Quem se acostumou a ver Luisa Sonza e Whindersson Nunes o tempo todo grudados, postando vídeos e fotos no Instagram, começou a estranhar um certo distanciamento entre os dois. O que acontece é que eles estão vivendo uma grave crise e o casamento de quase dois anos está por um fio.
“Eles estão brigando demais. Com a agenda lotada deles, não dá tempo de serem um casal normal. Fora que a Luisa é muito geniosa”, conta uma pessoa ligada aos artistas.
Para se ter uma ideia do climão, a cantora foi convidada pela amiga Anitta para viajar com ela para Aspen, nos EUA, tirar uns dias e espairecer esquiando. Sonza achou melhor não sair do Brasil agora e para não aumentar ainda mais as brigas entre ela e Whindersson.
A última foto que postaram juntos foi no réveillon. Na realidade só Sonza compartilhou o clique. Antes disso, foi o humorista que mostrou fotos dos dois numa viagem às Ilhas Maurício, em dezembro.
No último dia 11 de janeiro, Luiza foi passar um fim de semana com amigos e a família no Sul. Sem Whindersson. “Hoje entendi o quanto sou abençoada, o quanto a vida realmente é muito generosa comigo… Não é por nada além do privilégio de ter uma família e amigos assim num lugar tão lindo e rico em amor, paz e alegria. Fazia tempo que não me sentia tão grata, tão em paz e cheia de alegria, cheia de vida. Eu amo vocês, amo a vida e amo Deus por Ele ser tão generoso comigo! O coração tá preenchido como não estava a muito tempo!”, escreveu ela. Whindersson não comentou nem curtiu o desabafo. (Com Extra)
O processo de formação dos óvulos, a ovogênese, inicia-se ainda durante a vida fetal da mulher e não volta a acontecer em nenhuma outra fase. Ou seja, ela tem seu início e fim na enquando a mulher ainda está no útero da mãe.
Aos 6 meses de gestação, o feto feminino contém cerca de 7 milhões de óvulos, caindo para 2 milhões ao nascimento. Essa redução se mantém ao longo de toda a infância e, na puberdade, restam 400 mil óvulos.
Ao longo da vida reprodutiva perdemos todo o "estoque" de óvulos. Quando isso acontece, inicia-se o período da menopausa (ocorre, em média, aos 48 anos na mulher brasileira). Todo mês, em cada ovulação, não produzimos novos óvulos. Eles já estão no ovário desde a nossa vida fetal, e o óvulo já existente é recrutado para ser liberado na ovulação.
A importância dessas informações está relacionada ao fato de que nosso "estoque" de óvulos é finito. Não há uma produção contínua de óvulos como os homens têm de espermatozoides.
Ao contrário, a cada dia que passa temos menos óvulos disponíveis. Estes não sofrem perda somente em número, mas também em qualidade, fato esse que justifica a diminuição das taxas de gravidez com o avançar da idade da mulher.
Mulheres com menos de 30 anos têm chances de gestação, ao mês, ao redor de 25%
Entre 36 e 37 anos, as chances caem para cerca de 15%
Entre 38 e 40 anos, chances de 10%
Entre 41 e 42 anos, chances de 5%
Juntamente com a queda das taxas de gestação ocorre o aumento das chances de abortamento e de alterações cromossômicas, sendo a mais conhecida a síndrome de Down. Esses fatores estão diretamente ligados à idade materna, ou seja, a idade do óvulo.
Os tratamentos de fertilização in vitro (FIV) aumentam em, aproximadamente, duas vezes a taxa de gestação, mas também variam com a idade dos óvulos, pois o tratamento não faz com que haja uma nova produção dos mesmos. A chance de gestação é maior do que as taxas naturais, pois já é colocado um embrião pronto dentro do útero da mulher, após a fertilização dos óvulos com espermatozoides em laboratório.
A solução para mulheres conseguirem uma gestação em idade mais avançada é o congelamento de óvulos para uso posterior ou a realização da FIV, utilizando óvulos doados. O processo de ovodoação acontece quando mulheres com idade menor do que 34 anos, que realizaram a FIV, optam por doar seus óvulos excedentes para outra mulher que necessite.
Quando os óvulos são congelados, eles mantêm a mesma capacidade reprodutiva (ou seja, a mesma chance de gestar) desde o dia em que houve o congelamento. Por exemplo: uma mulher que congelou seus óvulos com 34 anos e quer engravidar aos 46, tem uma chance ao redor de 50 e 60%. Sem o congelamento, sua chance de engravidar de forma natural seria menor que 1%. O mesmo vale para óvulos doados.
