O Secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, reforça a felicidade que sentiu com o momento de entregar as premiações. “Fiquei muito feliz, que este mês, três entidades que foram sorteadas são parceiras da nossa secretaria e tem as atividades legalmente cadastradas”, disse ele.
Leprevost conta ainda que deu a notícia por telefone para a Amena. “Foi uma festa, vocês tinham que ouvir a emoção que elas ficaram na hora que receberam a informação que iriam receber um chque de 200 mil reais”, afirmou o secretário.
A Agepaz irá receber o valor de R$ 120 mil, enquanto o Lar de Idosos São Vicente de Paulo foi premiado com R$ 80 mil.
Sílvia Sasaki, presidente da associação agentes da paz, de Paranavaí, explica que o dinheiro vai ajudar na construção da nova sede. “A gente tem um projeto de construção da nova sede e esse dinheiro veio nos ajudar a finalizar essa obra. Agradecemos muito a doação de todos, porque foi graças a colaboração de todos que conseguimos participar dessa premiação”, disse Sasaki.
Outra que reforçou a importância da premiação foi Jovina Lipinski de Lima, presidente da Escola Alternativa de Curitiba. “Veio em uma hora muito boa para nós, pois vai nos dar uma estabilidade e possibilitar um melhor investimento nos alunos”, comemorou a presidente da instituição.
Programa
O programa Nota Paraná devolve 30% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) recolhido pela Receita Estadual ao consumidor que pede nota fiscal no comércio. O contribuinte acumula créditos, que pode resgatar ou usar no pagamento do IPVA, e ainda concorre a prêmios em dinheiro.
Por outro lado, a nota fiscal é a garantia do recolhimento do imposto ao Estado e da consequente aplicação dos recursos em saúde, educação e no bem-estar da população.
Cadastro
Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal. (Com Banda B)
Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, com apoio do Ministério da Saúde, começam a realizar, neste mês de agosto, a execução de um cronograma de ações para intensificar a vigilância e a vacinação contra a febre amarela na Região Sul. A medida é preventiva e busca sensibilizar as equipes de vigilância, e vacinar a população a partir dos 9 meses de idade.
O objetivo é que os municípios façam busca ativa de pessoas não vacinadas antes do período de maior incidência da doença, que ocorre de dezembro a maio. Além disso, o Ministério da Saúde pretende, junto com estados e municípios, fortalecer a vigilância de primatas não humanos (macacos).
As ações de vacinação irão ocorrer entre os meses de agosto a dezembro nos três estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Também integra o cronograma de ações a organização da rede assistencial, os protocolos de manejo clínico e a investigação epidemiológica em áreas estratégicas.
De acordo com o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Rodrigo Fabiano do Carmo Said, a ação é tripartite, envolvendo a pasta, a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná e os munícios da Região Sul. “Desde fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde vem promovendo capacitações com os estados da Região Sul. A partir desse trabalho, foram detectadas epizootias (morte em macacos), o que ascendeu alerta à necessidade de intensificação, até novembro e dezembro, das ações de vacinação no Sul. Precisamos aumentar as nossas coberturas vacinais”, explicou Rodrigo Said.
A estratégia de vacinação, na Região Sul, terá a ampliação da faixa etária do público-alvo a ser vacinado. A recomendação é que a vacinação se estenda às pessoas acima de 60 anos, uma vez que estão em locais com evidências de circulação viral (epizootia, casos humanos ou vetor infectado). Neste caso, caberá aos serviços de saúde avaliarem o risco/benefício da vacinação para esse público. Para as pessoas que viajam para áreas onde a vacina é recomendada, a orientação é tomar a dose pelo menos 10 dias antes da viagem.
Neste ano, o Governo Federal já enviou 9,9 milhões de doses da vacina contra a febre amarela para todo o país. Desse total, 5,9 milhões de doses foram destinadas à Região Sul. A vacina faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e está disponível nos mais de 37 mil postos de vacinação do país.
Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), respaldada por estudos que asseguram que uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida.
