Mesmo com a queda na arrecadação de ICMS, que já chega a R$ 1,6 bilhão em comparação com o mesmo período de 2019, o Governo do Paraná está direcionando investimentos em ações de prevenção e combate ao coronavírus. Desde março, R$ 399,9 milhões foram empenhados e R$ 172,5 milhões liquidados.
Os registros são do Novo SIAF (Sistema Integrado de Finanças Públicas do Estado do Paraná) e estão ratificados pelo Fundo Estadual de Saúde (FunSaúde), conforme consolidação da Contabilidade Geral do Estado até o dia 21 de junho. Os valores utilizados se referem aos aportes realizados pelos Três Poderes para enfrentamento da pandemia.
A maior parte dos recursos se refere a investimentos feitos com recursos do próprio Fundo Estadual de Saúde do Paraná (R$ 173,2 milhões), especialmente no reforço e ampliação da rede pública de atendimento hospitalar contra o coronavírus.
Apenas na contratação de serviços profissionais foram aplicados quase R$ 75 milhões. Para a aquisição de materiais e aparelhos farmacológicos, laboratoriais, químicos e hospitalares foram destinados R$ 49,2 milhões. Entre outras ações, os aportes serviram para ampliar a oferta de UTIs em todas as regiões do estado.
SOCIAL - A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento foi responsável pela execução de R$ 101,2 milhões, uma vez que transitou pelo orçamento da pasta os valores utilizados pelo Governo do Estado para distribuir os créditos das duas primeiras parcelas do Cartão Comida Boa.
Em seguida vem a área da educação. O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) investiu R$ 34,7 milhões, e a Secretaria de Estado da Educação, R$ 24,5 milhões. A maior parte dos valores foram direcionadas para garantir a compra de produtos da merenda escolar, que segue sendo distribuída para famílias de estudantes.
As sete universidades estaduais (Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Estadual de Maringá, Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Paraná e Universidade Estadual do Norte do Paraná de Jacarezinho) juntas tiveram investimentos de R$ 4,7 milhões no período – o que inclui a aquisição de materiais e equipamentos para os hospitais universitários.
As contribuições a municípios foram de R$ 16,7 milhões – a maior parte proveniente do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). Também estão contabilizados os gastos de órgãos como Detran, Ceasa, Cohapar e outros para a aquisição de EPIs para servidores e atendimento ao público, como álcool gel e máscaras, durante a pandemia.
“Os dados inseridos no SIAF são de responsabilidade de cada órgão, mas em nome da transparência compilamos tudo em um único relatório e disponibilizamos no portal do Coronavírus no Paraná, de forma que os dados sejam acessíveis para toda a população”, explica o secretário da Fazenda Renê Garcia Junior.
“Os recursos têm sido aplicados com absoluto controle orçamentário e total transparência, o que colocou o Paraná entre os estados com a melhor transparência no enfrentamento à Covid-19, de acordo com a Transparência Internacional Brasil”, completa o secretário.
BOLSISTAS - As ações de enfrentamento ao coronavírus também incluem o programa de contratação de bolsistas, da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação Araucária. Foram abertas 1.064 vagas e o investimento soma R$ 8 milhões. Até o momento, 692 bolsistas foram contratados.
São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, estudantes de saúde e de outras áreas que atuam em unidades de saúde e hospitais, que integram as Regionais de Saúde, nas divisas do Estado, no serviço de teleatendimento, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e no Departamento Penitenciário do Estado (Depen). (Com AEN)
O Decreto 4.942/2020, assinado pelo governador Ratinho Jr. e que entrou em vigor nesta quarta (1º), foi alvo de debate da 8ª Assembleia Geral Ordinária da Amop de 2020, realizada por videoconferência. A reunião contou com a participação de 44 chefes do Executivo.
A medida do Governo do Estado restringe o funcionamento de atividades econômicas não essenciais, de lazer e de mobilidade de pessoas nas próximas duas semanas, com ênfase em regiões onde a pandemia de covid-19 encontra-se em situação mais grave, como é o caso do Oeste do Paraná.