Gravidez tardia
Como as mulheres estão postergando cada vez mais a gestação, a idade materna vem aumentando, assim como a utilização de tratamentos de reprodução assistida. Infelizmente, os métodos disponíveis para avaliação da reserva ovariana são imprecisos, especialmente em mulheres mais jovens, dificultando a orientação das mesmas em relação ao seu futuro reprodutivo.
Apesar da imprecisão, recomenda-se solicitar os exames disponíveis para mulheres que desejam gestar, mas "não decidiram quando", e o congelamento de óvulos deve sempre ser orientado, principalmente se a mulher tem mais de 35 anos.
Toda gestação após os 35 anos é considerada gravidez de risco. Além da queda da fertilidade, há maiores riscos obstétricos decorrentes tanto do envelhecimento ovariano quanto da frequência aumentada de doenças crônicas pré-existentes na mulher, que aumentam com o decorrer da idade.
Há maior incidência de pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, obesidade, parto prematuro, aborto espontâneo e síndrome de Down.
O período ideal para gestação é entre os 20 e 30 anos. Isso porque, além de ser a fase de maior fertilidade, há menor incidência de doenças crônicas e menor risco de aparecimento de patologias na gestação, tanto para a mãe quanto para o feto.
Apesar do descrito acima, há vantagens, sim, em gestar após os 40 anos. Mulheres mais velhas são mais experientes, têm carreiras profissionais consolidadas e experimentam a gestação em um momento da vida onde não há tantas dúvidas e incertezas.
* Karina Tafner, ginecologista e obstetra; médica assistente do ambulatório de reprodução assistida da Santa Casa (FCMSCSP); especialista em endocrinologia ginecológica e reprodução humana pela Santa Casa; especialista em reprodução assistida pela FEBRASGO. (Com Minha Vida)
A Secretaria de Estado da Saúde alerta para a importância de intensificar os cuidados para garantir a conservação dos alimentos nos períodos mais quentes. O calor propicia a multiplicação de bactérias e outros microrganismos, além da produção de toxinas que podem contaminar os alimentos e a água. Os produtos de origem animal, como carnes, leite, ovos e derivados, são perecíveis e devem receber atenção especial, pois sofrem rápida deterioração com as altas temperaturas.
O descuido com a conservação e o preparo pode ocasionar infecções ou intoxicações, as chamadas Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), cujos sintomas mais comuns são vômito, diarreia, dores abdominais, náuseas e febre, que podem se agravar, trazendo complicações e até a morte.
A coordenadora da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde, Luciane Otaviano de Lima, orienta que na hora da compra devem ser observadas as características dos produtos. "Os alimentos refrigerados e congelados precisam estar armazenados em locais adequados. As embalagens dos congelados, por exemplo, não podem apresentar-se amolecidas ou danificadas com indícios de descongelamento".
Ela salienta ainda a importância das precauções necessárias para a compra de pescados frescos, já que são produtos altamente perecíveis. "Os peixes frescos devem apresentar olhos brilhantes e salientes, textura firme com escamas bem aderidas à pele, as guelras fortemente rosadas ou de coloração vermelho vivo, úmidas e brilhantes, a superfície do corpo limpa, com brilho metálico, carne firme com consistência elástica; abdômen tenso, que não deixa marca à palpação dos dedos, além de odor suave", explica Luciane.
No caso dos crustáceos - camarões, siris, caranguejos, lagostas - o aspecto deve ser brilhante e úmido, corpo com curvatura natural rígida, carapaça bem aderida ao corpo, odor e cor característicos da espécie, sem pigmentações estranhas, artículos firmes, olhos vivos e destacados.
DENÚNCIA - Caso o consumidor identifique irregularidades, deve denunciar à Vigilância Sanitária do município. A denúncia pode ser feita também à Ouvidoria Geral da Saúde pelo telefone 0800 644 4414.
Dicas para comprar e preparar alimentos com segurança:
- Verificar com atenção o prazo de validade.
- Lavar as mãos antes de iniciar a preparação e durante o processo, sempre que necessário.
- Higienizar o local de preparo, equipamentos, superfícies e utensílios como faca e tábuas de corte.
- Lavar frutas, verduras e legumes em água corrente.
- Evitar a contaminação cruzada com a separação de carnes e peixes crus de outros alimentos, com o uso de diferentes utensílios, como facas e tábuas e corte, além de guardar os alimentos em recipientes/embalagens fechados para que não haja contato entre produtos crus e cozidos.
