Vendo essa fotos dá para entender por que Brunna Gonçalves, namorada de Ludmilla, chegou a chorar de ciúme ao assistir uma prévia do clipe da música “Do jeito que tu gosta”. Há duas semanas, Lud mostrou nos stories do Instagram a amada chorando após ver algumas cenas do novo vídeo: "Tem uma parte que não dá pra ver. Eu não tenho estrutura", disse Bru.
No vídeo, o clima esquenta entre a cantora e o funkeiro PK. “Fogo no parquinho”, definiu Lud diante desse novo trabalho, que será lançado na próxima sexta-feira.
Ao postar uma das imagens do clipe, Ludmilla viu os fãs lotarem de comentários seu Instagram dando razão a Brunna. “Agora entendi por que a Brunna chorou”, postou uma fã. “Entendi por que ela estava chorando de ciúme. Eu faria o mesmo”, disse outra.
PK, a voz do batidão “Quando a vontade bater”, seu primeiro sucesso, rebateu: “Vocês estão de brincadeira, galera? Já viram Brumila? Não tem nem como competir. Brunna rainha!”. (Com Extra)
Quase todo mundo adora encontrar uma Wi-Fi aberta e grátis para navegar. Hoje em dia se tornou obrigatório, de forma não oficial, ter uma rede de internet nos estabelecimentos. Não só para que o local opere normalmente, como para conforto dos clientes.
Mas, acessar redes Wi-Fi públicas pode ser perigoso; principalmente em aeroportos, bibliotecas, bares, e lugares aonde muitas pessoas transitam. Um hacker pode estar ali entre aquelas pessoas, roubando dados e informações como senhas, emails e cartões de crédito.
Um descuido e a vida de uma pessoa pode se transformar num pesadelo. Imagine ter as suas fotos pessoais roubadas, por exemplo.
O ataque tipo MITM, ou Man-In-The-Middle, é fácil de aplicar e muita gente nem sequer percebe que sofreu este golpe. O hacker cria uma rede Wi-Fi com o mesmo nome do local. Se a pessoa está na McDonalds por exemplo, pode ver uma rede disponível com o nome ´Wifi_McDonalds´, ou algo parecido.
Quando o usuário se conecta, toda a informação dele, incluindo dados bancários são interceptadas pelo hacker invasor. Alguns celulares, inclusive, já conectam automaticamente à primeira rede aberta que encontrar; é sempre mais seguro alterar esta opção na configuração do smartphone.
Como se proteger
Além de alterar a configuração do telefone para não conectar automaticamente à primeira Wi-Fi aberta que encontrar, outra medidas mais eficazes devem ser tomadas para proteger a sua privacidade.
- Utilize uma VPN para celular
Não só para o celular como para seu computador e todos os outros dispositivos com internet que você possua. A VPN é um túnel de proteção criado para proteger o tráfego de dados e informações entre dois aparelhos ou mais. A Rede Privada Virtual (VPN) irá garantir uma conexão protegida de ataques de hackers, não só de ataques MITM como de vários outros, e protegerá sua privacidade dos olhares curiosos dos provedores de internet que vendem as informações dos assinantes para empresas de publicidade online
- Não faça compras online com uma Wi-Fi pública
Se não estiver utilizando uma VPN, só realize pagamentos e compras pela internet se a rede Wi-Fi que estiver conectado(a) seja de confiança.
- Pergunte qual é a rede oficial do local
Perguntar não custa nada e pode salvar você e seu aparelho de problemas futuros. Se não tiver uma placa visível no local, pergunte a quem trabalha lá.
- Utilize o leitor de impressão digital e de íris
Utilizando estes recursos do celular, a pessoa está mais protegida do que quando digita uma senha.
- Tenha várias senhas diferentes
Por muitas vezes é difícil lembrar de todas as senhas, mas se você escrever elas num papel, e guardar em casa, estará mais seguro(a). Se um hacker conseguir roubar uma senha sua, todos os seus outros aplicativos estarão salvos.
O celular é o dispositivo mais vulnerável de todos
Algumas pessoas não dispensam um tablet na hora de viajar, outras precisam de um computador portátil para se locomover. Mas o celular está a toda hora com todos os tipos de pessoas; trabalhem elas aonde for, viajem elas para qualquer lugar do mapa, o smartphone vai acompanhar.
As fotos passaram a estar armazenadas no celular, documentos de escritório, pagamento wireless, basicamente tudo que um computador possui e mais. Além do sistema operativo Android ser mais vulnerável do que o iOS, os antivírus para celular não são tão eficientes e consomem muita bateria.