O motivo é o agravamento dos casos confirmados de contaminação nos municípios que compõem a Macrorregião Oeste e a taxa de ocupação de leitos do SUS disponíveis para tratamento, tanto de enfermaria quanto de UTI. A entidade municipalista faz coro à preocupação do governo em reforçar as medidas de controle, para preservação da saúde, porém esclarece que o cumprimento de todas as orientações está sujeita à realidade de cada município.
“Existem situações distintas e cidades onde a situação encontra-se em graus distintos de gravidade, obviamente cidades maiores. Por isso, a visão regionalizada do coronavírus, em nosso entender, precisa levar em conta algumas particularidades e peculiaridades”, destaca o prefeito de Matelândia e presidente da Amop, Rineu Menoncin (Texeirinha).
Segundo ele, os prefeitos de cidades de menor porte, por exemplo, ressaltam que têm mantido políticas próprias de enfrentamento da pandemia, a maior parte com êxito. Isso não significa relaxamento da prevenção. “Pelo contrário, planos de contingenciamento têm sido instrumentalizados em favor de atitudes firmes que estão sendo adotadas”, diz.
O objetivo do pedido de revisão é o de amenizar o impacto econômico que a medida acarreta. “Não se trata de relaxar a fiscalização ou questionar as medidas do governo. Elas serão acatadas, pois todos concordam que é preciso conter o avanço da doença. Porém, queremos um debate maior sobre o conjunto de efeitos que o decreto traz”. Alem disso, deliberou se também de forma unânime em torno do pleito ser acompanhado do pedido de maiores investimentos e retoco do SUS no âmbito regional, com mais leitos de UTIs para garantir enfrentamento da demanda. “Todos estamos fazendo nosso sacrifício mas precisamos de mais UTIs pois o crescimento de casos no inverno é previsível”, destacou o Presidente Teixeirinha, enfatizando “que todos confiam na força do diálogo com o Governo, focado na construção de soluções, pois a preservação da saúde das pessoas e da economia é a finalidade pública prevalente que todos precisamos defender, de forma conjunta”. (Com AMOP).
Os testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus no Paraná serão aplicados em profissionais da saúde voluntários - público considerado mais exposto ao contágio.
O Hospital de Clínicas do Paraná (HC), que pertence a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fica em Curitiba, foi um dos doze centros escolhidos para testar a vacina. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1°).
Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários. Ainda não há informações de quantos voluntários receberão a vacina no Paraná.
CoronaVac
A vacina foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech e recebeu o nome de CoronaVac. O Instituto Butantan faz parte no desenvolvimento desta vacina - que é uma das mais de 130 que vêm sendo testadas no mundo -, e ficou responsável pela terceira etapa, a de estudo clínico.
Os responsáveis pelo desenvolvimento da vacina afirmam que ela é feita com uma versão do vírus inativo - em que não há a presença do vírus vivo - método que reduz riscos.
Segundo eles, é o mesmo princípio adotado na produção de vacinas contra a hepatite e alguns tipos de influenza.
"Nesse momento, na minha expectativa, é uma das vacinas mais promissoras do mundo. Nós vamos sair já com um acordo, havendo registro, de disponibilização para o Brasil, inicialmente, de 60 milhões de doses", disse o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Expectativa para agosto
Os protocolos definidos para os testes precisam ser aprovados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e por pesquisadores do HC.
Por conta da urgência, há um esforço para que tudo aconteça o mais rápido possível. A expectativa é de que os voluntários que forem selecionados passem a receber as doses da vacina em teste em agosto.
A infectologista Sônia Raboni vai conduzir todo o processo de testagem no HC.
Ela diz que um grupo de voluntários receberá duas doses da vacina e o outro receberá uma substância inócua, que não produz qualquer efeito no organismo - o que é costume em pesquisas sobre medicamentos.
"Esse voluntário que receber a vacina será acompanhado com intervalo de sete dias, por um período prolongado, que vai se estender por um período de seis meses", disse ela.
