Trinta pessoas foram presas durante a Operação Litoral Seguro deflagrada pela Polícia Militar, na manhã de quinta dia 05, em Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá, Colombo e Araucária, para desarticular três quadrilhas envolvidas em tráfico de drogas e homicídios no Litoral do estado. A ação faz parte da Operação Verão 2019/2020.
De acordo com a PM, a investigação durou quase um ano e contou com o apoio do Ministério Público de Pontal do Paraná. "Fizemos essa ação para que a gente possa minimizar ao máximo os efeitos da criminalidade ao cidadão de bem. Sabemos que o tráfico de drogas alimenta outros crimes como furtos, roubos e até mesmo os mais graves, como explosão de caixas eletrônicos", explicou o subcomandante do 6º CRPM (Comando Regional de Polícia Militar), coronel Sérgio Augusto Ramos.
No decorrer das investigações, a PM apurou que o centro de atuação dos grupos criminosos era em Pontal do Paraná, nos balneários de Praia de Leste, Primavera, Shangri-lá e Pontal do Sul. Dali, os suspeitos mantinham integrantes em Araucária e Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Nesse período, quatro pessoas foram presas e um fuzil de calibre 7,62 e 50 munições do mesmo calibre apreendidos.
Durante a operação, foram cumpridos 20 mandados de prisão, além de 10 prisões em flagrante. Ainda foram apreendidos 700 gramas de maconha, de 200 gramas de crack e 18 munições de vários calibres. Os integrantes destas quadrilhas responderão por crimes com tráfico de drogas, posse e porte ilegal de arma, receptação, falsidade ideológica, dentre outros.
Por Assessoria
Com objetivo de preservar as testemunhas do caso Daniel Corrêa Freitas, o MP-PR (Ministério Público do Paraná) se posicionou contra a liberdade de Edison Brittes Junior. No posicionamento, protocolado na quinta-feira (5), o promotor Marco Aurélio Oliveira São Leão diz que é necessário garantir que as testemunhas continuem colaborando com a Justiça.
Na segunda-feira (2), a defesa afirmou que o momento é "oportuno" para a conversão da prisão de Edison, réu confesso pela morte do jogador. Ele responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coação de testemunhas.
É justamente com relação às coações no curso do processo que o MP-PR se posiciona. "Recorde-se que a vulnerabilidade das testemunhas e ora vítimas, facilmente identificáveis e localizáveis pelo requerente é acentuada, devendo ser assegurada as condições necessárias para que aquelas possam novamente colaborar com a Justiça ao comparecerem no Tribunal do Júri para declinarem a versão real dos fatos", alega o promotor São Leão.
Para o advogado Claudio Dalledone, porém, Brittes já preenche os requisitos para responder ao processo em liberdade. "Pode ser o monitoramento eletrônico dele, pode ser a restrição total de saída de casa, uma vez que o processo está maduro para isso. Ele preenche requisitos objetivos e subjetivos para responder em liberdade e enxergamos que esse é o momento", explicou.
Caso o pedido seja negado pela juíza Luciani Regina Martins de Paula, Dalledone promete recorrer ao TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná) para que Brittes ganhe o direito de responder ao processo em liberdade, assim como os demais réus do caso.
DENÚNCIA
Segundo a denúncia do MP-PR, Daniel participava das comemorações de aniversário da filha de Edison, Allana Brittes, que havia completado 18 anos. Após passar a noite em uma casa noturna do Bairro Batel, em Curitiba, Daniel foi convidado para um "after"na casa da família Brittes, onde o crime aconteceu.
Edison Brittes confessa a morte de Daniel e afirma que tomou a medida extrema após encontrar Daniel na cama com Cristiana. O jogador então foi brutalmente espancado e levado no porta-malas de um Veloster até a Colônia Mergulhão, onde foi morto com um corte no pescoço e o pênis decepado.
Edison, Cristiana Brittes e Allana foram apontados como principais responsáveis pelo crime, com David William Vollero Silva, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King e Evellyn Perusso sendo posteriormente indiciados e denunciados por envolvimento na morte. Atualmente, o processo aguarda a decisão de pronúncia, que pode levar os sete réus a júri popular, mas por diferentes crimes. (Com Banda B)
No início da tarde desta quinta dia 05, um incêndio destruiu duas residências na rua Vereador Oswaldo Camilo Mendes próximo a Escola Total no Bairro Xarquinho em Guarapuava.
De acordo com o Corpo de Bombeiros não há vítimas.
O incêndio começou por volta das 14h22min e os bombeiros ainda seguem no local.
O fogo que tomou duas casas já foi controlado. Outras duas residências próximas poderiam ser atingidas pelas chamas, caso o incêndio não fosse combatido com rapidez.
Ainda conforme o Corpo de Bombeiros de Guarapuava ainda não há informações de quais seriam as causas do incêndio.(Com RSN).
A formatura que marca os 50 anos de existência do 6º Batalhão de Polícia Militar de Cascavel foi realizada, nesta manhã de quinta dia 05.
Autoridades civis e militares prestigiaram a cerimônia que, neste ano, contou com a participação da Banda de Música da PMPR.
Antes da formatura militar, houve a inauguração de uma estátua de um soldado PM alado, que simboliza o heroísmo do profissional, com os dizeres “Sentinela do Oeste, protetor da sociedade paranaense”.