Agora que você já conhece mais um pouco sobre como estar seguro(a) ao utilizar uma rede Wi-Fi aberta, terá mais precaução quando for viajar, ou trabalhar fora do escritório, por exemplo. Saiba também que utilizar a internet apenas quando necessário vai lhe ajudar a ver o mundo de outra forma.
Um asteroide maior do que um arranha-céu passará perto da Terra no sábado dia 10, mas não há motivo para preocupação, dizem especialistas.
O asteroide chamado 2006 QQ23 chegará a uma distância de 0,049 unidade astronômica, ou cerca de 7,3 milhões de quilômetros do nosso planeta, a uma velocidade de mais de 16 mil km/h. Pode parecer muito, mas em termos astronômicos, é perto o suficiente para que o objeto seja classificado como um "asteroide próximo da Terra". Além disso, a essa distância a rocha é considerada "potencialmente perigosa".
A rocha espacial tem cerca de 570 metros de diâmetro - maior do que o Empire State Building. No entanto, astrônomos dizem que mesmo com esse tamanho, passando relativamente perto e em alta velocidade, não precisamos nos preocupar com um possível impacto na Terra. Pesquisadores do Departamento de Coordenação de Defesa Planetária da Nasa disseram à CNN que asteroides com esse tamanho passam pela Terra por volta de seis vezes por ano.
O impacto de um asteroide com o tamanho do 2006 QQ23 poderia devastar uma área do tamanho de um estado. Mas a Nasa não acredita que um asteroide possa cair na Terra tão cedo. A agência tem tecnologia para rastrear as rochas espaciais e detectar ameaças. Uma missão da Nasa está desenvolvendo um sistema de defesa contra asteroides; trata-se de um veículo espacial que poderá ser arremessado contra asteroides para mudar a sua rota." (Com Gazeta do Povo)
Enquanto Maiara, 31, apagou as fotos de Fernando, 35, nas redes sociais, o sertanejo transmitiu um vídeo nesta terça dia 30, com uma música romântica inédita chamada “Quase”, e a emendou com um trecho de “Medo Bobo”, de Maiara & Maraisa.
“Quando parece que o mundo tá de cabeça pra baixo, vem alguém com a melhor novidade e devolve a gravidade. Quando parece que é tarde pra viver o que viveu cedo, vem alguém que já falou sobre medo, e ele era bobo mesmo”, canta Fernando.
O casal Maiara e Fernando anunciou a separação após quatro meses de namoro. À Folha de S.Paulo Fernando Zor, da dupla com Sorocaba, afirmou que o relacionamento chegou ao fim não por falta de amor. “Tivemos uma crise que desgastou e optamos por agora cada um ter um tempo para si. Quero muito o bem dela e sei que isso é recíproco.”
Procurada pela reportagem, a assessoria de Maiara disse que a cantora não iria se pronunciar sobre o assunto. Os dois estavam juntos publicamente desde março, e trocavam várias declarações de amor pelas redes sociais.
Maiara, que faz dupla com a irmã Maraisa, chegou a tatuar um passarinho em seu tornozelo para celebrar o seu novo amor. Passarinho é o apelido que Fernando deu a ela. Em maio, o sertanejo preparou uma surpresa para Maiara ao encher a casa dela de pássaros de papel e flores, da garagem até o quarto, tudo para pedir a cantora em namoro.
No início de junho, eles gravaram uma música juntos: “Amor Perfeito”, sucesso de Roberto Carlos. Os rumores sobre a separação do casal começaram na segunda-feira (29) quando ambos os artistas deixaram de se seguir nas redes sociais. Além disso, Maiara também deletou algumas fotos de seu perfil ao lado do sertanejo.
O casal já demonstrava passar por alguns problemas. No início de junho, também surgiram rumores de uma crise no relacionamento. Na ocasião, Fernando publicou uma foto sozinho com a legenda: “A felicidade é algo entre a liberdade e a segurança”. Momentos depois, o perfil de Maiara na rede social foi desativado.
Pouco tempo depois, Maiara explicou que desativou a conta, porque tem dificuldades em lidar com a opinião alheia.