Conforme forem sendo colhidos, os resultados serão apresentados ao grupo que coordena o estudo.
"A gente busca uma resposta até o final do ano, com uma proposta de começar a vacinar a população em dezembro ou em janeiro, pelo menos em alguns grupos prioritários. Mas, tudo vai depender desse estudo, dessa fase três", explicou Sônia.
O HC foi o escolhido no Paraná por já participar de outros projetos com o Butantan.
Nova fase de testes
A nova fase de testes da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês, em parceria com o Instituto Butantan, é a chamada de número três de testes clínicos.
As primeiras duas avaliaram aspectos como segurança e a dosagem necessária para a eficácia e obtiveram resultados promissores, segundo os pesquisadores.
Além do Hospital de Clínicas, a vacina será testada por sete centros de São Paulo, pela Universidade de Brasília, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da Universidade Federal de Minas Gerais e também pelo Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. (Com G1)
O temporal de terça-feira atingiu 65 municípios paranaenses, conforme boletim da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil publicado às 18 horas desta quarta-feira (01). As informações do Interior continuam a chegar e os números sofrerão alteração.
O temporal com rajadas de vento de até 120 km/h e chuva de granizo afetou 13.952 pessoas, sendo que 279 ficaram desalojadas e 208 permanecem nesta situação. Há 19 desabrigadas. São registrados até agora 11 feridos. Foram danificadas 3.146 casas e cinco destruídas - uma delas em Wenceslau Braz, em consequência de deslizamentos, e quatro em Morretes. As equipes do Corpo de Bombeiros e dos núcleos municipais de Defesa Civil continuam fazendo os atendimentos.
"Os ventos tendem a diminuir gradualmente à medida que esse ciclone se dirija ao oceano, mas população deve acompanhar as informações meteorológicas e alertas da Defesa Civil, tomando sempre o cuidado de consultar as fontes oficiais", afirma o tenente Marcos Vidal, da Comunicação Social da Defesa Civil Estadual.
Ele também ressalta que as pessoas podem receber os alertas da Defesa Civil mandando uma mensagem de texto pelo celular (SMS) com o CEP de sua residência para o número 40199.
OCORRÊNCIAS:
Segundo o boletim da Defesa Civil, 11 pessoas ficaram feridas, uma em Santa Lúcia e nove em Ubiratã e uma em Piên. Em Nova Prata do Iguaçu, 200 residências foram danificadas, afetando 800 pessoas e deixando 80 desalojadas. Em Ubiratã, 300 casas foram danificadas. Há registro de 1,2 mil pessoas afetadas e 40 desalojadas. Em Cantagalo, foram 200 casas danificadas, 800 pessoas afetadas e sete desalojadas. Em Pontal do Paraná, no Litoral, a tempestade e vendaval afetaram 4.014 pessoas, sendo que dez ficaram desabrigadas e quatro desalojadas (nenhuma permanece). Em Morretes, 516 foram afetadas e 45 estão desalojadas. Além das quatro casas destruídas, ha 143 danificadas.
Em Foz do Iguaçu e em Nova Prata do Iguaçu, 100 imóveis foram danificados, afetando 800 e 400 pessoas em cada cidade, respectivamente, sendo que em Nova Prata 40 pessoas estão desalojadas. Também há pessoas desalojadas em General Carneiro (30), Contenda (7), Fazenda Rio Grande (4) e Pinhais (3).
ATINGIDOS
A lista de municípios atingidos inclui até agora Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Barbosa Ferraz, Bela Vista da Caroba, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Campo Mourão, Candói, Cantagalo, Cascavel, Clevelândia, Contenda, Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guarapuava, Irati, Lapa, Laranjeiras do Sul, Lidianópolis, Mandirituba, Manoel Ribas, Maringá, Matinhos, Missal, Moreira Sales, Morretes, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Paranaguá, Paula Freitas, Pérola do Oeste, Piên, Pinhais, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Prudentópolis, Quatro Barras, Rebouças, Reserva, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santa Lúcia, São Jorge do Ivaí, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Tibagi, Ubiratã, União da Vitória, Ventania e Wenceslau Braz. (Com AEN).