Dentro da programação em comemoração ao cinquentenário da instituição em Cascavel, amanhã haverá competição de tiro com profissionais da imprensa, e no sábado, o encerramento dos eventos, culminando com um jantar de gala dos policiais militares.
A concentração da tropa da PM foi feita no pátio principal do quartel do 6º BPM. (Com CGN)
No evento militares foram congratulados com medalhas pelo ótimo serviço prestado a sociedade.
A Receita Federal autorizou o funcionamento da primeira loja franca de Foz do Iguaçu. O ato foi assinado por Luiz Bernardi, superintendente da Receita Federal da 9ª Região Fiscal, que abrange Paraná e Santa Catarina, e publicado na quinta dia 05, no Diário Oficial da União.
A Sky Duty Free torna-se, assim, a primeira loja franca do município e terá cota de compras mensal de 300 dólares, para brasileiros em viagens a cidades gêmeas de fronteira, incluindo a população local. A previsão é que abra as portas ainda neste mês.
"Foz do Iguaçu sai mais uma vez na frente, e se torna referência nesse novo modelo de negócio no país. As lojas francas serão mais uma atração para os turistas que conhecem nosso destino e, claro, movimentarão ainda mais a economia da região trinacional", afirma o prefeito Chico Brasileiro.
US$ 800 dólares em compras
Somando-se à cota de compras de quem atravessa a fronteira terrestre, que é de US$500 dólares a partir de janeiro, um turista brasileiro, em viagem a Foz do Iguaçu, poderá levar até US$ 800 dólares em compras, uma vez por mês.
"Lojas francas em território brasileiro e aumento da cota de compras no exterior abrem uma nova perspectiva de desenvolvimento, tanto para o comércio como para o turismo de Foz do Iguaçu e região trinacional", afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.
Moradores de Foz do Iguaçu também poderão fazer compras nas lojas francas de Foz do Iguaçu e no comércio de Ciudad del Este e Puerto Iguazú. Outra loja que aguarda autorização de funcionamento da Receita Federal em Foz é a Duty Free Américas.
As lojas francas possuem permissão para comercializar no Brasil bebidas alcoólicas, perfumes, relógios, óculos de sol, artigos de viagem, tabaco, acessórios em geral e até eletrodomésticos. Até o momento só haviam duas lojas francas em operação no país, localizadas na fronteira do Rio Grande do Sul.
Economia forte
"A abertura das chamadas free shops mostra que o governo Bolsonaro tem interesse em ampliar o turismo nas cidades de fronteira. No caso de Foz do Iguaçu, onde Itaipu está investindo em obras estruturantes, como a Ponte da Integração e a nova pista do aeroporto, a abertura de free shops será um incentivo a mais para visitantes do Brasil e dos países vizinhos. Precisamos dinamizar a economia e o turismo, que em Foz são quase sinônimos", afirmou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, General Joaquim Silva e Luna.
"Oportunidade a mais para que turistas e moradores da cidade e da região possam ter acesso a produtos nacionais e importados, estimulando a economia e o desenvolvimento de nosso destino. A autorização para que a loja franca passe a operar é mais uma grande notícia para Foz do Iguaçu, que está vivendo um momento em que a cada dia temos uma surpresa boa", avaliou Carlos Silva, presidente do Comtur.
Destino completo
"Com os free shops em funcionamento e, talvez em um futuro próximo, com a liberação dos cassinos, caminhamos para que Foz do Iguaçu seja o destino turístico mais completo de atrativos da América do Sul", acredita Enio Eidt, presidente do Fundo Iguaçu.
Por Assessoria
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 36,9 milhões de carteiras de cigarro no Paraná de janeiro a novembro deste ano. O resultado obtido em 11 meses já representa o dobro do registrado durante todo o ano de 2018, quando 18,4 milhões de carteiras foram apreendidas pela PRF no estado.
O balanço parcial divulgado nesta quinta-feira (5) coloca 2019 como o ano em que a PRF mais apreendeu cigarros desde o início da série histórica, em 2010 [veja tabela abaixo]. Até então, o maior volume havia sido verificado em 2013, quando 31,1 milhões de carteiras foram apreendidas.
Desde 2010 até hoje, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 199,3 milhões de carteiras de cigarro no Paraná. Todo esse montante acumulado equivale a R$ 996,5 milhões. O valor de referência de cada carteira de cigarro é R$ 5 - preço mínimo regulamentado para uma carteira ou maço com 20 cigarros.
O Paraná é o estado brasileiro onde a Polícia Rodoviária Federal mais apreende cigarros contrabandeados do Paraguai.
A cada cinco carros ou caminhões apreendidos pela PRF com cigarro, ao menos um é produto de roubo ou furto. Além de alimentar uma cadeia de crimes associados, o contrabando provoca uma evasão fiscal bilionária, uma vez que cerca de 80% do preço do cigarro comercializado legalmente no país corresponde a tributos.
O contrabando afeta ainda a saúde pública, por ofertar à população produtos nocivos a preços inferiores aos de mercado, sem qualquer tipo de controle sanitário e sem as advertências obrigatórias nas embalagens. E acaba por constituir uma atividade rentável para o crime organizado.
Quem tiver qualquer informação sobre veículos suspeitos de transportar cargas ilícitas em rodovias federais pode ligar para o telefone 191 da PRF, inclusive de forma anônima. O crime de contrabando tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão.
Por Assessoria






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