VIGILÂNCIA
A detecção da circulação do vírus na Região Sul ocorreu no início deste ano, no Paraná, no mês de janeiro; em Santa Catarina, em março. Em 2019, até o dia 31 de maio, foram confirmados 85 casos e 15 óbitos pela doença no país, sendo 14 casos e 3 óbitos na Região Sul. A maior parte dos infectados são jovens adultos do sexo masculino, que moram ou trabalham em áreas rurais.
A partir dos casos, em humanos e em primatas não humanos, e da previsão das prováveis rotas de dispersão do vírus em 2019/2020, o Ministério da Saúde juntamente com estados e municípios alinharam estratégias para orientar as ações de vigilância, e ampliar a cobertura vacinal na região.
O Informe Semanal da Influenza divulgado pela Secretaria da Saúde do Paraná nesta quarta dia 14, confirma mais uma morte pela doença no Estado, no município de Astorga, pertencente à Regional de Saúde de Maringá. O boletim totaliza 95 mortes confirmadas desde o início de janeiro até esta terça dia 13.
O monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza aponta 510 casos confirmados, 11 a mais desde o último informe, na semana passada. Os novos casos foram registrados nos municípios de Almirante Tamandaré (1), Astorga (1), Curitiba (2), Curiúva (1), Lapa (1), Maringá (2), Paranaguá (1), Piraí do Sul (1) e Umuarama (1).
Segundo a Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, três dos nove municípios com novos casos ainda não tinham nenhuma confirmação da doença, o que indica que as medidas de prevenção devem ser reforçadas em todo o Estado.
Cuidados
Medidas simples podem prevenir a contaminação, como higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir; evitar tocar os olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter os ambientes bem arejados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença; evitar aglomerações e ambientes fechados; adotar hábitos saudáveis como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
“Embora a maioria dos casos geralmente envolva idosos e pessoas portadoras de outras doenças, vale ressaltar que ninguém deve deixar de realizar as medidas preventivas, tendo ou não sido vacinado, e caso apresente os sintomas, indicamos que procure uma unidade básica de saúde para iniciar tratamento, de preferência nas primeiras 48 horas”, orienta o chefe da divisão, Renato Lopes.
Sintomas
A população deve ficar alerta ao aparecimento súbito de calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga e rouquidão, entre outros. (Com Bem Paraná)
A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou na semana passada o Supermercado Condor a indenizar um cliente que, por duas vezes, escorregou e caiu no chão do estabelecimento durante as compras. O caso ocorreu em agosto de 2017, na cidade de Londrina, no interior do Estado. O autor da ação – pessoa com uma deficiência que limita os movimentos da perna esquerda – sofreu as quedas em um local molhado que passava por limpeza.
Segundo o cliente, as placas capazes de indicar o perigo aos consumidores que circulavam pelo lugar não foram utilizadas pelos funcionários do mercado. Em decorrência dos acidentes, o homem foi diagnosticado com uma luxação no joelho direito e precisou ficar em repouso absoluto por quatro dias. Devido ao constrangimento, ele procurou a Justiça e pediu mais de R$ 70 mil de compensação a título de danos morais.
Em 1º grau, o pedido de indenização foi negado, pois o magistrado considerou que o cliente não provou a ausência de sinalização de “piso molhado” ou “piso escorregadio”. O autor recorreu ao TJPR e pediu a reforma da sentença.
Negligência
Ao apreciar o caso, a 8ª Câmara Cível do TJPR, por unanimidade, condenou o supermercado a pagar R$ 7 mil de indenização ao cliente – o valor inicialmente pleiteado foi considerado excessivo diante das circunstâncias. “Uma queda em local público, por si só, já é uma situação vexatória, ainda mais quando ocorre por negligência do estabelecimento na limpeza do local, o que configura o dever de indenizar o dano moral suportado pelo consumidor, pelo que o valor referido respeitará as condições econômicas das partes envolvidas, as condições pessoais do ofendido, a gravidade da lesão, a repercussão do dano e a culpa do agente”, destacou a decisão.