- Descongelar os alimentos em refrigerador ou em forno de micro-ondas, quando for submetido imediatamente ao cozimento, para garantir sua conservação.
- Refrigerar os alimentos cozidos e perecíveis preferencialmente abaixo de 5°C, e, quando cozidos, mantê-los quentes acima de 60°C até o momento de serem servidos.
- Utilizar somente água tratada ou fervida.
- Usar água potável para o preparo de gelo. Quando o gelo é utilizado para refrigeração externa de latas, garrafas plásticas ou de vidro, ou em isopor, mesmo que feito com água potável, ele perde sua característica de inocuidade (de não causar dano à saúde) ao ser aberto e exposto a esses recipientes. Nesse caso, não deve ser ingerido com bebidas ou outros alimentos. (Com AEN)
É difícil resistir à iguaria mineira que chamamos de pão de queijo. No entanto, uma única porção desse quitute pode pesar na consciência e no estômago de quem deseja emagrecer ou simplesmente manter uma alimentação saudável.
Por esse motivo, o Minha Vida traz a receita de pão de queijo low carb da nutricionista Ana Paula Gava. Veja a seguir os ingredientes, como fazer e os benefícios do petisco para a saúde.
Ingredientes
1 ovo
½ colher de sopa de goma de mandioca hidratada
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado na hora
1 colher de sopa de chia
Azeite
2 fatias de queijo minas meia cura
Modo de preparo
Coloque o ovo, a goma de mandioca, o queijo parmesão e a chia numa vasilha e bata todos os ingredientes até que adquiram uma consistência de massa.
Em seguida, utilize uma frigideira para levar a mistura ao fogão, acrescentando apenas um pouco de azeite para não grudar. Vire para dourar do outro lado. Por último, dobre a massa ao meio e acrescente as fatias de queijo minas. Sirva.
Benefícios do pão de queijo low carb
VEJA COMO É SIMPLES PERDER DE 3 A 5KG EM APENAS 15 DIAS!
A receita de pão de queijo low carb utiliza queijos curados (o parmesão e o queijo minas), que são mais fermentados e possuem baixa quantidade de lactose (transformada em carboidrato no organismo).
Além disso, esses queijos curados têm alta concentração de ácidos graxos de cadeia curta, que são as chamadas "gorduras boas", que fazem bem para o intestino e para o colesterol, melhorando a resposta do corpo à insulina.
A presença de chia na receita também promove maior saciedade no estômago, diminui o índice glicêmico da refeição e ajuda a regular o intestino, uma vez que é rica em fibras, elemento importante para o trânsito intestinal.
Criado oficialmente em 2011 e regulamentado apenas no ano passado, o cadastro positivo começou a ser consultado neste fim de semana. O cadastro reúne informações de operações financeiras e obrigações de pagamento de pessoas físicas ou jurídicas, que possibilita a visualização de todo o comportamento e o histórico do pagador. Nesta primeira fase, no entanto, apenas as informações bancárias dos consumidores foram liberadas.
Essa “lista de bons pagadores” traz uma nota (ou “score”) do consumidor, que é calculada com base nas operações de crédito em geral, como empréstimos bancários, financiamentos imobiliários e cartão de crédito, além de pagamentos de serviços continuados, como luz, água e telefone.
A promessa é que os consumidores com melhores notas vão ter acesso a melhores opções de juro e crédito e também prazos de pagamento mais longos.
“Essa medida representa um enorme avanço em comparação ao sistema anterior, que só considerava os aspectos negativos”, afirma Lola de Oliveira, diretora de Serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC.
A expectativa é que a medida também ajude endividados a regularizarem suas contas. De acordo com dados divulgados pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), a estimativa é que 45% dos endividados consigam se estabilizar financeiramente por meio do programa. “A ideia é que o consumidor que passou por um problema financeiro pontual consiga recuperar sua reputação no mercado por meio do seu histórico de bom pagador”, diz Vilásio Pereira, gerente de Cadastro Positivo do SPC Brasil.
Clique aqui para ter acesso ao Cadastro
Os cadastros, que foram abertos automaticamente, já podem ser consultados pelos consumidores nas páginas ou praças de atendimento dos quatro birôs autorizados pelo Banco Central (BC) a atuar como gestores: Serasa, Boa Vista SCPC, SPC Brasil e Quod Já estão com os dados registrados no sistema todos aqueles que receberam uma notificação por meio de carta, e-mail ou SMS.