“Quem me conhece sabe que é o terceiro ou quarto perfil no Instagram que eu quero largar. Fiz o Instagram, deu uma revoltada, não quero mais. Quer saber, dessa vez vou continuar, vou ficar aqui firme. Tenho um problema com opinião alheia. Não dou conta de ficar ouvindo m… demais. Sou daquelas que quando não estou me sentindo bem no lugar eu vazo”. (Com FolhaPress)
A barriga dói na expectativa da primeira curtida. E, se alguém com menos seguidores consegue “bombar” nas redes sociais, logo vem a sensação de fracasso como um aperto no peito.
Parece ficção científica, mas é de verdade: a vida digital descontrolada tem causado efeitos no bem-estar de adolescentes e jovens. Enquanto eles começam a descobrir as emoções a que são expostos na internet, cientistas de todo o mundo estão atrás de evidências para entender como e por que estar nas redes sociais pode alterar o equilíbrio mental de quem já cresceu conectado.
“O Instagram era vinculado diretamente a minha autoestima, imagem e valor. Se não recebia muitos likes, começava a questionar o que fiz de errado”, diz a influenciadora digital Daniela Zogaib do Nascimento, de 25 anos. O Photoshop turbinava as fotos para os 78 mil seguidores, mas nunca era suficiente.
“Estamos todos nos comparando e nos sentindo mal porque tem sempre alguém acima que nos gera incômodo”, diz ela, que evitava até encontros presenciais com medo de frustrar quem a conhecia só pelas telas. Acuada, resolveu reagir: apareceu sem maquiagem ou filtros e relatou em um vídeo a pressão virtual. “Quando você está nessa teia, não consegue pensar como pessoa normal.”
Para especialistas, a multiplicação de imagens que sugerem vidas perfeitas, como as que Daniela acessava, pode tirar o sossego de adolescentes e jovens. “Acreditamos que o tempo de tela em que há comparação social, como fotos de colegas exibindo corpos perfeitos, tem correlação com sintomas de depressão na adolescência”, disse ao Estado Elroy Boers, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal, no Canadá. Boers é autor de estudo publicado neste mês no periódico Jama Pediatrics, que relacionou aumento de tempo nas redes sociais e na televisão a sintomas de depressão.
Durante quatro anos, 3,8 mil jovens de 12 a 16 anos preencheram questionários sobre o tempo em que permaneciam em frente a diferentes tipos de telas e sintomas de depressão. De acordo com Boers, além do fenômeno de comparação, outra hipótese é a de que algoritmos das redes (que permitem que conteúdos semelhantes aos já acessados sejam entregues aos usuários) podem reforçar quadros depressivos. Se o usuário pesquisa “magreza” ou “depressão”, mais conteúdos relacionados ao tema são oferecidos O estudo não identificou elo entre videogames e depressão.
A pesquisa canadense se soma a outras que dão pistas sobre essa relação. No início do ano, estudo publicado na revista Lancet deu número aos riscos. Com base em dados de 10 mil adolescentes de 14 anos, o levantamento revelou que, entre os que passam mais de cinco horas por dia nas redes sociais, o porcentual de sintomas de depressão cresce 50% para meninas e 35% para meninos Mesmo entre os que passam três horas há elevação de sintomas, de 26% para elas e 21% para eles.
Especialistas têm se preocupado com os dados, mas são cautelosos ao buscar relações de causa e efeito. Sabe-se que a depressão depende de muitos fatores e, portanto, atribuir o distúrbio apenas à rede social seria reduzi-lo.
“Há fatores predisponentes, como famílias desestruturadas, histórico, baixa autoestima. Mas, na medida em que jovens entram na rede social, isso puxaria o gatilho da predisposição. É um novo palco para manifestação dos problemas”, diz Cristiano Nabuco, do grupo de dependências tecnológicas do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, com as redes sociais, temos 5 mil amigos; nosso cérebro entende que estamos sempre muito atrás de muitas outras pessoas.”
Twitter e Instagram planejam mudanças
Em meio a uma maior preocupação sobre saúde mental em tempos de internet, o Instagram anunciou neste mês o fim da contagem de curtida em fotos e visualizações de vídeos. A iniciativa é um teste no Brasil. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição”, informou. Um levantamento de 2017 da Sociedade Real para Saúde Pública (RSPH), do Reino Unido, reconheceu a rede como a pior para a saúde mental de jovens.
Depois de perceber que estava em uma “paranoia” no Instagram, o estudante Maurício Oliveira, de 20 anos, suspendeu o acesso por um tempo. Antes, buscou até “compra de likes” para melhorar a performance. “Costumava publicar em horários com pico de acesso e, quando mais novo, cheguei a apagar quando via que não teve engajamento. Gerava a ansiedade.”