Além disso, o Desembargador Relator observou que o estabelecimento (não o cliente) deveria ter comprovado a correta sinalização do local de limpeza. O acórdão salientou que o supermercado “não logrou êxito satisfatório em comprovar a colocação das placas de advertência quanto ao piso molhado, sendo que facilmente teria confirmado tal tese com vídeos das câmeras de segurança, por exemplo, ou o depoimento de outros clientes do estabelecimento, o que não o fez, deixando de cumprir com o ônus que lhe fora atribuído em razão da inversão do ônus probatório”. (Com Bem Paraná)
A Justiça Federal do Paraná acolheu pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF) e determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros no valor de até R$ 20 milhões do ex-governador Beto Richa (PSDB).
Outras seis pessoas investigadas na operação Piloto, que apura suspeitas de fraude em uma licitação para a duplicação da PR-323, no Noroeste do Estado também tiveram parte de seus bens bloqueados: o irmão do ex-governador, e ex-secretário de Estado da Infraestrutura, José 'Pepe' Richa Filho; o primo do tucano, Luiz Abi Antoun; o contador da família, Dirceu Pupo; Rafael Gluck e José Maria Ribas Mueller.
Richa e os demais envolvidos foram denunciados pela Lava Jato em 5 de junho, pela praticados crimes de corrupção ativa e passiva, fraude licitatória e lavagem de dinheiro. O despacho também prevê a indisponibilidade de bens imóveis e de veículos e o sequestro de parte de imóvel citado no esquema de corrupção. As mesmas medidas, com valores proporcionais, foram aplicadas aos outros réus. (Com Bem Paraná)
Acordo assinado nesta terça dia 13, entre o governador Ratinho Junior (PSD) e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, prevê que o Paraná terá concessões de pedágio em mais seis rodovias que cortam o Estado.
De acordo com o documento, além dos pedágios já existentes nos 2,5 mil quilômetros do chamado Anel de Integração, a União deve leiloar concessões para a cobrança do serviço em mais três estradas estaduais: a PR-092 (Norte Pioneiro), a PR-323 (Noroeste) e a PR-280 (Sudoeste). Além disso, o futuro leilão também deve abranger novos trechos paranaenses de rodovias federais nas BRs 163, 153 e 476.
As atuais concessões se encerram em 2021. O acordo foi fechado no momento em que as concessionárias estão sob investigação da operação Lava Jato sob a acusação de encabeçarem um esquema de pagamento de propina a políticos e agentes públicos em troca do aumento de tarifas e cancelamento de obras. Na segunda-feira, a Ecorodovias – que controla a Ecovia e a Ecocataratas – fecho compromisso com a Lava Jato para pagar R$ 400 milhões em compensação pelo esquema, com redução de 30% das tarifas em seis praças de cobrança na BR-277. Em março, a Rodonorte já havia fechado acordo semelhante, prevendo compensação de R$ 750 milhões, também com redução de 30% das tarifas nos trechos operados pela concessionária nas BRs 277, 376, 373, da PRC 373 e da PR-151.
Ao todo, serão licitados pela União 4,1 mil quilômetros de estradas estaduais e federais até 2021. Estado e governo federal vão formar um grupo de trabalho para definir o modelo de concessão. “Possivelmente será o maior lote de concessões do Brasil”, afirmou Ratinho Junior. “Vamos criar uma modelagem que atenda o desenvolvimento do Paraná, atenda a população com tarifas justas e obras e, acima de tudo, com muita transparência”, disse o governador. Segundo ele, o objetivo do Estado é uma “forte” redução no valor das tarifas e a execução de obras de duplicação e implantação de contornos nas principais cidades paranaenses.
O ministro Tarcísio de Freitas lembrou que os atuais contratos de concessão de rodovias no Paraná são da década de 1990 e trazem grandes transtornos ao desenvolvimento do Estado . “Hoje, o usuário paga uma tarifa muito alta e não percebe porque está pagando aquele valor”, analisou. “Os brasileiros e paranaenses podem esperar melhores contratos, mais investimentos e tarifas mais baixas”.
Inventário
Secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex explica que a União já contratou uma empresa para fazer os levantamentos dos 4,1 mil quilômetros de rodovias que serão concedidas. O custo destes estudos é de R$ 60 milhões. Somente após esse inventário é que os editais serão formalizados. (Com Bem Paraná)








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