Fonseca, ressaltou que a iniciativa vai além de colaborar com o aumento no movimento de diversos setores, como o comercial e de serviços.
Para ele, significa uma ótima oportunidade também para os consumidores. "Com dinheiro no bolso podem fazer melhores negócios. Um estímulo muito importante que gera bons negócios para a cadeia econômica toda", disse.
Rodrigo Rosalem, diretor de planejamento e gestão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), reforçou o caráter social das antecipações dos pagamentos.
"Teremos um impacto muito interessante na economia, seja por um dinheiro a mais para fazer compras ou para pagar dívidas", explicou. "Lembrando que ao usar o dinheiro extra para pagar dívidas, o consumidor volta a ter crédito para poder comprar novamente", acrescentou.
FUNDAMENTAL - As associações de Maringá preveem que a iniciativa do governo estadual significará um Natal para o comércio melhor do que foi o ano passado. Estimativas apontam um aumento nas vendas na ordem de 2%.
"Há uma recuperação econômica em toda a região de Maringá, com um grande número na geração de empregos. Teremos maior giro e uma excelente perspectiva para o fim do ano", afirmou Michel Felippe Soares, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM).
"Essa ação do Governo do Estado é de fundamental importância. Não só pelo dinheiro direto, o ativo maior em circulação, mas por mostrar que a administração do Paraná está sendo muito bem feita", completou José Roberto Mattos, presidente do Conselho de Desenvolvimento de Maringá (Codem).
PREÇO MENOR - Presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio José Geara, lembrou de outra ação tomada pelo Governo do Estado que também terá influência direta no comércio paranaense.
Segundo ele, a mudança no sistema de tributação de mais de 60 mil itens alimentícios com a retirada da Substituição Tributária e da consequente cobrança antecipada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) terá reflexo na diminuição do preço de uma série de produtos alimentícios.
"A produção e comercialização de alimentos terá um impacto muito grande no Paraná, não tenho dúvida. A mesa do paranaense será mais farta neste fim de ano", disse Geara. Dados da ACP indicam crescimento da economia do Estado no período na ordem de 2,8%.
Pesquisa aponta prioridades do paranaense para o 13º salário
Pesquisa elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) aponta que a principal destinação do 13º salário pelos paranaenses será para quitar dívidas: 29,3% dos entrevistados utilizarão o abono anual para saldar seus débitos. Essa parcela é menor do que no ano passado (33,3%).
Para mais de 28% dos entrevistados o recurso extra será utilizado para compras (14,7%) e viagens (13,7%). Outra parte considerável de paranaenses (23,7%) planeja utilizar o dinheiro adicional para fazer uma reserva financeira. Por fim, 5,7% afirmam que vão utilizar a gratificação para o pagamento de impostos e taxas.
Os que não sabem ou não responderam somam 14,3% e os que não estão empregados e, portanto, não terão direito ao 13º salário, correspondem a 10,7% dos entrevistados. (Com AEN)








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