Testes como o do Instagram também estão no horizonte de outras empresas. Em sua plataforma de experiências lançada neste ano, o Twitter estuda recurso de esconder botões de likes e retuítes. O controle do tempo gasto nas plataformas já é possível por meio de ferramentas no Facebook e Instagram.
Contra o bullying, outro fator para desequilíbrio emocional dos jovens, o Instagram anunciou, ainda, recurso de alerta de ofensas. No Brasil, as agressões virtuais ganharam contornos trágicos há duas semanas, quando a influenciadora Alinne Araújo, de 24 anos, suicidou-se depois que o noivo terminou o relacionamento, na véspera do casamento. Ao publicar a decisão de casar-se consigo mesma em uma de suas contas, usada justamente para relatar a luta contra a depressão, Alinne recebeu uma chuva de críticas.
Para Rodrigo Martins Leite, coordenador dos ambulatórios do Instituto de Psiquiatria da USP, o caso revela um paradoxo: mesmo super conectados, talvez os jovens estejam mais sozinhos do que nunca. “No início, tinha-se a ideia de que as redes seriam potencializadoras de relações sociais concretas, mas estamos nos estranhando”, diz.
Para se blindar de sensações desagradáveis, o chamado “unfollow terapêutico” virou recomendação médica. E, segundo Leite, buscar contato presencial com pessoas – no lugar de arrobas – continua sendo a melhor saída contra a sensação de isolamento.
Isolamento pode ser indício a pais
1. Mediação. Redes sociais não são nocivas por si só e podem ser úteis para estudos e relacionamentos, mas dependem de mediação. Para Anna Lucia King, doutora em Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pais devem ficar atentos ao comportamento dos filhos, como tempo de conexão e teor de conteúdos vistos e publicados.
2. Tempo de tela. É importante garantir que o uso da internet não se sobreponha a momentos de interação presencial com a família e amigos e às atividades físicas. O horário de sono também deve ser preservado.
3. Sinais. Não é simples perceber depressão em crianças. “Dificilmente elas vão falar”, diz Rodrigo Leite, psiquiatra da USP. Isolamento, mudança brusca de humor e troca repentina de amigos podem ligar o sinal amarelo.
4. Apoio. Se for detectado um sofrimento ligado à internet, deve-se buscar ajuda profissional. Em alguns casos, pode ser recomendado deixar de seguir perfis considerados nocivos ou mesmo se afastar de algumas plataformas por um tempo.
‘Na verdade, você está preso’
Depoimento de Paula Silva, de 18 anos, estudante:
“Não acho que minha depressão veio da internet, mas a internet colabora. Fico em uma bolha, posso conviver com pessoas que pensam como eu, posso criar um modelo de uma vida que não é real e perder o foco do que acontece. Uma das redes que não uso mais é o Instagram. É impossível ver a foto de alguém com um corpo bonito e não se sentir inferiorizada. Você sente que não tem uma vida boa o suficiente. Eu não precisava de mais de três minutos para sentir que precisava mudar tudo em mim. Minhas fotos tinham de ser em um ângulo perfeito, com luz perfeita, sem nada que alguém pudesse usar para criticar. Cheguei ao ponto de demorar horas para postar. Você tem a sensação de liberdade, de que pode falar o que quiser, mas na verdade está preso.” (Com Jornal O Estado de S. Paulo)
Nada melhor do que poder preparar uma receita que seja rápido e ao mesmo tempo deliciosa, certo? A receita de bolo de milho de frigideira, ensinada pela nutricionista Clarice Cruz, será uma excelente opção para o seu café da tarde. Confira:
Ingredientes
100 gramas de milho
100 ml de leite de coco caseiro
½ xícara de flocão de milho
? xícara de açúcar demerara (ou xilitol)
3 colheres (sopa) de óleo de coco
2 colheres cheias (sopa) de coco ralado
½ colher (sopa) de fermento
No liquidificador bata o milho com leite de coco, acrescente o flocão de milho, açúcar e óleo de coco. Adicione o coco ralado e bata mais um pouco. Acrescente o fermento e mexa com uma colher.
Coloque a massa na mini frigideira untada (14cm de diâmetro), tampe e leve ao fogo bem baixo por 8 minutos, quando a massa estiver firme. Vire o lado da frigideira e deixe mais 5 minutos. Finalize com um pouco de coco ralado. (Com Minha Vida)






