As equipes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) continuam acompanhando a nuvem de gafanhotos, que se encontram na região de Sauce, província de Corrientes. A ideia era realizar novas ações de combate aos insetos nesta quarta-feira, 30, porém o mau tempo na região não permitirá.
“Devido às condições climáticas, vento e chuva no local, suspendeu-se a aplicação programada para o dia de hoje, até que melhore, o que pode acontecer amanhã”, informou o órgão, no Twitter.
O clima vem dificultando o trabalho do Senasa. A nuvem chegou a ser perdida de vista na segunda-feira, 29. Porém, com ajuda da população, as equipes chegaram à parte dela na terça-feira, 30, em uma propriedade rural.
Brasil em alerta
Enquanto a chuva mantinha nesta terça os gafanhotos no chão, e impedia o seu combate, no Brasil a prontidão na fronteira com o Rio Grande do Sul era reforçada pela mudança de ventos em direção ao Brasil e Uruguai. Conforme o fiscal agropecuário Juliano Ritter, da Secretaria de Agricultura do estado, o vento passou a soprar no sentido sudoeste, com rajadas de 20 quilômetros por hora. “Bem em direção ao estado”. Segundo ele, a sorte para argentinos e brasileiros estava na temperatura mais baixa, que diminuiu a mobilidade dos gafanhotos.
No entanto, segundo o professor Mauricio Paulo Batistella Pasini, doutor em entomologia e pesquisador da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), o mau tempo, sozinho, não elimina os gafanhotos. “A chuva apenas impede a migração. Os gafanhotos ficam onde estão e voltam a migrar depois que a chuva passa. O que elimina os insetos é o frio. A partir de 5 ºC, já eliminaria alguns indivíduos. Mas, para o clima acabar com a nuvem, é preciso temperaturas abaixo de 0 ºC.”
Plano brasileiro de combate
O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) entregou ao Ministério da Agricultura um plano nacional permanente contra pragas de gafanhotos no Brasil. O material vinha sendo elaborado desde a última semana, a pedido do próprio ministério, e agora deve ser avaliado pelos técnicos da pasta para compor uma estratégia oficial definitiva.
“Agora o Mapa [Ministério da Agricultura] deverá avaliar e propor as alterações e acréscimos necessários ao texto preliminar do Sindag”, explica o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva. Um resumo do trabalho seve ser apresentado na quinta-feira, 2, pela manhã, durante a videoconferência do Sindag com suas coirmãs dos países vizinhos: a Federação Argentina de Câmaras Agroaéreas (Fearca) e a Associação Nacional de Empresas Aeroagrícolas Privadas do Uruguai (Anepa). O encontro terá a participação também de representantes do Ministério da Agricultura de cada país. (Com Canal Rural)
Nesta quarta dia 01 de junho a equipe de serviço realizava patrulhamento pela rodovia Estadual de prefixo PRC-467, quando na altura do km 111+800m, avistou uma caminhonete de cor azul, placas ABR-7364, parada no acostamento da rodovia, após consulta no sistema SESP/Intranet foi constatado que o referido veiculo era produto de furto na noite do dia 30/06/2020, conforme B.O. DRFV 04367/2020, sendo assim o veiculo foi recolhido por guincho particular e entregue na 15ª SDP de Cascavel para as medidas cabíveis.
O principal objetivo é o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e o contrabando.
Policiais Militares de todas as unidades do 5º CRPM atuam conjuntamente apoiados pelas unidades especializadas: BOPE, BPFRON, BPRV, BPAMB e BPMOA, somando esforços com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil, totalizando uma atuação diária de 650 policiais militares e 120 viaturas, distribuídos estrategicamente em 52 municípios do Oeste Paranaense. (Com PRE).
Disque Denúncia 181
POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ: SUA PROTEÇÃO É O NOSSO COMPROMISSO!.


