Para consultar sua nota, o consumidor precisa informar nome completo, CPF, e-mail e número de telefone. Em alguns casos, será preciso enviar uma fotografia em formato selfie com fotos dos documentos. A validação do cadastro será feita por e-mail ou SMS.
As informações podem ser consultadas pelo varejo, bancos e demais instituições financeiras. Todo cidadão que contratar uma operação de crédito ou tiver conta de serviço continuado estará automaticamente incluído no cadastro positivo. Quem quiser sair do sistema, precisará fazer a solicitação a um dos gestores. A exclusão dos dados dos sistemas ocorrerá em até dois dias.
A expectativa do Banco Central é que, com o cadastro positivo, a avaliação do risco de crédito seja aprimorada, com queda das taxas de juros cobradas dos bons pagadores e redução dos índices de inadimplência.
‘Desbancarizados’
Nesta primeira etapa, estão sendo analisadas apenas as informações bancárias dos consumidores – que têm sido enviadas desde 11 de novembro do ano passado. “Esperamos que as empresas de serviço continuado (luz, água, telefonia e gás) enviem seus dados ainda no primeiro semestre de 2020”, diz Pereira.
A inclusão dos dados dessas empresas deve permitir uma adesão de pessoas ainda maior, acredita Lola. “O cadastro positivo será mais inclusivo, pois inclui todas aquelas pessoas que são consideradas invisíveis pelo mercado e eliminar a assimetria de informações.”
Tanto que uma das metas do programa é atingir os 45 milhões de “desbancarizados” (sem nenhuma relação com os bancos) no País, segundo dados do Instituto Locomotiva de 2019.
Outro ponto positivo, segundo Pereira, é que a abertura de dados deve estimular a concorrência. “Uma de nossas intenções é descentralizar informações que antes ficavam apenas sob o controle das instituições bancárias e permitir que elas cheguem com mais facilidade às fintechs, por exemplo. Isso deve melhorar as condições e as ofertas de crédito no mercado”, afirma ele. (Com Estadão Conteúdo)
Bacon, toucinho, salsichas, salame, linguiças, presuntos, nuggets de frango, pepperoni, carnes enlatadas, os molhos à base de carne. Todos esses alimentos fazem parte do rol das carnes processadas. Mas o que são elas e quais os efeitos na nossa saúde?
O que é carne processada
Carne processada é aquela que foi modificada para melhorar o sabor ou prolongar sua vida útil. Ela passa por um processo que inclui fermentação, defumação, adição de sal, além de conservantes.
Causa câncer?
De acordo com o relatório da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (IARC), publicado no periódico científico The Lancet, a ingestão de cerca de 50 gramas de carne processada por dia aumenta em 18% a chance de se desenvolver o câncer colorretal. Esse tipo de tumor é aquele que afeta o intestino grosso e/ou reto, podendo comprometer outros órgãos também.
Esses dados confirmam descobertas anteriores da Organização Mundial de Saúde (OMS), que já havia colocado as carnes processadas na lista de alimentos considerados como cancerígenos.
Por isso, a atenção deve ser, de fato, dobrada por conta dos efeitos negativos à saúde. Entretanto, para um indivíduo, o risco de ter a doença por causa do consumo desse tipo de alimento vai depender de alguns fatores, como:
A quantidade em que ele é consumido
Frequência de consumo
Estilo de vida (se fuma, bebe, se é sedentário).
Carne vermelha faz mal?
Ressalto que o consumo da carne vermelha em geral, quando bem escolhida, é benéfico para o nosso organismo. Isso porque ela contém todos os aminoácidos essenciais para o corpo humano.
Além disso, é rica em ferro, zinco e vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B12. Vale lembrar que se ela for preparada grelhada ou assada, é melhor ainda para a saúde.
O tipo de corte também é importante e a opção deve ser sempre pelos cortes magros, que tem aquela parte da gordura menos aparente.
Como médico nutrólogo, eu recomendo que todos tenham um estilo de vida saudável, que tenham uma alimentação saudável e, para isso, as carnes não precisam, necessariamente, ficar de fora do nosso dia a dia.
Malefícios da carne processada
Carne processada é responsável por uma em cada 30 mortes
Consumo de carne processada aumenta risco de câncer de pâncreas
Carnes processadas aumentam o risco de câncer de mama (Com Bem Paraná)






















